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  1. Colocado por: riscosPelos descritivos do relatorio parece-me que sim, que os projetistas nao terao responsabilidades, tirando o da termica, se o certificado final nao referir a falta de isolamento termico conforme refere o relatorio. A filipa ate podia ter conhecimento desde que nao esteja escrito e assinado por ela , vale " bola"


    Quem emite o Certificado Energético final, recebe um documento assinado pelo director de obra, onde este atesta o que foi executado. Não é suposto andar a fazer prospecção a ver se tem lá o isolamento...
    agora tudo o que está à vista e ele "fechou os olhos" tem responsabilidade sim. por exemplo os estores, tipo de vidro, caixilharia, espessuras de paredes deve ver se bate certo com o projeto, etc
    Concordam com este comentário: zedasilva
  2. Este é um excelente exemplo de como ainda se trata com alguma leviandade toda esta questão das responsabilidades de cada um numa obra.
    É certo que este é um caso levado ao extremo, mas quantas obras não são executadas desta forma?
    Projetos tipo copy past com especialidades à foge que te agarro
    Coordenação de projetos não existe.
    DT, DF, CS são apenas uns termos assinados por alguém.
    Execução do tipo “sempre fiz assim e nunca tive problemas”
    Donos de obra passivos mesmo quando desconfiam que a coisa pode não estar a correr bem.
    Em 90% dos casos a coisa até corre bem. Até ao dia em que começa a corre mal.

    Uma dica para a Filipa.
    Se por parte do empreiteiro poderá ser difícil ser ressarcida dos prejuízos. Já por arte dos técnicos a coisa pode ser mais fácil. Todos os intervenientes possuem um seguro que pode ajudar a minimizar alguns dos estragos.
    Concordam com este comentário: fernandoFerreira, JotaP
  3. O que é que ela deveria fazer ao certo?
    Quais os passos que ela deve tomar de agora em diante?

    Penso que seja nisto que a Filipa está perdida...
    E sabendo que a situação financeira não ajuda, tudo fica mais complicado.

    Por exemplo: se começar a arranjar a casa, não vai ter dinheiro para um advogado.

    Se contratar um advogado não vai ter dinheiro para arranjar a casa.

    Qual o limite para por uma ação em tribunal?

    Será melhor arranjar a casa ou partir já para advogado?
  4. Colocado por: cabocheTodos os intervenientes possuem um seguro que pode ajudar a minimizar alguns dos estragos.


    O empreiteiro também devia ter seguro e este ficaria responsável pela m***da na obra, mesmo que o empreiteiro declarasse falência para fugir as responsabilidades, assim o DO não teria esta grande dor de cabeça .
  5. Isso com paredes em tijolo de 7(!) até as caixas de aparelhagem deve vazar para a caixa de ar :o
    Concordam com este comentário: De Sousa
  6. Colocado por: cabocheO que é que ela deveria fazer ao certo?
    Quais os passos que ela deve tomar de agora em diante?


    Acho que o primeiro e às expensas dos proprietários era a historia da impermeabilização da cobertura.
    Isso não pode esperar por nada nem por qualquer outro tipo de ação.
    As chuvas já estão atrasadas e quando vierem podem vir em força.
  7. 62 páginas e isto não acaba.
    Resumindo foi feita uma casa que ainda está na garantia e chove lá dentro, mais mofo e já existem provas que o construtor não seguiu o projecto.

    Coisas a fazer:

    1º Enviar uma carta registada etc etc para o construtor a dizer que a casa tem problemas e TEM DE RESOLVER.
    2º Caso o construtor não faça nada ir a um advogado / DECO e obrigar o construtor a resolver o problema.

    Pelo que vi uns posts atrás a user ainda nem carta registada enviou para o construtor. Com isto nem sei o que espera que aconteça.
    De que vale pedir soluções etc e ainda nem uma queixa formal fez ao construtor.
  8. Colocado por: jonny_mm1º Enviar uma carta registada etc etc para o construtor a dizer que a casa tem problemas e TEM DE RESOLVER.

    O construtor é aquele com mesmo probabilidade de ser responsabilizado.
    Confesso que ainda não tive tempo de ler o relatório todo mas creio que é fácil ele safar-se.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: FJDMC
  9. Colocado por: ptugaAcho que o primeiro e às expensas dos proprietários era a historia da impermeabilização da cobertura.
    Isso não pode esperar por nada nem por qualquer outro tipo de ação.
    As chuvas já estão atrasadas e quando vierem podem vir em força.


    Esta noite já choveu!
  10. Colocado por: jonny_mm62 páginas e isto não acaba.
    Resumindo foi feita uma casa que ainda está na garantia e chove lá dentro, mais mofo e já existem provas que o construtor não seguiu o projecto.

    Coisas a fazer:

    1º Enviar uma carta registada etc etc para o construtor a dizer que a casa tem problemas e TEM DE RESOLVER.
    2º Caso o construtor não faça nada ir a um advogado / DECO e obrigar o construtor a resolver o problema.

    Pelo que vi uns posts atrás a user ainda nem carta registada enviou para o construtor. Com isto nem sei o que espera que aconteça.
    De que vale pedir soluções etc e ainda nem uma queixa formal fez ao construtor.


    Entreguei o assunto a uma advogada e se não saiu já deve estar para sair.
    Concordam com este comentário: caboche
  11. Colocado por: FJDMCEntreguei o assunto a uma advogada

    Ela que se concentre em quem deve e menos em quem parece lógico.
    O relatório dá algumas dicas e aponta alguns caminhos.
  12. Filipa
    Como eu suspeitava …
    O empreiteiro que está registado no inicio do Livro de obra parece que já não existe.
    O que assina o fecho, não existe registo da sua entrada em obra.
    Algum deles é a pessoa que construiu a obra?
    Estas pessoas agradeceram este comentário: FJDMC
  13. Colocado por: zedasilvaFilipa
    Como eu suspeitava …
    O empreiteiro que está registado no inicio do Livro de obra parece que já não existe.
    O que assina o fecho, não existe registo da sua entrada em obra.
    Algum deles é a pessoa que construiu a obra?


    Zedasilva são o mesmo mas mudaram de nome e nenhum deles é o verdadeiro construtor.
  14. Colocado por: FJDMCsão o mesmo mas mudaram de nome e nenhum deles é o verdadeiro construtor.

    Mais uma razão para concentrarem os esforços em quem devem e não em quem parece ser lógico.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: FJDMC
  15. Boas,

    Esclareçam-me por favor mais uma dúvida: o terreno onde construímos a casa era rústico e antes da construção foi entregue um pedido de viabilidade de construção.
    A certidão permanente após a nossa aquisição refere que o terreno é urbano.
    Pode agora após revisão do PDM o terreno voltar a ser rústico?

    Grata
  16. Colocado por: FJDMCA certidão permanente após a nossa aquisição refere que o terreno é urbano.

    Não entregaram modelo 1 nas finanças depois de construírem a casa?
  17. Colocado por: Picareta
    Não entregaram modelo 1 nas finanças depois de construírem a casa?


    Sim, entregámos!
  18. Colocado por: FJDMCA certidão permanente após a nossa aquisição refere que o terreno é urbano.
    Pode agora após revisão do PDM o terreno voltar a ser rústico?

    A classificação de rústico ou urbano só aparece na caderneta predial e não na certidão permanente.
    O PDM não classifica terrenos como rústicos ou urbanos.

    O PDM pode considerar o seu terreno como terreno para construção, e no futuro pode classifica-lo de outra forma, por exemplo reserva agrícola, isso apenas a impede de fazer ampliações à casa, mas esta mantêm-se legal
  19. Colocado por: Picareta
    A classificação de rústico ou urbano só aparece na caderneta predial e não na certidão permanente.


    Pode não o classificar mas consta da certidão permanente, ou seja, na conservatória.

    Colocado por: Picareta


    Então caso pretenda vender como o considero?

    O terreno é em parte natural e em parte agrícola o que significa isso mesmo que refere a casa está legal mas não a poderei ampliar.
    Suponhamos que a pretendia demolir e voltar a construir. Podia?
  20. Colocado por: Picareta
    A classificação de rústico ou urbano só aparece na caderneta predial e não na certidão permanente.
    O PDM não classifica terrenos como rústicos ou urbanos.

    O PDM pode considerar o seu terreno como terreno para construção, e no futuro pode classifica-lo de outra forma, por exemplo reserva agrícola, isso apenas a impede de fazer ampliações à casa, mas esta mantêm-se legal


    A validade formal para o efeito é nula, mas a certidão de registo costuma dizer se o terreno é rústico ou urbano.

    Aliás, ninguém consegue tirar uma licença de utilização se a certidão de registo ainda estiver como de terreno rústico.
 
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