Colocado por: NTORION
Gosto de trabalhar com o BCP, tenho conta desde os 18 anos, gosto das aplicações, praticamente faço tudo de forma digital, uso cartões de débito e crédito, e tenho conta de ativos mobiliários e várias domiciliações, (contudo de momento não é o meu banco principal), ontem recebi 1 e-mail a dizer que não atingindo determinados limites passam a cobrar 15€/mês por manutenção de conta....
Portanto, nas férias começar a tratar de alterar toda a domiciliação que lá está, e deixar a jeito para encerrar a conta.
Colocado por: JosebaEpa 15 euros por mes?????
Isso é um roubo.... A maioria são 5 ou 6 euros....
Colocado por: Casa da Hortafiz nova conta no Activobank
Colocado por: Casa da HortaComigo foi o BPI. Cliente de muitos anos e há uns atrás inventaram uma conta para cobrar comissões
Colocado por: pcspinheiroNo CTT acho que não cobram se tiver conta ordenado. Não dei conta que me cobrassem nada, mas se o fizerem é adeus também.
Colocado por: NTORIONAcho q cheguei a ter conta quando apareceu, era o banco digital do BCP se n estou em erro.
Colocado por: HAL_9000vem logo com a Turquia, alguém falou da Turquia Argentina ou Zimbábue? O que se estava a falar foi da inflação em Portugal no final da década de 80 e início da década de 90, quer perguntar a algum português que passou por essas inflacoes se ganhou ou perdeu poder de compra no processo?
Colocado por: Sasapodurante o periodo de inflaçao alta ou no pós? são duas coisas completamente diferentesPara fazer sentido encare o periodo compreendido entre os 2 anos antes e od 2 anos após a inflaçao estar controlada.
Colocado por: PedroNunes24A Argentina já supera os 100% de inflação e recentemente até uma nova nota de 2000 pesos lançou.
Segue um vídeo bastante interessante da situação local:
https://www.youtube.com/watch?v=NRGc405tdeo
Colocado por: spvaleE o mercado paralelo é equivalente a 35% do PIB, pagava 6 X o gasto do SNS
Colocado por: Carvai
Não sei se a percentagem é tão alta actualmente.
Mas uma determinada etnia que vive quase exclusivamente do mercado paralelo é especialmente acarinhada pelo Estado com casas grátis, generosos subsídios e prioridade no SNS.
Colocado por: Sasapo
exacto, a culpa é dessa comunidade que são cerca de 50.000 pessoas, devem ser eles que representam uma fuga aos impostos equivalente a 35% do PIB.
E não nutro especial simpatica por quem não quer ser integrado, mas traze-los para este tema e ordem de grandeza desta dimensão não faz qualquer sentido.
Colocado por: AMG1Tanto quanto percebi sua ideia tem como meta, um subsidio estatal, igual para todos e a que todos teriam acesso a partir de uma determinada idade. Este subsidio seria financiado com impostos (IRS pelo que percebi). Paralelamente quem quisesse e pudesse constituia uma poupança e estaria isento de qualquer imposto sobre os ganhos dai decorrentes, independentemente do tipo de investimentos +/- especulativos que fizesse.
Não é nem de longe, o que para mim faz sentido, mas não foi essa a questão que coloquei.
Colocado por: AMG1A questao é como fazer a transição entre o actual sistema e esse seu objectivo final.
Teoricamente o actual sistema está equilibrado, no sentido em que 100% das contribuições pagam 100% das pensões (nao e bem assim porque os saldos positivos ou negativos são encaminhados para o fundo de sustentabilidade), mas vamos esquecer isto por agora. Portanto, logo no momento 0, deixa de ter 100% das actuais contribuições, mas mantém o pagamento de 100% das pensões actuais, como é que equilibrava a contas durante pelo menos os proximos 20 anos (a esperança media de vida de alguém que se reforma hoje sao 19,6 anos), com impostos?
Colocado por: AMG1Vamos ver isto da forma o mais simples possivel, durante um determinado numero de anos, os activos actuais e muitos dos futuros teriam uma TSU (ou o que lhe quiser chamar) que seria p.e. 50% do valor actual, mas um aumento do IRS igual aos restantes 50%
Colocado por: AMG1ou seja para os actuais activos nao mudava nada a nao ser a garantia de que quando se reformassem a pensao que iriam receber (o somatorio das duas) seria por definição sempre mais pequeno do que a "assegurada", ou pelo.menos prevista pelo actual sistema, isto pelo mesma contribuição, ainda wue com composição diversa.
Colocado por: AMG1É por isto que, do.meu ponto de vista, só há duas maneiras de resolver isto. i) cortes significativos nas pensões actuais e obviamente nas futuras dos actuais activos
Colocado por: spvale
Viram hoje na TVI a falar sobre sermos o 5 país da Europa com a maior carga fiscal.
Colocado por: Carvai
Não sei se a percentagem é tão alta actualmente.
Mas uma determinada etnia que vive quase exclusivamente do mercado paralelo é especialmente acarinhada pelo Estado com casas grátis, generosos subsídios e prioridade no SNS.
Colocado por: AMG1puxe para trás na televisão e foi na TVI hoje, sinceramente não reparei nesse pormenor mas achei que estávamos muito elevados nesse ranking infelizmente...
Se disseram isso não deviam ter dito, porque nao e verdade. A carga fiscal em Portugal foi em 2022 creio que 36,4% do PIB, o que nos deverá colocar para aí na 12 ou 13 posição do conjunto comunitário.
Provavelmente estavam a referir-se ao esforço fiscal dos particulares, aí sim devemos andar de facto pelo 4º ou 5 lugar. Mas não é a mesma coisa, apesar de haver jornalistas que nao conseguem distinguir os dois indicadores, eles espelham coisas diferentes. O mais certo e que não tenha sido um erro intencional, mas apenas ignorância.
Colocado por: ferreiraj125
Exato.
Para mim o que não faz sentido é ter o estado a extravasar o seu papel social e a gerir um sistema de pensões como o que temos.
O estado social é para garantir um minimo (suficiente) para todos. A ideia de uns terem reformas mais elevadas garantidas pelo estado faz tanto sentido como uns terem escolas melhores ou cuidados hospitalares melhores só porque pagam mais impostos.
Colocado por:ferreiraj125>
A unica coisa que muda é que acabaria com a ideia de descontar para uma "caixinha" separada chamada SS.
O estado continuaria a obter a mesma receita mas passaria a estar tudo sob o IRS.
Poderias manter a separação imaginaria, não faz diferença porque, como disse, é uma separação imaginaria. Vai tudo para o estado à mesma.
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Percebeste mal.
Passariam todos a contribuir para o novo sistema apenas e isso refletir-se-ia na sua reforma futura.
...
O atual sistema também não garante que os que descontam atualmente vão ganhar tanto quanto os que estão reformados atualmente.
É mais que crido que daqui a 20 ou 30 anos as pensões terão de ser menores em relação aos ultimos salarios do que acontece atualmente.
Além disso estás a assumir que iriam descontar até à reforma tanto quanto descontariam no sistema atual, mas na realidade à medida que mais pessoas se reformassem com a reforma parcialmente limitada do novo sistema a necessidade de contribuição para o sistema iria diminuindo, dando folga para contribuir para o segundo e terceiro pilar.
Repara que não há almoços gratis. O sistema atual não cria dinheiro do nada. A população ativa vai sempre sustentar os reformados.
Mas isso seria ainda pior, porque o que eu sugiro teria um periodo de transição de decadas para o regime de pensões limitadas. Só quem estivesse a entrar agora no mercado de trabalho é que iria ter uma reforma totalmente limitada.
Não vejo porque é que colocas problemas na minha sugestão e defendes algo bem mais problematico.
Colocado por: spvaleE o mercado paralelo é equivalente a 35% do PIB, pagava 6 X o gasto do SNS
Colocado por: Sasapoexacto, a culpa é dessa comunidade que são cerca de 50.000 pessoas, devem ser eles que representam uma fuga aos impostos equivalente a 35% do PIB.