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    • eu
    • 13 junho 2026
    O sistema fiscal castiga quem produz muito.
    • Carvai
    • 13 junho 2026 editado
    Alguém tem de pagar aos que nunca trabalharam nem querem trabalhar.
    Há uns tempos o "Poligrafo" (a verdade a temos direito) acusava o Chega de aldrabões quando diziam que o Estado pagava a imigrantes acabados de chegar e que nada tinham contribuído.
    Agora os fofinhos estão contra uma lei que proíbe esses pagamentos que afinal diziam que não existiam.
    https://sicnoticias.pt/sicverifica/2026-03-23-video-imigrantes-recebem-subsidios-assim-que-chegam-a-portugal--e51e2f03

    Entretanto os que vivem do saque fiscal batem recordes europeus...
    https://pt.euronews.com/my-europe/2026/06/12/greves-na-uniao-europeia-que-paises-lideram-o-ranking
  1. Colocado por: gil.alvesPagar um salário de três mil euros fica mais caro ao empregador do que pagar três salários de mil euros?


    Todos nós sabemos que os salários dos trabalhadores são dedutiveis, como é óbvio. Acaba por não ter assim tanto impacto.

    Têm impacto é para quem não declara lucros, nas PME's em Portugal o patrão prefere deduzir os lucros no carro novo do que em aumentos salariais.
  2. Temos um país "desenhado" para uma economia de baixos rendimentos... tantos anos a apostar no turismo e em trabalhos de baixa qualificação que não acho estranho essa comparação.
    Provavelmente em valor gerado para a economia 1 vs 3 pessoas gerará o mesmo o que penalisa e muito o pib per capita.

    É o que temos.
    Concordam com este comentário: ferreiraj125
  3. A questão é...
    poderá um empregador contractar o mesmo trabalhador em part-time 33.33%x3 pagando um salário liquido de 1000€ em cada contracto???....


    Fica a ideia... :)
    • Carvai
    • 13 junho 2026 editado
    Colocado por: gil.alvesA questão é...
    poderá um empregador contractar o mesmo trabalhador em part-time 33.33%x3 pagando um salário liquido de 1000€ em cada contracto???....


    Fica a ideia... :)

    Nada de novo, quando se exagera no saque fiscal e se estoura o mesmo em corrupção e causas "humanitárias" a reação é natural. Em vez de salários justos paga-se em "espécie" : despesas diversas, carros, seguros, etc.
    Depois o reverso da medalha é a diferença abissal entre as reformas do privado e do público.
    Claro que no publico apesar das salários serem muito melhores tambem usam o mesmo truque mas com nomes mais fofinhos : subsídios, KMs, casas de função, ADSE,etc
    • eu
    • 13 junho 2026
    Colocado por: CarvaiAlguém tem de pagar aos que nunca trabalharam nem querem trabalhar.


    Na realidade a fatia de leão vai para as pensões.

    Gemini: O Estado português gasta anualmente cerca de 22 mil milhões de euros em pensões (incluindo Segurança Social e Caixa Geral de Aposentações) e entre 300 a 350 milhões de euros em Rendimento Social de Inserção (RSI)
  4. Colocado por: eu

    Na realidade a fatia de leão vai para as pensões.

    Gemini: O Estado português gasta anualmente cerca de22 mil milhões de eurosem pensões (incluindo Segurança Social e Caixa Geral de Aposentações) e entre300 a 350 milhões de euros em Rendimento Social de Inserção (RSI)

    Gostei da comparação entre gajos como eu que começou a contribuir aos 18 anos com o coiro (tropa) e depois o resto da vida num saque fiscal de 50% para o Estado e aqueles que recebem subsidios para andar no gamanço e dominam a economia paralela (e não são só os ciganos meus vizinhos). E agora que recebo do Estado continuo a pagar cerca de 35% de IRS e se somar os 23% sobre tudo o que mexe mais de metade volta ao buraco de sempre.
  5. Nunca trabalharam e exigem reformas douradas , não há almoços gratis
    • eu
    • 13 junho 2026
    Colocado por: CarvaiGostei da comparação


    A fatia de leão vai para as pensões.

    É mentira?
    • AMG1
    • 14 junho 2026
    Colocado por: gil.alvesIsto é de rir ou chorar... nem sei bem...

    Pagar um salário de três mil euros fica mais caro ao empregador do que pagar três salários de mil euros?


    Exemplo:
    “cálculos para uma pessoa solteira sem filhos, excluindo subsídio de alimentação. Considerados 14 meses”
    1 contracto de salário líquido de 3 000€, custa a uma empresa, 86.711,63€.
    3 contractos de salário liquido de 1 000€, custa à empresa, 21.534,98€.


    Isto é brutal...
    A título de curiosidade 86 000CHF brutos anuais, é um salário para um trabalhador na CH, interessante, que custa à empresa um total de 93 740CHF(!)...
    O salário liquido deste trabalhador nas mesmas condições é de 72 000CHF (com variações dependendo do Cantão) o que daria em 14 meses (só para exemplo, porque pagam 13x): 5 142CHF/mês


    Mas existe algum país onde os rendimentos sejam tributados de forma progressiva em que esta comparação não tenha o mesmo resultado?
    Na Suíça não acontece o mesmo?
    • AMG1
    • 14 junho 2026
    Colocado por: gil.alvesA questão é...
    poderá um empregador contractar o mesmo trabalhador em part-time 33.33%x3 pagando um salário liquido de 1000€ em cada contracto???....


    Fica a ideia... :)


    Se o objectivo for esse trabalhor ganhar 3000€ liquidos, o custo para a empresa será sempre o mesmo quer pague um salário ou três, porque o IRS a pagar (não o deduzido pela empresa) pelo trabalhador será o mesmo quer o receba de um trabalho, de 3 ou de 10.
    Comparar ou mesmo relacionar custo da empresa com salario liquido do trabalhador não tem qualquer sentido nem leva a conclusão nenhuma, desde logo porque o custo das empresas decorre da massa salarial que paga (salarios brutos) e não daquilo com que o trabalhador fica, depois de pagar os impostos que incidem sobre a totalidade dos seus rendimentos.
    Claro que nada disto invalida o que (imagino) se pretenda concluir, ou seja, que a progressividade do IRS em Portugal é demasiado "progressiva", mas para isso há outros indicadores.
    • AMG1
    • 14 junho 2026
    Colocado por: CarvaiAlguém tem de pagar aos que nunca trabalharam nem querem trabalhar.
    Há uns tempos o "Poligrafo" (a verdade a temos direito) acusava o Chega de aldrabões quando diziam que o Estado pagava a imigrantes acabados de chegar e que nada tinham contribuído.
    Agora os fofinhos estão contra uma lei que proíbe esses pagamentos que afinal diziam que não existiam.
    https://sicnoticias.pt/sicverifica/2026-03-23-video-imigrantes-recebem-subsidios-assim-que-chegam-a-portugal--e51e2f03


    Mas qual é a prestação social que os imigrantes recebem quando chegam a Portugal, ou melhor e para "desmentir" o Poligrafo, qual e a prestação social que os imigrantes recebem e que não esteja acessivel aos nacionais nas mesmas condições?
    • AMG1
    • 14 junho 2026
    Colocado por: Carvai

    Entretanto os que vivem do saque fiscal batem recordes europeus...
    https://pt.euronews.com/my-europe/2026/06/12/greves-na-uniao-europeia-que-paises-lideram-o-ranking


    Este comentário não é meu, mas do ChatGPT:

    que sabemos sobre 2025:
    O Instituto Sindical Europeu (ETUI) indicou que 2025 foi um dos anos com maior atividade grevista na UE desde 1991. �
    euronews +1
    Dados divulgados em 2026 mostram que, no início de 2026, Portugal registava mais avisos de greve e greves do que Itália, Espanha e França entre os países analisados. �
    euronews +1
    No entanto, outros indicadores usados pelo ETUI, como dias perdidos por greve por 1.000 trabalhadores, colocam frequentemente países como Finlândia, Bélgica, França, Itália e Espanha acima de Portugal quando se olha para períodos mais longos. �
    euronews +2
    Há também análises que classificam Portugal como um dos países europeus com menos greves por habitante ou por trabalhador, dependendo da metodologia utilizada. �
    ECO News
    Em resumo:
    Indicador
    Posição de Portugal
    Número de avisos/convocatórias de greve
    Relativamente elevado
    Dias de trabalho perdidos por trabalhador
    Geralmente médio ou baixo
    Comparação histórica europeia
    Abaixo de França, Bélgica, Finlândia e frequentemente Espanha/Itália
    Ano de 2025
    Mais atividade do que em anos anteriores, mas não claramente líder europeu
    A ideia comum de que "Portugal é o país das greves" não é sustentada pelos dados europeus de longo prazo. Países como França, Bélgica, Finlândia e muitas vezes Espanha tendem a apresentar níveis de conflitualidade laboral iguais ou superiores, dependendo da métrica utilizada. �
  6. Colocado por: AMG1

    Mas existe algum país onde os rendimentos sejam tributados de forma progressiva em que esta comparação não tenha o mesmo resultado?
    Na Suíça não acontece o mesmo?


    O problema em Portugal é o quão rapidamente a tributação sobe.

    Uma aproximação segundo o ChatGPT:



    Claro que parte do problema é os salarios estarem tão comprimidos junto do salario minimo e serem baixos no geral.

    Em Portugal um salario de 92 000 € já está a ser tributado até 33%, enquanto na Suíça o mesmo salario (85k CHF) vai até 14%.

    Sendo que corresponde a quatro vezes um salario medio português e a um salario medio suiço.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: gil.alves
    • AMG1
    • 16 junho 2026
    Colocado por: ferreiraj125

    O problema em Portugal é o quão rapidamente a tributação sobe.

    Uma aproximação segundo o ChatGPT:



    Claro que parte do problema é os salarios estarem tão comprimidos junto do salario minimo e serem baixos no geral.

    Em Portugal um salario de 92 000 € já está a ser tributado até 33%, enquanto na Suíça o mesmo salario (85k CHF) vai até 14%.

    Sendo que corresponde a quatro vezes um salario medio português e a um salario medio suiço.
    Estas pessoas agradeceram este comentário:gil.alves


    Provavelmente não leu, ou então não percebeu o que escrevi no ultimo parágrafo, mas eu repito:

    "...Claro que nada disto invalida o que (imagino) se pretenda concluir, ou seja, que a progressividade do IRS em Portugal é demasiado "progressiva", mas para isso há outros indicadores."

    Como vê eu também concordo consigo, só não consigo é ver como deduzir isso nem do exemplo que foi apresentado e menos ainda dos comentários que o acompanhavam, donde se poderia quase inferir que a progressividade dos impostos sobre o rendimento era uma caracteristica especifica do sistema português, o que factualmente não corresponde de à realidade.
    Tambem convinha ter algum cuidado nas comparações, porque nem tudo é o que parece ser, mas isso é outra conversa.
 
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