Iniciar sessão ou registar-se
  1. Colocado por: NTORION

    Gosto de trabalhar com o BCP, tenho conta desde os 18 anos, gosto das aplicações, praticamente faço tudo de forma digital, uso cartões de débito e crédito, e tenho conta de ativos mobiliários e várias domiciliações, (contudo de momento não é o meu banco principal), ontem recebi 1 e-mail a dizer que não atingindo determinados limites passam a cobrar 15€/mês por manutenção de conta....

    Portanto, nas férias começar a tratar de alterar toda a domiciliação que lá está, e deixar a jeito para encerrar a conta.

    Comigo foi o BPI. Cliente de muitos anos e há uns atrás inventaram uma conta para cobrar comissões. Deu trabalho mas nem hesitei. Fui na altura para o CTT mas também se lembraram há pouco tempo das comissões. Deixei-os no instante e fiz nova conta no Activobank (onde já tinha uma conjunta). Tem um homebanking excelente e até ver livre de qualquer custo, se mudarem de ideias pois também mudarei.
  2. No CTT acho que não cobram se tiver conta ordenado. Não dei conta que me cobrassem nada, mas se o fizerem é adeus também.
    Concordam com este comentário: sisu
  3. Colocado por: JosebaEpa 15 euros por mes?????
    Isso é um roubo.... A maioria são 5 ou 6 euros....

    Há cerca de 1 ano passaram a cobrar esses 5€...


    Colocado por: Casa da Hortafiz nova conta no Activobank

    Acho q cheguei a ter conta quando apareceu, era o banco digital do BCP se n estou em erro.


    Colocado por: Casa da HortaComigo foi o BPI. Cliente de muitos anos e há uns atrás inventaram uma conta para cobrar comissões

    Já fechada este inverno...
  4. Colocado por: pcspinheiroNo CTT acho que não cobram se tiver conta ordenado. Não dei conta que me cobrassem nada, mas se o fizerem é adeus também.

    Tinha lá o ordenado e ia pagar na mesma. Só se mudaram entretanto. Mas como houve aquela burla, onde clientes perderam imenso dinheiro, também não ficaria tentado em voltar a eles, confesso.

    Colocado por: NTORIONAcho q cheguei a ter conta quando apareceu, era o banco digital do BCP se n estou em erro.

    Sim, é sucursal do Millennium.

    Fechar contas é como quem diz, que muitos anos passados da última que tive no BCP ainda recebo sms deles! E no bpi igual, ainda mandam carta de uma conta que está a zero há mais de 10 anos! Já fartei de pedir, já mandei mail, já fui ao balcão. Desisti.

    edit: condições da conta ctt assim à pressa. Salta à vista que quem tem menos de 25 anos não paga comissão... onde vão os meus 25 anos! :-)
  5. Ah, tenho cartão de débito e eventualmente pago por ele uma anuidade. Na verdade já pensei em desistir mas depois pago a manutenção... É isso então. Se calhar está na altura de mudar de banco de novo, e a app deles é uma grande porcaria...
  6. Colocado por: HAL_9000vem logo com a Turquia, alguém falou da Turquia Argentina ou Zimbábue? O que se estava a falar foi da inflação em Portugal no final da década de 80 e início da década de 90, quer perguntar a algum português que passou por essas inflacoes se ganhou ou perdeu poder de compra no processo?


    durante o periodo de inflaçao alta ou no pós? são duas coisas completamente diferentes
  7. Colocado por: Sasapodurante o periodo de inflaçao alta ou no pós? são duas coisas completamente diferentes
    Para fazer sentido encare o periodo compreendido entre os 2 anos antes e od 2 anos após a inflaçao estar controlada.
    As pessoas ou recuperaram ou ganharam poder de compra. Obviamente que tiveram de aguentar a pancada, como estamos agora. A diferença é que nem daqui a 5 anos vamos recuperar o poder de compra perdido (que aliás vem a ser perdido há 20 anos). COm a agravante de que quem entrou no mercado de trabalho no periodo da troica, nunca teve poder de compra de jeito.
  8. A Argentina já supera os 100% de inflação e recentemente até uma nova nota de 2000 pesos lançou.

    Segue um vídeo bastante interessante da situação local:

    https://www.youtube.com/watch?v=NRGc405tdeo
  9. Colocado por: PedroNunes24A Argentina já supera os 100% de inflação e recentemente até uma nova nota de 2000 pesos lançou.

    Segue um vídeo bastante interessante da situação local:

    https://www.youtube.com/watch?v=NRGc405tdeo

    Já tinha falado da Argentina e mesmo com essa nota nada muda, basicamente muita gente paga com dólares já.
    Viram hoje na TVI a falar sobre sermos o 5 país da Europa com a maior carga fiscal.
    E o mercado paralelo é equivalente a 35% do PIB, pagava 6 X o gasto do SNS
  10. Colocado por: spvaleE o mercado paralelo é equivalente a 35% do PIB, pagava 6 X o gasto do SNS

    Não sei se a percentagem é tão alta actualmente.
    Mas uma determinada etnia que vive quase exclusivamente do mercado paralelo é especialmente acarinhada pelo Estado com casas grátis, generosos subsídios e prioridade no SNS.
    Concordam com este comentário: HAL_9000, Ruipsm
    • Sasapo
    • 21 junho 2023 editado
    Colocado por: Carvai
    Não sei se a percentagem é tão alta actualmente.
    Mas uma determinada etnia que vive quase exclusivamente do mercado paralelo é especialmente acarinhada pelo Estado com casas grátis, generosos subsídios e prioridade no SNS.
    Concordam com este comentário:HAL_9000


    exacto, a culpa é dessa comunidade que são cerca de 50.000 pessoas, devem ser eles que representam uma fuga aos impostos equivalente a 35% do PIB.
    E não nutro especial simpatica por quem não quer ser integrado, mas traze-los para este tema e ordem de grandeza desta dimensão não faz qualquer sentido.
    Concordam com este comentário: ralph_, eu, Ricardo Vaz, desofiapedro
    • AMG1
    • 21 junho 2023
    Colocado por: Sasapo

    exacto, a culpa é dessa comunidade que são cerca de 50.000 pessoas, devem ser eles que representam uma fuga aos impostos equivalente a 35% do PIB.
    E não nutro especial simpatica por quem não quer ser integrado, mas traze-los para este tema e ordem de grandeza desta dimensão não faz qualquer sentido.


    Se a actividade economica dessa comunidade vale 35% do PIB e se são 50.000 pessoas, isso significa que cada um deles vale, em media, mais coisa menos coisa 5 milhões
    Ja tinha ouvido que alguns são ricos, mas nao imaginava tão bem na vida.

    Claro os biscates de todo o tipo, pagos em dinheiro, se não tiverem sido praticados por essa comunidade, óbviamente que não constituem qualquer infracção fiscal.
    Da mesma forma que os cambalachos com o IVA feitos por empresas manhosas, outras nem tanto, só constituem fuga ao fisco se a maioria do capital social da empresa pertencer à holding LeLo, SGPS, caso contrário são um exemplo de idoneidade e cumprimento exemplar das regras tributárias.
  11. Colocado por: AMG1Tanto quanto percebi sua ideia tem como meta, um subsidio estatal, igual para todos e a que todos teriam acesso a partir de uma determinada idade. Este subsidio seria financiado com impostos (IRS pelo que percebi). Paralelamente quem quisesse e pudesse constituia uma poupança e estaria isento de qualquer imposto sobre os ganhos dai decorrentes, independentemente do tipo de investimentos +/- especulativos que fizesse.
    Não é nem de longe, o que para mim faz sentido, mas não foi essa a questão que coloquei.

    Exato.

    Para mim o que não faz sentido é ter o estado a extravasar o seu papel social e a gerir um sistema de pensões como o que temos.

    O estado social é para garantir um minimo (suficiente) para todos. A ideia de uns terem reformas mais elevadas garantidas pelo estado faz tanto sentido como uns terem escolas melhores ou cuidados hospitalares melhores só porque pagam mais impostos.

    Colocado por: AMG1A questao é como fazer a transição entre o actual sistema e esse seu objectivo final.
    Teoricamente o actual sistema está equilibrado, no sentido em que 100% das contribuições pagam 100% das pensões (nao e bem assim porque os saldos positivos ou negativos são encaminhados para o fundo de sustentabilidade), mas vamos esquecer isto por agora. Portanto, logo no momento 0, deixa de ter 100% das actuais contribuições, mas mantém o pagamento de 100% das pensões actuais, como é que equilibrava a contas durante pelo menos os proximos 20 anos (a esperança media de vida de alguém que se reforma hoje sao 19,6 anos), com impostos?

    A unica coisa que muda é que acabaria com a ideia de descontar para uma "caixinha" separada chamada SS.

    O estado continuaria a obter a mesma receita mas passaria a estar tudo sob o IRS.

    Poderias manter a separação imaginaria, não faz diferença porque, como disse, é uma separação imaginaria. Vai tudo para o estado à mesma.

    Colocado por: AMG1Vamos ver isto da forma o mais simples possivel, durante um determinado numero de anos, os activos actuais e muitos dos futuros teriam uma TSU (ou o que lhe quiser chamar) que seria p.e. 50% do valor actual, mas um aumento do IRS igual aos restantes 50%


    Percebeste mal.

    Passariam todos a contribuir para o novo sistema apenas e isso refletir-se-ia na sua reforma futura.

    Colocado por: AMG1ou seja para os actuais activos nao mudava nada a nao ser a garantia de que quando se reformassem a pensao que iriam receber (o somatorio das duas) seria por definição sempre mais pequeno do que a "assegurada", ou pelo.menos prevista pelo actual sistema, isto pelo mesma contribuição, ainda wue com composição diversa.


    O atual sistema também não garante que os que descontam atualmente vão ganhar tanto quanto os que estão reformados atualmente.

    É mais que crido que daqui a 20 ou 30 anos as pensões terão de ser menores em relação aos ultimos salarios do que acontece atualmente.

    Além disso estás a assumir que iriam descontar até à reforma tanto quanto descontariam no sistema atual, mas na realidade à medida que mais pessoas se reformassem com a reforma parcialmente limitada do novo sistema a necessidade de contribuição para o sistema iria diminuindo, dando folga para contribuir para o segundo e terceiro pilar.

    Repara que não há almoços gratis. O sistema atual não cria dinheiro do nada. A população ativa vai sempre sustentar os reformados.

    Colocado por: AMG1É por isto que, do.meu ponto de vista, só há duas maneiras de resolver isto. i) cortes significativos nas pensões actuais e obviamente nas futuras dos actuais activos


    Mas isso seria ainda pior, porque o que eu sugiro teria um periodo de transição de decadas para o regime de pensões limitadas. Só quem estivesse a entrar agora no mercado de trabalho é que iria ter uma reforma totalmente limitada.

    Não vejo porque é que colocas problemas na minha sugestão e defendes algo bem mais problematico.
    • AMG1
    • 21 junho 2023
    Colocado por: spvale
    Viram hoje na TVI a falar sobre sermos o 5 país da Europa com a maior carga fiscal.


    Se disseram isso não deviam ter dito, porque nao e verdade. A carga fiscal em Portugal foi em 2022 creio que 36,4% do PIB, o que nos deverá colocar para aí na 12 ou 13 posição do conjunto comunitário.

    Provavelmente estavam a referir-se ao esforço fiscal dos particulares, aí sim devemos andar de facto pelo 4º ou 5 lugar. Mas não é a mesma coisa, apesar de haver jornalistas que nao conseguem distinguir os dois indicadores, eles espelham coisas diferentes. O mais certo e que não tenha sido um erro intencional, mas apenas ignorância.
    Concordam com este comentário: ferreiraj125
  12. Colocado por: Carvai
    Não sei se a percentagem é tão alta actualmente.
    Mas uma determinada etnia que vive quase exclusivamente do mercado paralelo é especialmente acarinhada pelo Estado com casas grátis, generosos subsídios e prioridade no SNS.
    Concordam com este comentário:HAL_9000

    Eles são uma gota no oceano dos dependentes, um fornecedor do meu pai tem a sede da empresa ao lado de uma associação que dá alimentos é só ver a malta de BMW e Mercedes a ir lá buscar e a maioria não são dessa etnia...
  13. Colocado por: AMG1

    Se disseram isso não deviam ter dito, porque nao e verdade. A carga fiscal em Portugal foi em 2022 creio que 36,4% do PIB, o que nos deverá colocar para aí na 12 ou 13 posição do conjunto comunitário.

    Provavelmente estavam a referir-se ao esforço fiscal dos particulares, aí sim devemos andar de facto pelo 4º ou 5 lugar. Mas não é a mesma coisa, apesar de haver jornalistas que nao conseguem distinguir os dois indicadores, eles espelham coisas diferentes. O mais certo e que não tenha sido um erro intencional, mas apenas ignorância.
    puxe para trás na televisão e foi na TVI hoje, sinceramente não reparei nesse pormenor mas achei que estávamos muito elevados nesse ranking infelizmente...
    Como é óbvio a televisão pode ser tendênciosa
    • AMG1
    • 21 junho 2023
    Colocado por: ferreiraj125
    Exato.

    Para mim o que não faz sentido é ter o estado a extravasar o seu papel social e a gerir um sistema de pensões como o que temos.

    O estado social é para garantir um minimo (suficiente) para todos. A ideia de uns terem reformas mais elevadas garantidas pelo estado faz tanto sentido como uns terem escolas melhores ou cuidados hospitalares melhores só porque pagam mais impostos.


    Cada um e livre de entender que o estado deve ter mais ou menos funções, ou que deve ter umas e nao outras. Outra coisa é aquelas tem hoje. Ora hoje é inequívoco que o sistema de pensões é gerido pelo estado e financiados pelas contribuições de todos, sob a forma de uma % fixa e unica sobre o salario de cada um.

    O sistema tem dois principios base:
    As contribuições dos activos pagam as pensoes dos reformados e cada reformado recebe não as contribuições que fez, mas em conformidade com uma fórmula existente no sistema e que considera, entre outras coisas, a duração e o valor das contribuições que fez enquanto activo.

    Num imposto a expectativa que cada um de nós tem não é de vir a ter a "devolução" desse valor, mas a garantia de que os serviços são prestados se tiver necessidade de os utilizar.
    • AMG1
    • 21 junho 2023
    Colocado por:ferreiraj125>
    A unica coisa que muda é que acabaria com a ideia de descontar para uma "caixinha" separada chamada SS.

    O estado continuaria a obter a mesma receita mas passaria a estar tudo sob o IRS.

    Poderias manter a separação imaginaria, não faz diferença porque, como disse, é uma separação imaginaria. Vai tudo para o estado à mesma.
    ...

    Percebeste mal.

    Passariam todos a contribuir para o novo sistema apenas e isso refletir-se-ia na sua reforma futura.
    ...

    O atual sistema também não garante que os que descontam atualmente vão ganhar tanto quanto os que estão reformados atualmente.

    É mais que crido que daqui a 20 ou 30 anos as pensões terão de ser menores em relação aos ultimos salarios do que acontece atualmente.

    Além disso estás a assumir que iriam descontar até à reforma tanto quanto descontariam no sistema atual, mas na realidade à medida que mais pessoas se reformassem com a reforma parcialmente limitada do novo sistema a necessidade de contribuição para o sistema iria diminuindo, dando folga para contribuir para o segundo e terceiro pilar.

    Repara que não há almoços gratis. O sistema atual não cria dinheiro do nada. A população ativa vai sempre sustentar os reformados.

    Mas isso seria ainda pior, porque o que eu sugiro teria um periodo de transição de decadas para o regime de pensões limitadas. Só quem estivesse a entrar agora no mercado de trabalho é que iria ter uma reforma totalmente limitada.

    Não vejo porque é que colocas problemas na minha sugestão e defendes algo bem mais problematico.


    Vamos lá ver. A minha questão nao é sobre o modelo que propões, nao concordo com ele, mas não quero contaminar esta discussao com outra, onde eventualmente será mais dificil chegarmos a qualquer acordo.

    O tema, agora é essa transição faseada que falas durara décadas. Nesse período tens como custo as pensoes actuais e as novas, cujo valor durante muitos e longos anos serao muito proximas das actuais. Ora para pagar este custo irias aumentar o IRS na mesma proporção da TSU que acaba (não esqueças que tens de adicionar a TSU do empregador) isso na prática significa que os activos passariam a pagar mais de IRS do que pagam hoje no somatório do IRS+TSU.
    Por outro lado quando se reformassem teriam uma parte da pensao calaculada com as regras actuais e outra pelas novas, no que resultaria sempre uma pensão mais baixa do que se fosse toda calculada pelas regras actuais.
    Tu contrapoes a isto a ideia de que no futuro o actual sistema também vai pagar pensoes mais baixas, o que não é uma inevitabilidade, mas admitindo que assim seja, então porquê mudar as regras? Só para transferir o encargo actual do empregador para o empregado?
    Percebes qual é o dilema?
    Mas depois ainda tens outro problema, que é como é que os activos mantendo a mesma carga fiscal que têm hoje, ou no limite aumentando-a (por via da transferencia da TSU do empregador) vão ter condições de financiar o tal segundo e terceiro pilar?
    Quando tivermos isto esclarecido, logo passamos a discussão sobre o modelo final que propões.
    Depois a parte dos almoços grátis é interessante, pena não se aplica aqui. Acho que estás a confundir as coisas. Um activo está a pagar o almoço de um reformado, da mesma forma que amanhã há-de almoçar o que outro vai pagar. Ou seja um reformado nao paga o almoço, porque ele seja gratis, mas porque ja o pagou antecipadamente.
    • AMVP
    • 21 junho 2023
    Colocado por: spvaleE o mercado paralelo é equivalente a 35% do PIB, pagava 6 X o gasto do SNS

    Se é paralelo, como é que o quantificam?
    E se o quantificam pq não é tributável?
    • RCF
    • 22 junho 2023
    Colocado por: Sasapoexacto, a culpa é dessa comunidade que são cerca de 50.000 pessoas, devem ser eles que representam uma fuga aos impostos equivalente a 35% do PIB.

    Essa comunidade não representa, certamente, 35% do PIB, nem é responsável por todo, nem sequer por grande parte, do mercado paralelo.
    Mas, essa comunidade, são apenas 50.000 pessoas?! Creio serem mais... em Lisboa há bairros (sociais) inteiros deles...
 
0.0415 seg. NEW