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    • eu
    • 14 maio 2020

     # 361

    Colocado por: luisvvSó pode estar a brincar. A mortandade de restaurantes e lojas vai ser tremenda..


    Brincar? Considerou o contexto em que escrevi aquilo?

    Um "comentadeiro" do observador questionava "a ditadura do Estado" no que toca ao confinamento. O que mostrei é que o desconfinamento está a decorrer e por isso essas críticas são infundadas.

    Claro que muitas lojas e restaurantes não vão resistir, mas não é por culpa do Estado, é por culpa do coronavírus e também do vírus do medo.
    • eu
    • 14 maio 2020 editado

     # 362

    Aqueles que usam a palavra "ditadura" de forma leviana para descrever as medidas iniciais de confinamento deviam fazer um exame de consciência.
  1.  # 363

    Colocado por: eu
    Brincar? Considerou o contexto em que escrevi aquilo?
    Um "comentadeiro" do observador questionava "a ditadura do Estado" no que toca ao confinamento. O que mostrei é que o desconfinamento está a decorrer e por isso essas críticas são infundadas.

    Claro que muitas lojas e restaurantes não vão resistir,mas não é por culpa do Estado, é por culpa do coronavírus e também do vírus do medo.


    Sim, contra o argumento "Foram-nos retiradas as liberdades e direitos", argumentar que os restaurantes vão reabrir (em condições tais que, enfim..) e que as lojas só não abriram porque não querem, é brincar.
  2.  # 364

    Colocado por: JoelM
    Não, não foi isso que eu disse.

    Então clarifique, porque de facto não se percebe.


    A falta de máscaras é tanta... Patrocínio da Douro azul e tudo...

    Quanto custaram? De onde vieram? Quando?
    (e sim, o CM também ofereceu, veja lá, em momentos em que elas não se encontravam nas farmácias..)

    Agora,vá lá comprá-las ao Pingo Doce..


    Mais uma vez, não posso falar por Portugal, por cá o número de restaurantes que fechou foi insignificante, já estão todos abertos e funcionar (com capacidade reduzida mas a funcionar sem reclamações de maior)

    Então não fale.

    Num inquérito da AHRESP, 32% das empresas de hotelaria e restauração não conseguiram pagar ordenados, 12% pagaram parcialmente. Pelo menos 20% não vão reabrir, 27% ponderam pedir insolvência. Isto é o que está à tona, esperemos pelo choque da realidade.
  3.  # 365

    Colocado por: JoelMtal como está a acontecer e mesmo assim critica...



    Colocado por: JoelMnao é o mudar de opiniao, é o abanar da bandeira da liberdade quando há umas semanas a liberdade nao era problema nenhum... ou seja, é conforme lhe convem...

    Ou seja, para si é tudo igual, não há medidas mais justificadas que outras, nem proporcionalidade vs riscos, nem compromissos entre a maior liberdade possível vs algumas restrições inevitáveis.
    Deve ser bom ser o campeão mundial da sabedoria, não há resposta que você não saiba, você em dois minutos resolve logo qualquer dúvida.
  4.  # 366

    Colocado por: euAqueles que usam a palavra "ditadura" de forma leviana para descrever as medidas iniciais de confinamento deviam fazer um exame de consciência.

    Quem deve fazer um exame de consciência e urgente, é quem perante a maior investida contra as liberdades individuais desde há décadas, acha tudo normal e justificável.
  5.  # 367

    Colocado por: JoelMbelo contraste com isto:

    Não é contraste nenhum. Já aqui disse por várias vezes que as medidas tomadas foram exageradas, desproporcionais, alarmistas e muito danosas para a sociedade em geral.
    • eu
    • 14 maio 2020 editado

     # 368

    Colocado por: J.FernandesQuem deve fazer um exame de consciência e urgente, é quem perante a maior investida contra as liberdades individuais desde há décadas, acha tudo normal e justificável.


    Que histeria com as liberdades individuais. Quem lê estas manifestações de indignação, até parece que se acabou com a liberdade de expressão ou com a democracia. Um pouco mais de bom senso, por favor.

    Foram as maiores restrições em décadas? Claro que sim. Mas também está a ser a maior ameaça à saúde pública em décadas. Não entender isto é ser... exato, Obtuso.

    Estas medidas foram/são temporárias, nem sequer foram muito restritivas e a motivação foi a saúde pública. Foram medidas que provavelmente salvaram milhares de vidas! Não entender isto é ser Obtuso.

    Afinal o que é que vocês defendem? Que não fosse feito nada? Que cada um tivesse a liberdade de infetar os outros à vontade? Que se mantivesse tudo a funcionar como se não existisse uma ameaça terrível à saúde pública?

    Há comentadeiros a viver numa realidade paralela, infetada com o vírus da ideologia. Nisso, partilham muito com os comunistas que querem fazer a festa do Avante à força.
    Concordam com este comentário: desofiapedro, Bricoleiro
    • eu
    • 14 maio 2020

     # 369

    Colocado por: luisvvSim, contra o argumento "Foram-nos retiradas as liberdades e direitos", argumentar que os restaurantes vão reabrir (em condições tais que, enfim..) e que as lojas só não abriram porque não querem, é brincar.


    Então mas a culpa é da falta de liberdades e direitos? Deve estar a brincar...
  6.  # 370

    Colocado por: euEstas medidas foram/são temporárias, nem sequer foram muito restritivas e a motivação foi a saúde pública. Foram medidas que provavelmente salvaram milhares de vidas!

    No fim vamos ver se salvaram vidas ou se provocaram mais mortes.
  7.  # 371

    Colocado por: euEntão mas a culpa é da falta de liberdades e direitos?

    É em grande parte.
  8.  # 372

    Colocado por: JoelM
    Não vale a pena, quando não se quer perceber, não há explicação possível!


    Sim, não há nada a perceber.Quando introduz o facto de na Noruega o Estado ter o monopólio de venda de álcool e o relaciona com o facto de não faltar no mercado, é bizarro.



    Se as andam a dar, para que que precisa de comprar?

    São máscaras de utilização única. Precisa de muitas. Mesmo que esgote a edição do jornal, é uma minúscula fracção do que são as necessidades.



    Peço desculpa, não tinha visto no título da discussão que era exclusivamente sobre o impacto da pandemia na restauração portuguesa, falha minha!

    Se quer falar da Noruega, fale à vontade, mas não misture com Portugal .


    P. S. Comentário tipo dos arautos da desgraça... Depois mostram o números e são 20% os que não vão reabrir... Continue na esperança que seja a mortandade de advoga para poder vir aqui dizer que afinal tinha razão


    20% as que não reabrem, falta contabilizar as que vão reabrir e cair, as que vão reabrir com um terço do pessoal, etc.
  9.  # 373

    Colocado por: eu
    Então mas a culpa é da falta de liberdades e direitos? Deve estar a brincar...

    Vamos voltar atrás: os restaurantes e as lojas fecharam porque foram obrigados. Dando de barato que eram necessárias restrições legais, os mesmos resultados poderiam ter sido obtidos com outras medidas menos restritivas. Por exemplo, com o raio das máscaras.


    Que histeria com as liberdades individuais. Quem lê estas manifestações de indignação, até parece que se acabou com a liberdade de expressão ou com a democracia.

    Claro que não nos transformámos na Coreia do Norte de repente. E em abono da verdade deve dizer-se que dentro do quase absoluto grau de discricionariedade permitido, até se pode argumentar que foram relativamente brandos. Mas as restrições foram em bastantes aspectos absurdas e desproporcionadas.



    Estas medidas foram/são temporárias, nem sequer foram muito restritivas e a motivação foi a saúde pública. Foram medidas que provavelmente salvaram milhares de vidas! Não entender isto é ser Obtuso.

    Tão temporárias que, repare bem, deram origem a medidas que terão efeitos durante anos.


    Afinal o que é que vocês defendem? Que não fosse feito nada? Que cada um tivesse a liberdade de infetar os outros à vontade? Que se mantivesse tudo a funcionar como se não existisse uma ameaça terrível à saúde pública?

    Pela parte que me toca, que se reconhecesse que é necessária proporcionalidade e precaução. A insistência em que a alternativa a fazer tudo é fazer nada é só um argumento ao lado..
  10.  # 374

    Colocado por: JoelM
    tem razao... mas como vi um user a postar um artigo sobre o controlo do preco e venda de mascaras em italia, pensei que se estava a estabelecer um parelelo com outros paises... engano meu e desse user...


    Engano seu.



    peritos em futurologia nao faltam...



    já faltam as mascaras em portugal não?
    por cá o alcool continua a ser controlado pelo estado e não há falta nenhuma... mesmo sem voos, a importação continua a bom ritmo e as lojas a vender mais do que em igual periodo no passado... Estes chavistas do alcool vão fazer com que se deixe de vender... estou mesmo a ver...
  11.  # 375

    É fácil mandar fechar, agora mandar abrir é outra história, a econômica não começa a trabalhar por decreto as pessoas não começam a consumir por decreto.

    Quando se fechou não havia um plano de como se voltava a abrir.

    No fim temos que fazer a conta entre o que perdemos e o que ganhamos com o que foi feito, e se não houver vacina nos próximos 6 meses, o que achamos que ganhamos agora vamos perder maior parte, o que perdemos vamos demorar anos a voltar a ganhar.

    Fomos todos enganados, uns já acordaram outros será a realidade a breve prazo a tratar de os acordar.
  12.  # 376

    Colocado por: JoelMpessoal nunca morreu disso e os hopitais em italia e espanha nunca estiveram a abarrotar


    Colocado por: rsvaluminioNo fim temos que fazer a conta entre o que perdemos e o que ganhamos com o que foi feito, e se não houver vacina nos próximos 6 meses


    Mortos com mais de 70 anos

    83% homens 91% mulheres

    https://elpais.com/sociedad/2020/04/09/actualidad/1586437657_937910.html

    Com isto não estou a dizer que não faz mal o velhinhos com doenças morrerem mas a realidade é que se não houver uma vacina desenvolvida em tempo recorde podemos só ter adiado uns meses o inevitável, sou da opinião que deve ser feito tudo que estiver ao nosso alcance de isolar os grupos de risco, mas a única salvação para os grupos de risco neste momento passa pela imunidade de grupo e a imunidade de grupo só existe uma maneira de ser realizada.
  13.  # 377

    https://www.radiovaledominho.com/valenca-utentes-do-lar-da-santa-casa-deram-negativo-ao-teste-covid-19/

    Qual a probabilidade?

    Foram testados por rotina e não por apresentarem sintomas.
    • eu
    • 14 maio 2020 editado

     # 378

    Colocado por: luisvv. A insistência em que a alternativa a fazer tudo é fazer nada é só um argumento ao lado..


    "Fazer nada" ? Que exagero. Milhares de pessoas e empresas continuaram a trabalhar e nunca pararam. A maior parte das empresas pode continuar a trabalhar. Vale o que vale, mas no meu círculo de amigos e familiares, TODOS continuaram a trabalhar.

    A expressão "fazer nada" é muito exagerada.


    Colocado por: luisvv
    Vamos voltar atrás: os restaurantes e as lojas fecharam porque foram obrigados.

    Mas já podem abrir outra vez. Onde está agora a falta de liberdade?

    Colocado por: luisvvDando de barato que eram necessárias restrições legais, os mesmos resultados poderiam ter sido obtidos com outras medidas menos restritivas. Por exemplo, com o raio das máscaras.

    Na altura não havia máscaras suficientes nem para os profissionais de saúde. Além disso o perigo real do vírus era ainda muito desconhecido.
    • eu
    • 14 maio 2020 editado

     # 379

    Colocado por: rsvaluminioÉ fácil mandar fechar, agora mandar abrir é outra história,

    Diga-me uma coisa: pelo seu nome de utilizador, deve trabalhar com caixilharias de alumínio, certo?

    O governo proibiu-o de trabalhar durante a quarentena? Aqui na zona, as obras NUNCA pararam. Essa história de que o governo mandou fechar tudo é uma falácia.
    Concordam com este comentário: Bricoleiro, pedrocipri
    • eu
    • 14 maio 2020

     # 380

    Confinamento obrigatório versus voluntário:

    Suécia: 3529 mortos
    Portugal: 1184 mortos

    Claro que vale o que vale, e as contas fazem-se no fim. Mas é um indicador do que poderia acontecer em Portugal com medidas mais relaxadas.

    E convém não esquecer que os hábitos do dia a dia e a densidade populacional jogam contra nós.
 
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