Colocado por: ig8A primeira parte não concordo, a segunda sim.
Colocado por: ig8A diferença está em saber que há um limite (a tal taxa de esforço), e aí sim, acredito que os portugueses (diria que se calhar metade ou mais da população) não olhe muito para esse aspecto.
Colocado por: pguilhermeMesmo crédito automóvel, vejo publicidade a 120 meses! 10 anos a pagar o carro! Se este tipo de créditos tiver saída, não ficaria admirado se fosse um indicador de um querer comprar algo acima das possibilidades.
Colocado por: M.....nestes países o telheiro chega , alguém abdica dos 100 ou 200 m2 de garagem em Portugal ?M, nos países nórdicos o telheiro chega porque lá um casal com salário médio pode adquirir um automóvel de 50/60.000€ e pagá-lo facilmente em 1 ou 2 anos, além de o universo de militantes amigos do alheio ser muito mais reduzido. Estes 2 fatores contribuem para relativizar imenso o valor e a importância que as pessoas atribuem a esses bens.
Colocado por: RRoxxMesmo, se não conseguem pôr 10% de parte (minimo) do que entra liquido em cada mes, estão é a viver no fio da navalha.
Colocado por: JoelMpor acaso, ainda hoje a capa do jornal refere isso mesmo, se não estou em erro, 50% dos emprestimos bancários serão pagos já após a idade da reforma... isto é completamente surreal!
Colocado por: JoelMindividar-se para ir de férias é só ridiculo e completa falta de noção!
Colocado por: RRoxxO pessoal tem de andar de BMW, citroen não presta... Depois em casa o jantar é ovo mexido com arroz branco, sem sal porqueestá carofaz mal á saude, e bebe-se água da torneira que ninguem gosta de vinho (eu por acaso em casa tambem opto por agua del cano que é a melhor).
Colocado por: KduvidasEm Portugal, o cenário começa por esse mesmo veículo custar mais 1/3 e por oposição a capacidade que o mesmo casal teria para pagar esse veículo rondaria os 8 a 10 anos. A seguir experimente em muitos locais deixar um veículo desses à mercê dos temperamentos nacionais.
Colocado por: JoelMIndividar-se para ir de férias é só ridiculo e completa falta de noção
Colocado por: JoelMAlias, começa logo pela legislação, em PT existem areas minimas para cada tipologia, por cá não, o que traduz um pouco da mentalidade. (ainda que eu ache que neste ponto, portugal está certo, deveriam existir mínimos para cada tipologia)Joel, os japoneses também têm os hóteis com quarto casulo e adoram aquela bos*a, isso não quer dizer que seja um conceito sequer aceitável noutras paragens/mentalidades. Em portugal seria provavelmente proibido e bem na minha opinião...
Colocado por: pguilherme
Aqui há uns tempos perguntei aqui por isso e os arquitectos caíram-me em cima e disseram em uníssono: não há regras de espaço, cada caso é um caso.
Julgo que o nome do tópico era algo "espaço ideal para divisões" ou algo do género.
Lamento, não sei ao que se possa estar a referir.
Novamente um caso anedótico sem relevo para a questão.
Colocado por: KduvidasM, nos países nórdicos o telheiro chega porque lá um casal com salário médio pode adquirir um automóvel de 50/60.000€ e pagá-lo facilmente em 1 ou 2 anos, além de o universo de militantes amigos do alheio ser muito mais reduzido. Estes 2 fatores contribuem para relativizar imenso o valor e a importância que as pessoas atribuem a esses bens.
Em Portugal, o cenário começa por esse mesmo veículo custar mais 1/3 e por oposição a capacidade que o mesmo casal teria para pagar esse veículo rondaria os 8 a 10 anos. A seguir experimente em muitos locais deixar um veículo desses à mercê dos temperamentos nacionais.
Para mim é claro que a relativização das pessoas face às circunstâncias é que as compelem a fazer certas opções, neste particular das garagens e até alguns outros, não são só as mentalidades.
Colocado por: pguilhermePois, a importância que damos ao carro é imensa e costuma ter um grande peso no orçamento. Daí a necessidade, infelizmente.Lamento mas não posso concordar consigo.
Colocado por: KduvidasDigo eu que foi do trauma, mas vá-se lá saber se não lhe mexeu mesmo com a mente(alidade);););)
Colocado por: KduvidasLamento mas não posso concordar consigo.
Porque é que o facto de eu almejar ter um Volvo XC90 de 80.000€ (que até nem é o topo da gama) o faz supor que dou mais importância ao carro do que um sueco que compra exatamente e com toda a legitimidade a mesma viatura?
Em que medida é que isso pode ser imputado a mentalidade?!
Se me dissessem que eu gasto 80.000€ num automóvel novo e que o sueco/noruegês/dinamarquês que tem um nível salarial 4 vezes superior compra um Volvo V40 com 10 anos em 3ª mão... Ainda podia pensar nessa vertente, mas não neste caso dos carros e das garagens.
Em termos de padrão para situação equivalente, existem temas que não têm nada a vêr com mentalidade, mas sim com capacidade.
Colocado por: M.....Isso é uma grande mentira , até porque nem todos têm esse dinheiro para carros de 50/60 milNão vale a pena dizer que é mentira, pois eu estava apenas a dar um exemplo que existe em qualquer país. Não estava dar preponderância a nada em particular, apenas à importância relativa do porquê de alguns se satisfazerem com telheiros e outros com garagens.
Colocado por: M.....existe a parte do sal que os danifica completamente .Eu sei que sim, até porque já vivi em países onde essa prática é recorrente. Isso não quer dizer que eles não estimem melhor os automóveis e não comprem o melhor que o seu dinheiro pode pagar, a relativização na bolsa de cada um é que é diferente:)
Colocado por: MVAO português gasta 30% do rendimento mensal com despesas automoveis (crédito ou leasing, combustivel, impostos, seguro, revisão, etc.), enquanto que o nórdico gasta 10% do rendimento mensal com despesas automóveis.Lá está a tal relação de que eu falava. Logo, quando se vai relativizar a importância do peso orçamental, é óbvio que para qualquer um 10% é relativamente leve e 30% é relativamente pesado:)
Colocado por: MVAEu por exemplo só uso carro ao fim-de-semana. De segunda-a-sexta é bicicleta e transportes públicos para todo o lado. Quantos portugueses é que o fazem (não pegar no carro de segunda a sexta)? 0,1% da população? E os nórdicos? Provavelmente um terço ou mais da população.
Colocado por: MVAEu por exemplo só uso carro ao fim-de-semana. De segunda-a-sexta é bicicleta e transportes públicos para todo o lado. Quantos portugueses é que o fazem (não pegar no carro de segunda a sexta)? 0,1% da população? E os nórdicos? Provavelmente um terço ou mais da população.Nesta parte já tem toda a razão e concordo consigo. Isso tem a vêr com urbanidade, consciência cívica, logo mentalidade. De acordo.
Colocado por: JoelMvale o que vale mas eu sou um dos casos que aprendi a viver com menos (espaço) e agora não me vejo nem a comprar nem construir maior apesar de ter possibilidad€ de o fazer!
Colocado por: ig8Anda morar para uma vila/aldeia que não tem transportes públicos, ou os que tem não são em horários decentes, e quero ver se não pegas no carro...
Colocado por: Kduvidas- Moradias com 300m2 são pensadas racionalmente ou...?
- Querer construir a metade do preço m2 médio de referência só porque sim, é possível...?
Colocado por: Kduvidasos japoneses também têm os hóteis com quarto casulo e adoram aquela bos*a, isso não quer dizer que seja um conceito sequer aceitável noutras paragens/mentalidades. Em portugal seria provavelmente proibido e bem na minha opinião...
Portanto, nem 8 nem 88, como aliás o Joel reconhece, há minimos aceitáveis e o bom senso deveria alinhar por aí mais metro menos metro.
Se por cá (PT) ainda nos podemos dar ao luxo de a troco de algum sacrifício termos áreas mais generosas e airosas, penso que devemos aproveitar.
Colocado por: pguilherme
Lá por ser possível, não quer dizer que todos queiramos ou aspiremos em viver num ambiente assim tão pequeno. E assim um booleano se transforma num gradiente. Onde se traça a linha do que é "suficiente"? E mais importante, quem somos nós para estar a afirmar categoricamente que x m^2 é mais do que suficiente para toda a gente? :)
Colocado por: N Miguel OliveiraHoje no JN referiam que 1/3 das habitações portuguesas é de muito fraca qualidade...