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    • AMVP
    • 17 outubro 2021

     # 481

    Colocado por: lardocelar

    Qual era o preço pedido?

    500.000
  1.  # 482

    Colocado por: AMVP
    500.000


    35% é muita fruta.

    Teria que ser um imóvel já de si consideravelmente acima do preço de mercado. Digo eu….
    • AMVP
    • 17 outubro 2021

     # 483

    Colocado por: lardocelar

    35% é muita fruta.

    Teria que ser um imóvel já de si consideravelmente acima do preço de mercado. Digo eu….

    Concordo, a questão é quantos não estarão assim?
  2.  # 484

    Colocado por: AMVP
    Concordo, a questão é quantos não estarão assim?


    Daria aqui uma excelente conversa…
    Só conhecendo os valores pelos quais efetivamente se vendem.

    A propósito: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2019/03/13/39036-casas-sao-vendidas-por-menos-22-que-o-preco-original
  3.  # 485

    O artigo é do início de 2019 mas essa questão do diferencial entre o pedido e efetivamente vendido continua na ordem do dia.

    Seria um grande avanço para a transparência do mercado e até ajudaria a diminuir uma franja do mercado mais especulativo, se o Estado patrocinasse uma medida simples:

    Divulgar publicamente num portal todos os valores das escrituras das transações imobiliárias e poder acompanhar-se o histórico de todos imóveis.

    Estão sempre a falar em medidas anti corrupção e AML mas nunca vão ao fundo das questões.

    Claro que haverá muita gente contra, especialmente quem é beneficiado.
    Concordam com este comentário: NLuz
  4.  # 486

    Colocado por: Bruno@FCO artigo é do início de 2019 mas essa questão do diferencial entre o pedido e efetivamente vendido continua na ordem do dia.

    Seria um grande avanço para a transparência do mercado e até ajudaria a diminuir uma franja do mercado mais especulativo, se o Estado patrocinasse uma medida simples:

    Divulgar publicamente num portal todos os valores das escrituras das transações imobiliárias e poder acompanhar-se o histórico de todos imóveis.

    Estão sempre a falar em medidas anti corrupção e AML mas nunca vão ao fundo das questões.

    Claro que haverá muita gente contra, especialmente quem é beneficiado.


    Concordo. No entanto parece continuar a haver o “bonito” método de se escriturar por valores mais baixos.

    Continuaríamos perante valores “mentirosos” mas concordo que os valores deviam ser conhecidos.
    Concordam com este comentário: LMDuarte
  5.  # 487

    Colocado por: lardocelarConcordo. No entanto parece continuar a haver o “bonito” método de se escriturar por valores mais baixos.

    Mas uma fracção do que era há uns anos.

    O banco só empresta até 90% do valor da escritura, o que limita logo a maior parte das pessoas.
    Quando o limite era só a avaliação, as pessoas pediam o máximo e com o CH ainda mobilavam e compravam carro. Da mesma forma, havia forte motivação para combinarem com os vendedores valores mais baixos de transacção, para reduzir IMT. E o vendedor agradecia pois poupava nas mais valias.
    Normalmente eram pessoas que compravam a pensar que era "para a vida".

    Face às novas regras da banca, são os próprios compradores que insistem que o valor da escritura seja o real.
    Não sei se existe uma maior consciência quanto a uma futura venda, onde as mais valias seriam mais pesadas.
  6.  # 488

    Se for para habitação própria, não haverá pagamento de mais valias na venda da casa antiga, salvo erro.

    Este cenário deve ser 90% dos casos.
    • AMVP
    • 17 outubro 2021

     # 489

    Acabei de ouvi na tvi uma familia cujo unico rendimento é da parte masculina do casal. Um eletricista, inscrito numa empresa de trabalho temporario, no barreiro que ganha 700€/mes
  7.  # 490

    Colocado por: lardocelarSe for para habitação própria, não haverá pagamento de mais valias na venda da casa antiga, salvo erro.

    Este cenário deve ser 90% dos casos.

    Estará isento da tributação de mais valias se vender a sua HPP e reinvestir a sua totalidade numa outra HPP.
    E para clarificar, significa que na próxima HPP terá de efectuar o pagamento do montante a reinvestir com capitais próprios, isto é, sem recorrer a CH.

    Se isto representa 90% dos casos não sei, mas duvido. Para além dos particulares que trocam de residência, também há vendedores que são construtores, investidores, etc.
    Concordam com este comentário: Joao Dias
  8.  # 491

    Colocado por: pguilherme
    Estará isento da tributação de mais valias se vender a sua HPP e reinvestir a sua totalidade numa outra HPP.
    E para clarificar, significa que na próxima HPP terá de efectuar o pagamento do montante a reinvestir com capitais próprios, isto é, sem recorrer a CH.

    Se isto representa 90% dos casos não sei, mas duvido. Para além dos particulares que trocam de residência, também há vendedores que são construtores, investidores, etc.


    Desconhecia essa condicionante de ter que ser com capitais próprios….
  9.  # 492

    A ideia é precisamente forçar o reinvestimento do lucro que se faz na venda.
    Se fosse pedir um CH para a totalidade da casa nova e ficasse com o lucro da venda, não estaria a reinvestir esse montante na HPP, logo não haveria isenção.
  10.  # 493

    Sim. Mas vamos admitir que você vende a casa antiga por 200 com mais valias e compra uma por 400. Na prática reinveste tudo… ainda que necessite de crédito para o remanescente.
  11.  # 494

    Colocado por: pguilherme
    Estará isento da tributação de mais valias se vender a sua HPP e reinvestir a sua totalidade numa outra HPP.
    E para clarificar, significa que na próxima HPP terá de efectuar o pagamento do montante a reinvestir com capitais próprios, isto é, sem recorrer a CH.

    Se isto representa 90% dos casos não sei, mas duvido. Para além dos particulares que trocam de residência, também há vendedores que são construtores, investidores, etc.


    O problema, é que para ficar-se isento é preciso ter mais uns trocos para cobrir o IMT + IS da compra. É que esses impostos só abatem na mais valia duma futura compra. Por exemplo, de grosso modo, se tiver 100k de lucro e adquirir próxima HPP por 300k, 15k são para IMT + IS + escritura. Se reinvestir apenas os 85k que sobram, leva logo talhada de 3.750€.

    Pode é incluir-se o IMT + IS duma compra anterior de HPP (caso haja) e mais umas outras coisas (certificados energéticos, obras de melhoria nos últimos X anos,...).

    O Estado quando quer, vai sempre papar-nos algum.
    • SrR
    • 18 outubro 2021

     # 495

    Colocado por: Zé Meirinho

    O problema, é que para ficar-se isento é preciso ter mais uns trocos para cobrir o IMT + IS da compra. É que esses impostos só abatem na mais valia duma futura compra. Por exemplo, de grosso modo, se tiver 100k de lucro e adquirir próxima HPP por 300k, 15k são para IMT + IS + escritura. Se reinvestir apenas os 85k que sobram, leva logo talhada de 3.750€.

    Pode é incluir-se o IMT + IS duma compra anterior de HPP (caso haja) e mais umas outras coisas (certificados energéticos, obras de melhoria nos últimos X anos,...).

    O Estado quando quer, vai sempre papar-nos algum.
    com a excepção de o imovel ser
    Uma barragem e ser vendida por milhões o estado ja n cobra o imposto de selo
    • AMVP
    • 18 outubro 2021

     # 496

    Pode não haver lugar ao pagamento de mais valias caso a posse do imóvel tenha ocorrido em data anterior a 1989.
  12.  # 497

    Colocado por: Zé MeirinhoO problema, é que para ficar-se isento é preciso ter mais uns trocos para cobrir o IMT + IS da compra. É que esses impostos só abatem na mais valia duma futura compra. Por exemplo, de grosso modo, se tiver 100k de lucro e adquirir próxima HPP por 300k, 15k são para IMT + IS + escritura. Se reinvestir apenas os 85k que sobram, leva logo talhada de 3.750€.

    Custa-me estar a fazer de advogado do diabo, mas não me parece propriamente um problema.
    Se fez uma venda com lucro de 100k e vai fazer um upgrade de casa, se não tiver capital próprio para o IMT+IS+escritura é porque talvez não esteja em condições de fazer um upgrade. Se precisar de CH então esqueça.

    Ainda assim, aumentar o rendimento anual em 3750€ não deverá ser grande talhada e parece-me pacífico, pois provavelmente continuará a ter um acerto de IRS a seu favor.

    E digo "advogado do diabo" pois este é um dos casos que desincentiva a população de fazer investimentos e assim facilmente nos mantemos pobres. Assim, a pessoa é conduzida a fazer um upgrade da casa, possivelmente com novo CH e sem aumentar poupanças nem investimentos.

    Posto isto, a ideia que estava a passar era precisamente que nem sempre se fica isento de mais valias e por isso declarar na escritura um valor inferior ao real, na maior parte das vezes não é possível nem sequer desejável a pelo menos uma das partes.
  13.  # 498

    Portugueses já compraram mais de 70 apartamentos de luxo no lisboeta Infinity
    O empreendimento Infinity, na zona de Sete Rios, em Lisboa, já conta com mais de uma centena de apartamentos vendidos. Cerca de 70% dos compradores são portugueses.

    https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/imobiliario/detalhe/portugueses-ja-compraram-mais-de-70-apartamentos-de-luxo-no-lisboeta-infinity
    • RDM
    • 19 outubro 2021

     # 499

    Preços das casas aumentam 9,4% desde o início do ano.
    https://executivedigest.sapo.pt/precos-das-casas-aumentam-94-desde-o-inicio-do-ano/

    O preço de venda das casas no país aumentou 9,4% no último ano em Portugal continental, de acordo com os resultados de setembro do Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário.

    Esta variação homóloga, que compara o nível de preços em setembro deste ano com o mesmo mês de 2020, fica quase 7 pontos percentuais acima dos 2,6% que tal indicador atingiu em fevereiro e março deste ano.

    Em termos trimestrais, os preços residenciais aumentaram 2,1% no terceiro trimestre, exibindo neste horizonte temporal uma desaceleração face à variação trimestral de 4,5% registada no 2º trimestre.

    Tal reflete a tendência predominante de estabilização na valorização mensal ocorrida nos últimos três meses.

    Na verdade, desde julho que a variação mensal dos preços tem registado oscilações residuais, fixando-se em 0,6% quer em julho quer em agosto e atingindo em setembro 0,9%.

    O preço médio de venda das casas em Portugal Continental atingiu os 1.895 euros/m2 no terceiro trimestre de 2021, ficando em 2.438 euros/m2 na Área Metropolitana de Lisboa, 1.905 euros/m2 na Área Metropolitana do Porto e 2.032 euros/m2 no Algarve.
    Concordam com este comentário: Sirruper
  14.  # 500

    Há os bitcoins e as bitcasas.
 
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