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  1. Colocado por: AMG1Quanto ao reagrupamento familiar, parece-me que já ninguém nega que a familia proxima tem um papel central na integração dos imigrantes, se dificultamos esse mecanismo, o resultado só pode ser contrário a uma integração mais rápida, mas provavelmente é isso que se pretende, ou seja que se vão embora em vez de se integrarem, mas nesse caso convinha deixar-mo-nos de hipocrisias e assumir o que verdadeiramente queremos e procurar pôr isso em prática, porque essas pessoas ficarem cá indefinidamente não é uma inevitabilidade, só depende de uma decisão nossa.


    Precisamente.
    Entretanto, essa hipocrisia o que faz é que cada vez mais imigrantes vivam em Portugal sem apego à cultura, ou sem terem grande coisa a perder por fazerem asneiras.
    Até por uma questão de emprego, alguém sozinho, nacional ou estrangeiro, é mais propenso a deixar o trabalho, apesar da formação dada pela empresa, etc...

    Era muito mais fácil se clarificassemos isso... em vez de dizer que temos que os integrar, mas actuamos em sentido oposto.
    Concordam com este comentário: AMG1
  2. Colocado por: N Miguel Oliveira

    Precisamente.
    Entretanto, essa hipocrisia o que faz é que cada vez mais imigrantes vivam em Portugal sem apego à cultura, ou sem terem grande coisa a perder por fazerem asneiras.
    Até por uma questão de emprego, alguém sozinho, nacional ou estrangeiro, é mais propenso a deixar o trabalho, apesar da formação dada pela empresa, etc...

    Era muito mais fácil se clarificassemos isso... em vez de dizer que temos que os integrar, mas actuamos em sentido oposto.


    eu tento não comentar mas é difícil, vocês acordam e decidem vir para aqui debitar tamanhas falsidades?

    ainda hoje apanhei um, "altamente qualificado" porque trabalha em "IT", "pode ir para qualquer lugar" mas escolheu vir para aqui claro

    queria bater na médica porque a médica disse à mulher para falar em "PT-PT" e isso não pode ser! "xenofoba a médica", levou queixa logo e teve "sorte" de ele não estar lá

    mas sim, nós, os portugueses é que somos culpados da falta de integração, e já que se recusam a integrar vamos mandar vir mais
  3. Colocado por: jg231queria bater na médica porque a médica disse à mulher para falar em "PT-PT" e isso não pode ser! "xenofoba a médica", levou queixa logo e teve "sorte" de ele não estar lá


    Quem tem que integrar não é a médica, nem isso é integração alguma.
    Ou acha que basta dizer-lhe, fale assim ou assado, e pufff... magia, passa a falar PT-PT?

    De resto, não percebi a qual falsidade a que se refere. Não me parece complicado de entender que alguém com a família junto pensa bastante diferente de alguém que está sozinho.

    Eu de sí, já li por várias vezes que talvez emigre. Porque não o faz? Será que tem algo que ver com a sua família e por estar integrado num local que gosta? Senão é isso, o que tanto o prende? Não me vai dizer que não é por não falar perfeito o idioma do local de destino, ou é?
    Posto isto, acha que um imigrante é assim tão diferente de sí?
    Concordam com este comentário: desofiapedro
  4. Colocado por: jg231e já que se recusam a integrar


    O que entende por isso?
    O que é recusar-se a integrar-se?
    É uma relação que joga em ambas direções. Para dançar o tango são precisos dois. Aqui é igual, é verdade que é preciso vontade do imigrante, sem isso nada feito. Mas isso é idêntico no caso da sociedade. Se o que faz é tomar medidas que dificultam essa integração, como pode encher a boca dizendo que o que quer é precisamente que se integrem? Como quer que alguém tenha sentido de pertença se o que vê todo o tempo é a sociedade dizer-lhe que ele não pertence aqui? Nem a família dele...

    No final, como raio acha que essa integração de faz? Se nunca passou sequer por isso? Se tivesse, não escrevia as alarvidades que vai escrevendo sistematicamente por aqui.

    Em suma, era muito mais fácil para todos se dissessemos o que realmente queremos, em vez desta hipocrisia.
    Concordam com este comentário: desofiapedro, AMG1
  5. .
  6. Colocado por: setaevraComprar casa agora? Os preços são aceitáveis?

    Qual é o preço aceitável? 🙃


    Eu diria que 12-15 anos de salários para uma casa com algum luxo já. Ou uns 8-10 para o básico dos básicos e dimensões mínimas.
  7. Colocado por: jg231eu tento não comentar mas é difícil,


    Será que tenta mesmo?... à quantidade de bots que aqui vão aparecendo a cada dois dias, com usernames com dois ou três letras e dois ou três numeros... eu já não sei não...
  8. Colocado por: dmanteigas
    E um duplo efeito. Menor volume de imigracao (pelo menos aparente, vamos esperar pelos numeros) e as medidas do governo 'empurraram' muita gente para a compra de casa que esta a sair do arrendamento.

      E esses números?! Tudo atrasado, os da AIMA eram em Junho, os dados do 2º trimestre da construção e habitação também ainda não sairam.

      Cá para mim os dados da AIMA vão sair quando for para o parlamento a discussão sobre a lei dos estrangeiros e da nacionalidade em Setembro. Para criar o máximo de alarido e "justificar" as medidas restritivas que irão ser implementadas nesses diplomas.
      Concordam com este comentário: desofiapedro
    • A AIMA é uma instituição muito duvidosa, parece bastante óbvio que foi constituida por malta que era do SEF e que não achou piada nenhuma à sua extinção, a AIMA queria que a direita ganhasse as eleições (por isso é que mandou aquele relatório intercalar em cima das eleições para criar todo o alarido com a imigração) para depois usar os partidos da Direita (que ajudou a eleger) para refazer o que o PS destruiu (garanto-vos que esta vontade do ministro de aplicar leis tão rigorosas, não vêm dele, vêm da AIMA). E uma parte já foi feita com o novo SEF. Cheira-me que em Setembro vêm ai um relatório muito favorável às medidas que a direita (PSD/Chega) querem implementar. A mesma AIMA que faz isto tudo e por fora passa a imagem de que adora a diversidade e a integração de migrações. Mas estamos na era da Informação, se a AIMA não o fizesse assim era "cancelada".
      Concordam com este comentário: desofiapedro
      • AMG1
      • 13 agosto 2025
      Colocado por: rod_2000... Mas estamos na era da Informação, se a AIMA não o fizesse assim era "cancelada".


      De certeza?
      A mim parece-me estamos é na era da (des)informação e das teorias da conspiração.
      Estas pessoas agradeceram este comentário: desofiapedro
    • Colocado por: AMG1Claro que pesa, mas tambem pesam bastante os outros factores que enunciei logo no primeiro comentário: custo da energia, sistema fiscal, regras de licenciamento, justiça fiscal e administrativa, ou seja tudo coisas em que Portugal é muito pouco atrativo.
      No fim do dia, a decisão resulta da avaliação que o investidor faz disso tudo e não apenas dos salários, senão tinhamo-los a atropelarem-se para vir investir aqui, o que não parece ser o caso.
      Até podemos reduzir ainda mais o custo do trabalho, porque sem resolver os outros estrangulamentos, só vamos conseguir os investidores que venham a procura de trabalho intensivo (barato) e não quem venha construir negócios que aumentem a produtividade e valorizem a nossa economia.


      Evidente.
      O que eu disse que sendo um LCOL country e uma vantagem competitiva pois podem pagar-nos menos para vivermos com a mesma qualidade de vida que um alemao. Uma vantagem competitiva que nao aproveitamos pelo que mencionou.

      Colocado por: AMG1Antes de termos os imigrantes, já tinhamos turismo e agricultura e não me consta que a falta de mão de obra tenha feito subir os salários nesses sectores.


      Porque nao havia a pressao que existiu nos ultimos 4 anos sobre a procura de mao de obra.

      Colocado por: AMG1Agora querer um imigração regulada, não tem de significar que essa regulação seja a preconizada pelo AV e pelo seu séquito, que é sobretudo tributária duma visão ideológica de raiz racista e xenófoba da sociedade, na qual eu não me revejo de todo, e que no limite, até está muito pouco preocupada com os eventuais impactos (positivos e negativos) dos imigrantes da economia. O problema dessa visão é que os imigrantes são sempre um problema, sejam muitos ou poucos, venham eles donde vierem.


      A visao do AV estao muito longe disso.
      Eu nem percebo bem o que o Chega quer, porque o discurso e sempre 'quem vem para trabalhar' quando para mim o problema e o numero, nao o que vem fazer (trabalhar ou 'usufruir de subsidios').

      Colocado por: AMG1Evidentemente, que não gosto da ideia de que que o reagrupamento familiar de um estrangeiro residente tenha criterios diferentes consoante a profissão do mesmo, como se os valores familiares dum fossem diferentes dos do outro, ou se não fosse importante, para nós, que ambos se integrem na nossa comunidade. Mas esta até foi uma das normas alvo do chumbo do TC.


      Ja eu acho bem e nao percebo porque motivo existe inconstitucionalidade para alem do vies ideologico dos juizes. Basicamente e uma forma de filtrar a imigracao que queremos.

      Colocado por: AMG1Pode argumentar-se que no futuro serão mais, o que parece óbvio, mas e então vai ser o aumento dos prazos que vai reduzir esse numero de forma expressiva?


      Tambem ja discutimos isso ad eternum e conhece bem a minha opiniao. E o efeito de chamada e pelo menos fazer o controlo na nacionalidade que nao se fez a quem entrou nos ultimos 4 anos e que vai estar em condicoes de a pedir muito brevemente.

      Colocado por: AMG1A mim parece-me, que estamos a legislar mais para dar resposta a percepções do que a factos, que aparentemente ninguém conhece, sobretudo o governo que avança com dados que são contrariados por outros organismos do estado e que mesmo questionado inclusive pelo PR não nos dá respostas claras sobre o que estamos a falar. Ainda esta semana a IL veio também levantar a mesma questão. Afinal somos 12 milhões de habitantes, ou nem chegamos a 11. Se passado mais de um ano de funções do governo, nem sequer temos certezas quanto a isto, como é que se podem desenhar politicas publicas para lidar com os impactos?


      Nao e legislar para dar resposta a percepcoes.
      Nao termos os dados e em si um indicador que e preciso legislar com urgencia. O estado falhou nesta funcao basica que e controlar quem tem no seu territorio. E alias... as percepcoes neste caso sao muito mais uteis que os dados porque ocorrem em tempo real. Qualquer pessoa que nao viva debaixo de uma pedra percebe que os ultimos 4 anos foram de entrada intensiva de imigrantes apenas a andar na rua, ir as compras ou tomar um cafe.

      Depois o aproveitamento que cada um faz deste 'desgoverno' ja vai da questao politica. A IL questiona porque quer dizer aquilo que eu ja ando a dizer ha pelo menos 2 anos. Que o nosso crescimento e enganador porque se verificarmos o crescimento per capita, estamos praticamente estagnados. Ou seja... o pais esta mais rico mas cada um de nos nao. O PR questiona porque quer acabar o seu mandato como o grande opositor a qualquer medida anti-imigracao. O PS questiona para passar as culpas para o governo. O Chega questiona porque o Chega questiona sempre tudo seja o que for. No fundo, e uma discussao estatistica que interessa pouco. O que interessa e saber aquilo que aparentemente todos concordamos. Entraram mais pessoas do que aquilo que o Pais estava preparado para receber. Portanto, e aqui ja nem todos concordamos, e preciso colocar trancas a porta nos proximos 2 anos para saber o que ca temos, planear o que conseguimos acolher nos proximos anos e ter legislacao em vigor adaptada para isso. Para mim, e essencialmente isto que o governo quer conseguir com as mudancas legislativas. 'Estancar' as entradas.

      Colocado por: N Miguel OliveiraPrecisamente.
      Entretanto, essa hipocrisia o que faz é que cada vez mais imigrantes vivam em Portugal sem apego à cultura, ou sem terem grande coisa a perder por fazerem asneiras.
      Até por uma questão de emprego, alguém sozinho, nacional ou estrangeiro, é mais propenso a deixar o trabalho, apesar da formação dada pela empresa, etc...


      Nao concordo. A nova lei nao proibia o reagrupamento familiar. Quem vier ca com intencoes de ter uma vida a longo prazo nao vai ficar afetado.

      Colocado por: jg231queria bater na médica porque a médica disse à mulher para falar em "PT-PT" e isso não pode ser! "xenofoba a médica", levou queixa logo e teve "sorte" de ele não estar lá


      Tambem vi essa historia surreal no reddit e que e bem exemplificativo daquilo que foi o regabofe dos ultimos anos.
      Eu sei que existe muito 'odio' contra os indostanicos porque sao muito diferentes de nos culturalmente. E de certo modo, 50 mil indostanicos e muito mais dificil de integrar que 100 mil angolanos.
      Mas honestamente o nosso grande problema nos ultimos anos foi mesmo a imigracao vinda do Brasil. Estamos a falar num numero muito grande de brasileiros que veio ao mesmo tempo e que nunca se vao integrar em Portugal. Porque vieram para Portugal mas trouxeram o Brasil atras. O seu grupo de amigos e de brasileiros. Tendem a colocar os filhos nas mesmas escolas. Quando saem, e com brasileiros, para ir ao restaurante de outros brasileiros e depois beber caipirinhas nos bares brasileiros. Nao fazem o minimo esforco para falar ou pelo menos adaptar-se ao portugues de portugal. Alias, eu ja perdi a conta e a paciencia para corrigir o 'Deivdji' e ja deixei de ficar ofendido com certas vezes ter de repetir 3x o pedido e mesmo assim vem errado.

      Colocado por: N Miguel OliveiraQuem tem que integrar não é a médica, nem isso é integração alguma.
      Ou acha que basta dizer-lhe, fale assim ou assado, e pufff... magia, passa a falar PT-PT?


      Nao, mas existe o minimo da decencia e educacao.
      Por exemplo... o N Miguel quando vai ao medico trata-o por tu? Quando se fala muitas vezes na cultura portuguesa, sao estes pormenores que para muito gente ainda interessam. A mim nao me aquece nem me arrefece, mas conheco muita gente que ainda fica ofendida se trocarem um Doutor por Dr.
      Eu se emigrar para o Japao, nao vou para la sem perceber a cultura e forma de interagir deles. E como eu tenho dito varias vezes. A imigracao nao e um direito, e um privilegio. Convinha que quem vem percebesse isto.

      Colocado por: rod_2000E esses números?! Tudo atrasado, os da AIMA eram em Junho, os dados do 2º trimestre da construção e habitação também ainda não sairam.

      Cá para mim os dados da AIMA vão sair quando for para o parlamento a discussão sobre a lei dos estrangeiros e da nacionalidade em Setembro. Para criar o máximo de alarido e "justificar" as medidas restritivas que irão ser implementadas nesses diplomas.


      E a habitual miseria do nosso pais no que toca a dados.
    • Colocado por: dmanteigasNao concordo. A nova lei nao proibia o reagrupamento familiar. Quem vier ca com intencoes de ter uma vida a longo prazo nao vai ficar afetado.

      Eu não conheço a nova lei em detalhe, mas pelas notícias destas últimas semanas, o reagrupamento familiar terá maiores dificuldades. Nem digo se é melhor ou pior. Apenas ponho em causa o paradoxo do "quero que se integrem", só que não...

      Colocado por: dmanteigasNao, mas existe o minimo da decencia e educacao.
      Por exemplo... o N Miguel quando vai ao medico trata-o por tu? Quando se fala muitas vezes na cultura portuguesa, sao estes pormenores que para muito gente ainda interessam. A mim nao me aquece nem me arrefece, mas conheco muita gente que ainda fica ofendida se trocarem um Doutor por Dr.
      Eu se emigrar para o Japao, nao vou para la sem perceber a cultura e forma de interagir deles. E como eu tenho dito varias vezes. A imigracao nao e um direito, e um privilegio. Convinha que quem vem percebesse isto.

      Eu, por uma questão de príncipio trato todos com quem não tenho confiança por "você". Seja o médico, seja o trolha nas obra, seja o dmanteigas aqui. Mesmo tendo confiança, sendo mais velhos, os únicos que trato por "tu" são os meus pais. Ponto. Tios, sogros, vizinhos, etc... se é mais velho que eu, é sempre "você". "Tu" só mesmo os pais, irmã, esposa, cunhado, primos, amigos da mesma idade, e crianças. Quanto ao Dr. Depende. Por príncipio não trato por título académico ninguém. Pode dar-se o caso de tratar por "doutor" algum médico especialista que exige doutoramento e do qual não me recordo o nome. De resto, um Advogado, um Engenheiro, um Arquitecto, etc etc... é sempre por "senhor" ou "você" ou pelo nome que lhe deram. Idem para o Pedreiro, o sem-abrigo, o arrumador de carros, etc...

      Quanto ao Japão, eu concordo consigo. Sempre me regi pelo "em Roma sê romano". Para mim é o que faz sentido.
      Mas entendo que não depende exclusivamente do romano. Depende de Roma também.

      Agora, eu não percebo esse problema nos brasileiros, quando até à própria esposa ou ao marido, tratam por "você".
      Não os imagino a tratar por "tu" a tal médica.
      Esses pormenores culturais, como lhe chama... na verdade até os acho bastante mais presentes nas culturas latinoamericanas que em Portugal. Onde tratam qualquer marreco por "Licenciado", "Doutor", "Engenheiro", etc... e derivados tipo "Lic", "Doc", "Arqui"...

      Por príncipio, empatizo com a versão de quem se sente ofendido, na medida em que se está insatisfeito, acho bem que se expresse, em vez de engolir "pa dentro". Seja a médica que prefere que lhe falem PT-PT, ou qualquer pessoa que se sinta discriminada por ser mulher, homossexual, negra, mulato, por ser gago, ou com alguma condição qualquer. Costumo primeiro tentar entender a razão disso, em vez de atirar a matar sobre quem se está a queixar... pois aí pode dar-se o caso de dupla-vitimização.
      Mas, posto isto, não será a médica que lhe vai ensinar PT-PT em 30 min de consulta. Nem vamos esperar que um imigrante fale melhor que um nativo mal chegue ao país. Se vive há 10 anos, e ainda fala assim, há que ver onde estão as falhas, no imigrante, mas nas condições que a sociedade lhe proporcionou também. Por exemplo, que faz a Suíça, que gere 4 idiomas diferentes no seu território? E mesmo assim, usam um quinto idioma (inglês) muitas das vezes?
      Se contrato um brasileiro para trabalhar num restaurante, o que impede o patrão de o condicionar quanto ao idioma? "Começas 3 meses à prova, à experiência, nessa altura espero que faças tarefas assim e assado, e que melhores o sotaque." Como acontece em qualquer lugar do mundo que tenha imigrantes. Idem para a escola e o filho desse imigrante. E por aí fora.
      Quantas e quantas empresas em Portugal usam o inglês no trabalho? Se podem "educar" um nativo a usar outro idioma/sotaque, o que os impede de "educar" um imigrante a falar português? Não é rocket science.
      Que faz o seu pai nas obras com os trolhas brasileiros? Há gestos tão simples que podem ajudar, como ter o rádio ligado na Renascença todo o dia no estaleiro, ou juntar aulas línguísticas às demais formações que já oferece aos empregados...
      Mas não há nada como sentir que é bem-vindo e que a sua família é tão válida quanto ele para estar no país... para que essa tal integração aconteça da melhor forma.

      De resto, a mim não me faz nenhuma confusão ouvir brasileiro nas ruas... do mesmo modo que quando oiço um turista lisboeta dizer "treuze" nas ruas do Minho, ou um nativo da ilha de São Miguel ou de Miranda do Douro falar com substitulos na TV. A diversidade até é algo que aprecio, acho que nos enriquece. Mas aceito que isso incomode muita gente, é um direito que têm também em sentir-se assim. O que não sei é se esse direito se deve sobrepôr ao resto. E isso é válido para os meus direitos também, eles também têm um limite.
    • Colocado por: N Miguel Oliveira

      Será que tenta mesmo?... à quantidade de bots que aqui vão aparecendo a cada dois dias, com usernames com dois ou três letras e dois ou três numeros... eu já não sei não...


      tenho mais que fazer
    • Colocado por: N Miguel Oliveira

      O que entende por isso?
      O que é recusar-se a integrar-se?
      É uma relação que joga em ambas direções. Para dançar o tango são precisos dois. Aqui é igual, é verdade que é preciso vontade do imigrante, sem isso nada feito. Mas isso é idêntico no caso da sociedade. Se o que faz é tomar medidas que dificultam essa integração, como pode encher a boca dizendo que o que quer é precisamente que se integrem? Como quer que alguém tenha sentido de pertença se o que vê todo o tempo é a sociedade dizer-lhe que ele não pertence aqui? Nem a família dele...

      No final, como raio acha que essa integração de faz? Se nunca passou sequer por isso? Se tivesse, não escrevia as alarvidades que vai escrevendo sistematicamente por aqui.

      Em suma, era muito mais fácil para todos se dissessemos o que realmente queremos, em vez desta hipocrisia.
      Concordam com este comentário:desofiapedro,AMG1


      fds, incrível o gajo ameaça a médica, queixa por "xenofobia" e a culpa é da médica e nossa, somos uns xenófobos, adoro!
    • Colocado por: jg231fds, incrível o gajo ameaça a médica, queixa por "xenofobia" e a culpa é da médica e nossa, somos uns xenófobos, adoro!

      Foi isso que tirou do que escrevi? Bravo!
      Realmente, o extremismo agora é o "normal".

      Se a médica se incomodou pelo utente não falar PT-PT, fez muito bem em dizer-lhe. É uma excelente recomendação dada a um imigrante, sobretudo em contexto médico em que não convém confundir "esquerda" com "direita".
      Agora se o outro não o fez, eu suponho que talvez deva ser por não saber fazê-lo. E isso tem muito mais que se lhe diga que um simples "não fala porque não quer".

      O resto não sei. Nem sei nada desse caso além do que fui lendo aqui. De resto, é você que fala em xenofobia e de que a culpa é nossa. Já agora, será que isso aconteceria se o utente fosse um Patrick ou uma Amélie, filho/a dum emigrante nosso em "Paris de France" que se trilhou nas férias em PT?
      Concordam com este comentário: desofiapedro
      • AMG1
      • 14 agosto 2025
      Colocado por: dmanteigas
      Ja eu acho bem e nao percebo porque motivo existe inconstitucionalidade para alem do vies ideologico dos juizes. Basicamente e uma forma de filtrar a imigracao que queremos.


      É claro que percebe, porque você sabe perfeitamente que não podem existir leis que sejam contrárias a letra e a doutrina subjacente a constituição. Essa do viez ideológico é um completo disparate, ainda por cima veiculada por um dos juizes em que o pendor ideológico foi sempre bem vincado.
      Os juizes do TC têm por missão aferir a constitucionalidade das leis, desde que temos esta constituição, em boa verdade não é bem assim, mas não é importante para o efeito.
      O TC só intervém quando se colocam dúvidas, ou seja, quando é necessário interpretar as disposições constitucionais. Entre os juizes sempre existiram diferentes formas de interpretar essas normas e isso não é nenhum problema, muito pelo contrário, a diversidade é salutar. O unanimismo não faz parte do ADN da democracia. Agora houve uma decisão que desagrada a uns e não a outros, amanhã haverá o contrário. Do meu ponto de vista é absolutamente essencial que no TC estejam representadas as várias leituras existentes sobre a constituição, seja esta ou outra qualquer. Senão qualquer dia estamos como nos USA em que o Trump controla por completo o Supremo, que nesta matéria tem os mesmos poderes que o nosso TC, a ponto de já começar a ultrapassar os limites constitucionais, sem ver nenhum entrave nisso.


      Tambem ja discutimos isso ad eternum e conhece bem a minha opiniao. E o efeito de chamada e pelo menos fazer o controlo na nacionalidade que nao se fez a quem entrou nos ultimos 4 anos e que vai estar em condicoes de a pedir muito brevemente.


      Mas qual efeito de chamada?
      Se vamos restringir as entradas, no limite e idealmente deixar entrar apenas quem queremos e precisamos, como é que existe qualquer efeito de chamada.
      Depois, se queremos controlar quem entrou também temos o momento da renovação da autorização de residência.
      É evidente que não ha qualquer necessidade de alterar esta lei, por causa da imigração. Isso só está a acontecer porque está na agenda do Chega e sem o Chega o PSD não conseguia aprovar as restantes alterações, nos termos em que as queria fazer.
      Até admito que houvesse razões válidas para mexer nesta lei, mas querer vender a ideia de que é por causa dos imigrantes é apenas um "frete" que o PSD faz ao Chega. Espero que seja bem pago, embora duvide que o AV seja homem de "boas contas".


      Nao e legislar para dar resposta a percepcoes.
      Nao termos os dados e em si um indicador que e preciso legislar com urgencia. O estado falhou nesta funcao basica que e controlar quem tem no seu territorio. E alias... as percepcoes neste caso sao muito mais uteis que os dados porque ocorrem em tempo real.
      ...


      Como voce próprio diz, embora por outras palavras, é mesmo legislar para dar resposta a percepções ("não termos os dados...").
      Óbviamente que podemos ter uma ideia razoavelmente aproximada da realidade e até admito que o governo a tenha, por isso mesmo é que não percebo esta situação, em que o governo avança com dados, manifestamente "a medo", que depois são contraditados por agências do proprio estado e nada acontece. Uma situação destas durante meia duzia de meses, dado caos administrativo que se conhece, até seria compreensivel, mais de um ano depois já parece incúria a mais.
      Mas eu percebo que não o choque, nem considere necessario mais do que percepções para o governo legislar, no fim de contas, essas percepções também são suas, agora imagine que eram as de outro.


      Nao concordo. A nova lei nao proibia o reagrupamento familiar. Quem vier ca com intencoes de ter uma vida a longo prazo nao será afectado.


      Claro que não proibia, só o dificultava substancialmente.
      Faca um pequeno esforço de se imaginar na situação de um imigrante que, depois de obter o direito a residir em Portugal, vai ter de esperar 2 anos antes de poder avançar com o processo de reagrupamento e que depois de dar entrada dele, as autoridades administrativas tem 18 meses para tomar uma decisão, mas que tanto quanto percebi até podem não decidir e pedir mais dados e ir dilatando os prazos. Ou seja, voce arriscava-se a estar pelo menos quase 4 anos para poder ter a sua mulher e filhos junto de si, isto depois de já ter a autorização de residência, que também não é automática.
      Foi contra esta incerteza que o TC se pronunciou, porque no limite pode significar a impossibilidade objectiva do reagrupamento familiar.
      Somos um pais soberano e temos todo o direito a só receber quem queremos ou precisamos, o que não podemos, de acordo com a nossa lei fundamental, é tratar quem recebemos de forma contraria aos valores que enfermam essa mesma lei fundamental. Será assim tão difil perceber isto?
      No limite o que está em causa, nem é como tratamos os imigrantes, mas qual o valor que damos às nossas convicções que estão plasmadas na constituição. O que não faz sentido nem é aceitável para nenhum português, também não é aceitável para com alguém que viva legalmente entre nós, sujeito às mesmas obrigações e por isso também sujeito dos mesmos direitos constitucionais.


      Eu se emigrar para o Japao, não vou para lá sem perceber a cultura e forma de interagir deles. E como eu tenho dito varias vezes. A imigracao nao e um direito, e um privilegio. Convinha que quem vem percebesse isto.


      Você talvez não, mas é capaz de garantir que qualquer português faria o mesmo?
      Depois, acha que não há brasileiros, ou outros, que tem comportamentos diferentes desses que aponta e que fazem genuinamente um esforço por se integrarem?
      Não tome a árvore pela floresta, porque não são a mesma coisa. Eu percebo que vivendo numa floresta as árvores parecem-nos todas iguais, mas não são!
      Os imigrantes não são todos iguais, tal como os portugueses também não o são.


      E a habitual miseria do nosso pais no que toca a dados.


      Parece que nem sempre são necessários.
      Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira, desofiapedro
    • Colocado por: dmanteigasEu se emigrar para o Japao, nao vou para la sem perceber a cultura e forma de interagir deles. E como eu tenho dito varias vezes. A imigracao nao e um direito, e um privilegio. Convinha que quem vem percebesse isto.

      Depois de ler o AMG1 ainda me lembrei desta:

      Muito provavelmente, e apesar de todo o estudo nipónico que você poderia fazer antes de sair de Portugal, eu digo-lhe, por experiência própria, e em culturas muito mais parecidas à nossa, que muito do que você percebe por "entender a cultura e modo de interagir com eles" você só aprenderia já estando a viver entre eles. Há milhares de coisas que nunca aprenderá verdadeiramente sem passar por isso na pele. E que mesmo assim, o local onde aterrou pode ter uma sociedade heterogénea, em que para uns há coisas importantes que não o são para o outro (como aquilo que descrevia do tratar por Sr. Dr.)... que para sí e para mim é indiferente, mas pode não sê-lo para o médico da freguesia ou para as gerações mais velhas.
      Entre o momento em que chega, e em que por fim pode dizer que está minimamente integrado podem passar anos. E nesse tempo, você pode perfeitamente "violar" certas regras por mero desconhecimento e ignorância, e não por má vontade. É preciso que essa sociedade, neste caso a nipónica, o ajude a entender isso exigindo mais (como fez a tal médica), mas também a ensiná-lo para o bem de todos.
      E mesmo sabendo tudo isso, nem sempre corre bem. Eu sei que no Japão ser-lhe mostrado a sola do sapato é altamente ofensivo para algumas pessoas. Eu posso saber isso, e mesmo assim, fazê-lo inconscientemente ao cruzar uma perna por cima da outra expondo a sola do meu sapato, por força do mau hábito que aprendi enquanto português. Toca-me estar atento e desculpar-me quando isso acontece. Agora, se essa informação nunca chegou até mim, apesar de todo o estudo que fiz, e depois de levar 3 ou 4 anos no Japão, qual é a dificuldade de alguém expressar-se e chamar-me à atenção? Ou será que a única solução que os nipónicos vislumbram é interditar a imigração de portugueses?

      Acho bem que defendamos os nossos costumes, os nossos hábitos, mas podemos perfeitamente ajudar quem não os conhece em vez de crucificá-los na hora pelo simples facto de percepcionarmos o seu país de origem como sendo mais inculto.

      Eu até queria ver se aquele caso da médica alguma vez aconteceria com um britânico bêbado no Algarve.

      Enquanto português já fui inúmeras vezes rude e mal educado, sem intenção, enquanto turista ou vivendo... com coisas perfeitamente aceitáveis em Portugal. Coisas como dizer "eu e o Zé"... quando deveria ter dito "o Zé e eu", ou quando não abro a porta do carro a uma senhora, ou quando caminho num passeio com alguém mais pequeno em tamanho e vou pelo lado de dentro... ou quando não agradeço porque um condutor me deixou atravessar na passadeira, ou quando dou um beijo a uma senhora, quando devia ter sido um aperto de mão, quando às 2h da manhã atravesso numa passadeira com o semáforo vermelho porque não vinha ninguém, fora uma incontável lista de erros gramaticais... ou de pronúncia. Uma vez chamei sem querer "***** de porco" a um cliente suíço-alemão quando tentei dizer o seu apelido... etc etc... ou por ter infrigido o limite de ruído num apartamento em que até veio a polícia... ou como quando quase fui expluso dum prédio por ter deixado uma janela aberta uns 4cm para ventilar, ou por entrar na casa de alguém sem me descalçar fora... Errei, pedi desculpa e segui em frente. Em Roma sê romano. Mas certas coisas, só percebi que errei porque a sociedade onde estava se deu ao trabalho de avisar-me. Coisas que muito provavelmente nunca aprenderia estudando antes de emigrar... e que jamais seriam um problema na minha terra.
      Já agora, um dos sítios onde sinto que "posso estar a ser mais mal educado" é no México, quando o meu preconceito poderia levar-me a pensar que na verdade, eles é que não têm educação nenhuma. Infelizmente, acho que é um bocado assim que o português vê o brasileiro. Haverá uns que sim, outros nem por isso.
      Na Suíça por exemplo, no meu 2o dia já tinha tido uma formação sobre como funcionava a recolha de lixo na minha rua, e na cidade...

      Preocupemo-nos em "educar" a população como um todo, em que alguns alunos precisam dum tempinho extra no final da aula...
      Concordam com este comentário: desofiapedro
    • Colocado por: AMG1Como voce próprio diz, embora por outras palavras, é mesmo legislar para dar resposta a percepções ("não termos os dados...").
      Óbviamente que podemos ter uma ideia razoavelmente aproximada da realidade e até admito que o governo a tenha, por isso mesmo é que não percebo esta situação, em que o governo avança com dados, manifestamente "a medo", que depois são contraditados por agências do proprio estado e nada acontece.


      Eu continuo sem perceber isso... os dados nao sao contraditados pelo proprio estado. Isso foi a imagem que o PR quis passar ca para fora para tentar negar aquilo que mais uma vez e OBVIO nao so para mim mas qualquer pessoa que nao viva debaixo de uma pedra.
      E aqui o mais importante e mesmo nao existirem dados. A nao existencia de dados e a prova factual e objetiva que recebemos mais do que conseguiamos acolher. E completamente irrelevante se o valor e 1.4, 1.5 ou 1.7 milhoes. Nao e mais ou menos 100 mil imigrantes que faz a diferenca. O problema esta la na mesma.

      Colocado por: AMG1No limite o que está em causa, nem é como tratamos os imigrantes, mas qual o valor que damos às nossas convicções que estão plasmadas na constituição. O que não faz sentido nem é aceitável para nenhum português, também não é aceitável para com alguém que viva legalmente entre nós, sujeito às mesmas obrigações e por isso também sujeito dos mesmos direitos constitucionais.


      Nao. Esta a confundir residencia com nacionalidade. Quem tem os mesmos direitos constitucionais sao os nacionais portugueses.
      Mas e uma discussao esteril pois nos temos um entendimento diferente relativamente a este assunto e se nem entre os juizes do TC e claro...

      Colocado por: AMG1Você talvez não, mas é capaz de garantir que qualquer português faria o mesmo?


      Que interessa BOLA para esta discussao. Eu vejo sempre esse argumento. 'Ah e tal mas e os portugueses nos anos 80 que iam ilegais para Franca'. E um excelente exemplo e um belo problema... para Franca. E que me lembre, o nosso problema nao e Franceses a virem aos magotes para Portugal a alegarem a recriprocidade.
      Um Portugues que emigre passa a ser 'problema' do Pais que o acolhe, da mesma forma que os brasileiros que imigram para ca passam a ser problema nosso e nao do Brasil. Portugal nao tem obrigacao nenhuma de deixar de exigir o que quer que seja aos imigrantes por aquilo que os seus proprios emigrantes fizeram no passado.

      Colocado por: AMG1Depois, acha que não há brasileiros, ou outros, que tem comportamentos diferentes desses que aponta e que fazem genuinamente um esforço por se integrarem?
      Não tome a árvore pela floresta, porque não são a mesma coisa. Eu percebo que vivendo numa floresta as árvores parecem-nos todas iguais, mas não são!
      Os imigrantes não são todos iguais, tal como os portugueses também não o são.


      Eu tambem nao estou a dizer que sao todos iguais.
      Mas ate e engracado que traga a baila a conversa dos portugueses. A minha opiniao, vindo de uma familia onde 80% foram ou sao emigrantes, e precisamente com base naquilo que foi a nossa emigracao. Nao existiu integracao nenhuma, pois como iam em grupos poucos foram os que se integraram realmente para alem do circulo de amigos tugas. Uma esmagadora maioria ainda vive hoje ca, com as reformas que recebe de la. Alguns de 2a geracao ainda se integraram, mas basta ir por exemplo a um Canada, Suica, Franca para ver o excelente resultado deste tipo de emigracao: guetizacao. Claro que depois dependendo do tipo de cultura isso pode incomodar mais ou menos os locais. Tendo nos uma cultura ocidental, o bairro luso incomoda muito menos e os locais ate acham piada a ir ao restaurante comer um cozido a portuguesa. Mas nao deixa de ser o exemplo claro da falha na integracao.
      Precisamente o que acontece ca com os brasileiros. Nao e com todos, mas com uma expressiva maioria. Eu quando vejo as mesmas caras durante 1,2,3 anos e continuam a achar que eu me chamo 'Deivdji' e porque claramente a integracao falhou redondamente.


      Colocado por: N Miguel OliveiraMuito provavelmente, e apesar de todo o estudo nipónico que você poderia fazer antes de sair de Portugal, eu digo-lhe, por experiência própria, e em culturas muito mais parecidas à nossa, que muito do que você percebe por "entender a cultura e modo de interagir com eles" você só aprenderia já estando a viver entre eles. Há milhares de coisas que nunca aprenderá verdadeiramente sem passar por isso na pele


      Evidente. Mas respeitar a cultura onde se 'aterra' e precisamente ir apanhando essas dicas sociais atraves da interacao com os locais. O que nao acontece em Portugal.

      Colocado por: N Miguel OliveiraAgora, se essa informação nunca chegou até mim, apesar de todo o estudo que fiz, e depois de levar 3 ou 4 anos no Japão, qual é a dificuldade de alguém expressar-se e chamar-me à atenção? Ou será que a única solução que os nipónicos vislumbram é interditar a imigração de portugueses?


      O N Miguel tem de voltar a ler aquilo que o jq colocou. Um dos problemas e precisamente estas pessoas nao aceitarem sequer ser chamadas a atencao ou nao se colocarem em situacoes onde possam sequer estar em condicoes de ser chamadas a atencao.
    • Esta discussão sobre os dados é completamente irrelevante. Mais milhão menos milhão no SNS ou na habitação não interessa nada. È só colocar mais "agua no feijão" como dizem os nosssos amigos brasileiros.
      https://sicnoticias.pt/pais/2025-08-14-estrangeiros-inscritos-no-sns-sao-ja-perto-de-um-milhao-3ac13832
      Tal como os prazos para reagrupamento familiar é evidente que a Constituição é clara, por razões humanitárias deve ser 5 dias, vá 15, ou 1 mês. Actualmente é ao critério do funcionário da AIMA (SEF ou outra coisa qualquer) que são licenciados em humanismo e definem os prazos. ÁS vezes uns envelopes com boas notas fornecidas por advogados competentes ajudam muito a definir humanismo.
      Depois esses mesmos funcionários aplicando a Constituição que é muito precisa nesta área, do que é a família - Conjugue(s),companheira(s), filhos, pais ou colaterais. O Governo têm é que se preocupar em cobrar o IMT, IMI e mais valias das barracas montadas nos baldios (e talvez cobrar uma renda).
    • Colocado por: dmanteigasEvidente. Mas respeitar a cultura onde se 'aterra' e precisamente ir apanhando essas dicas sociais atraves da interacao com os locais. O que nao acontece em Portugal.


      Colocado por: dmanteigasO N Miguel tem de voltar a ler aquilo que o jq colocou. Um dos problemas e precisamente estas pessoas nao aceitarem sequer ser chamadas a atencao ou nao se colocarem em situacoes onde possam sequer estar em condicoes de ser chamadas a atencao.


      Não acontece?
      Acho que devemos ter cuidado com as generalizações e não meter nem todos os imigrantes, nem todos os portugueses no mesmo saco. Haverá de tudo, nos dois bandos.

      Dizer que em Portugal os imigrantes não se integram acho manifestamente abusivo, apesar de obviamente existirem muitos sem a menor vontade disso, idem para a sociedade onde "aterraram".

      Por vezes, nem os nativos se integram. Daí termos reclusos, crimes, problemas entre vizinhos, violência doméstica, infracções de trânsito, etc etc...

      Sem números, é conversa de tasco.
      Concordam com este comentário: AMG1, desofiapedro
     
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