Iniciar sessão ou registar-se
  1.  # 1

    Depois de lermos os comentários do utilizador "cpf.eng", fica a impressão de que só ele é que é o detentor da verdade e seriedade à face da terra. Gostaríamos de mais uma vez dizer que o acto de mediar é o acto de intervir em nome de alguém. O utilizador "cpf.eng" mete todas as empresas/negócios que prestam serviços de mediação no mesmo saco igualando-se a todos aqueles que criticam e metem todos os empreiteiros/executantes no mesmo saco. Como em todas as profissões, existem profissionais competentes e outros menos competentes. Acontece o mesmo na mediação de obras e lá por conhecer a mediação da Illico e de outras equivalentes que funcionam como a já dita referida não quer dizer que não existam outras que actuem de forma diferente no mercado. Mas como em tudo na vida existem os velhos do restelo e os visionários, e o julgamento será sempre o mercado a fazê-lo. Depois consideramos que alguns comentários do “cpf.eng” revelam uma análise muito restrita do que é a mediação de obra, focalizando-se muito no “mediador-pessoa” e não no “mediador-serviço”. Queremos com isto dizer que continuamos a não entender porque se continua a dar ênfase à questão da responsabilidade decorrente da actividade da mediação relativamente à apresentação de empreiteiros/executantes ao dono de obra/cliente. O comum a algumas empresas/negócios de mediação de obras é o realizarem o processo de concurso do(s) executante(s) de uma determinada obra. O que é que se quer responsabilizar?! Esse processo?! O processo que um determinado dono de obra faria e faz se dispõe de tempo e alguns conhecimentos acerca do mundo da construção civil. O mercado é que avalia e julga se um determinado serviço é relevante e corresponde a uma mais-valia. O mercado é que irá limpar as empresas/negócios de mediação que não desenvolvem a sua actividade de uma forma responsável e com a ética e deontologia correcta. E isso verifica-se em todas as outras actividades (empreiteiro, projectista de arquitectura e engenharia e outros intervenientes). Já o dissemos em anteriores comentários, que não acreditamos que os valores referidos por algumas mediadoras e já referidos na ordem dos 15% sejam praticados, servindo mais para atrair eventuais franchisados. E tal como em outras actividades também nesta é o mercado que estipula as regras, não acreditando que alguém esteja receptivo a valores dessa ordem. O utilizador “cpf.eng” coloca também em questão a ética e deontologia na mediação de obras. Mais uma vez julgamos que não se deve meter todos no mesmo saco, pois aquilo que o utilizador “cpf.eng” faz é correr todos pela mesma medida de vigaristas/oportunistas. Será que na actividade que desenvolve gostaria de ser corrido a vigarista/oportunista porque outros podem ser catalogados dessa forma?!
    Já no que toca às vantagens para os projectistas que a KonsulIMO afirmou e que o utilizador “cpf.eng” não conseguiu atingir, queríamos dizer que a actividade de mediação de obras que a KonsulIMO desenvolve permite que a análise das propostas por parte do dono de obra/cliente seja mais justa do que se fosse um processo não desenvolvido por nós. Assim, no nosso processo de concurso de projectistas trabalhamos de modo a que as propostas sejam analisadas com base em itens equivalentes e justos. Por outro lado, o facto de o projectista arquitecto não estar envolvido de uma forma directa no processo de concurso do(s) executante(s), liberta-o de todas as situações desagradáveis que podem ser associadas no caso de ser ele a indicar aquele(s), e que nada têm a ver com o projecto de arquitectura em si. Queremos deixar aqui mais uma vez a nossa afirmação de que a KonsulIMO trabalha em conjunto e parceria com todos os intervenientes de uma obra mas o nosso cliente é sempre o dono de obra/cliente, pois é ele que julga e avalia os nossos serviços.
    Por fim gostaríamos de dizer que a KonsulIMO não se revê em nenhum dos procedimentos de funcionamento da actividade de mediação de obras e ainda na forma como decorre a angariação de comerciais descritos aqui pelo utilizador “cpf.eng”.
    Generalizar e tirar conclusões com base nessa generalização não revela uma atitude coerente e séria. É mais uma opinião distorcida e que gera confusão em vez de ser elucidativa.
    A KonsulIMO [A Construir Consigo] não tem medo de ser julgada pelos seus clientes e de ser colocada à prova. Konsulte-nos e comprovará a qualidade dos nossos serviços de mediação (que não se ficam só pelos concursos, mas sim são alargados ao acompanhamento/gestão, fiscalização e segurança em obra).
    NÃO PRETENDEMOS SER DONOS DA VERDADE MAS TAMBÉM NÃO NOS REVEMOS EM ALGUMAS ACTIVIDADES DE MEDIAÇÃO DE OBRAS EXISTENTES NO MERCADO.
    Concordam com este comentário: Rui M2011#
  2.  # 2

    Gostaria de reavivar este tópico que me parece pertinente, ainda esta semana fui contactado pela Sr. Obras e Illico de Alvalade que gostariam de ter parceiros a trabalhar nas áreas de remodelações questões importantes e indispensáveis:

    - Ter alvará; seguro de acidentes de trabalho; certidão do fisco com cadastro limpo não dever nada à Segurança Social, pessoal idoneo e responsável etc. estamos perante uma situação de puro arrastão aparecem agora as mediadoras de obras a substituirem-se aos empreiteiros como se os empreiteiros não tivessem capacidade para intervir junto dos clientes e desempenhando este mesmo papel!

    Também tenho conhecimento que ultimamente esta abordagem prolifera talvez porque cada vez há mais medidores,
    uma questão que coloco é que face ao mercado existente e ás dificuldades faz sentido existirem estes mediadores!
    O que parece é que os empreiteiros tem que terem tudo em ordem, assumindo eles o papel de vanguarda ou seja o que os mediadores de obras não querem assumir com despesas chutam para os empreiteiros os custos inerentes e muitas das vezes a imporem preços como já aconteceu comigo em relação à Reformahogar.

    Será que existe mercado para este tipo de arbitrariadades?

    O que penso é que todos os empreiteiros deviam é fazer boicote aos mediadores e recusarem pura e simplesmente a oferta destes senhores! Ou será que os empreiteiros tem que trabalhar para encher os bolsos a esta gente!
  3.  # 3

    A mediação de obras da KonsulIMO [A Construir Consigo] permite algumas vantagens, elencando aqui algumas, a saber:
    A) ao cliente/requerente/dono de obra
    * a especialização da actividade permite a apresentação de projectistas e executantes com a melhor relação qualidade/preço de mercado ao requerente/dono de obra;
    * o requerente/dono de obra reduz substancialmente a quantidade de tempo disponibilizada (sendo em alguns casos residual) para o concurso de selecção dos projectistas e dos executantes ou outras entidades intervenientes no processo;
    * o requerente/dono de obra não precisa de se preocupar com todos os procedimentos burocráticos do processo não ocupando o seu precioso tempo;
    * na apresentação do relatório do concurso ao cliente/requerente/dono de obra são apresentadas entre 3 a 6 propostas de projectistas ou executantes de análise comparável, situação que não se verifica se o processo for realizado directamente pelo próprio;
    * a profissionalização da actividade de mediação para um nível de entrada (particulares...pois a nível de grandes empreitadas e obras públicas estes procedimentos concursais já se verificam) permite uma comparação justa entre propostas e elimina as chatices dos conhecimentos e amizades que em grande parte das situações levam a situações desagradáveis;
    B) ao empreiteiro/executante
    * permite que se focalize no seu trabalho (execução de obras de construção/remodelação) não afectando os seus recursos para a área comercial e sim para o que é essencial (formação e execução);
    * permite que a sua proposta seja analisada pelo cliente/dono de obra de uma forma mais justa tendo presente parâmetros idênticos e comparáveis;
    * se for um executante que cumpra os nossos requisitos terá lugar na nossa lista branca, deixando para trás a famosa lista negra a que ninguém quer pertencer (será que é por isto que muitos empreiteiros/executantes se insurgem contra as empresas de mediação?!);
    C) ao projectista (arquitectura e engenharia)
    * tal como no ponto anterior também aqui o projectista direcciona os seus recursos para a área que domina (a arquitectura ou engenharia) podendo dispor do seu tempo para melhorar os seus conhecimentos e competências através da formação;
    * também verá a sua proposta analisada de uma forma justa com base em parâmetros comparáveis e haverá lugar aos melhores na nossa lista previlegiada de técnicos projectistas;
    Em resumo, a mediação de obras da KonsulIMO [A Construir Consigo], defende a diferenciação entre as várias fases e intervenientes do processo, pois só assim alguns direitos do cliente/requerente/dono de obra ficam salvaguardados.
    Quem projecta uma obra deve ser uma entidade, quem a executa deve ser outra e quem a fiscaliza deve ser outra. O posicionamento da nossa mediação é ajudar em primeiro lugar o requerente/dono de obra na selecção que tem de efectuar no concurso dos técnicos projectistas e depois dos executantes/instaladores/fornecedores de materiais. Adicionalmente prestamos o serviço de acompanhamento, fiscalização e segurança em obra.
    Se este é um serviço que aporta mais valias para o requerente/dono de obra só o mercado o dirá. A nossa experiência responde-nos que sim.
    Queremos deixar bem claro que não estamos aqui contra o posicionamento que algumas mediadoras têm no mercado da mediação de obras, mas desenvolvemos uma mediação diferente que o mercado aceita e reconhece.
    Aos pregadores da desgraça (com o apelo a boicotes e outras posições) alertamos que deveriam ter cuidado com os telhados de vidro que têm pois um dia destes o mesmo irá estalar e depois quem sabe talvez partir.
  4.  # 4

    Gostava que explicasse melhor algumas afirmações:

    a profissionalização da actividade de mediação para um nível de entrada (…) permite uma comparação justa entre propostas e elimina as chatices dos conhecimentos e amizades que em grande parte das situações levam a situações desagradáveis;

    Curiosamente acho que a posição em que coloca a empresa de mediação é exactamente a ideal para permitir essa … “chatices”. Que garantia oferece relativamente a esse aspecto que não possa ser oferecida por outros?

    se for um executante que cumpra os nossos requisitos terá lugar na nossa lista branca, deixando para trás a famosa lista negra a que ninguém quer pertencer (será que é por isto que muitos empreiteiros/executantes se insurgem contra as empresas de mediação?!)


    Devo confessar que apesar dos anos que levo disto nunca conheci nenhum executante com receio de integrar essa tal famosa lista negra. Desconhecia até que vocês tivessem também uma lista branca, importa-se de explicar qual a vantagem desta lista e qual o critério para lhe pertencer?

    Por falar em listas, também desconhecia esta:

    também verá a sua proposta analisada de uma forma justa com base em parâmetros comparáveis e haverá lugar aos melhores na nossa lista previlegiada de técnicos projectistas;

    Privilegiada? Porquê?

    Por último gostava de saber que garantias apresentam relativamente ao vosso serviço ou quais as garantias previstas na legislação que regula essa actividade - suponho que existe?
  5.  # 5

    realmente...
    Colocado por: konsulimo* a profissionalização da actividade de mediação para um nível de entrada (particulares...pois a nível de grandes empreitadas e obras públicas estes procedimentos concursais já se verificam) permite uma comparação justa entre propostas e elimina as chatices dos conhecimentos e amizades que em grande parte das situações levam a situações desagradáveis;


    eu diria que é mais o contrario, se vamos falar em generalizações, este tipo de empresas levam a falta de transparência, recorrendo a entidades e pessoas que já trabalham com a mesma, na maioria das vezes por razões erradas.
  6.  # 6

    O utilizador j cardoso recorre à descontextualização de alguns textos para passar a ideia que defende...algo a que já é habitual quando se pretende denegrir as ideias dos outros.
    Como é óbvio quando nos estamos a referir à profissionalização da actividade de mediação estamos a referir-nos à especialização de um trabalho que muitas vezes é realizado por outros intervenientes no processo...ou será que o utilizador j cardoso desconhece que existem alguns projectistas que são abordados por muitos executantes/empreiteiros para os indicarem aos clientes deles. E com base em quê? Com que critérios?! Talvez numa comissão que irão ganhar?!
    Relativamente a garantias, a listas brancas e negras, e como é óbvio não lhe iremos dizer como funcionamos. Tire as conclusões que quiser, pois tudo o que pretende é denegrir e não esclarecer quem eventualmente estiver a ler este tópico do fórum.
    NÓS NÃO NOS ESCONDEMOS ATRÁS DE UM MERO NOME DE UTILIZADOR
  7.  # 7

    Tire as conclusões que quiser, pois tudo o que pretende é denegrir

    Se pedir esclarecimentos é denegrir ... estamos conversados.


    Relativamente às listas a ausência de respostas é esclarecedora: são as suas listas que organiza como muito quer. Eu só queria era perceber, está percebido.

    NÓS NÃO NOS ESCONDEMOS ATRÁS DE UM MERO NOME DE UTILIZADOR

    Parece-me que pretende insinuar que me escondo o que não abona em favor da sua perspicácia. Tenho o e-mail no meu perfil; qualquer elemento extra que necessite faça favor de entrar em contacto que terei todo o prazer em fornecer, se for caso disso.

    PS: não precisa de berrar.
  8.  # 8

    acabo de receber uma mensagem da konsulimo, a dizer que com a minha resposta estava a denegrir a imagem da mesma...e que pensava em me contactar para integrar a bolsa deles, mas pela minha resposta já não estavam a pensar em mim.

    respondo aqui, que é onde deve ser respondido,
    gostaria que tivesse colocado aqui a resposta, mensagem privadas só respondo a quem vem por bem.
    pois bem, obrigado, tirando alguma excepção justificada, não estou, nem nunca estarei interessado em trabalhar com intermediários nessa área, muito menos empresas essa atitude, acabei de fazer uma lista negra e a sua empresa é a primeira.

    a seguir, respondendo: não estou a denegrir ninguém, apenas estou a responder da mesma forma ao que você colocou, interrogando-o, tentando-o fazer pensar, isto para ver se acha bem essa generalização e essa tentativa de venda de serviços dizendo que conhecimentos e amizades são maus, tipo uma espécie de máfia, tentando que o cliente pense que é verdade e os escolha a si, isso sim é denegrir quem não colabora com empresas de mediação.

    resumindo:
    ou seja, eu tenho um amigo de longa data de infância, mas ao contrata-lo irei ter problemas, situações desagradáveis, pois ele vai fazer com que tudo corra mal, roubar-me e enganar-me....logo para evitar isso vou recorrer aos serviços da konsulimo.

    posso ter lido mal, mas é este o significado do que escreveu.
  9.  # 9

    O teor da mensagem enviada ao Arqº Fernando Gabriel foi a seguinte:
    Caro ArqºFernando Gabriel, Lamento que a ideia que tem acerca da mediação de obras da Konsulimo, seja a que coloca em alguns dos seus comentários. Sei que recentemente esteve envolvido num processo de alteração de uso, no qual nós ainda estamos e estive para entrar em contacto para agendarmos uma reunião de forma a poder englobá-lo na nossa bolsa de técnicos projectistas, para futuros concursos. Mas tendo em conta que é avesso a este tipo de actividade, desejo-lhe muitos sucessos pessoais e profissionais, não deixando de dizer que não é a denegrir a actividade dos outros que levamos a nossa para a frente. Com os melhores cumprimentos Carlos Flores Administração | Consultor
    Se este tipo de mensagem leva às conclusões tiradas pelo mesmo devemos estar a ver um filme diferente e afinal quem tem jeito para argumentista não somos nós.
  10.  # 10

    Mais uma vez o utilizador j cardoso coloca partes de texto para desvirtuar a ideia original. Relativamente aos esclarecimentos há formas correctas de se pedirem esclarecimentos e não julgamos ter sido a mais correcta a que foi efectuada. Por outro lado, quem pretender esclarecimentos e estiver de boa fé pode consultar o nosso sítio na internet. Pelo nome de utilizador e por um email nada sabemos que actividade o utilizador j cardoso desenvolve...se é empreiteiro/executante, se é projectista ou outra. Mas se entende que isso não é esconder-se tem direito à sua opinião como é óbvio. Desejamos-lhe o sucesso que queremos continuar a ter para nós.
  11.  # 11

    Mais uma vez o utilizador j cardoso coloca partes de texto para desvirtuar a ideia original.

    Insiste numa afirmação que não é correcta, as citações incluem a frase quase completa e traduzem o seu teor. O motivo das minhas perguntas foram já explicados e limitam-se ao motivo de qualquer pergunta: obter esclarecimentos. Se o faço como executante, projectista ou cliente entendo ser irrelevante, foi a Konsulimo que tomou a iniciativa de divulgar aqui a sua acção e, como sabe, este fórum é também de partilha de conhecimentos. Parece-me difícil de compreender a sua relutância em esclarecer dúvidas sobre a acção que pretende divulgar e relativas a assuntos que foram por si abordados em primeira mão.
    Proceda como entender, mas terá de aceitar que a imagem que transmite depende do seu procedimento, não do meu.
    Concordam com este comentário: Fernando Gabriel, jorgealves
  12.  # 12

    Falou-se aqui em generalizações e quem primeiro escreveu comentários com generalizações não foi a KonsulIMO [A Construir Consigo]. E por mais do que uma vez os comentários colocados por nós são colados a outras situações de mediação. Será este procedimento o correcto?! Pensamos que não. Quanto à actividade de mediação de obras que desenvolvemos não vemos onde possa existir falta de transparência num processo concursial onde todos os que nele participam concorrem em igualdade de circustâncias desde que cumpram os parâmetros que definimos (e estes não são o valor dos serviços). Se um determinado particular está a pensar construir uma moradia e recorre ao n/serviço de concurso de projectistas, iremos convidar todos os técnicos projectistas da n/bolsa de técnicos a apresentarem uma proposta de acordo com o programa preliminar recolhido junto do cliente/requerente. Ao recolher as propostas iremos harmonizá-las em termos de valores incluídos e não incluídos, de forma a emitir um relatório para o cliente/requerente com a análise acerca do concurso em si, sendo a decisão final do mesmo e que até pode recair por uma proposta que não a nossa. Será que este processo revela falta de transparência?! Julgamos que traz vantagens para o cliente/requerente pois consegue analisar as propostas de uma forma uniforme e torna-se mais justa para os projectistas que veem as suas propostas analisadas em pé de igualdade. Onde está mais uma vez a proclamada falta de transparência?! Já no que toca aos executantes o processo é semelhante. Tal como sabemos que existem empreiteiros/executantes cumpridores e sérios, não podemos negar que existem outros que não o são e isto não é genelarizar mas sim uma constatação de factos. É este processo de separar o trigo do jóio que leva a falar em listas branca e negra. Como é óbvio e se depois de um processo de estudo de integração de um projectista/executante na nossa BD o nosso parecer for negativo, iremos colocá-lo na lista negra dos nossos contactos. A consequência desta lista é um determinado contacto não ser convidado a apresentar propostas para obras e mais nenhuma consequência. Agora tenhamos em conta que uma empresa X foi indicada por alguém a um determinado cliente/requerente/dono de obra e a pessoa que indicou desconhece determinada informação negativa acerca da mesma, e que a empresa de mediação por estar especializada nesta actividade tem conhecimento. É a esta vantagem que nos estamos a referir quando falamos da profissionalização/especialização da actividade de mediação de obras.
    Tal como não gostamos de colocar todos os projectistas ou todos os executantes na mesma panela, não julgamos correcto generalizarem algumas conclusões para todas as empresas que desenvolvem a actividade de mediação de obras.
    O MERCADO DITARÁ A MORTE OU A SOBREVIVÊNCIA DESTE TIPO DE ACTIVIDADE E OS INTERVENIENTES QUE FICARÃO NO MESMO.
  13.  # 13

    Agradeço esta sua resposta, agora fiquei a saber ao certo a que se referia. Ficou apenas uma questão por responder: a das garantias e legislação que regule essa actividade; existem ou não?
  14.  # 14

    Garantias em relação a que serviço/processo?
    A actividade de mediação de obras no serviço de concursos é um serviço que se engloba na prestação de serviços sem legislação específica.
    No caso da actividade de mediação de obras na prestação de serviços de acompanhamento, fiscalização e segurança em obra obedece à legislação especifica (Lei nº 31/2009-Fiscalização e Decreto-Lei nº 273/2003).
  15.  # 15

    Garantias em relação a que serviço/processo?

    Como sabe a lei prevê responsabilidade para construtores e projectistas. A título de exemplo, a mediação imobiliária está devidamente regulamentada e prevê responsabilidades a cargo dos mediadores imobiliários; por associação de ideias imaginei que a mediação de obras fosse uma actividade regulamentada e que cabiam aos mediadores de obras algumas responsabilidades - nomeadamente a prestação de garantias.
  16.  # 16

    Colocado por: konsulimoSe este tipo de mensagem leva às conclusões tiradas pelo mesmo devemos estar a ver um filme diferente e afinal quem tem jeito para argumentista não somos nós.

    ia-lhe responder mas depois dessa frase fecho a loja por aqui, o que você disse sobre eu denegrir a actividade dos outros, está bem implícito.
    também lhe desejo a máxima sorte, mas como lhe disse, depois da sua mensagem privada e atitude adjacente, não contará nunca com a minha recomendação, acho que compreenderá.
    fique claro que acredito em empresas de mediação de obras, acredito em todas as empresas, desde que bem intencionadas e que estas tenham uma correcta postura no mercado como na sua maneira de publicitar seus serviços.
  17.  # 17

    Em muitos comentários deste tópico a focalização de alguns utilizadores foi sempre associar a actividade de mediação de obras ao processo de concursos de executantes/empreiteiros. Uma vez que a mediação de obras da KonsulIMO [A Construir Consigo] abrange mais serviços para além dos concursos, decorre daí a questão de saber a que tipo de serviço/processo se estão a referir determinadas questões colocadas.
    Abordando a questão das garantias gostariamos de dizer que quase todos nós conhecemos situações na construção civil em que apesar de existirem garantias/responsabilidades por imposição legal, depois na prática não funcionam. Não é por existir legislação que as garantias/responsabilidades são cumpridas e quantos processos se arrastam nos tribunais e não dão em nada. Por isso, julgamos que a melhor garantia são os clientes ficarem satisfeitos com o trabalho das mediadoras e recomendarem-no. Pede-se esclarecimentos acerca das garantias/responsabilidades resultantes de um processo concursial, onde o cliente/requerente/dono de obra nada paga à cabeça, onde é desenvolvido um trabalho de recolha de elementos, onde estão dispendidas várias horas de trabalho e que no final o mesmo pode dizer que não escolhe nenhuma das propostas apresentadas pela empresa de mediação, sem ter de pagar nada à mediadora. Perguntamos o seguinte: um determinado projectista, e porque o cliente lhe pediu, fez a indicação de 2/3 executantes. O cliente escolhe 1 dos indicados e as coisas correm mal. Qual a garantia/responsabilidade que o projectista vai dar da indicação que fez? Vai ficar mal visto e na próxima já não vai indicar esse executante. Criou portanto uma lista negra. O processo concursial nas empresas de mediação é semelhante, com os devidos ajustamentos decorrentes da especialização desse processo.
    A KonsulIMO [A Construir Consigo] não pretende estar no mercado 1 ou 2 anos, mas sim eternamente, pelo que trabalhamos para que o mercado identifique que a melhor garantia/responsabilidade que podemos prestar é apresentando o melhor serviço, onde o cliente nos recomenda por ter ficado satisfeito com o nosso trabalho.
  18.  # 18

    O Arqº Fernando Gabriel não conhece a nossa forma de trabalhar mas não se inibiu de no comentário nº 165 pegar em parte do nosso texto para efectuar o seu juízo de valor acerca do mesmo.

    Colocado por: Fernando Gabriel Arqrealmente...


    eu diria que é mais o contrario, se vamos falar em generalizações, este tipo de empresas levam a falta de transparência, recorrendo a entidades e pessoas que já trabalham com a mesma, na maioria das vezes por razões erradas.
    Discordam deste comentário:konsulimo


    Diz também que fomos mal intencionados e que não temos uma postura correcta no mercado, fazendo mais uma vez os seus juízos de valor acerca do nosso trabalho sem nos conhecer.

    Colocado por: Fernando Gabriel Arq
    ia-lhe responder mas depois dessa frase fecho a loja por aqui, o que você disse sobre eu denegrir a actividade dos outros, está bem implícito.
    também lhe desejo a máxima sorte, mas como lhe disse, depois da sua mensagem privada e atitude adjacente, não contará nunca com a minha recomendação, acho que compreenderá.
    fique claro que acredito em empresas de mediação de obras, acredito em todas as empresas, desde que bem intencionadas e que estas tenham uma correcta postura no mercado como na sua maneira de publicitar seus serviços.


    Perante tudo isto quem ler este tópico que tire as suas conclusões, pois nós não fazemos juízos de valor acerca do Sr.Arqº Fernando Gabriel sem o conhecer antes que era o que pretendiamos fazer com a mensagem privada. Mas ele defendeu o preconceito que tem sobre as empresas de mediação de obras e emitiu juízo de valor acerca do nosso trabalho sem o conhecer.
  19.  # 19

    Colocado por: Fernando Gabrieltambém não conhecia,
    uma dúvida que me ocorreu
    e se algum dos parceiros da empresa falhar de alguma forma, quem assume responsabilidades, a empresa de mediação assume alguma responsabilidade?
    cumprimentos
  20.  # 20

    Olá Fernando

    Fiz recentemente uma obra grande com custos elevados > 100.000 e mesmo sabendo que iria pagar mais contratei a Ilico para me ajudar a realizar a obra e para não me ter de "chatear".
    No fim posso dizer que não valeu mesmo ter pago mais porque "ocupou-me" tanto ou mais tempo e dores de cabeça do que se eu tivesse contratado directamente a empresa que fez a empreitada.
    A ilico como todas as empresas de mediação de obras é uma mediadora como de uma remax se tratasse passe a expressão.
    Quando o contrato de adjudicação é assinado é entre o cliente e a empresa de construção civil. A ilico para além de ter uma comissão à cabeça de 20% sobre tudo, tem um contrato com os parceiros que a iliba de qualquer responsabilidade ou seja se uma empreitada ficar a meio o cliente fica a arder.
    Descobri tudo isto da pior maneira.
    Peçam sempre referencias e visitem obras feitas pelas empresas de engenharia civil. É importante também saber há quanto tempo estão no mercado, se têm processos judiciais a correr contra elas, e sobre a sua saude financeira.
    Infelizmente neste sector ainda gravita muita gente /empresas pouco serias à espera de dar o calote.

    Abraços

    Joao Cruz
 
0.0406 seg. NEW