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  1. Colocado por: eu

    Então afinal é importante formar muitos médicos todos os anos, para haver sempre médicos disponíveis para estas funções ?


    Exactamente. Bingo!
  2. Colocado por: 4por1


    Não , o ideal era Dótóra Sandra ser a única medica a nível nacional....isso é que era.
    Era só faturar , e até podia escolher os clientes.


    Não, isso não dá jeito nenhum. Preciso de colegas para aturarem ADSEs e suportarem os casos do SNS. Além de colegas para ajudar nas cirurgias e nas especialidades de diagnóstico.

    Uma das piores coisas que qualquer colega lhe pode dizer que pode acontecer é ter falta de colegas. Ter falta de colegas na nossa especialidade,ou em especialidades complementares, é uma amputação de meios. Colegas são precisos. Em quantidade como existe há 15 para cá.
  3. Colocado por: Sandra_ccLá se foi a teoria do bastonário tendencioso etc e tal...


    “ A IGAS conclui que os atos clínicos analisados na amostra foram efetivamente realizados, mas os procedimentos "não podiam ter sido remunerados através do SIGIC, por não terem enquadramento", mas sim através de outra forma de pagamento, como o trabalho suplementar. Além de enviado para a Ordem dos Médicos, o relatório seguiu igualmente para o Ministério Público, para o gabinete da ministra da Saúde, para o Conselho de Administração de Santa Maria, para o médico visado e para o Conselho Diretivo da Administração Central do Sistema de Saúde.”

    Afinal a ordem sempre tinha recebido o relatório. De qualquer maneira ainda não li, ou ouvi declarações públicas do Carlos cortes sobre esta matéria. Como ele emite opiniões sobre a gestão do SNS, deveria comentar está habilidade do seu colega, mas por ora “ Ordem dos Médicos abriu processo disciplinar a médico de Setúbal por erro em ecografia
    Carlos Cortes não quer, para já, pronunciar-se sobre caso de médico dermatologista do Hospital de Santa Maria que facturou cerca de 700 mil euros ao sábado”
    https://www.publico.pt/2025/11/13/sociedade/entrevista/ordem-medicos-abriu-processo-disciplinar-medico-setubal-erro-ecografia-2154408


    Mas vamos esperar pelas ações concretas do Conselho Disciplinar do Sul, não acredito que daqui resulte grande consequência para o Alpalhao. Posso estar enganado, e se estiver, cá estarei para reconhecer o erro.
    •  
      Tyrande
    • 18 novembro 2025 editado
    Falam que os militares são marcenários, que só vão à guerra por dinheiro...

    O que dizer desta corja de médicos que só atendem quem lhes paga quantias chorudas...que há pessoas que nem sequer querem ver ou atender, como se fossem de castas inferiores?

    Pessoas como você não se formam médico(a)s por vocação. É mesmo só por chulice pura. E não adianta vir com a lenga-lenga que toda a gente trabalha por dinheiro. Isso é mais do que óbvio. Toda a gente tem contas pra pagar e uma família para manter. Mas vocês extrapolam tudo o que é respeitável.

    Queria saber como ia se sentir se estourasse uma guerra e os militares dissessem algo do género que você está prai a dizer: "só defendemos pessoal que tem ADSE (ou qualquer outro grupo de pessoas selectas). O resto que se phoda".

    Ia achar ridículo não era?
    Quiça até os ia chamar de traidores da pátria e chulos!

    Pois, é basicamente o que médicos como você fazem. Condenam pessoas à morte, através da vossa omissão de ajuda acessível. Quem tem dinheiro trata-se. Quem não tem que morra prai.

    Mas longe de mim sff. Tenho horror a pobres (e pessoal do SNS e ADSE).
    Concordam com este comentário: manelvc
    • AMG1
    • 18 novembro 2025
    Colocado por: Sandra_ccLá se foi a teoria do bastonário tendencioso etc e tal...

    https://sicnoticias.pt/pais/2025-11-17-ordem-dos-medicos-submete-caso-do-dermatologista-do-santa-maria-ao-conselho-de-disciplina-c4863a9f


    Mas o que haveria a OM de fazer com este caso, a não ser encaminhá-lo para quem estatutariamente o pode e deve avaliar. Será que para a Sandra_cc fazia sentido que a OM ignorasse o caso. O facto do dr. Cortes poder não ser imparcial na defesa dos seus confrades, isso não o torna incompetente na gestão do organismo que dirige e esse organismo tem particulares responsabilidades na regulação do exercício da profissão.
    Agora, a verdade, é que isto não nos diz nada sobre qual vai acabar por ser a posição da OM sobre o assunto, antes ainda devem passar uns longos meses até que seja conhecida essa douta posição e a avaliar por eventos passados, eu diria que as expectativas da maioria não devem ser muito animadoras, quanto a condenação do comportamento do dr. Alpalhão. Mas eu até posso estar completamente enganado e esta era mesmo uma daquelas ocasiões em que até gostava bastante de estar enganado.
  4. Colocado por: TyrandeFalam que os militares são marcenários, que só vão à guerra por dinheiro...

    O que dizer desta corja de médicos que só atendem quem lhes paga quantias chorudas...que há pessoas que nem sequer querem ver ou atender, como se fossem de castas inferiores?

    Pessoas como você não se formam médico(a)s por vocação. É mesmo só por chulice pura. E não adianta vir com a lenga-lenga que toda a gente trabalha por dinheiro. Isso é mais do que óbvio. Toda a gente tem contas pra pagar e uma família para manter. Mas vocês extrapolam tudo o que é respeitável.

    Queria saber como ia se sentir se estourasse uma guerra e os militares dissessem algo do género que você está prai a dizer: "só defendemos pessoal que tem ADSE (ou qualquer outro grupo de pessoas selectas). O resto que se phoda".

    Ia achar ridículo não era?
    Quiça até os ia chamar de traidores da pátria e chulos!

    Pois, é basicamente o que médicos como você fazem. Condenam pessoas à morte, através da vossa omissão de ajuda acessível. Quem tem dinheiro trata-se. Quem não tem que morra prai.

    Mas longe de mim sff. Tenho horror a pobres (e pessoal do SNS e ADSE).
    Concordam com este comentário:manelvc


    Os militares são funcionários públicos. Eu não.


    Se houvesse uma guerra duvido que os militares nos valessem de algo pois as nossas capacidades são reconhecidamente parcas.

    De qualquer forma, em caso de conflito dentro do nosso país, a mim não precisavam de defender, pois emigrava no primeiro minuto.

    Não vou discutir a minha vocação.

    Mas alerto que não há obrigatoriedade de 'vocação' para nenhuma profissão. Em medicina seria até perigoso, pois arriscava ter muita gente que ia por vocação, mas falta de competência.

    Também não sei como ia medir 'vocação' de alguém. Seria um auto de fé?! Um detector de mentiras?! E se alguém quiser ganhar dinheiro e também tiver vocação?!
  5. Se é uma questão disciplinar o bastonário deve remeter ao órgão competente da ordem e não andar a interferir no processo.
  6. Colocado por: AMG1

    Mas o que haveria a OM de fazer com este caso, a não ser encaminhá-lo para quem estatutariamente o pode e deve avaliar. Será que para a Sandra_cc fazia sentido que a OM ignorasse o caso. O facto do dr. Cortes poder não ser imparcial na defesa dos seus confrades, isso não o torna incompetente na gestão do organismo que dirige e esse organismo tem particulares responsabilidades na regulação do exercício da profissão.
    Agora, a verdade, é que isto não nos diz nada sobre qual vai acabar por ser a posição da OM sobre o assunto, antes ainda devem passar uns longos meses até que seja conhecida essa douta posição e a avaliar por eventos passados, eu diria que as expectativas da maioria não devem ser muito animadoras, quanto a condenação do comportamento do dr. Alpalhão. Mas eu até posso estar completamente enganado e esta era mesmo uma daquelas ocasiões em que até gostava bastante de estar enganado.



    A questão médica é uma coisa. A questão cível outra.

    Do ponto de vista clínico o que importa é que ele tenha feito o melhor e mais adequado para os doentes, mediante os meios e diagnóstico disponíveis.

    Outra questão é a eventual aldrabice para receber mais dinheiro.

    Ele pode ter feito aldrabices para receber mais e mesmo assim ter feito tudo o que é adequado à situação clínica dos doentes.

    Cirúrgica e clinicamente pode ter sido perfeito na execução.

    Administrativamente e financeiramente pode ter adulterado tudo.

    Pode ter tido óptimos resultados dos procedimentos. Mas financeiramente o SNS pode estar prejudicado. Assuntos distintos.

    Não tenho certeza até que ponto a ordem pode sancionar questões de natureza da adulteração administrativa e financeira, quando clinicamente tudo tenha sido bem executado.

    Parece-me mais uma questão de tribunal.

    São problemas distintos.

    Seria diferente se ele tivesse feito procedimentos desnecessários, desadequados, contra indicados, mal executados por causa própria. Mas nada disto está em questão.

    Ou seja, para já, que eu vislumbre, não está em causa má prática clínica/cirúrgica.

    Eventualmente a codificação que ele fazia, se for considerada um acto médico. Mas acho muito questionável.
  7. Colocado por: Sandra_ccMas financeiramente o SNS pode estar prejudicado. Assuntos distintos.
    Se ele aldrabou o sistema e foi gasto com ele dinheiro indevido, esse dinheiro não foi empregue em outras situações que poderiam ser mais urgentes. Quantos doentes foram afetados por essa aldrabice?

    Se a ordem não se deve pronunciar sobre questões administrativas e financeiras, porque carga de água o Carlos Cortes vem falar da gestão do SNS?

    Fico com a impressão que o bastonário da OM fala mais vezes sobre questões financeiras do que sobre questões médicas.
    • eu
    • 18 novembro 2025
    Colocado por: HAL_9000Como ele emite opiniões sobre a gestão do SNS, deveria comentar está habilidade do seu colega


    Não tenhamos ilusões, a ordem dos médicos existe para defender os interesses dos médicos.
  8. Colocado por: HAL_9000Se ele aldrabou o sistema e foi gasto com ele dinheiro indevido, esse dinheiro não foi empregue em outras situações que poderiam ser mais urgentes. Quantos doentes foram afetados por essa aldrabice?

    Se a ordem não se deve pronunciar sobre questões administrativas e financeiras, porque carga de água o Carlos Cortes vem falar da gestão do SNS?

    Fico com a impressão que o bastonário da OM fala mais vezes sobre questões financeiras do que sobre questões médicas.


    Isso é para um tribunal. É cível. É de lei.

    A ideia dos dinheiros não serem usados em A ou B é muito extrapolativa, aplicável a qualquer dinheiro público.

    De qualquer forma, a ordem não é para essas questões.

    É para questões da prática médica em si.

    Foi feito o procedimento adequado? O procedimento cumpriu os protocolos devidos? A abordagem cirúrgica corresponde ao diagnóstico? Foram esgotados todos os meios disponíveis? Por aí fora.

    A ordem não tem nada que ver para onde foi e vai o dinheiro.

    O que eu suponho que a ordem possa pegar é na codificação dos procedimentos.

    Ele codificava os seus próprios procedimentos e alegadamente mal.

    Considerando a codificação como acto médico, função pela qual até se ganha um valor extra mensal e para a qual até é necessária uma formação específica...talvez tenhamos 'sumo'.
  9. Colocado por: HAL_9000Se ele aldrabou o sistema e foi gasto com ele dinheiro indevido, esse dinheiro não foi empregue em outras situações que poderiam ser mais urgentes. Quantos doentes foram afetados por essa aldrabice?

    Se a ordem não se deve pronunciar sobre questões administrativas e financeiras, porque carga de água o Carlos Cortes vem falar da gestão do SNS?

    Fico com a impressão que o bastonário da OM fala mais vezes sobre questões financeiras do que sobre questões médicas.


    Toda a gente fala sobre a gestão do SNS.

    Carlos cortes como bastonário também fala, até porque é frequentemente questionado pelos media e pelo próprio ministério que pede pareceres e reuniões com a ordem.
  10. Colocado por: euNão tenhamos ilusões, a ordem dos médicos existe para defender os interesses dos médicos.


    A Ordem deve servir para defender em primeiro lugar a Medicina. E nem sempre isso significa apoiar os médicos nestas ações de completo escândalo e falta de vergonha.

    É anedótico ver um SNS que só serve para levar com as pauladas todas, e uma classe profissional aproveitar-se disso como autênticos parasitas.

    Eu não sei em que é que sai beneficiada a Medicina. Mesmo os próprios médicos, apesar de verem a conta bancária a subir, serão arrastados e rotulados com adjectivos menos bons. Por alguma razão, quando além fala em empreiteiros, a malta pensa logo em aldrabões. Pois, por este andar, os médicos serão os próximos...

    A Ordem, muito mais que defender os seus médicos, deve defender o que é sensato e razoável. E condicionar / castigar, quem se aproveita destas falhas de fiscalização e controlo.
    Concordam com este comentário: HAL_9000, carlosj39, AMG1, 4por1
    • AMG1
    • 18 novembro 2025
    Colocado por: Sandra_cc


    A questão médica é uma coisa. A questão cível outra.

    Do ponto de vista clínico o que importa é que ele tenha feito o melhor e mais adequado para os doentes, mediante os meios e diagnóstico disponíveis.

    Outra questão é a eventual aldrabice para receber mais dinheiro.

    Ele pode ter feito aldrabices para receber mais e mesmo assim ter feito tudo o que é adequado à situação clínica dos doentes.

    Cirúrgica e clinicamente pode ter sido perfeito na execução.

    Administrativamente e financeiramente pode ter adulterado tudo.

    Pode ter tido óptimos resultados dos procedimentos. Mas financeiramente o SNS pode estar prejudicado. Assuntos distintos.

    Não tenho certeza até que ponto a ordem pode sancionar questões de natureza da adulteração administrativa e financeira, quando clinicamente tudo tenha sido bem executado.

    Parece-me mais uma questão de tribunal.

    São problemas distintos.

    Seria diferente se ele tivesse feito procedimentos desnecessários, desadequados, contra indicados, mal executados por causa própria. Mas nada disto está em questão.

    Ou seja, para já, que eu vislumbre, não está em causa má prática clínica/cirúrgica.

    Eventualmente a codificação que ele fazia, se for considerada um acto médico. Mas acho muito questionável.


    Parece-me que a Sandra_cc está a simplificar demais as coisas. Creio que a OM terá nos seus estatutos a obrigação de zelar pelo cumprimentos do Código Deontológico dos medicos e esse código certamente terá várias disposições que vão muito para além das tecnicalidades relativas ao exercício da profissão.
    Pelo que li na altura, o dr. Alpalhão, num desses sábados, arranjou forma de extrair uns sinais aos pais, será que se tratou de uma coincidência, ou mais do isso. Não terá o dr. Alpalhão encontrado forma de preterir outros doentes em favor dos seus papás e, a ser assim, não haverá nesse comportamento a quebra de um qualquer dever deontologico?
    Ou seja e para sermos claros, se a ordem quiser, talvez não seja dificil encontrar forma de censurar o comportamento do dr. Alpalhão, mesmo que ele seja o dermatologista mais capaz que se conhece na terra.
    Agora, também não é por acaso que muito pouca gente espera que a ordem o censure, mas apenas e só porque isso raramente ocorre, mesmo em situações bem mais escandalosas e graves do que as aldrabices do dr. Alpalhão.
    Concordam com este comentário: HAL_9000
  11. Colocado por: AMG1

    Parece-me que a Sandra_cc está a simplificar demais as coisas. Creio que a OM terá nos seus estatutos a obrigação de zelar pelo cumprimentos do Código Deontológico dos medicos e esse código certamente terá várias disposições que vão muito para além das tecnicalidades relativas ao exercício da profissão.
    Pelo que li na altura, o dr. Alpalhão, num desses sábados, arranjou forma de extrair uns sinais aos pais, será que se tratou de uma coincidência, ou mais do isso. Não terá o dr. Alpalhão encontrado forma de preterir outros doentes em favor dos seus papás e, a ser assim, não haverá nesse comportamento a quebra de um qualquer dever deontologico?
    Ou seja e para sermos claros, se a ordem quiser, talvez não seja dificil encontrar forma de censurar o comportamento do dr. Alpalhão, mesmo que ele seja o dermatologista mais capaz que se conhece na terra.
    Agora, também não é por acaso que muito pouca gente espera que a ordem o censure, mas apenas e só porque isso raramente ocorre, mesmo em situações bem mais escandalosas e graves do que as aldrabices do dr. Alpalhão.


    A questão é mesmo essa.

    O código deontológico dificilmente está violado, porque nada nos diz que os pais não precisavam de facto desses sinais extraídos. Aliás, certamente que deviam ser extraídos, e que na verdade isso até não nem terá sido feito em detrimento de ninguém, mas sim como acréscimo ao serviço planeado (e para ganhar ainda mais).

    Sei que era porreiro e dava conforto a todos, tal como a mim, que ele fosse castigado pela ordem, tipo proibido de exercer, suspenso, etc.

    Mas a ordem dificilmente o pode castigar por ser um vigarista administrativo, um eventual 'inflacionador' de códigos de procedimentos.

    Sendo, ao mesmo tempo, em termos de prática médica, competente.


    A não ser a questão da codificação. Aí questiono que possam pegar
    .
    • AMG1
    • 18 novembro 2025
    Colocado por: Sandra_cc

    Toda a gente fala sobre a gestão do SNS.

    Carlos cortes como bastonário também fala, até porque é frequentemente questionado pelos media e pelo próprio ministério que pede pareceres e reuniões com a ordem.


    Claro que toda a gente fala sobre a gestão do SNS, só que algumas das pessoas que falam tem mais "autoridade" para o fazer do que outras.
    O dr. Cortes, pelo lugar que ocupa, tem um conjunto de deveres e obrigações que nem eu, nem a Sandra_cc temos. Daí que ele deva ter mais cuidado sobre o conteudo das suas intervenções públicas, do que qualquer de nós. Mas evidentemente que ele é livre de exprimir as opiniões que quiser e ainda bem que assim é.
  12. Colocado por: N Miguel Oliveira

    A Ordem deve servir para defender em primeiro lugar a Medicina. E nem sempre isso significa apoiar os médicos nestas ações de completo escândalo e falta de vergonha.

    É anedótico ver um SNS que só serve para levar com as pauladas todas, e uma classe profissional aproveitar-se disso como autênticos parasitas.

    Eu não sei em que é que sai beneficiada a Medicina. Mesmo os próprios médicos, apesar de verem a conta bancária a subir, serão arrastados e rotulados com adjectivos menos bons. Por alguma razão, quando além fala em empreiteiros, a malta pensa logo em aldrabões. Pois, por este andar, os médicos serão os próximos...

    A Ordem, muito mais que defender os seus médicos, deve defender o que é sensato e razoável. E condicionar / castigar, quem se aproveita destas falhas de fiscalização e controlo.
    Concordam com este comentário:HAL_9000,carlosj39,AMG1


    Estas faltas de fiscalização são para os tribunais. São da lei. Não da prática clínica.

    O que está em causa não é um restaurante servir comida estragada, ou fora de prazo, não é falhar na higiene, ou armazenamento de produtos.

    O que está em causa é o restaurante servir boa sardinha e cobrar ao SNS lagosta.

    A sardinha é boa, foi o que o cliente pediu, foi bem servida e o cliente gostou.

    O problema é que alguém pagou facturas de lagosta.

    Á ordem o que importa é se a sardinha era boa, fresca, na dose certa, bem assada, bem armazenada, manuseada com higiene e se foi isso que o cliente 'pediu'.
 
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