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  1. Colocado por: HAL_9000Diria que é mais o efeito do valor pago aos rarefeitos.

    Mas esses números só me dão razão. Aumentem-se ainda mais as vagas. Como vê ainda não há médicos que cheguem para preencher todas as vagas de especialidade. Podemos formar mais uns quantos.

    Sao 2375 médicos para 2331 vagas lançadas pelo Ministério da Saúde. Se fossem 3500 médicos para 2331 vagas a probabilidade de serem todas preenchidas era muito maior.


    Os tarefeiros sempre foram bem pagos.

    Noutros tempos até era possível fazer contrato com o hospital através da sociedade do tarefeiro e nesses mesmos tempos nem havia limite de valor hora pago.


    O número de candidatos tem aumentado, mas as vagas têm acompanhado sempre o número de candidatos.
  2. Colocado por: HAL_9000O que faz um médico indiferenciado no privado?


    Não há. O número de médicos sem especialidade no privado é irrisório. Podem fazer urgência à hora nas urgências dos privados, nada mais. Mas a maioria dos privados tem medicina interna e MGF a cobrir a urgência, não quer médicos sem especialidade.
  3. Colocado por: N Miguel Oliveira

    Pois. Parece óbvio para todos. Menos para os médicos... visto que a concorrência condicionaria a tabela de honorários...

    Em terra de cegos, quem tem olho é rei. E quantos menos forem, mais reis serão nesta terra de cegos...

    Ainda assim, parece não haver grandes problemas para pagar muito bem a um médico. Visto que isso até já acontece na prática, com estes esquemas e tarefeiros.


    Não atrapalha.

    Neste momento no privado dava muito jeito haver mais colegas.
  4. Colocado por: N Miguel Oliveira

    Pois. Parece óbvio para todos. Menos para os médicos... visto que a concorrência condicionaria a tabela de honorários...

    Em terra de cegos, quem tem olho é rei. E quantos menos forem, mais reis serão nesta terra de cegos...

    Ainda assim, parece não haver grandes problemas para pagar muito bem a um médico. Visto que isso até já acontece na prática, com estes esquemas e tarefeiros.


    Os tarefeiros 'não são bem pagos'.

    Os tarefeiros são bem pagos para médicos sem especialidade.

    Qualquer médico das 10 especialidades com mais procura consegue ganhar mais que o tarefeiro, em muito menos horas de privado.
  5. Hospital de Todos-os-Santos ainda não saiu do papel.
    Negócios imobiliários com instalações de antigos e novos hospitais estão ao rubro(com alguns impedimentos).
    Por todo o país se vê surgir novos edifícios de hospitais e clínicas privadas.

    Estamos a caminho da extinção SNS?

    Os médicos como antigamente, com consultório privado, em apartamento com gabinetes médicos por conta própria estão em extinção?
  6. Colocado por: Sandra_ccNão há. O número de médicos sem especialidade no privado é irrisório. Podem fazer urgência à hora nas urgências dos privados, nada mais. Mas a maioria dos privados tem medicina interna e MGF a cobrir a urgência, não quer médicos sem especialidade.
    Ou seja se os médicos optarem por não entrar numa especialidade este ano, com o intuito de para o ano entrarem em dermatologia, oftalmologia, etc, ficam com um número limitado de funções que podem fazer. Se essas funções tiverem muita concorrência eventualmente uma das especialidades menos apetecíveis pode voltar a ser uma opção.

    Agora enquanto puderem fazer um ano de sabática e ainda assim ganhar mais que os colegas que estão a fazer especialidade, óbvio que a motivação para escolher uma especialidade fora do top3 que idealizam não é muita.
  7. Colocado por: Sandra_ccQualquer médico das 10 especialidades com mais procura consegue ganhar mais que o tarefeiro, em muito menos horas de privado.
    O problema é entrar nessas 10 especialidades. Da mesma maneira que nem toda gente consegue entrar em medicina, nem todos os médicos conseguem escolher uma dessas especialidades. Terão pois que optar por outra.
  8. Colocado por: Sandra_ccQualquer médico das 10 especialidades com mais procura consegue ganhar mais que o tarefeiro, em muito menos horas de privado.
    O problema é entrar nessas 10 especialidades. Da mesma maneira que nem toda gente consegue entrar em medicina, nem todos os médicos conseguem escolher uma dessas especialidades. Terão pois que optar por outra.
  9. Colocado por: HAL_9000Ou seja se os médicos optarem por não entrar numa especialidade este ano, com o intuito de para o ano entrarem em dermatologia, oftalmologia, etc, ficam com um número limitado de funções que podem fazer. Se essas funções tiverem muita concorrência eventualmente uma das especialidades menos apetecíveis pode voltar a ser uma opção.

    Agora enquanto puderem fazer um ano de sabática e ainda assim ganhar mais que os colegas que estão a fazer especialidade, óbvio que a motivação para escolher uma especialidade fora do top3 que idealizam não é muita.


    Têm de fazer o exame de especialidade de novo e isso além de ter limite, tem baixa probabilidade de alguém que nao teve nota para isso, consiga vir a ter.
  10. Colocado por: Sandra_ccTêm de fazer o exame de especialidade de novo e isso além de ter limite, tem baixa probabilidade de alguém que nao teve nota para isso, consiga vir a ter.
    Por isso mesmo. Não podem arrastar indefinidamente essa decisão.
  11. Colocado por: HAL_9000Por isso mesmo. Não podem arrastar indefinidamente essa decisão.


    Não compreendi o raciocínio.
  12. Colocado por: PalhavaHospital de Todos-os-Santos ainda não saiu do papel.
    Negócios imobiliários com instalações de antigos e novos hospitais estão ao rubro(com alguns impedimentos).
    Por todo o país se vê surgir novos edifícios de hospitais e clínicas privadas.

    Estamos a caminho da extinção SNS?

    Os médicos como antigamente, com consultório privado, em apartamento com gabinetes médicos por conta própria estão em extinção?


    Os médicos com consultório privado são escassos e residuais actualmente.

    Já foi explicado antes porquê.

    O que rende actualmente no privado são as cirurgias e exames de diagnóstico.

    Abrir e manter um consultório dá uma despesa e trabalho inúteis e com baixa viabilidade económica.

    É muito mais simples vir para um grande grupo privado, que já tem toda a infraestrutura e licenças instaladas e onde há capacidade para inclusive operar, examinar, encaminhar e internar.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Palhava
    • eu
    • 29 novembro 2025
    Colocado por: Sandra_ccÉ muito mais simples vir para um grande grupo privado, que já tem toda a infraestrutura e licenças instaladas e onde há capacidade para inclusive operar, examinar, encaminhar e internar.


    É uma solução muito mais eficiente, com partilha otimizada de recursos.

    Acho que é bom para todos, incluindo os utentes.
    Concordam com este comentário: Sandra_cc
  13. Colocado por: eu

    É uma solução muito mais eficiente, com partilha otimizada de recursos.

    Acho que é bom para todos, incluindo os utentes.


    Sim, sem margem para dúvida.
  14. Colocado por: HAL_9000O problema é entrar nessas 10 especialidades. Da mesma maneira que nem toda gente consegue entrar em medicina, nem todos os médicos conseguem escolher uma dessas especialidades. Terão pois que optar por outra.


    Não fui precisa.

    Pelo menos as especialidades abaixo conseguem, sem grande dificuldade, ter uma boa privada, que lhes proporciona um rendimento acima dos tarefeiros, com menos esforço que eles.

    Mas para entrar nestas especialidades é preciso, actualmente, tirar provavelmente a partir de 80% (em algumas delas tem de ser 100%, outras pelos menos 95%) no exame de especialidade.

    Dermatologia
    Gastroenterologia
    Cir. Cardio torácica
    Cir. Vascular
    Neurocirurgia
    Cir. Geral
    Ginecologia obstetrícia
    Cir. Plástica
    Imunoalergologia
    Cardiologia
    Pneumologia
    Radiologia
    Neurologia
    Fisiatria
    Endocrinologia
    Pediatria
    Cir. Pediátrica
    Urologia
    Oftalmologia
    Anestesiologia
    Nefrologia
  15. Colocado por: HAL_9000Ou seja se os médicos optarem por não entrar numa especialidade este ano, com o intuito de para o ano entrarem em dermatologia, oftalmologia, etc, ficam com um número limitado de funções que podem fazer. Se essas funções tiverem muita concorrência eventualmente uma das especialidades menos apetecíveis pode voltar a ser uma opção.

    Agora enquanto puderem fazer um ano de sabática e ainda assim ganhar mais que os colegas que estão a fazer especialidade, óbvio que a motivação para escolher uma especialidade fora do top3 que idealizam não é muita.



    Se essas funções tiverem muita concorrência eventualmente uma das especialidades menos apetecíveis pode voltar a ser uma opção.


    Essas especialidades têm muitíssima procura, pelo que a concorrência, é baixa.

    As especialidades têm depois subespecialidades em que os colegas acabam por se complementar.

    Por exemplo:
    - um ortopedista pode ser subespecializado em ombro e encaminhar quem tem um problema de anca para o colega que é ortopedista subespecializado em ancas;

    -Um dermatologista pode ser subespecializado em psoríase e outro em dermatite atópica.

    -Um neurologista pode ser subespecializado em demências e outro em patologias funcionais;

    Por aí fora.

    Um colega ser da minha especialidade não quer dizer que é meu concorrente, isso é uma ideia do público geral sem conhecimento de causa da medicina. Pelo contrário na maioria das vezes é complementar.

    As especialidades de menor procura acabam sempre por ficar para quem não se empenhou em estudar para o exame de especialidade.

    Estudar para o exame de especialidade, não tem nada a ver directamente com o curso.

    Há pessoal que se balda completamente durante o curso, sabendo que o que conta de verdade é o exame de especialidade, que já é feito já
    depois de se ter terminado o curso.
  16. Colocado por: Sandra_ccNão compreendi o raciocínio.
    Mais cedo ou mais tarde esses médicos vão ter de optar por uma especialidade. Se houver mais médicos na mesma situação e portanto menos vagas para esse universo de médicos, mais motivação têm para tomar a decisão mais cedo. Correndo o risco de sobrarem as vagas cada vez menos apelativas.
  17. Colocado por: HAL_9000Mais cedo ou mais tarde esses médicos vão ter de optar por uma especialidade. Se houver mais médicos na mesma situação e portanto menos vagas para esse universo de médicos, mais motivação têm para tomar a decisão mais cedo. Correndo o risco de sobrarem as vagas cada vez menos apelativas.


    Não são obrigados a escolher especialidade.

    A maioria de quem fica de fora da especialidade, não chega nunca a ingressar numa.
  18. Colocado por: Sandra_ccHá pessoal que se balda completamente durante o curso, sabendo que o que conta de verdade é o exame de especialidade, que já é feito já
    depois de se ter terminado o curso.
    Certíssimo. Mas imagino eu que se baldando completamente durante o curso, mais improvável será depois estar entre os melhores classificados no exame de especialidade. Da mesma maneira que há aqueles que se esforçam bué o curso todo e isso por si só não significa que tirem boa classificação no exame de especialidade.
  19. Colocado por: Sandra_ccmaioria de quem fica de fora da especialidade, não chega nunca a ingressar numa.
    Certo, mas diria que, nesse caso, as oportunidades profissionais bem remuneradas, não serão tão vastas também.
 
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