Colocado por: HAL_9000Certíssimo. Mas imagino eu que se baldando completamente durante o curso, mais improvável será depois estar entre os melhores classificados no exame de especialidade. Da mesma maneira que há aqueles que se esforçam bué o curso todo e isso por si só não significa que tirem boa classificação no exame de especialidade.
Colocado por: HAL_9000Certo, mas diria que, nesse caso, as oportunidades profissionais bem remuneradas, não serão tão vastas também.
Colocado por: carlosj39Pode descriminar os serviços radiais que refere, serão juntas médicas e serviços médicos afins?
Colocado por: Sandra_ccTarefeiro e serviços radiais.Se houver mais médicos não chega para todos.
Colocado por: HAL_9000Se houver mais médicos não chega para todos.
Colocado por: ivreisComo já aqui escrevi, a malta nova não se quer sujeitar "à escravatura moderna".
E olhe que houve rescisões em candidatos com notas bem altas onde ainda havia vagas em especialidades com "boa privada". Já há muito recém licenciado a olhar para o futuro fora de Portugal.
Colocado por: ivreisComo já aqui escrevi, a malta nova não se quer sujeitar "à escravatura moderna".
E olhe que houve rescisões em candidatos com notas bem altas onde ainda havia vagas em especialidades com "boa privada". Já há muito recém licenciado a olhar para o futuro fora de Portugal.
Colocado por: Sandra_ccAcontece em todas as carreiras. Portugal paga mal, oferece poucas perspectivas de futuro para quem inicia agora a sua atividade profissional ou o fez nos últimos dez anos.
Sim, esses vão fazer internato no estrangeiro.
E depois provavelmente o resto da carreira também.
Colocado por: Sandra_ccSe calhar leu a publicação que eu li hoje no 'médicos unidos'.
Colocado por: ivreisjá sondaram todos os enfermeiros especialistas em saúde materna para saberem se estão disponíveis para assumir a responsabilidade?Imagino que estarão se lhes pagarem para isso. Mais responsabilidade pelo mesmo dinheiro é que tenho reservas.
Colocado por: ivreis
Que tópico foi?
Por acaso nos ultimos dias o único tópico que me despertou a atenção foi o do Dr Benjamim Carvalho.
De resto tem sido tarefeiros e enfermeiros para seguir grávidas de baixo risco (que acho óptimo). A pergunta que faço é: já sondaram todos os enfermeiros especialistas em saúde materna para saberem se estão disponíveis para assumir a responsabilidade? É que depois se houver recusas/escusas de responsabilidade por parte dos enfermeiros a medida morre logo ao nascimento.
Colocado por: HAL_9000Acontece em todas as carreiras. Portugal paga mal, oferece poucas perspectivas de futuro para quem inicia agora a sua atividade profissional ou o fez nos últimos dez anos.
Não percebo o espanto por se constatar que medicina não seja uma exceção. Apesar de ser uma carreira onde se ganha acima da média em Portugal, isso também é verdade no contexto europeu. Do meu grupo de amigos no secundário, em que nenhum é médico, de 15 pessoas estão 4 a trabalhar em Portugal e uma dessas 4 nem sequer trabalha para uma empresa portuguesa. Isto é o novo normal.
Por isso mesmo é que parte da solução, para de maiores condições de atractividade para trabalhar em Portugal, tem de passar por formar mais gente.
Colocado por: Sandra_ccEra sobre o tema das novas gerações de colegas vs a escravidão na medicina.
Colocado por: ivreis
Foi o publicado pela Ester? Se sim, apenas vem corroborar o que digo sobre as novas gerações há muito tempo. Nada de novo. Mas eles (os mais novos) não estão errados!
Colocado por: Sandra_ccMas claro que a emigração de colegas era inexpressiva até há 15 anos.Como na generalidade das outras carreiras com ensino superior e bons níveis de empregabilidade.