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  1.  # 101

    Colocado por: elastikmanIsso tem tantas pernas para andar em tribunal como um peixe aprender a voar.


    E pensa que os tribunais querem alguma coisa saber disso... Ir a julgamento é um tiro no escuro... pode ter razão e perder e pode não a ter e ganhar!
  2.  # 102

    Colocado por: JoelMQuando assim é, se calhar o problema é nosso.. Ou os outros é que são todos maus?


    Se acha que se encontra nesse leque de maus arquitetos, sim o problema é Vosso!

    mas se acha que:


    Colocado por: jfsmoreiraPeço desculpas aos arq. presentes. Sei que nem todos são iguais


    ...pertence a este grupo, sim, o problema também é Vosso porque têm colegas que mancham o vosso nome.
  3.  # 103

    Colocado por: JoelMtemos o mesmo fisioterapeuta, ela diz que ele é mau profissional e por isso mudou, para mim ele é bastante bom


    Se fosse ao contrário é que seria, no mínimo, preocupante :)

    E quanto aos arquitetos... o vosso perito lá na OA nem fazer contas sabe! Fez um Laudo que até deixa boquiaberto aqueles que possuem a 4º classe!

    Mas em frente... Os Arquitetos é que são os melhores! Eles é que sabem tudo!
  4.  # 104

    eheheh o jfsmoreira parece que é arquiteto :)
  5.  # 105

    Colocado por: jfsmoreiraMas em frente... Os Arquitetos é que são os melhores! Eles é que sabem tudo!


    Por acaso, e modéstia à parte, não falha por muito...

    A meu ver, um Arquitecto é tipo Médico de Família, não tem que saber tudo de uma coisa, mas sim ter uma noção abrangente e saber um pouco de tudo. Ou seja, o Médico de Família é o que faz o diagnóstico e remete para o Médico Especialista adequado. O Arquitecto é igual, deve saber a quem recorrer e procurar aconselhamento com o Especialista correcto (Engenheiro da Especialidade).

    É como um maestro de orquestra, não tem que saber tocar violino e contrabaixo, mas sim, ver como os diferentes músicos resultam em conjunto... É como o treinador de futebol, não tem que saber marcar penaltis, tem é que saber qual é o jogador certo (especialista) para marcá-lo naquele momento...


    E além da obra em si, o Arquitecto ainda faz de seu Advogado perante a Câmara, ou de Psicólogo para entender o que quer e como quer viver, de Contabilista para o DO não entrar em falência, etc. etc...
  6.  # 106

    Colocado por: jfsmoreirao vosso perito lá na OA nem fazer contas sabe!


    O Centeno em 2015, nem sabia qual era o défice sequer e era candidato a ministro.
    Hoje é ministro cá e visto como o CR7 das finanças na Europa... vá-se lá perceber como...
  7.  # 107

    Colocado por: jfsmoreira
    Tenho saudades dos tempos em que os Engenheiros podiam "desenhar" as casas! (desabafo)

    A sério? que bandalheira essa altura. Que continua ainda hoje pior, com desenhadores a fazer casas com 4 paredes e no final arquitectos que assinam de cruz.
    • Nelhas
    • 6 fevereiro 2020 editado

     # 108

    Colocado por: callinasA sério? que bandalheira essa altura. Que continua ainda hoje pior, com desenhadores a fazer casas com 4 paredes e no final arquitectos que assinam de cruz.


    Pelo contrário.
    Não é esta a altura em que os desenhadores mais fazem isso.
    Se pensar bem , nas década de 70,80,90 era em numero muito mais elevado que hoje, até pela falta de arquitectos.
    E não me parece que os desenhadores fossem pessoas desqualificadas ou desprovidas só porque não tinham um canudo.
    Existem diversas estruturas e edifícios públicos pensados, projectados e concebidos por desenhadores que continuam no mesmo sitio.

    Hoje em dia é quase uma profissão em extinção, até pelo aumento do numero de arquitectos.
  8.  # 109

    Colocado por: JoelMPara fazer arquitectura?

    Nunca houveram desenhadores habilitados a fazer projetos, fossem eles de arquitetura ou de outras especialidades.
    O que houve foram outros profissionais devidamente certificados por escolas publicas.
    Por decreto foram esses profissionais desprovidos das suas competências. Competências que pagaram e que o estado validou.
    Estamos na época da "arquitetura para os arquitetos" e do "cada macaco no seu galho"
    Infelizmente o que vemos é que muitos arquitetos continuam a assinar de cruz e que cada vez mais vemos macacos no galho alheio
  9.  # 110

    Colocado por: JoelMPara fazer arquitectura? Salvo raras excepções, sim são!


    O País a seguir ao 25 de Abril, e por falta de profissionais de diversos sectores, validou , como o zedasilva referiu, diversos profissionais nas mais diversas áreas sem curso superior :

    _Professores, enfermeiros, desenhadores, contabilistas, etc

    Todos sem curso superior e que assumiram as funções com as excepções devidamente autorizadas.
    Serviram porque faziam falta , e depois matou-se.

    Se fosse como dizem , não tinha havido crescimento em obras publicas e privadas dos anos 70 e 80.
    Simplesmente não existiam arquitectos suficientes para responder a tudo.
    Por isso , e por conhecimento de causa, lhe digo que havia desenhadores que faziam o trabalho todo com competência e critério.

    O que não significa que se deva desconsiderar ou não valorizar um arquitecto e todo o trabalho que teve na obtenção do seu diploma.

    Não acho é que devemos quando precisamos usar e depois quando já não fazem falta dizer que afinal eram só desenhadores.
  10.  # 111

    Colocado por: Nelhas_Professores, enfermeiros, desenhadores, contabilistas, etc

    Com exceção dos profissionais da área do projeto, a mais nenhuma classe foi retirada a competência.
    Concordam com este comentário: Nelhas
  11.  # 112

    Até por uma coisa JoELM, nem sempre a qualificação superior significa competência ou conhecimento.

    O Presidente de Clube mais qualificado para a sua função, com uma licenciatura em gestão, um doutoramento em gestão desportiva e um mestrado com especialização em desporto, fez o trabalho que fez.

    Os outros dois não têm licenciatura nenhuma e fazem o que fazem.

    Excluir ou por rótulos com base em licenciaturas é algo que não entendo.
  12.  # 113

    Colocado por: zedasilvaCom exceção dos profissionais da área do projeto, a mais nenhuma classe foi retirada a competência.


    Os Professores ainda hoje lutam por equivalência de remuneração e carreiras.
    Podem exercer e fazer o mesmo que os outros, mas ganham metade do vencimento, pois não viram a lei protege-los-

    Servem para dar aulas como os outros durante 40 anos, mas como não tem canudo , não são protegidos da mesma forma.
  13.  # 114

    Colocado por: JoelMMas, onde é que anda o pessoal a trabalhar em enfermagem sem curso da área? Ou professores! Agora fiquei curioso!


    Provavelmente reformados.
    O 25 de Abril foi em 74.
    Tenho 4 enfermeiros na família reformados , nenhum deles com curso.
    Professores primários existem ainda centenas. Mas todos quase em idade de reforma ou reformados.



    Colocado por: JoelMSó faltam os violinos a tocar... Quando partir uma perna vá ao endireita em vez de ir ao médico!


    Comparar médicos a outras profissões , e as competências necessárias para as executar , é algo com todo o sentido.
    Aliás eu serralheiros, pedreiros, torneiros, canalizadores, mecânicos, etc só aceito com licenciatura. Senão nada feito.



    Colocado por: JoelMIsto é o que se chama de misturar alhos com bugalhos... Enfim!


    Discuta do que sabe, do que não sabe não invente.
  14.  # 115

    Colocado por: NelhasProvavelmente reformados.

    Tal como os profissionais da área do projeto.
    Na altura em que lhes foi retirada a competência que pagaram do seu bolso em escolas publicas, competência essa validada pelo estado, estavam quase todos a meia dúzia de anos da reforma.
    Mas o loby e a ansia de reconhecimento era tão grande que não se olhou a meios para a tingir os fins.
    Foi um grande tiro no pé.
  15.  # 116

    Colocado por: JoelMmenos os gajos dos riscos


    Pelo contrário.
    Nunca desvalorizei nem vou desvalorizar um arquitecto.
    Eu não comparo arquitectos a médicos, como também não comparo engenheiros, juízes ou advogados a médicos.
    Não vejo em que um arquitecto seja inferior a um juiz , um advogado ou engenheiro.
    Assim como não acho que é inferior a um médico.
    O que torna um médico diferente é a especificidade do seu campo de intervenção, não o seu conhecimento.
    Cultura e conhecimento é tudo, não é só saber as 10 melhores obras literárias de 1993.

    Tenho o máximo respeito, pelo que calculo seja a sua profissão.
  16.  # 117

    Colocado por: JoelMOh Zé, mas afinal as competências não eram provisórias?

    Não! Onde é que viu isso?

    Colocado por: JoelMCom esta mentalidade nada mudava,

    Enquanto licenciado em Design posso me insurgir contra todos os profissionais que não possuindo a minha licenciatura se arrogam designers?
    Ou só contra aqueles que não tiveram cadeiras de projeto na faculdade?
  17.  # 118

    Colocado por: JoelMMas pelos seus comentários anteriores, deduzo que defenda que a profissão / título de designer nunca deva estar vedada a arquitectos (e outros) porque afinal sempre exerceram (ou puderam) essas funções...

    Defendo que as competências legalmente adquiridas não sejam retiradas por decreto.
    Defendo por exemplo que os profissionais de projeto tivessem tido a oportunidade de demonstrar as suas competências através de uma avaliação.
    Avaliação essa que em função do resultado lhe poderia dar diversos graus de competência, ou até mesmo inibi-los de exercer a profissão se assim fosse o caso.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  18.  # 119

    Meta lá aqui os projetos a ver se valem os 1200€...
  19.  # 120

    Colocado por: JoelMNo caso específico de um engenheiro

    Como sabe, não falo dos engenheiros.
    Falo dos agentes técnicos de arquitetura e engenharia.
    Técnicos com 5 anos de formação especifica para além do 11º ano
    Formação essa nas área de projeto, calculo, e gestão de obra.
    Não eram técnico sem qualquer formação como a sua Ordem quis fazer crer.
    Eram técnicos que se disponibilizarem a ser avaliados de forma a comprovarem as suas competências.
    Sabe o que aconteceu Joel? Medo!
    Houve medo que pudessem comprovar o seu valor.
    A solução foi mandar profissionais quase todos na casa do 50 anos voltar à escola.
    Voltar a aprender aquilo que já sabiam.
    Gastar 7 a 8 anos e alguns milhares de euros porque havia uma classe com medo deles
 
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