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  1. Colocado por: HAL_9000Bingo. Não sendo sustentável, tem de se fazer ajustes.


    Porque é que diz que não é sustentável?

    O ajuste já foi feito. Idade da reforma nos 66 anos e tal, calculo da pensão de reforma pelas regras da SS.
  2. Colocado por: HAL_9000Quem paga?


    Paga o serviço. Confesso que não sei se o serviço depois pede o retorno à CGA, mas penso que não.
    • AMG1
    • 21 março 2026
    Uma ideia interessante a merecer atenção e vinda da área politica do governo. Pena que o LM tenha escolhido para ministra do trabalho alguém que olha para estas questões não vendo a realidade do sec XXI, mas uma que desapareceu ainda no sec XX.

    https://expresso.pt/opiniao/2026-03-19-abaixo-o-irs-101291bd
  3. Ora bem. Finalmente temos um grande partido no Parlamento, o segundo, que ciente da dimensão deste problema, também tem uma solução condizente: reduzir a idade da reforma.
    Não é uma anedota, mas uma das exigências do Chega para aprovar a alteração às leis laborais do governo.
  4. Colocado por: AMG1reduzir a idade da reforma.


    Eu gosto!
    Que contas fizeram?

    A IL diz que a malta que tem agora +/- 35 anos, reformar-se-á aos 70, com 40% do salário. O que é Verdadeiro segundo o Polígrafo da SIC.

    Que soluções seriam tomadas para que me possa reformar mais cedo? Ao mesmo tempo que garantimos que esses 40% não descem ainda mais? Como conseguimos mais guito para Seg Social sem aumentar impostos? Precisamos é que todos paguem, para que os que pagam paguem menos...
  5. Colocado por: AMG1Ora bem. Finalmente temos um grande partido no Parlamento, o segundo, que ciente da dimensão deste problema, também tem uma solução condizente: reduzir a idade da reforma.
    Não é uma anedota, mas uma das exigências do Chega para aprovar a alteração às leis laborais do governo.
    Se juntarem essa medida às outras que prometiam nas eleições, o país ia à banca rota em uma semana de governo!
    Concordam com este comentário: eu
  6. Colocado por: AzulnautaSe juntarem essa medida às outras que prometiam nas eleições, o país ia à banca rota em uma semana de governo!

    Mas que grande novidade, TODOS os partidos em campanha e depois de perderem nas eleições fazem promessas impossíveis de cumprir.
    O Chega passou a substituir o PCP que há dezenas de anos reclamam exatamente o mesmo, daí a transferência do eleitorado que parecia escandalizar muita gente.
    Concordam com este comentário: isasimsa
  7. Este debate é fundamental porque toca no ponto em que a demografia e a economia colidem. O exemplo matemático do Nelhas é implacável: a conta simplesmente não fecha quando a esperança de vida aumenta e a base da pirâmide encolhe. O grande drama, como o HAL_9000 refere, é a falta de consciência das novas gerações; muitos estão a pagar um sistema sem perceberem que o seu 'contrato' já foi alterado unilateralmente.

    Concordo que a solução terá de ser mista. O modelo atual de repartição pura é um anacronismo num país com salários baixos e baixa natalidade. No entanto, para que o cidadão possa 'amealhar o resto', como sugerido, é preciso que o Estado pare de asfixiar o rendimento disponível. Enquanto um jovem com um salário médio não conseguir poupar porque o custo de vida e os impostos consomem tudo, falar em PPR ou imobiliário é uma miragem.

    A AMVP coloca a questão ética difícil: ninguém quer tirar aos pais ou avós, mas manter o sistema como está é garantir que os filhos não terão nada. Precisamos urgentemente de reformas que introduzam tetos máximos de reforma e mecanismos de capitalização, sob pena de transformarmos a Segurança Social num rastilho para uma rutura social e política sem precedentes.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira, eu, Maguna, HAL_9000
  8. Colocado por: isasimsaPrecisamos urgentemente


    O nosso problema é comum a quase todo o mundo ocidental. Mais direitos, mais anos de vida depois de reformado, mais cuidados médicos, menos gente nova, mais gente a começar a descontar aos 23, 24 anos, etc etc...

    Que têm feitos os nossos vizinhos europeus nesse sentido?

    E sobre os lares? Que fazer? Do mesmo modo que há escolas, creches, igrejas, cafés, farmácias, em todo o lado... em cada freguesia... não deveriamos começar a considerar a criação de lares de idosos em massa? Tipo como fez (está a fazer) a Suíça, por exemplo?
      Screenshot_20260501_113947_Gallery.jpg
  9. Uma pessoa que ganhe 1000€ durante 40 anos, mete na segurança social dinheiro suficiente para lhe pagar 12x800euros durante 20 anos.

    É criar uma conta corrente para cada trabalhador e haverá muitos a ter mais cuidado com as baixas, com receber extra em km ou ajudas de custo e outras situações no final só favorecem os patrões.
    • AMG1
    • 1 maio 2026 editado
    Colocado por: N Miguel Oliveira

    Eu gosto!
    Que contas fizeram?

    A IL diz que a malta que tem agora +/- 35 anos, reformar-se-á aos 70, com 40% do salário. O que é Verdadeiro segundo o Polígrafo da SIC.

    Que soluções seriam tomadas para que me possa reformar mais cedo? Ao mesmo tempo que garantimos que esses 40% não descem ainda mais? Como conseguimos mais guito para Seg Social sem aumentar impostos? Precisamos é que todos paguem, para que os que pagam paguem menos...


    Alguma vez "as contas" foram um problema para o Chega? Se lhe colocarem a questão, a resposta vai ser a habitual. Quando o Chega acabar com a corrupção, com os subsidiodependentes, com os tachos, com as reformas douradas,..., nesse dia (o de São Nunca) haverá dinheiro para tudo.
    Agora do ponto de vista puramente politico, esta proposta é muito interessente de analisar.
    O Ventura é um tipo inteligente e sabe perfeitamente que o PSD nunca poderá aceitar uma condição destas. Então porque coloca esta exigencia?
    Este tema das leis laborais sempre foram um incómodo para o Chega, principalmente depois do PS ter sinalizado que sem o acordo da UGT, votaria sempre contra.
    Ora o Chega não quer de forma nenhuma alienar os seus eleitores que se sentem prejudicados com esta revisão legislativa, mas também não quer estar junto com a esquerda e contra toda a direita, nem que seja pela abstenção, sobretudo numa matéria que se tornou muito ideológica e que sem os votos favoraveis do Chega nunca passará.
    A meu ver, esta proposta estapafúrdia e nunca mencionada até agora, só pode ter um de dois objectivos para o Chega:

    1. A UGT aprova o acordo e no parlamento o PS abstem-se, o que permite ao Chega abster-se também e a lei passar com os votos da AD e da IL. Neste caso o discurso do Ventura será obvio. Nós fariamos muito melhor, até íamos reduzir a idade da reforma, mas não queremos colocar em causa um acordo conseguido na concertação social...

    2. A UGT não aprova o acordo e nesse caso como o PS vai votar contra, a lei só passa com os votos favoráveis do Chega, o que levanta um enorme dilema ao Ventura, daí esta exigência, que lhe permite manter o apoio de muitos dos seus eleitores e cuja manutenção levará inevitavelmente ao chumbo da lei, possibilidade que até o LM ja admite, ao contrario do que acontecia até há pouco tempo.
    Ainda ha uma terceira opção, mas mais do tipo "teoria da conspiração", que seria o Chega ter-se entendido tacitamente com o PSD para criar as condições necessárias para que a lei não passe no parlamento e com isso evitar que o governo tenha de se indispor desde já com o PR, que sem o acordo da UGT muito provavelmente irá vetar politicamente a lei, que acabaria reaprovada no parlamento e promulgada, depois de ter sido vetada pelo PR.

    Pessoalmente não acredito que o LM se queira indispor desde já com o Seguro, sobretudo depois da pressão que este tem feito sobre a UGT para que chegue a acordo com o governo. Portanto se a UGT recusar o acordo e o Chega lhe facilitar a vida com uma condição inaceitável, isso será uma óptima forma de sair deste imbróglio. Para o Ventura também não será mau, porque fica como o grande salvador dos trabalhadores.
    Aconteça o que acontecer o Chega ganha sempre, ou pelo menos não perde nada. A isto chama-se capacidade politica, mas naquele sentido em que o Chega diz condenar que é o tacitismo inconsequente apenas a contar com os votos. Ou seja, um verdadeiro mestre "do sistema" que diz querer destruir.
    Como diria o outro "chapeau"!
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  10. Cortar todas as reformas acima de X....
    • eu
    • 2 maio 2026
    Colocado por: taunusCortar todas as reformas acima de X....


    Sim, mas por uma questão de justiça, também deveriam devolver o que essas pessoas andaram a descontar acima de Y.
  11. Colocado por: taunusCortar todas as reformas acima de X....

    O problema é que as reformas mais "generosas" tanto em valor como em tempo de descontos sempre foram as do setor público, e esses são os mais difíceis de mexer. Ainda há dias tivemos manifestações de Policias novos que já protestam contra as reformas que vão receber daqui a 20 anos.
    Os privados que ganhavam bem aprenderam há muito a "driblar" os descontos pelo que hoje também não recebem grande coisa.
    E como estamos a assistir hoje isso das reformas é uma treta, mexer em "roubos" adquiridos é quase impossível. E não é só por cá, toda a Europa tem os mesmos problemas.
    O socialismo é muito bonito mas tal como os produtos de luxo é caro...
  12. Os meus filhos que estão no trintas tem PPR. Já se mentalizaram que andam agora a descontar para nada pois quando chegarem á idade da reforma a SS já berrou há muito tempo.
  13. Colocado por: eu

    Sim, mas por uma questão de justiça, também deveriam devolver o que essas pessoas andaram a descontar acima de Y.


    Onde é que está a sua solidariedade? O principio da SS deveria ser igual ao do IRS, onde 10% dos contribuintes pagam 60% do imposto, mas depois o retorno é igual para todos.
  14. E apostar em algo tipo o 401k norteamericano?
    Dar alguma liberdade individual no que aos descontos diz respeito? Idem para o tipo de risco associado, e ao tipo de mercado em que queiram investir, por questões de maior rentabilidade, ou valores éticos, como defender certas causas, etc?

    Ao mesmo tempo que se investe na economia local, nas empresas nacionais e/ou europeias.
    Concordam com este comentário: Maguna
  15. Outra vertente era reconsiderar a participação do Estado, dos recursos do Estado, em certas coisas... que são hoje em dia gratuítas ou quase...

    O SNS cada vez será mais sobrecarregado, pois teremos cada vez mais velhotes e a viver mais anos...
    Que fazer com os apoios sociais a quem nada tem na velhice? Mas tem família ou património...

    Porque é que reforma significa deixar de estar activo? Tanta coisa que se pode fazer aos 70, 80 anos... que pode gerar receita, entretem os velhotes, promove o convívio... e ainda ajuda a pagar as contas...

    Porque é que se "dá" sem nenhuma contrapartida? Muitos dos reformados nunca descontaram sequer... Eram outros tempos... tudo bem, mas também deveriamos considerar outras coisas... o mundo é diferente agora, e no futuro menos jovens teremos para pagar isto tudo...
  16. Colocado por: N Miguel OliveiraE apostar em algo tipo o 401k norteamericano?

    Esse sistema ou fundos de pensões são impraticáveis em Portugal. Os poucos fundos de pensões que existiam foram absorvidos pelo Estado por falta de liquidez do próprio Estado. A proteção de alguns passou o risco para todos. Não sei se existe algum fundo ainda activo.
    No resto da Europa também não são muito populares, era mais típico o investimento em arrendamento individual ou em fundos. Mas graças a politicas populistas parece-me que estão a definhar.
    A minha geração deixou uma herança muito má mas a que veio a seguir também parece que não se importou até agora.
  17. Colocado por: CarvaiEsse sistema ou fundos de pensões são impraticáveis em Portugal. Os poucos fundos de pensões que existiam foram absorvidos pelo Estado por falta de liquidez do próprio Estado. A proteção de alguns passou o risco para todos. Não sei se existe algum fundo ainda activo.
    No resto da Europa também não são muito populares, era mais típico o investimento em arrendamento individual ou em fundos. Mas graças a politicas populistas parece-me que estão a definhar.
    A minha geração deixou uma herança muito má mas a que veio a seguir também parece que não se importou até agora.


    Pois, não sei.
    Sei que gostei bastante do 401k nos anos em que o tive...
 
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