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    • eu
    • 21 março 2022

     # 461

    Colocado por: rjmsilvaNotícias ao Minuto: Citröen ë-Jumper a hidrogénio testado durante um mês. Os resultados.
    https://www.noticiasaominuto.com/auto/1934387/citren-jumper-a-hidrognio-testado-durante-um-ms-os-resultados?utm_source=rss-auto&utm_medium=rss&utm_campaign=rssfeed


    Tantos números e "esqueceram-se" de dizer qual é o custo por Km.
  1.  # 462

    Colocado por: jorgemlflorencioClaro que todas as iniciativas "verdes" são positivas, por isso venham essas centrais ;-)


    Mais uma ajuda:

    https://newatlas.com/energy/hysata-efficient-hydrogen-electrolysis/
    Estas pessoas agradeceram este comentário: eu
  2.  # 463

    • eu
    • 11 abril 2022 editado

     # 464

    Colocado por: rjmsilvaO lidl:
    https://thedriven.io/2022/04/02/german-retailer-switches-battery-electric-logistics-fleet-to-green-hydrogen-fuel-cell/


    Nesse artigo: "Most experts believe that the majority of commercial vehicles will be battery-electric in the future because they are much more energy-efficient than fuel cells."
  3.  # 465

    Colocado por: eu

    Nesse artigo: "Most experts believe that the majority of commercial vehicles will be battery-electric in the future because they are much more energy-efficient than fuel cells."


    Fez-me lembrar um artigo que li há tempos

    https://www.smithsonianmag.com/smart-news/why-experts-are-almost-always-wrong-9997024/
    •  
      Dom
    • 12 abril 2022 editado

     # 466

    Se for possível recorrer ao uso de energias renováveis para a sua produção e baixar o seu custo até aos "nossos" depósitos, não vejo porque motivo devemos rejeitar mais uma alternativa de locomoção.
    Correm rumores de que a Mazda está a ressuscitar o famoso Wankel para "queimar" hidrogénio, e que aparenta ser bem melhor nisso do que com gasolina.
    https://www.thedrive.com/news/42028/mazda-is-working-on-a-new-hydrogen-rotary-engine-report
    Gostava de saber é se os conseguem fazer tão fiáveis como os de pistões. Pode ser que entrem em cena os Liquid Pistons.
  4.  # 467

    Colocado por: DomSe for possível recorrer ao uso de energias renováveis para a sua produção e baixar o seu custo até aos "nossos" depósitos, não vejo porque motivo devemos rejeitar mais uma alternativa de locomoção.
    Numa locomoção empresarial pode fazer sentido.
    No particular não tanto.. podendo carregar em casa com preço controlados para quê continuar a depender de terceiros e de ter de me deslocar à bomba :-)
  5.  # 468

    Acho que não é preciso ser um desses experts que os artigos falam.
    Acho que entendo o problema que se pretende resolver dá logo para ter uma ideia se a coisa vai vingar ou não.

    Eu acho que para uso particular muito dificilmente, e com base nestes pontos.
    Estamos a falar no contexto para uso particular, veiculos ligeiros, etc.

    Não resolve problema nenhum a não ser talvez o "conforto" de não haver alteração do paradigma. Vai-se a uma bomba, mete-se qualquer coisa lá para dentro e o resto é "igual".

    Isto pode agradar a quem não gosta, não quer, ou não pode de mudar de habitos.
    Também agrada a toda a cadeia de valor actual, pois continua a haver uma fatia do bolo para cada um.

    Do ponto de vista técnico não creio de faça sentido, quer a FuelCell quer a combustão do H2 (ainda pior!)
    A FuelCell não é mágica. É cara de produzir, tem uma vida mais limitada que as baterias, e o carro continua a precisar de baterias (menos capacidade claro, mas continuam lá).

    Em termos de eficiência a física mostra que não faz muito sentido*

    * Agora num cenario mais abrangente, faz sentido usar excedente elétrico para produzir H2 como forma de acumulação, visto que esse excedente iria ser desperdiçado de qq forma. Mas vale perder eficiencia do que desperdiçar por completo.

    Que usos poderia ter esse H2? Em cenários onde a densidade das baterias ainda é um limitação; Navios, Centrais electricas a H2 em vez de GN, Aviação, transporte rodoviario de grande curso (TIR), etc.

    Acho mais provável os ligeiros serem todos BEV e feitos de materiais compositos mais leves, do que de forma massificada terem um deposito de H2 a 500-700bar!! e uma celula de combustivel com metais raros e muito sensivel.
    Concordam com este comentário: jorgemlflorencio, mafgod, eu
    •  
      Dom
    • 12 abril 2022

     # 469

    Colocado por: mafgodNuma locomoção empresarial pode fazer sentido.
    No particular não tanto.. podendo carregar em casa com preço controlados para quê continuar a depender de terceiros e de ter de me deslocar à bomba :-)

    No dia em que isso for o maior dos nossos problemas, estamos bem ahah
  6.  # 470

    Toda a gente pode carregar baterias em casa, só que não.
    Concordam com este comentário: Dom
  7.  # 471

    Colocado por: rjmsilvaToda a gente pode carregar baterias em casa, só que não.


    Ainda assim são mais do que os que podem meter gasolina (ou H2) em casa. :)
    Concordam com este comentário: jorgemlflorencio, mafgod, eu
  8.  # 472

    Colocado por: hangas

    Ainda assim são mais do que os que podem meter gasolina (ou H2) em casa. :)


    E?

    É tudo discutido como se fosse futebol? Só a minha equipa é que é boa? É mau haver opções?
    Concordam com este comentário: Dom
    • hangas
    • 12 abril 2022 editado

     # 473

    Colocado por: rjmsilvaE?


    E que esse argumento só por si não é relevante nem impedimento que para que os BEV sejam a solução mais viável.

    Não é um factor que os veículos a H2 eliminem da equação. Quando muito até ao contrario, todos os utilizadores de H2 não podem abastecer em casa*, e parte dos utilizadores de BEV podem.

    * será que não? https://www.pv-magazine.com/2022/04/05/modular-electrolyzer-for-residential-commercial-applications/
    • hangas
    • 12 abril 2022 editado

     # 474

    Colocado por: rjmsilvaSó a minha equipa é que é boa? É mau haver opções?


    Não é uma questão de clubismo. Mais de opinião que cada um argumenta o seu ponto de vista.

    Não tenho nada contra o facto de haver uma alternativa aos BEV num mundo descarbonizado. Simplesmente com base no que leio pequiso e entendo sobre o assunto (e logo aqui haverá algum bias provavelmente) parece-me pouco viável para esse use case.

    Não me parece fazer sentido economicamente nem tecnologicamente e expliquei porque.
    Mas muito provavelmente o futuro vai-me mostrar que estava errado.

    Isto vai ser como o VHS e o Beta, os consumidores é que vão decidir.

    E nesse campo, e do que vejo em comentários nas redes sociais no que toca ao tema do futuro dos combustíveis é comum o "o Hidrogenio é que vai ser" "o que se faz as baterias quando avariam" como se o FuelCell fosse magico e não sofresse desse mesmo problema em maior escala.

    E a combustão de H2, embora limpa, é muito ineficiente porque continua a ser um motor térmico. Vai haver preço diferenciado do H2 para fuelcell vs combustão? E que pagar o mesmo preço por Kg para aproveitar 30% é um paradigma muito diferente de escolher actualmente entre consumos de Diesel vs Gasolina. Até porque não vai ser barato.
  9.  # 475

    E você nessa argumentação lógica está a omitir deliberadamente o tempo de carregamento de cada solução.
    Uma coisa é ter o carro a carregar durante umas horas em casa, outra é na rua.
    Abastecer com hidrogénio demora uns 5 minutos, logo não é comparável.
    Carregar a bateria na rua, tem também a questão do custo, que é muito superior a carregar em casa.
    • hangas
    • 12 abril 2022 editado

     # 476

    Colocado por: rjmsilvaAbastecer com hidrogénio demora uns 5 minutos, logo não é comparável.
    Carregar a bateria na rua, tem também a questão do custo, que é muito superior a carregar em casa.


    Não esqueci, mas o do tempo cada vez é menos relevante.
    Há no entanto uma mudança de paradigma, não se vai à "bomba" atestar o carro.
    Para andar na cidade no dia a um carregamento de 10min num estacionamento de um shopping será suficiente. Já quase o é. E os carros particulares passam 90% do tempo estacionados.
    Nas cidades cada vez mais os espaços de estacionamento são controlados e pagos. Fazer com que o carregamento seja parte do estacionamento será o passo logico.

    Mesmo os FCEV não me espantaria que passem a ser plug-in, e permitam carregar o pequeno pack diretamente quando estacionados e poupar horas de vida à FuelCell.

    Os BEV só demoram horas se consideramos uma carga completa, pois dos 75% para cima é muito lento. Já uma carga dos 20 ao 50% demora 10 min hoje em dia.



    Quanto ao preço, o H2 não irá ser barato. Será até certamente mais caro que a gasolina hoje em dia (com os mesmos riscos de aproveitamento dos actores de mercado) com a agravante de não se poder barata e facilmente gerar a proprio, nem que seja apenas parte da população.
    Concordam com este comentário: jorgemlflorencio
  10.  # 477

    Colocado por: hangas
    * será que não?https://www.pv-magazine.com/2022/04/05/modular-electrolyzer-for-residential-commercial-applications/


    Mais do que fazer hidrogénio, é preciso metê-lo no carro, através de recipientes altamente pressurizados. Não é uma coisa que veja com bons olhos numa casa comum.
    Concordam com este comentário: jorgemlflorencio
  11.  # 478

    Colocado por: ruicarlovMais do que fazer hidrogénio, é preciso metê-lo no carro, através de recipientes altamente pressurizados. Não é uma coisa que veja com bons olhos numa casa comum.


    Eu pessoalmente que nem gás (canalizado ou não) vejo com bons olhos numa casa comum, também ainda vejo menos H2 a 600bar, seja no gerador de H2, seja no tanque no carro parado na garagem.

    Mas lá está.. o GPL também sofria desse mal e acabou por se provar relativamente seguro.
  12.  # 479

    Colocado por: rjmsilvaE você nessa argumentação lógica está a omitir deliberadamente o tempo de carregamento de cada solução.(...)
    Carregar a bateria na rua, tem também a questão do custo, que é muito superior a carregar em casa.


    Está a omitir-se porque é cada vez menos relevante. Os carregamentos estão cada vez mais rápidos, as baterias cada vez maiores, estamos quase no ponto em que numa pequena paragem para descansar a cada 2 horas de condução se consegue recarregar a bateria o suficiente para as duas horas seguintes. Isto se não estivermos já nesse ponto para alguns, dependendo do percurso, da carga, da velocidade, etc... (O que faltam é carregadores para não ficar à espera, mas isso é outra história).

    Quanto ao custo, carregar na rua é mais caro que em casa... Mas é mais caro que (abastecer combustível líquido) na bomba? É uma pergunta honesta, não estou a par.

    Venha o hidrogénio que precisamos dele para muita coisa. Mas...
    • ibyt
    • 12 abril 2022

     # 480

    Pode ser que apareça uma bateria líquida onde seja suficiente substituir o electrólito.
 
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