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  1.  # 21

    Epa eu nao sou da area por isso nao me vou esticar muito. mas o que vi sobre DPS quando estava a analisar os mesmos é como o ClioII referiu.

    O Varistor vai atuando e desviando sobrecargas para a terra de forma a proteger a instalacao.
    Ao fim de algum tempo devido a desgaste ou a um surto a serio deixa de funcionar de vez.

    Ao deixar de funcionar o varistor pode ficar num de 2 modos: em curto ou em isolamento de forma permanente.

    Como nao é garantido que nao fica em curto é que se deve ter sempre um fusivel ou um magnetotermico a protege-lo.

    Ha umas versoes que ja tem o magnetotermico incluido.
  2.  # 22

    Que tipo de proteção devo instalar? Disjuntor, fusível? de que calibre? com que poder de corte?
    Se tiver um quadro parcial, será que fica protegido?
    Que tipo de DST devo instalar? I, I+II, II, III?
    Qual o comprimento máximo recomendado das ligações entre barramentos e ligação à terra?

    A fabricantes que não recomendam proteção individual aos DST's caso a proteção a montante seja inferior a 160A.
  3.  # 23

    Colocado por: ClioIIMas, se a tensão sobe acima de um patamar, tornam-se bons condutores
    ficando permanentemente em curto circuito obrigando a substituição.
  4.  # 24

    Relativamente aos diferenciais, na minha opinião, na maior parte das cargas que temos em casa não se justifica o diferencial do tipo A, cujo valor é sensivelmente o dobro do tipo AC.

    O diferencial do tipo A/HI, justifica-se para cargas do como Carregadores de veículos elétricos, bombas de calor, Ar condicionados,...

    O grande problema das instalações elétricas, como já referido anteriormente, é a qualidade de execução, principalmente no que toca a diferenciais em cascata sem seletividade diferencial, ou a utilização de um diferencial geral.
  5.  # 25

    Colocado por: jorgealvesficando permanentemente em curto circuito obrigando a substituição.


    Nem sempre.

    Se o "tranco" for grande o suficiente, sim, vai romper o varístor.

    Até já tive um caso em que a "martelada" foi tão grande que o varístor "vaporizou" e passou a ser um circuito aberto (um perigo, pois não se dava pela ausência dele).

    Mas numa situação regular o varístor degrada lentamente ao fim de vários "trancos".

    Se o "surge arrester" for um GDT (gas discharge tube) não tem envelhecimento (a menos que seja falha catastrófica). Mas esses já são para tensões mais elevadas normalmente.

    Também há os díodos TVS, uma espécie de zenner especializado em "papar" transientes, mas estes, pelo contrário, costumam ser para tensões baixinhas (na eletrónica é mato).
  6.  # 26

    Colocado por: Piafinho

    Quando o Fusivel/disjuntor de protecção do DPS disparar.
    O DPS pode ficar em curto circuito quando chega ao final de vida.

    Instalou o fusivel ou disjuntor como recomendado, certo?


    Certo, disjuntor de 32A, sem derivações nos bornes do DPS e com cabo <50 cm, tudo como indica a documentação.
  7.  # 27

    Colocado por: BigmouseQue tipo de proteção devo instalar? Disjuntor, fusível? de que calibre? com que poder de corte?
    Se tiver um quadro parcial, será que fica protegido?
    Que tipo de DST devo instalar? I, I+II, II, III?
    Qual o comprimento máximo recomendado das ligações entre barramentos e ligação à terra?

    A fabricantes que não recomendam proteção individual aos DST's caso a proteção a montante seja inferior a 160A.


    Residências, prédios etc. que não tenham para-raios o mais normal será Tipo 2. Disjuntores o que eu adquiri sugeria usar de 32A de 2 polos. Eu atualmente uso da Efapel visto que toda a minha instalação é Efapel. O que tenho é este (2 unidades, uma para o neutro outra para a fase). Atenção que na descrição diz Tipo 1 mas é Tipo 2 (entrei em contacto com a Efapel e eles confirmaram-me que só comercializam tipo 2, isso é erro de documentação).

    A secção do cabo convém também que seja 4 mm2 ou superior.
    • HFSF
    • 31 julho 2025

     # 28

    Colocado por: BigmouseO grande problema das instalações elétricas, como já referido anteriormente, é a qualidade de execução, principalmente no que toca a diferenciais em cascata sem seletividade diferencial, ou a utilização de um diferencial geral.


    A minha casa tem um diferencial como geral, isto está incorrecto? É de 300ma e todos os outros abaixo de 30ma

    Pergunto porque o eletricista me disse que era obrigatório porque todos os circuitos tinham de estar protegidos com proteção diferencial e por isso se utiliza como o primeiro ponto no quadro.
  8.  # 29

    Colocado por: HFSF

    A minha casa tem um diferencial como geral, isto está incorrecto? É de 300ma e todos os outros abaixo de 30ma

    Pergunto porque o eletricista me disse que era obrigatório porque todos os circuitos tinham de estar protegidos com proteção diferencial e por isso se utiliza como o primeiro ponto no quadro.


    Se a sua casa só tem um quadro eletrico eu não vejo nem necessidade nem vantagens em ter diferenciais assim em cascata.
    Se tem todos os circuitos protegidos por diferenciais de 30mA, esse de 300mA só está aí a ocupar espaço e a aumentar a fiarada.
    Ou tem algum circuito que só esteja protegido pelo de 300mA?
  9.  # 30

    Colocado por: miguelpruivoNão sei de que modo é alimentada, acho que não é aerea.


    Se não sabe como é alimentada então claramente estamos a começar a casa pelo telhado.

    Colocado por: miguelpruivoCerto. E diz muito bem. Isso será o cenário extremo. Mas creio (pelo menos, assim fui indicado) que os DPS tipo 2 (que é o que tenho) protegem também de variações de tensão na rede que podem a longo prazo danificar alguns equipamentos mais sensíveis (que era o que me acontecia).


    Os equipamentos electrónicos tem dentro 2 MOVs para proteger de sobretensões com pouca energia (que é o integral da tensão e duração do evento), suficientes para ambientes urbanos com linhas enterradas.

    Os problemas de qualidade de energia "variações de tensão", não são de forma alguma protegidos por um DPS. Até porque esses eventos teriam cargas energéticas que imediatamente iam destruir o DPS.


    Colocado por: hangasÉ como se fosse um para-quedas de emergência, só da para usar uma vez, mas salva a instalação. Depois tem que ser substituído (em alguns modelos da para meter um cartucho novo)


    Não é para uma vez. Em geral tem uma espécie de cera que vai derretendo, e ao fim de algumas descargas (pode ser 5, podem ser 100), essa cera acaba por derreter toda, largando a mola que acciona a bandeirola e um eventual contacto auxiliar.
    O DPS não deixou de funcionar necessariamente, mas já não é garantido.


    Não se metam em DPS se não estão dispostos a gastar em instalação tal e qual como na folha do produto e ter manutenção profissional. Meter só "porque sim" em 50% dos casos nunca vai funcionar para o efeito pretendido, e nos outros 50% vai ficar inop rapidamente por falta de manutenção.
    • HFSF
    • 31 julho 2025

     # 31

    Colocado por: elfo106Se a sua casa só tem um quadro eletrico eu não vejo nem necessidade nem vantagens em ter diferenciais assim em cascata.
    Se tem todos os circuitos protegidos por diferenciais de 30mA, esse de 300mA só está aí a ocupar espaço e a aumentar a fiarada.
    Ou tem algum circuito que só esteja protegido pelo de 300mA?


    Faz o trabalho de interruptor geral. A nível de espaço ocupa o mesmo.

    Não devo porque se tiver fugas num circuito superiores a 300ma vai correr a instalação toda quando podia estar só num circuito?
  10.  # 32

    Colocado por: boratdonerSe não sabe como é alimentada então claramente estamos a começar a casa pelo telhado.


    Para DPS do Tipo 2 isso não é propriamente relevante — olhemos ao exemplo de países vizinhos que usam DPS como instalação obrigatória, seja o fornecimento aereo ou terrestre. É uma camada extra de proteção para sobre-tensão. Pode não acrescentar muito, mas mal também não fará (assumindo a correta instalação — à entrada do quadro, em paralelo com a restante instalação, cabos inferiores a 50 cm, protegido por disjuntor etc.)


    Colocado por: HFSFNão devo porque se tiver fugas num circuito superiores a 300ma vai correr a instalação toda quando podia estar só num circuito?


    Está a utilizar um corte geral com um diferencial? Ou tem corte geral -> Diferencial 300 -> Diferenciais 30? Se for o corte geral com o diferencial pode servir, mas não me parece a melhor prática. Se for Geral -> Diferencial 300 e depois difrenciais de 30, é uma solução boa SE o diferencial de 300 for selectivo. Caso contrário se a curva for a mesma dos de 30, corre o risco de fugas que outrora deveriam ativar os diferenciais de 30, ativarem o de 300 primeiro (ou os dois), perdendo quase por completo a eficácia dos de 30 (aliás, até fica mais dificil perceber depois qual foi a secção/diferencial que deveria ter disparado, caso dispare primeiro o de 300). Se o de 300 for selectivo, então está tudo certo, porque articula os tempos de disparo com os de 30, permitindo a ordem correta, servindo o de 300 para anti-incendio e os de 30 para anti-choque (além do de 300 servir como "fallback" caso o de 30 não accione), mas volto a dizer, só no caso deste ser selectivo (curva S).
  11.  # 33

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  12.  # 34

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  13.  # 35

    Da experiência dos ensaios que vou realizando, em que 99% dos diferenciais são do tipo AC, se tivermos diferenciais sem série de 300mA->30mA, muito rara a vez ao ensaios o 30mA o de 300mA dispara.
  14.  # 36

    Colocado por: BigmouseDa experiência dos ensaios que vou realizando, em que 99% dos diferenciais são do tipo AC, se tivermos diferenciais sem série de 300mA->30mA, muito rara a vez ao ensaios o 30mA o de 300mA dispara.


    Mas isso é expectável não é? O de 300mA só pode disparar a partir dos 150mA e o de 30mA no pior dos cenários dispara aos 30mA. Está-me a escapar alguma coisa?
  15.  # 37

    Depende da corrente de ensaio, e do tempo de actuação do diferencial.
  16.  # 38

    Dos diferencias que tenho ensaiado, o tempo típicos de atuação a 1x∆I são.

    Dif 30mA.
    21 a 25mA @ 21 a 50ms

    Dif 270mA.
    210/270mA @ 190 a 300ms.
  17.  # 39

    Colocado por: BigmouseDos diferencias que tenho ensaiado, o tempo típicos de atuação a 1x∆I são.

    Dif 30mA.
    21 a 25mA @ 21 a 50ms

    Dif 270mA.
    210/270mA @ 190 a 300ms.


    Então a ver se eu percebi:

    Se tivesse um de 300mA a montante com tempo de disparo de 190ms e 4 de 30mA "em paralelo" a jusante que tivessem todos um tempo de disparo de 50ms, o de 300mA podia disparar porque o seu tempo de resposta é inferior ao tempo de resposta total dos diferenciais que estão a jusante (190 < 50 + 50 + 50 +50). Percebi bem?
  18.  # 40

    Eu nunca coloco diferenciais em cascata.

    Quantos disparos existem em zona de 30ma, depois na realidade há uma fuga e dispara o de 30ma, 300ma e o de 500ma da eredes.

    Fica toda a instalação sem energia.
 
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