Colocado por: lobitoRecebi ontem esta proposta, que me parece muito meritória. Enquanto as políticas vão e vêm, há fogos para apagar.
Devo dizer que não sei nada sobre os organizadores (a não ser o que se encontra na internet) e portanto não tenho, nem posso oferecer, garantias nenhumas. De qualquer forma, eu por mim estou disposta a arriscar. Não fico mais pobre por isso e para alguns pode ser o balão de oxigénio de que precisam:
Colocado por: aprendiz2Colocado por: ParamonteAcho que não é justo estarmos a falar assim da Igreja, quando em muitos pontos de África, e não só, são os ÚNICOS que arriscam estar no meio de nenhures, sujeitos a apanhar uma bala na cabeça, ou uma doença, a tratar daqueles que ninguem mais quer tratar: sida, malária, orfãos de guerra, desmembrados etç.
Dessas acções da Igreja pucos se lembram, talvez porque já temos a nossa cabeça cheria de "clichés" e juizos preconceituosos...
mas também só por isso porque de resto deixam muito a desejar.
esses sim sujeitam-se a tudo...enquanto os daqui (bons carros e boas casas)
Colocado por: ParamonteAcho que não é justo estarmos a falar assim da Igreja
Colocado por: lobitoRecebi ontem esta proposta, que me parece muito meritória. Enquanto as políticas vão e vêm, há fogos para apagar.
Devo dizer que não sei nada sobre os organizadores (a não ser o que se encontra na internet) e portanto não tenho, nem posso oferecer, garantias nenhumas. De qualquer forma, eu por mim estou disposta a arriscar. Não fico mais pobre por isso e para alguns pode ser o balão de oxigénio de que precisam:
O nome da família a apoiar é confidencial, para respeitar o seu direito à intimidade e à privacidade.
Colocado por: marco1posso estar a ser injusto, mas nunca achei bem a caridade, acho que qualquer coisa na linha do que disse o J.Fernandes, tem mais lógica. Alias tem mais sentido de uma integração na sociedade e activar circuitos de interação na economia social do que sentido de exclusão e como paliativo tal como esta proposta se apresenta.
Colocado por: FDHá um filme do Buñuel muito interessante a respeito de caridade... Viridiana.
Ettore Scola também tem outro muito interessante a respeito de "pobres": Brutti, Sporchi e Cattivi.
Colocado por: becasAs generalizações são, infelizmente, muito redutoras. Dão jeito ("a Igreja é rica", "os pobres que trabalhem, que eu também trabalho", "isso da caridade é uma vigarice", etc), mas esquecem-se de olhar para o concreto, para o individual, enfim, para o humano.
Penso que esta iniciativa é genuína porque me lembro de ter ouvido falar sobre isto numa reportagem na TV. Obviamente que preciso de mais informações, mas sou capaz de aderir, sim. Penso que muito pouca gente imagina a quantidade de famílias em Portugal que passa fome. Fome, sim, da verdadeira. Negar isto é confortável, mas a verdade é que estas famílias sobrevivem muitas vezes á custa desses pequenos donativos que muitos desprezam e minimizam...
Desculpem lá o tom moralista...mas pensamos sempre nos pobrezinhos de África e a miséria (envergonhada) está mesmo á nossa porta...
Colocado por: MartaDHá pessoas que simplesmente não querem trabalhar e preferem viver dos subsídios.
Esta proposta lembra-me outro subsídio durante 1 ano a várias famílias, para ficarem em casa e não fazerem nenhum. Tudo na mesma.
Colocado por: marco1há alguns anos atrás ouvi uma noticia interessante que era qq coisa assim: uma pessoa a quem saiu um prémio grande numa lotaria qq, optou por não dar donativos a nenhuma instituição e em vez disso, foi porta a porta dar pessoalmente dar um donativo a determinadas famílias.
Se formos a ver bem, em Portugal, existem tantas instituições de caridade e tantos milhões na santa casa da misericórdia, que não se percebe até como ainda existem pessoas tão carenciadas no nosso pais.
Colocado por: becasColocado por: MartaDHá pessoas que simplesmente não querem trabalhar e preferem viver dos subsídios.
Esta proposta lembra-me outro subsídio durante 1 ano a várias famílias, para ficarem em casa e não fazerem nenhum. Tudo na mesma.
Pois há. Mas por causa desses subsídios há famílias se recompõem, há crianças que vão à escola, há comida na mesa onde antes não havia.
Mas vá dizer à grande maioria dos desempregados que não trabalha porque não quer. Na minha cidade, hoje, vão mais 150 para casa, numa região sem indústria nem perspectivas de desenvolvimento. Ah, pois, que se desenrasquem...
A Cáritas local diz que nunca viu tanta miséria como agora. Os pedidos de ajuda aumentaram 50%. Há pessoas que dependem dos cabazes alimentares para dar aos filhos algo que comer. Mas tudo isto está tão longe do nosso mundo, não é?
Colocado por: MartaDColocado por: becasAs generalizações são, infelizmente, muito redutoras. Dão jeito ("a Igreja é rica", "os pobres que trabalhem, que eu também trabalho", "isso da caridade é uma vigarice", etc), mas esquecem-se de olhar para o concreto, para o individual, enfim, para o humano.
Penso que esta iniciativa é genuína porque me lembro de ter ouvido falar sobre isto numa reportagem na TV. Obviamente que preciso de mais informações, mas sou capaz de aderir, sim. Penso que muito pouca gente imagina a quantidade de famílias em Portugal que passa fome. Fome, sim, da verdadeira. Negar isto é confortável, mas a verdade é que estas famílias sobrevivem muitas vezes á custa desses pequenos donativos que muitos desprezam e minimizam...
Desculpem lá o tom moralista...mas pensamos sempre nos pobrezinhos de África e a miséria (envergonhada) está mesmo á nossa porta...
Existe o banco alimentar contra a fome e outras instituições para as quais as pessoas podem contribuir. Ou então fazer um trabalho de campo. Procurar pessoas em condições miseráveis e "adoptá-las", ajudá-las com alguma coisa.
Agora, mesmo que a proposta seja verdadeira e não uma vigarice, quem vai ajudar com 300 euros, não sabe para quem vai o dinheiro, só sabe que é para uma família. E sabemos lá nós da situação dessa família que estamos a ajudar. Passarão mesmo dificuldades? Não podem trabalhar por qualquer impedimento físico? Não se vai saber quem são realmente as pessoas que "vamos" ajudar.
Ainda bem que há pessoas que podem ajudar, eu pessoalmente não posso. E se pudesse, escolheria outros alvos.
Colocado por: becasColocado por: MartaDColocado por: becasAs generalizações são, infelizmente, muito redutoras. Dão jeito ("a Igreja é rica", "os pobres que trabalhem, que eu também trabalho", "isso da caridade é uma vigarice", etc), mas esquecem-se de olhar para o concreto, para o individual, enfim, para o humano.
Penso que esta iniciativa é genuína porque me lembro de ter ouvido falar sobre isto numa reportagem na TV. Obviamente que preciso de mais informações, mas sou capaz de aderir, sim. Penso que muito pouca gente imagina a quantidade de famílias em Portugal que passa fome. Fome, sim, da verdadeira. Negar isto é confortável, mas a verdade é que estas famílias sobrevivem muitas vezes á custa desses pequenos donativos que muitos desprezam e minimizam...
Desculpem lá o tom moralista...mas pensamos sempre nos pobrezinhos de África e a miséria (envergonhada) está mesmo á nossa porta...
Existe o banco alimentar contra a fome e outras instituições para as quais as pessoas podem contribuir. Ou então fazer um trabalho de campo. Procurar pessoas em condições miseráveis e "adoptá-las", ajudá-las com alguma coisa.
Agora, mesmo que a proposta seja verdadeira e não uma vigarice, quem vai ajudar com 300 euros, não sabe para quem vai o dinheiro, só sabe que é para uma família. E sabemos lá nós da situação dessa família que estamos a ajudar. Passarão mesmo dificuldades? Não podem trabalhar por qualquer impedimento físico? Não se vai saber quem são realmente as pessoas que "vamos" ajudar.
Ainda bem que há pessoas que podem ajudar,eu pessoalmente não posso. E se pudesse, escolheria outros alvos.
Diga que não quer e tem todo o direito a isso. Não diga que não pode. Claro que pode, se quisesse. Estamos num fórum onde as pessoas revelam muito do seu estilo de vida.