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  1.  # 21

    Esta discussão tem muito potencial, pedia apenas que se deixassem os comentários de "chupistas e ladroes e blablabla", pois além de inuteis, fazem posts muito grandes...

    1 - Concordo com a dedução duma parte do IVA em IRS, iria obrigar a pedir facturas.
    2 - O rendimento mínimo é um valor quase ridiculo na despesa do estado, no entanto por principio creio que deveria ser mais fiscalizado.
    3 - Equiparação dos beneficios (ou benesses) da função pública ao privado.
    4 - Tenho a conviccao que os ordenados no público e no privado são muito semelhantes, pelo que a medida anterior bastaria.
    5 - Revisão do papel do estado na economia.
    Esta medida é muito importante os portugueses têm de decidir que serviços querem que sejam prestados pelo Estado, ou não.
    Não podemos querer saude, educação, justiça e tudo o resto "de borla" ou quase e não querer impostos.
  2.  # 22

    Ha muitos "tachos" públicos que tão cedo não acabam. A cultura do favorecimento e dos subornos está de tal maneira entranhada na nossa sociedade que aqueles que não o fazem já são apelidados de burros :|

    Conheço um caso de um individuo que é porteiro do estacionamento da frota de carros da câmara e ele ganha 1500 euros limpos, e entrou para lá através de uma cunha. É uma pouca vergonha!

    Tenho um colega em que a mulher trabalha em casa nos têxteis... completamente ao negro. Segundo ele tem meses em que ela tira 3 mil e nos melhores 4 mil, como senão bastasse gaba-se de ter subsídios para os filhos e de terem recebido os Magalhães, ora isto provoca uma revolta a todos os que sentem na pele as dificuldades de ter uma vida cumpridora para com o estado!
    Os têxteis estão mal é verdade mas em grande parte é por culpa desta mentalidade... Ficam-se pela empresa de vão de escada em vez de apostarem forte e ganharem dimensão nacional/internacional. Num mundo globalizado em que há empresas gigantes com produções colossais o lucro ledes baseia-se na quantidade. Quando as empresas têxteis estavam bem o estado embolsou milhões de euros, mas havia de ter obrigado os empresários de vão de escada a fazerem formação sobre como ganhar dimensão, sobre investimentos, sobre como gerir o seu dinheiro.

    Ok ok falam agora que temos de apostar na qualidade mas a qualidade não resolve tudo!!! o que resolve é uma boa relação preço/qualidade!

    Sinceramente eu sou muito pessimista! lido com vários tipos de pessoas e acho que a pior característica do povo português é não pensar no que diz, agem de cabeça quente, são impulsivos e não pensam nas consequências das suas decisões.

    Recentemente falaram no orçamento de base ZERO até tem uma certa lógica mas com a mentalidade tuga isso não funciona... é bem capaz de nesse ano muitos organismos públicos apresentarem despesas ainda maiores. As pessoas viciaram-se de tal maneira que agora não querem ceder no seu conforto conquistado pelo sacrifício do contribuinte particular!


    Estou mesmo a ver o que vão fazer:

    Vão subir impostos
    Vão congelar o subsidio de natal (é uma boa solução eu iria mais longe cortaria em 30% salários acima de 1800 euros)
    Vão subir o IMI (vai tornar mais difícil a venda de terrenos e obrigar a quem tem propriedades a desfazerem-se delas por motivos de não terem capacidade financeira para os manter)
    Vão cortar as deduções fiscais (isto só vai aumentar a fuga de impostos nomeadamente consultas a médicos com consultórios particulares que não cobram iva)
    Uma comissão com carácter urgente para analisar as tais 14 mil instituições publicas que sugam dinheiro que ninguém sabe para onde vai. Pois não se pode fazer cortes as cegas.

    O grande mal é a falta de pulso dos governos, a cada passo lá vem os professores exigirem mais dinheiro, depois vem os médicos porque dizem que não são menos que os professores, depois vem os enfermeiros dizerem que sem eles os médicos não trabalham, depois vem as forças policiais a dizerem que o trabalho deles é de risco e que o salário não reflecte esse perigo, enfim isto é um ciclo sem fim à vista! cedeu-se demasiado aos trabalhadores da função publica, deixa-mo-los ganhar vícios, programarem a vida deles em função daqueles salários muitos, se, se virem com reduções salariais não conseguem fazer face as despesas com os seus créditos mas a verdade é que houve muito facilitismo! e agora a solução não é simples!

    A solução é cortar, cortar, cortar e não aumentar aumentar aumentar. A Alemanha cortou e conseguiu.... E ninguém mais do que eles poderia aumentar, mas isso iria prejudicar o consumo e as empresas. Mas infelizmente em Portugal o caminho é sempre aumentar impostos 10 anos do mesmo parecem não chegar para abrir os olhos aos portugueses.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: two-rok
  3.  # 23

    Colocado por: altarBom tópico, isso só demonstra que os portugueses estão dispostos a fazerem sacrifícios a bem do país. O problema é aquela pandilha toda que existe na política, que como diz o Medina Carreira : são uns trafulhas

    Ora bem, quanto às medidas :

    1) acho que está incompleta, é sabido que esses trafulhas na política acumulam pensões. Não lhes convém mexer nisso porque a esses trafulhas não lhes convém

    Isto seria das medidas mais importantes a tomar :

    - proibir a acumulação de reformas. Pode-se no entanto acumular reforma e trabalho desde que a reforma fosse substancialmente reduzida
    - estabelecer tectos máximos para a reforma, ou seja, reduzir a abismal diferença entre as reformas de 300 euros e as de príncipe
    - ninguém, absolutamente ninguém se deveria reformar antes dos 65 anos tirando casos muito excepcionais.

    Como disse, poupar-se-ia imenso nesta medida mas como mexe com muitos grupos de interesse poderosíssimos...


    Não pouparia a ponta de um corno, estas medidas são a longo prazo e plurianuais. Mas:
    -concordo
    - não se esqueça que quem tem reformas de principe também pode ter descontado como um principe.

    Colocado por: altar2) também concordo. Basta ver que uma vez deu na TV uma notícia de que uma qualquer freguesia, para combater a desertificação, oferecia casa e terra para cultivar a quem decidisse mudar para lá....ninguém se ofereceu, é mais fácil ter o dinheiro dos subsídios

    Talvez voce queira ir para Freixo-de-Espada-à-Cinta por 100 euros por mês. Essa medida já era ridicula e mais ridiculos os tipos da TV.

    Colocado por: altar
    b) eliminava todas as chefias que estão a mais nas empresas do estado. Há dias deu uma notícia que a CP ( com prejuízos avultados ) era aquela empresa pública que mais chefias tinha e que mais gastava com elas, parece tipo 7 chefes para um maquinista....existem muitos tachos nas empresas do estado

    A alinea B) é mais uma vez rídicula, pense antes de repetir o que vê na TV. Se uma empresa tiver 2000 trab, 30 chefes, e 1 porteiro. Também pode dizer que tem 30 chefes por porteiro.... A CP não são apenas maquinistas...
    Mas admito que possa ter muitos chefes.. não sei.

    Colocado por: altar
    g) alterava o código de trabalho para facilitar mais o despedimento

    Reparem que até os grandes ditadores da história perceberam a fórmula sagrada :

    O povo precisa de alguém para comandá-los. Precisam de alguém para temer - Adolf Hitler

    Imaginem-se em 2 empresas :
    - na empresa A o despedimento é quase impossível
    - na empresa B pode acontecer a qualquer hora

    aposto que quem trabalhasse na empresa B suava até sangue se fosse preciso para cumprir ordens e objectivos só para não ser despedido.

    simultaneamente facilitava imenso a contratação de novos empregados. O que se pouparia nas reformas ( medida 1 ) podia ser canalizado para este fim e ainda sobrava dinheiro

    esta medida, aliada a outras tipo horários flexíveis, aposto que a produtividade aumentaria imenso

    Então acabava com os horários flexiveis na medida c) e punha os horários flexiveis nesta?
    Mais fácil despedir? Mais fácil só se fôr "porque apeteceu ao patrão"... Em Portugal é fácil despedir (se calhar está a falar é em não pagar as indeminizações por despedimento).


    "aposto que quem trabalhasse na empresa B suava até sangue se fosse preciso para cumprir ordens e objectivos só para não ser despedido."
    Também já foi feito chamava-se escravidão, e sangravam mesmo.

    Citar Hitler não favorece o seu ponto de vista...

    Não sei se queria viver num país governado por si.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: hfviegas
  4.  # 24

    Num país em que praticamente ninguém sabe o que é o défice publico não há solução a curto ou médio prazo. A maioria dos Portugueses, mesmo os licenciados, ouve nas notícias que o défice vai baixar de 9% para 6% e não entende que na prática isto não representa nenhuma descida. Ouvem que em 2013 o défice vai ser de 3% e acham - Sim Senhor, ai estará tudo controlado. A dívida pública em 2009 ia em 77% do PIB. Este ano deve passar para 83%, em 20013 já deve estar nos 90%. O limite imposto pela UE é de 60%! O país continua a contrair dívida como se fosse uma fonte inesgotável. Andamos a viver acima das possibilidades e eventualmente alguém vai pagar. Alguém vai ter de pagar e infelizmente para mim, acho que vou ser eu.

    Espero chegar a ver o dia onde a dívida pública seja inconstitucional. Querem fazer alguma coisa? Poupem para a fazer. Ou no mínimo que a dívida seja obrigatoriamente interna.

    Qualquer solução sustentável terá de passar por educar as pessoas e mudar as suas mentalidades. Uma medida destas só terá efeitos a longo prazo e nenhum partido está para isso.

    Não tenham duvidas que o comboio vai descarrilar. Vai haver redução de salários da função pública, vai haver aumento de impostos e o FMI vai ter de meter o bedelho. Quanto mais cedo melhor.

    da Nóbrega.
  5.  # 25

    PBarata eu sou contra as indemnizações aos trabalhadores isso é um grande entrave À remodelação das empresas, como sabe está a acontecer uma revolução silenciosa... na industria poderia-se fazer uma verdadeira revolução, mas a verdade é que se as empresas apostarem em tecnologia de ponta tem vários problemas, o primeiro é que os empregados que tem não sabem trabalhar com elas, e pior do que isso é que mesmo que lhes dêem formação eles não aprendem, isto é uma realidade! E quando se contrata um jovem e se aposta nele dando-lhe formação, pagando todas as despesas a itália, alemanha ou França no dia em que ele souber alguma coisa ele rasga o contracto que tem consigo e vai trabalhar para uma empresa concorrente que lhe paga mais. E este é o quadro nacional.. o estado que tem a obrigação de formar não o faz, e nem protege as empresas que o fazem.

    Quanto ao cessamento de contracto de trabalho mais valia aumentar o tempo de subsidio de desemprego aos desempregados do que cortar as pernas as empresas (obrigando-as a indemnizarem) que querem reestruturar a sua máquina laboral tornando-a mais jovem, competitiva e mais tecnológica.
    • A.M
    • 27 setembro 2010

     # 26

    Na minha opinião a crise é normal!! e fácil de reparar!!

    A crise deve-se apenas a isto:

    Com a entrada da moeda euro quase tudo aumento no mínimo 100%, as coisas não tem o seu real valor estão valorizadas, pelo menos, em relação ao preço anterior à entrada do euro!

    As cabecinhas pensantes(governo) converteram os salários(ex: quem ganhava 100 contos ficou a ganhar aprox. 500€), e depois deixaram ao critério de qualquer um, a conversam do preço dos produtos (ex:quem pagava 60 escudos por um café passou a pagar 60 cêntimos=aprox.120 escudos).Então as cabecinhas pensaram,os comerciantes a facturar o dobro, e o estado a ganhar o dobro nos impostos!!deixa andar!!só que não pensaram que isto só seria no inicio porque agora a proporção em termos de impostos é igual há era antes euro.

    Agora vamos ver: antes do euro ganhava aprox. 500€(convertido) e comprava os produtos a preço y AGORA pós euro ganha 500€ e compra os mesmos produtos a preço 2*y
    Não é preciso ser muito bom a matemática, para perceber, que agora para comprar os mesmos produtos que comprava, antes do euro vigorar precisa do dobro do ordenado, teria que estar a ganhar( 2*ordenado antes do euro), nesta caso 2*500=1000 euros, para ter a mesma vida, que seria normal!

    Nos dias de hoje quando se compra um gelado por 1,90€ quase 400$ escudos, e diz-se 1,90€ não é muito caro!!está tudo dito.
    Agora pergunto acham que um gelado desses com "pauzito" vale 380$ escudos?se pedissem um gelado desses aos vossos pais na altura do escudo, eles compravam custando 380$?quantos gelados venderia essa marca com 380$ por gelado?

    Aqui a que está a crise, para fazer a vida que se tinha antes do euro hoje tens de ganhar o dobro!!não me parece que todos ganhem hoje, o dobro que ganhavam antes do euro(moeda), dai haja crise,normal!!

    Para terminar, era a favor de colocarem o preço em escudos ao lado do preço em euros, mas em TODOS OS PRODUTOS E NO MESMO TAMANHO, talvez as pessoas começassem a ver que muitos produtos não tem o seu valor real, e talvez se voltasse um pouco ao antigamente.

    Assim acabariam com a CRISE, doutra forma não vejo jeito!!

    Cumprs. A.M
    Estas pessoas agradeceram este comentário: cristina serrano, Samuca1982
    •  
      MRui
    • 27 setembro 2010

     # 27

    A mim parece-me que este tipo de democracia de alternância entre dois partidos está esgotada. Criou problemas para os quais não tem soluções e o resultado está à vista.
  6.  # 28

    Colocado por: altarReparem que até os grandes ditadores da história perceberam a fórmula sagrada :

    O povo precisa de alguém para comandá-los. Precisam de alguém para temer - Adolf Hitler

    Recomendo-lhe que se mude para a Coreia do Norte, vai sentir-se bem com os ares.
  7.  # 29

    Colocado por: Portugaleu sou contra as indemnizações aos trabalhadores isso é um grande entrave À remodelação das empresas


    Colocado por: PortugalQuanto ao cessamento de contracto de trabalho mais valia aumentar o tempo de subsidio de desemprego aos desempregados do que cortar as pernas as empresas


    O privado despede e o público paga, grande receita.
  8.  # 30

    Já no tempo dos Romanos se dizia que os Lusitanos nem se governam nem se deixam governar...
    Estas pessoas agradeceram este comentário: two-rok
  9.  # 31

    Colocado por: macal



    O privado despede e o público paga, grande receita.


    A receita está na capacidade de produção que em muitos casos duplica! a empresa factura mais e o estado ganha mais. Além de que apostando em tecnologia estamos a falar em desenvolver uma área de muito negócio em Portugal. Existem poucas empresas de robotica industrial em Portugal e são pagos a peso de ouro, estamos a falar de dar oportunidade de desenvolver um negócio que gera muito dinheiro.

    A Espanha apostou e tem actualmente uma multinacional FAGOR que factura biliões. Só essa empresa tem mais engenheiros no activo do que secalhar em Portugal inteiro. Eu acho que antes de criticar deve-se pensar bem.
  10.  # 32

    Com a entrada da moeda euro quase tudo aumento no mínimo 100%, as coisas não tem o seu real valor estão valorizadas, pelo menos, em relação ao preço anterior à entrada do euro!


    Isso é flagrantemente falso.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: two-rok
    • LuB
    • 27 setembro 2010 editado

     # 33

    PBarata disse:
    Porreiro pá. E como é que se faz isso?
    Assim... Na prática!
    Na teoria é fácil.


    Tanto quanto sei, a teoria, deve preceder a prática...
    Só depois do diagnostico se pode procurar remédio para curar a doença com um mínimo de efeitos secundários. O problema é que, o doente (portugal) se recusa a ir para o hospital.

    Como as medidas a tomar, são complicadas e impopulares, nem queremos ouvir falar nelas, empurramos uns para os outros e vamos adiando, descobrindo mil pretextos para não fazermos nada!

    Não venha con tretas: não somos um país de incompetentes e, não é difícil encontrar medidas "razoáveis" capazes de nos levarem aos objectivos que precisamos de atingir. Se não se faz nada, não é certamente porque se desconheçe o que é preciso fazer...

    1- Quem é que escolhia? O Medina?

    Não necessáriamente ele. Creio que não é a pessoa indicada para levar a tarefa a bom porto.(Mas isso não o impede de dizer um certo numero de verdades...)

    2- Pois... Mas como?

    Fazendo, em vez de ficarmos para trás, embasbacados, enquanto os outros avançam. Não somos totós...

    3- Claro, faz-se mais uma lei a dizer que não pode demorar mais de 10 anos... E adianta?

    Quais leis? Não se fazem leis... Fazem-se é planos e cumprem-se!

    4 e 5 - Qualquer paragem actual da despesa do estado, isto é se o estado dissesse que não compra nem mais uma caneta, o país abria falência em 15 dias.Todos, publico e privado vivem "à conta" do investimento público, directa ou indirectamente
    .
    Pois, e como tem de comprar, perde a cabeça e desata a comprar a torto e a direito, sem pensar que a factura lhe vai aparecer mais tarde ou mais cedo... Bonito!

    6- Concordo. Mas se nem temos €€€ para equilibrar as contas... como é que pagamos?

    Pagando, com honestidade e muito suor de todos.
    • A.M
    • 27 setembro 2010

     # 34

    Colocado por: luisvv

    Isso éflagrantemente falso.




    diga-me quanto pagava em escudos e agora em euros por ex:pão,leite,arroz,massa,café,gelado da olá,sumos,agua,etc
  11.  # 35

    Na prática TODO o pais vive encostado no estado de forma directa ou indirecta.
    Parece-me que existem muitas pessoas que dizem para cortar aqui ou ali sem perceberem os efeitos reais do que propoêm. Eu também não sei, mas sei que não sei.

    Vamos a meia dúzia de questões para quem quiser/souber responder.

    1- Qual o PIB portugues em 2009?
    2- Qual o OE para 2009 ou 2010 em valor total?
    3- Qual a % do OE para o "Rendimento Mínimo"?
    4- Qual a % do OE em investimento (obras públicas)?
    5 - Qual a % do OE para "pensões" e para ordenados?
    6- Qual o ordenado médio iliquido e líquido em PT?

    Podiam ser mais, mas pelo menos estas...

    É que sem responder a isto, não sabemos o que estamos a discutir.
  12.  # 36

    Colocado por: LuBPBarata disse:



    E, tanto quanto sei, as razões ... a teoria, deve preceder a prática.
    Só depois do diagnostico se pode procurar remédio para curar a doença com um mínimo de efeitos secundários. O problema é que, o doente (portugal) se recusa a ir para o hospital.

    Como as medidas a tomar, são complicadas e impopulares, nem queremos ouvir falar nelas, empurramos uns para os outros e vamos adiando, descobrindo mil pretextos para não fazermos nada!

    Não venha con tretas: não somos um país de incompetentes e, não é difícil encontrar medidas "razoáveis" capazes de nos levarem aos objectivos que precisamos de atingir. Se não se faz nada, não porque se desconheça o que é preciso fazer...

    Está bem, mas QUAIS?
    SOLUCÕES.... Queremos é soluções.
  13.  # 37


    A receita está na capacidade de produção que em muitos casos duplica! a empresa factura mais e o estado ganha mais. Além de que apostando em tecnologia estamos a falar em desenvolver uma área de muito negócio em Portugal. Existem poucas empresas de robotica industrial em Portugal e são pagos a peso de ouro, estamos a falar de dar oportunidade de desenvolver um negócio que gera muito dinheiro.

    A Espanha apostou e tem actualmente uma multinacional FAGOR que factura biliões. Só essa empresa tem mais engenheiros no activo do que secalhar em Portugal inteiro. Eu acho que antes de criticar deve-se pensar bem.


    Em Espanha é mais dificil despedir e também paga indeminizações. Pelo que não é por aí.

    A FAGOR é bastante grande de facto (tem 11.000 trabalhadores) e factura +- o mesmo que a Auto europa (com 3.000 trabalhadores).
    Mais engenheiros que em Portugal é claramente um exagero.
    • LuB
    • 27 setembro 2010 editado

     # 38

    Está bem, mas QUAIS?
    SOLUCÕES.... Queremos é soluções.


    Como vê, os outros países já começaram a fazer o trabalho de casa. Se vir o meu post #16, estão lá algumas das medidas aplicadas na Islândia, Grécia e Espanha. Nem todos procedem da mesma maneira.
    E não me parece que tenham consultado a população por referendo para saberem o que fazer...

    Não lhe cabe a si PBarata, nem a mim LuB, decidir o que se deve fazer aqui em Portugal. Discutir podemos, e devemos, mas receio que não saibamos exactamente as consequências do que estamos a propor, nem se a medida é razoável para o "nosso caso"...

    Mas os nossos economistas (temo-los bons, e senão todos, pelo menos uma grande parte serão honestos...) saberão o que fazer. E podem comparar com os resultados que os outros estão a obter, com as medidas que já estão a aplicar... Ir atrás pode ser péssimo, mas não tem só desvantagens... ;)))

    Nós precisamos é de aceitar que ALGUMA COISA TEM DE SER FEITA QUANTO ANTES!

    E fazer ver aos políticos que não perdem popularidade e, que só terão o nosso voto se não forem uns cobardolas e tiverem "TOMATES"
    Entendeu?
  14.  # 39

    Colocado por: PBarata

    Em Espanha é mais dificil despedir e também paga indeminizações. Pelo que não é por aí.

    A FAGOR é bastante grande de facto (tem 11.000 trabalhadores) e factura +- o mesmo que a Auto europa (com 3.000 trabalhadores).
    Mais engenheiros que em Portugal é claramente um exagero.


    Não estamos a falar de engenheiros civis! Engenheiros da qualidade da fagor garanto-lhe que em portugal nem 1 dezena existe! Engenheiros de electrónica! Robótica, mecânica de precisão enfim diga-me onde eles estão. Imagine que quer fazer uma máquina a sua medida (isto é perfeitamente usual em mts países na europa) em portugal está extremamente limitado, ninguém conhece nada, e todos vendem o seu peixe ou seja uma máquina nova assim dá menos trabalho e vem tudo feito de fora..

    Mas Espanha tem impostos muito mais baixos... sem falar que o mercado deles é muito maior que o nosso. E existem muitas "Fagor" em Espanha e são essas multinacionais que lhes permitem ter algumas situações que cá são impossíveis!
  15.  # 40

    Para quem diz que os salarios no publico e privado sao semelhantes que veja quanto ganha um professor no publico e quanto ganha no privado, o mesmo para uma educadora de infància, o mesmo para um arquitecto,etc....DEVERIA ser igual,a diferença é que o valor tabelado no publico é praticado e no privado nao. No privado há arquitectos,professores,educadores a trabalharem a tempo inteiro,com horarios definidos a recibos verdes e a ganharem 500 euros,600 euros,etc.....recebem 11 meses e pagam seg social de 12. Enfim ja para nao falar da diferença de estabilidade profissional. O mercado privado regula-se a ele proprio,se a empresa da prejuizo ou despede,ou fecha,ou baixa salarios. Na empresa estado nao se despede,nao se diminuiem salarios,faz-se uma forcinha e pagam todos do lado da receita.
 
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