Colocado por: HAL_9000Bingo. Não sendo sustentável, tem de se fazer ajustes.
Colocado por: HAL_9000Quem paga?
Colocado por: AMG1reduzir a idade da reforma.
Colocado por: AMG1Ora bem. Finalmente temos um grande partido no Parlamento, o segundo, que ciente da dimensão deste problema, também tem uma solução condizente: reduzir a idade da reforma.Se juntarem essa medida às outras que prometiam nas eleições, o país ia à banca rota em uma semana de governo!
Não é uma anedota, mas uma das exigências do Chega para aprovar a alteração às leis laborais do governo.
Colocado por: AzulnautaSe juntarem essa medida às outras que prometiam nas eleições, o país ia à banca rota em uma semana de governo!
Colocado por: isasimsaPrecisamos urgentemente
Colocado por: N Miguel Oliveira
Eu gosto!
Que contas fizeram?
A IL diz que a malta que tem agora +/- 35 anos, reformar-se-á aos 70, com 40% do salário. O que é Verdadeiro segundo o Polígrafo da SIC.
Que soluções seriam tomadas para que me possa reformar mais cedo? Ao mesmo tempo que garantimos que esses 40% não descem ainda mais? Como conseguimos mais guito para Seg Social sem aumentar impostos? Precisamos é que todos paguem, para que os que pagam paguem menos...
Colocado por: taunusCortar todas as reformas acima de X....
Colocado por: taunusCortar todas as reformas acima de X....
Colocado por: eu
Sim, mas por uma questão de justiça, também deveriam devolver o que essas pessoas andaram a descontar acima de Y.
Colocado por: N Miguel OliveiraE apostar em algo tipo o 401k norteamericano?
Colocado por: CarvaiEsse sistema ou fundos de pensões são impraticáveis em Portugal. Os poucos fundos de pensões que existiam foram absorvidos pelo Estado por falta de liquidez do próprio Estado. A proteção de alguns passou o risco para todos. Não sei se existe algum fundo ainda activo.
No resto da Europa também não são muito populares, era mais típico o investimento em arrendamento individual ou em fundos. Mas graças a politicas populistas parece-me que estão a definhar.
A minha geração deixou uma herança muito má mas a que veio a seguir também parece que não se importou até agora.