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  1. Desde a maquina a vapor que existe este problema e vai continuar a existir cada vez mais no futuro.
    Lembrando a velha anedota da maquina de colher as azeitonas versus as mulheres que varejavam...
  2. Colocado por: loverscoutuma coisa é uma maquina totalmente autonoma...outra é uma ferramenta que facilita o trabalho do trabalhador! um robot nao facilita o trabalhador..... elimina-o!

    são coisas distintas!

    Não. É rigorosamente a mesma coisa, se há 50 ou 60 anos, para se afagar o chão de uma casa eram necessários mais operários ou mais tempo, o resultado final é que a máquina de afagar também substitui trabalhador(es).
    Concordam com este comentário: treker666
  3. Colocado por: J.Fernandes
    Não. É rigorosamente a mesma coisa, se há 50 ou 60 anos, para se afagar o chão de uma casa eram necessários mais operários ou mais tempo, o resultado final é que a máquina de afagar também substitui trabalhador(es).
    Concordam com este comentário:treker666

    A máquina de afagar não trabalha sozinha, um robot trabalha.
  4. Colocado por: Bricoleiro
    A máquina de afagar não trabalha sozinha, um robot trabalha

    Uma linha de robots também não trabalha sem a intervenção de um ou mais operadores, pelo que se trata apenas de numeros.
    Concordam com este comentário: J.Fernandes
  5. Principalmente no caso de trabalhadores não qualificados, um salário decente, que é uma esperança legítima de cada um, será cada vez mais contraditório com um desemprego baixo, porque a alternativa da máquina é e será cada vez mais barata.

    Bem, talvez até um dia. Lembrei-me agora daquela história do Henry Ford que com ar de gozo, a mostrar as suas linhas de montagem cheias de máquinas mirabolantes, perguntou a um chefe sindical: " já pensou como é que vai convencer estas máquinas a pagar as cotas do sindicato?", ao que o sindicalista respondeu: "vou convencê-las da mesma forma que você as vai convencer a comprar um dos seus carros!".
    Concordam com este comentário: treker666
  6. Olha...enganaram-se!!!!

    Instituto alemão critica fracasso da austeridade em Portugal

    Medidas de austeridade amplificaram a crise em Portugal, Espanha e Itália. Os cortes “drásticos” na despesa neutralizaram os efeitos das reformas estruturais, conclui o instituto alemão DIW.



    Os cortes por vezes "drásticos" na despesa neutralizaram os efeitos das reformas estruturais, agravando a recessão em Portugal, Espanha e Itália. Num estudo publicado esta quarta-feira, 22 de Fevereiro, o instituto de investigação económica alemão DIW conclui que a política de austeridade aplicada entre 2010 e 2014 foi "contraproducente" porque amplificou os efeitos da recessão.

    Em vez de terem reduzido a dívida soberana, como se pretendia, as medidas de consolidação orçamental, por vezes "drásticas", foram mal sucedidas e arrastaram os três países para a recessão.

    "Ao contrário do que geralmente se pensa, o falhanço da consolidação orçamental não resulta da falta de vontade de reformar dos governos. Na verdade, os cortes dramáticos na despesa e os aumentos de impostos impediram que as reformas produzissem plenos efeitos", referem os autores.

    A enorme dívida das famílias nos três países foi decisiva para o impacto negativo das políticas no crescimento.

    "As famílias tiveram de usar uma grande parte do seu rendimento disponível para pagar a enorme dívida e ficaram com menos dinheiro disponível para consumo". Depois, "o governo aumentou impostos e cortou despesa, o que só amplificou o efeito. A quebra no consumo privado reduziu o PIB e o desemprego, que já estava elevado, aumentou de novo".

    As conclusões baseiam-se num estudo que analisa 12 países da OCDE entre 1980 e 2014. "Os resultados indicam que uma redução na despesa ou aumento de impostos leva a uma quebra muito maior do PIB se a dívida das famílias está acima da média de longo prazo". Neste contexto, falha o principal objectivo das medidas de austeridade: reduzir a dívida soberana.

    Por outro lado, os autores concluem que as recessões levam a uma redução permanente na produtividade que atenua o potencial de crescimento. Este efeito é essencialmente explicado pela "perda de conhecimentos ["know-how"] da força de trabalho durante longas fases de desemprego.

    Em causa estão também os impacto imediatos das reformas estruturais, desenhadas para aumentar o potencial de crescimento a prazo.

    Constatando que os indicadores do relatório Doing Business, do Banco Mundial, melhoraram nos três países – mas "especialmente em Portugal" – os autores referem que neste período (2010-2014) as reformas estruturais funcionaram e aumentaram a competitividade das empresas.

    À luz de estudos científicos "não é surpreendente que a actividade económica tenha caído apesar das reformas". Isto porque "estudos recentes mostram que as reformas estruturais levam a uma quebra no PIB – pelo menos a curto prazo". No caso de Espanha, Itália e Portugal, a interacção entre as medidas de austeridade e as reformas estruturais "geraram uma espiral" recessiva e "continuaram a aumentar a dívida soberana – o oposto do que se pretendia".

    O que se devia ter feito? Austeridade "moderada"

    Os autores referem que tendo em conta os níveis de endividamento um aumento da despesa em 2010 "teria enviado um sinal fatal aos mercados".

    Também acrescentam que os três países estão integrados na Zona Euro "e devem seguir as suas regras" institucionais.

    Independentemente das alterações do enquadramento europeu - a nível da coordenação orçamental, gestão de dívida e desenvolvimento de processos de gestão de insolvência de países - a nível nacional "o foco deveria ser numa consistente e sincronizada mistura de políticas".

    "As políticas deveriam consistir em reformas estruturais – por exemplo, aumentando a idade da reforma, reformando o mercado de trabalho, simplificando burocracias e reformando o sistema fiscal – e consolidações orçamentais mais modestas", concluem. Medidas orçamentais que favoreçam o investimento também são aconselhadas.

    "Uma combinação de medidas como esta poderia aumentar o potencial de crescimento a médio prazo, aliviando os orçamentos através do aumento de receita fiscais", concluem os autores.


    http://www.jornaldenegocios.pt/economia/financas-publicas/detalhe/instituto-alemao-critica-fracasso-da-austeridade-em-portugal
  7. Colocado por: branco.valterOlha...enganaram-se!!!!

    De facto a não-austeridade provou ser melhor, mas muito melhor: desde o ano 2000 até 2011, para não ir mais atrás, o crescimento económico acumulado foi de aproximadamente zero, a dívida pública passou de 50% do PIB para 110% e tudo terminou com mais uma bancarrota.
  8. Foi isso que se eles defenderam no artigo? Penso que não!
  9. Razão tiveram os gregos. Rejeitaram a austeridade, tiveram um perdão parcial da dívida e perante a iluminada liderança do Tripas hoje são um país exemplar na Europa...
  10. mais do mesmo..... eles falam falam falam falam falam......mas vão la todos bater!


    http://www.tvi24.iol.pt/economia/23-02-2017/francisco-louca-e-murteira-nabo-no-banco-de-portugal
    Concordam com este comentário: branco.valter
  11. Esta dos 10 mil milhões não será o mesmo do socras mas agora em versão step rabbit (passos coelho) ... ele ficou muito incomodado, lá isso ficou, até parecia o socras irritado com a questão dele ...
  12. "Isso não é maneira de fazer política", dizia ele.
    Para ele fazer política, é roubar o máximo ao povo e vê-los a passar fome,ou frio, ou...

  13. Esta dos 10 mil milhões não será o mesmo do socras mas agora em versão step rabbit (passos coelho) ... ele ficou muito incomodado, lá isso ficou, até parecia o socras irritado com a questão dele ...


    Colocado por: 21papaleguas"Isso não é maneira de fazer política", dizia ele.
    Para ele fazer política, é roubar o máximo ao povo e vê-los a passar fome,ou frio, ou...


    Portugal é um país muito engraçado:

    1) noticia-se que o Fisco "deixou" sair 10 mil milhões, como se o Fisco tivesse uma palavra a dizer sobre o que cada um de nós faz ao seu dinheiro..

    2) noticia-se que as transferências "escaparam ao controlo" do Fisco, como se a informação das transferências em causa não estivesse em poder da AT.
    ;

    3) fala-se em impostos perdidos sobre os 10 mil milhões (o que tem implícito que se trataria de rendimentos não tributados.. ) como se não fosse sabido (através da notícia do Público, vejam só.. ) que dos 10 mil milhões, cerca de 7 mil milhões foram de empresas para contas próprias ...

    4) ..e que desses, mais de 4 mil foram o pagamento da compra da PT aos brasileiros, ....

    E no entretanto lá se conseguiu enlamear alguém..
  14. È claro que toda a gente sabe que esses trocos eram do Sôr Coelho que vendeu a casa de Massamá e transferiu o dinheiro para as contas de um amigo ...
  15. Porque ainda há pessoas com dúvidas!
    https://sol.sapo.pt/artigo/550786
  16. Colocado por: 21papaleguasPorque ainda há pessoas com dúvidas!
    https://sol.sapo.pt/artigo/550786

    Quase igual...
    https://euobserver.com/tickers/137020
  17. Colocado por: luisvvPortugal é um país muito engraçado:

    Outra muito engraçada, é também considerar que os off-shores dos outros são imorais e uma coisa que devia acabar, e entretanto ir criando os nossos próprios paraísos fiscais para atrair os reformados estrangeiros:

    http://observador.pt/2017/02/23/suecia-revoltada-com-portugal-por-isentar-de-impostos-pensionistas-suecos/
  18. Eu se tiver um milhão de euros depositados á ordem num banco em Portugal quanto é que pago em impostos??
    Se tiver o mesmo dinheiro noutro sitio qualquer do mundo pago o quê ???
    O problema não é onde está o dinheiro (até debaixo do colchão), o problema é se na sua origem pagou os impostos.
    E pela noticia parece que os funcionários da AT apesar de terem as declarações há vários anos da circulação desse dinheiro não ligaram muito ao assunto. Na altura andavam mais preocupados com as declarações do PPC, Portas, Nuncio e outros conhecidos investidores internacionais. Claro que a culpa é sempre do ministro.
    Tal como na fuga de Caxias, quem "adormeceu" em serviço foi a ministra...
    • Neon
    • 24 fevereiro 2017
    A $#%#$% gigante vai ser se por sorte ou azar, até se confirma que essas transferências são provenientes da lista VIP, ui ui
    • luisvv
    • 24 fevereiro 2017 editado
    Colocado por: NeonA $#%#$% gigante vai ser se por sorte ou azar, até se confirma que essas transferências são provenientes da lista VIP, ui ui

    A lista VIP ? Isso eram 4 pessoas: Cavaco, Passos, Portas e Nuncio...
 
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