Iniciar sessão ou registar-se
  1. Mas eles verificam de qualquer modo para efectuarem os pagamentos. Seria a mesma coisa mas com projetos e não obras feitas e pagas.
  2. Eu também já tenho um orçamento (5000€) de ar condicionado pronto para a avançar, mas estou à espera das premissas da abertura do fundo.
  3. Idem, tenho orçamento para painéis solares fotovoltaicos. Mas já pedi há uns meses largos, posso ter que actualizar... No prédio tenho (supostamente) pré-instalação para térmicos, mas não sei se vale a pena.

    Alguém sabe dizer se os solares térmicos foram contemplados nas edições passadas? Se sim, em rúbricas diferentes da dos fotovoltaicos?
  4. Colocado por: pcspinheiroMas eles verificam de qualquer modo para efectuarem os pagamentos. Seria a mesma coisa mas com projetos e não obras feitas e pagas.

    O que defende foi o modelo adotado em França.
  5. E não acham que encorajaria as pessoas a aderirem, sobretudo as que não se podem dar ao luxo de receber um "não" na hora de receberem o reembolso?
  6. Era mais simples dar uma dedução no IRS a toda a gente que apresentasse faturas.
  7. Colocado por: pcspinheiroE não acham que encorajaria as pessoas a aderirem, sobretudo as que não se podem dar ao luxo de receber um "não" na hora de receberem o reembolso?


    Nunca houve um problema de adesão, o fundo esgotou sempre.
  8. Colocado por: rjmsilvaNunca houve um problema de adesão, o fundo esgotou sempre.


    O problema não é falta de adesão e não foi isso que eu disse. O problema é estes apoios não chegarem a quem realmente deles mais precisa. Pessoas que me são próximas disseram que não iam aderir por medo depois não receberem o reembolso, porque não se podiam dar a esse luxo. Foi nesse sentido que eu disse que pagarem o apoio com base no orçamento etc, com obrigatoriedade de posterior apresentação de provas e fatura, era mais equitativo e inclusivo.
  9. Ia dar ao mesmo, o dinheiro sendo limitado, nunca vai chegar a toda a gente.
    As empresas iam dar sempre prioridade a quem se chegasse à frente com o dinheiro primeiro.
  10. Colocado por: pcspinheiroE não acham que encorajaria as pessoas a aderirem, sobretudo as que não se podem dar ao luxo de receber um "não" na hora de receberem o reembolso?

    Eu concordo em absoluto consigo, até pq o sistema português favoreceu mais quem tem alguma disponibilidade financeira, e olhe que eu até recebi verbas do fundo mas apesar disso considero a forma encontrada errada, pois deixou de fora quem não tem tinheiro para pagar e ficar à espera.
  11. Colocado por: pcspinheirocom obrigatoriedade de posterior apresentação de provas e fatura, era mais equitativo e inclusivo.

    Do que sei do sistema adotado em França foi diferente, as pessoas candidatavam-se ao fundo, caso fosse aceite a aprovação era comunicada logo com uma lista de empresas onde contratarem o serviço. A partir daí era entre as empresas e o estado, admito que o estado francês possa pagar a tempo e horas, o que facilita estes processos.
  12. Colocado por: rjmsilvaIa dar ao mesmo, o dinheiro sendo limitado, nunca vai chegar a toda a gente.

    Não, apesar de tudo seria mais equitativo, pois todos teriam oportunidade de se candidatar, a firma escolhida em Portugal não permite a algumas pessoas candidatarem-se.
  13. Os que não têm dinheiro, a partida terão acesso ao vale. Mas pelo que vamos vendo, mesmo por aqui, o critério de acesso aos vales é meio dúbio.
  14. Colocado por: AMVP
    Do que sei do sistema adotado em França foi diferente, as pessoas candidatavam-se ao fundo, caso fosse aceite a aprovação era comunicada logo com uma lista de empresas onde contratarem o serviço. A partir daí era entre as empresas e o estado, admito que o estado francês possa pagar a tempo e horas, o que facilita estes processos.


    Ou isso. Mas se houvesse confirmação à partida de que o subsídio iria ser pago por a candidatura ser elegível, também encorajaria muitos que, nos moldes que que foi feito, preferiram estar quietos por não poderem suportar a factura por inteiro.

    E não acredito que fosse dar ao mesmo se fosse tudo feito nestes moldes. Ou seja, não importaria ter o dinheiro para se chegar à frente primeiro se as candidaturas tivessem que ser pré-aprovadas por ordem de chegada. A dada altura, quantos não andaram a roer as unhas a seguir o processo para ver se ainda lhes calhava o reembolso? Agora já sabemos que calhou a todas as que estavam segundo as regras, mas prognósticos no fim do jogo todos sabem fazer...
  15. Colocado por: rjmsilvaOs que não têm dinheiro, a partida terão acesso ao vale. Mas pelo que vamos vendo, mesmo por aqui, o critério de acesso aos vales é meio dúbio.


    Os critérios são bem claros, ainda que algo restritivos/injustos. O modo como muitos conseguem encaixar-se nesses critérios é que para mim é dúbio. Mas é Portugal, está tudo bem.
    Concordam com este comentário: rjmsilva
  16. Seria mais vantajoso e permitiria a mais gente aceder ao fundo diminuir a comparticipação a uns 50% do investimento, com um teto ajustado à tipologia. Para painéis FV, dar um máximo de uns 1000€ já era bom.
  17. O modelo actual é+- dentro dessas premissas. A candidatura é anterior à obra e a pessoa só tem que provar ter o dinheiro para a sua cota-parte
  18. Qual modelo actual? Já foi publicada alguma coisa?
  19. Colocado por: pcspinheiroIdem, tenho orçamento para painéis solares fotovoltaicos. Mas já pedi há uns meses largos, posso ter que actualizar... No prédio tenho (supostamente) pré-instalação para térmicos, mas não sei se vale a pena.

    Alguém sabe dizer se os solares térmicos foram contemplados nas edições passadas? Se sim, em rúbricas diferentes da dos fotovoltaicos?

    Pode partilhar qual a empresa dos painéis solares fotovoltaicos?
    Também sou da região de Coimbra.
    Obrigado.
  20. Empresas que apliquem capoto com apoio zona norte alguém conhece?
    4000 euros por fracção e comparticipação de 70% é bom o problema é se a empresa não seguir o recomendado e perde-se dinheiro por culpa de terceiros...
 
0.0351 seg. NEW