Colocado por: DR1982Tudo a meias é muito lindoSim, mas não particularmente justo. As coisas complicam quando há um filho, férias, investimentos. Não podem contribuir ambos com metade, se um dos elementos do casal ganha muito menos.
Colocado por: HAL_9000O que defendo é que cada elemento mantenha alguma independência financeira (manter cada um contas particulares), e depois as despesas comuns (casa, contas, colégios, alimentação) serem divididas em termos percentuais. Já as despesas e pequenos luxos pessoais (roupa, ginásio, cabeleireiro, barbeiro, hobies, etc) cada uma paga os seus.
Num casamento, ou união de facto, não é prático estar a dividir tudo 50/50, contudo exigível que a partilha de despesas seja justa, de modo a que cada elemento individualmente possa fazer as suas poupanças e manter uma certa independência financeira.
Colocado por: rjmpiresjá certos homens em certas regiões parece que pararam no tempo.
Colocado por: DR1982s nas compras de maior valor nao é justo que seja 50/50Basicamente o DR1982 defende que se a sua esposa contribuir com 3/4 do valor da prestação da casa e o DR apenas com um quarto, sendo que ela ganha 4 x mais, então a casa não seria 50/50 para cada um? Não era bem isso que eu queria dizer
Colocado por: HAL_9000Basicamente o DR1982 defende que se a sua esposa contribuir com 3/4 do valor da prestação da casa e o DR apenas com um quarto, sendo que ela ganha 4 x mais, então a casa não seria 50/50 para cada um? Não era bem isso que eu queria dizer
Colocado por: Pedro Barradas
Não será culpa das mãezinhas...
Colocado por: DR1982Se contribui com 3/4 da prestação tem direito a 3/4 da casa.E se para o DR poder auferir esse salário, a sua esposa não pode investir tanto na carreira dela, por exemplo para manter a base familiar (refiro isto aqui porque sei que está emigrado). Não acha injusto dividir a casa apenas na proporção do investimento monetário feito?
Colocado por: HAL_9000E se para o DR poder auferir esse salário, a sua esposa não pode investir tanto na carreira dela, por exemplo para manter a base familiar (refiro isto aqui porque sei que está emigrado). Não acha injusto dividir a casa apenas na proporção do investimento monetário feito?Sao formas de ver as coisas, como disse o importante é que cada um se sinta bem!
Cada caso é um caso, mas muitas situações há, em que mesmo não contribuindo por igual, o justo é dividir as coisas por igual se um dia houver uma separação. Outras há em que não será assim.
Pergunto apenas por curiosidade, porque este tipo de gestão é algo que cada um de nós deve aprender a fazer sozinho e do modo que garanta a sã convivência familiar.
Colocado por: Leao91Quando se começa a envergar por contas bancárias diferentes, posses diferentes e estatutos diferentes a verdadeira razão para a existência de uma relação, na minha óptica, deixa de existir.Concordo com a sua visão global, mas acho importante cada um manter a sua própria conta além da conta conjunta. Apesar da relação, temos também direito à nossa independência financeira. Por exemplo se a minha esposa imaginasse o que eu gasto em maquinas para bricolage, punha-me fora de casa :P
Colocado por: Leao91Quando se começa a envergar por contas bancárias diferentes, posses diferentes e estatutos diferentes a verdadeira razão para a existência de uma relação, na minha óptica, deixa de existir
Colocado por: DR1982Sao formas de ver as coisas, como disse o importante é que cada um se sinta bem!
No meu caso apenas ha um ordenado, o dinheiro que entra em casa é dos dois, usado pelos dois, mas o que se compra nao é dos dois em percentagens iguais!
Colocado por: Leao91Entao como seria justo? Tudo 50/50? Nestas coisas raramente ha justiça, neste caso em caso de divórcio ela tem direito à parte correspondente da percebtagem dela precisamente para nao sair da relação de maos a abanar, mas nao seria justo que ela sai-se com tanto como eu
Pronto já percebi a sua perspectiva, ou seja o meu post anterior não é de todo o caso, peço desculpa.
Se bem que ainda assim não consigo ententer a sua perspectiva. Para quem olha de fora o que dá a entender é que está talvez inocentemente a "sequestrar" uma pessoa a fazer vida consigo.
A outra pessoa dificilmente sai da relação mesmo que o queira, tal é os danos que advém desse acto. Não sei se tem a noção disso, quem está de fora racha lenha é o que se costuma dizer, mas também não é menos verdade que quem está de fora tem uma visão mais límpida das coisas.
Colocado por: Ana_DadoE o DR tem isso acordado com a sua esposa? Está registado "legalmente"?
Isso que descreve não existe legalmente, julgo eu ... aliás, não sei se vive na Suíça ou em França, mas se estiver na Suíça, até salário tem de lhe pagar se ele estiver dependente de si, em caso de divórcio! :P
Edit: achei a sua posição um tanto ou quanto fria, no que a este assunto diz respeito e nem é por eu própria ser mulher, afinal de contas, vocês têm uma filha em conjunto. Ela não trabalha por opção apenas dela ou de ambos?
Colocado por: Ana_DadoNada é mais justo!
(vou torcer para a sua esposa ganhar o Euromilhões e não lhe dar um tusto! :D :D)