Colocado por: pcspinheiroÉ tudo negócio, goste-se ou não...
Colocado por: gatopardo
Foi a minha experiência no Bankinter. Infelizmente subiram-me a taxa entre a pré-aprovação e a carta de aprovação final, dado as taxas de juro subiram muito repentinamente... mas mesmo assim ainda menor que as publicadas na altura. Na escritura foi usada a taxa de juro acordada aquando da aprovação.
Pelo que vi do mercado e do que me foi dito, o Bankinter é a excepção. (Quase?) todos os outros bancos usam a taxa de juro em vigor no mês da escritura.
Colocado por: AMG1posso afiançar que qualquer pequeno comerciante paga seguramente muito mais pelas suas transacção do que uma grande empresa de distribuição.
Colocado por: ricardo.rodrigues
Não duvido. Mas continuam a pagar muito mais com pagamentos em cartões de crédito do que se for com cartões de débito.
Colocado por: AMG1nao tenho pena nenhuma dos grandes comerciantes.
Colocado por: AMG1Os intervenientes sao muitos e na maioria dos casos acrescentam muito pouco para aquilo que recebem.
Colocado por: nunobarAproveito para fazer a seguinte questão: o reembolso das despesas da transferência de crédito por parte do banco é feito somente após a escritura ou antes? Já ouvi casos em que foi antes e outros casos em que foi depois. Varia de banco para banco?
Colocado por: pcspinheiroNote-se que para usufruir de cashback nos cartões não é obrigatório pagar a crédito, pago sempre na modalidade "multibanco". Se o tipo de cartão usado faz diferença nas taxas dos comerciantes já me é alheio. Mas eu vejo a escolha destes cartões como escolher o banco que me dá melhores juros. E tal como os juros, alguém está a pagar a taxa. É assim a economia. Se é possível receber "juros" pelo dinheiro que gasto nas compras do dia a dia, porquê escolher não o faze?
Para receber 400€ de juros á taxa de 0.015% da CGD (taxa bruta!), por exemplo, seria preciso ter quase €3M numa conta a prazo...
Colocado por: nunobar
Será que isto é legal?
Colocado por: pcspinheiroé o quão rápido lá chegou! As últimas subidas acentuadas, e que levaram até a máximos históricos, demoraram anos, não meses.Se é para rebentar, é para rebentar. Ao menos que rebente rápido. Assim ou ficamos todos na m**da ou pode-se começar a tentar recuperar. A Europa devia arranjar maneira de conseguir baixar o preço da energia. Sem isso o BCE aumenta os juros, e a OPEP baixa a produção de petróleo, a rússia/US torpedeiam gasodutos, e nós batemos palmas e ouvimos que a solução é empobrecer.