Colocado por: MdeW
e pelos vistos bem! permitem que um profissional de saúde possa estar horas sem fim num fórum "da casa" a colar links em cima de links com as notícias que, espero, teve umas quantas horas a ler! celebremos o tempo livre e a disponibilidade mental para tanto ler e informar!
Colocado por: Sandra_ccQuantas às vocações.
Hão de explicar como se mede vocação.
Não me importa nada que as pessoas queiram ganhar o máximo possível pelo seu trabalho.
Importa-me que as pessoas trabalhem bem e orientadas para os melhores resultados.
Se não formos para medicina pelas boas notas, vamos pelo quê? Auto de fé? Provas físicas? Caras bonitas?
Colocado por: taunus
Vai pelas notas e pelo gosto na matéria em causa. Se eu não tiver jeito nenhum para lidar com pessoas e nem gostar delas mas tiver boas notas, que crl estou a fazer na medicina?
É como o trolha, se for um mariquinhas e não gostar de levantar cedo e andar à chuva e tiver mãos de donzela...
Colocado por: Sandra_cc
Lidar com pessoas em patologia? Analises clínicas?...
Na psiquiatria e MGF ainda perceberia...
Mas mesmo assim...
Quando se vai ao médico queremos saúde.
Não obstante, como sugere medir o gosto? E o lidar com pessoas?
Colocado por: Sandra_ccIsso já foi exaustivamente discutido.
As vagas em medicina foram mais que triplicadas em 25 anos.
Colocado por: taunus
Óbvio que me refiro a quem tenha contacto com os pacientes, e passe com eles pelo men15 minutinhos.
O gosto, bem, o gosto vai de cada um. Se eu gosto de desmontar motores não vou para medicina, isso é certo.
Colocado por: taunus
Óbvio que me refiro a quem tenha contacto com os pacientes, e passe com eles pelo men15 minutinhos.
O gosto, bem, o gosto vai de cada um. Se eu gosto de desmontar motores não vou para medicina, isso é certo.
Colocado por: Sandra_cc
?!
Um dos melhores amigos de curso que tenho é louco por corridas, motores, motas, até é medical officer de eventos motorizados!
Eventos da FIA
Colocado por: euAté há Médicos que são presidentes de clubes de futebol ;)
Colocado por: Sandra_ccFalhava redondamente até porque a formação em medicina já não é exclusiva do estado e na formação pelo estado não há nenhum custo acrescido a qualquer outro curso.
Por outro lado, o SNS precisa de especialistas, por isso mesmo pública as vagas dos internatos de especialidade. Acontece que muitos colegas que terminaram o ano comum nem especialistas querem ser, outros preferem fazer a especialidade já fora do país.
Portanto, punha-se a questão:
- dar que anos ao SNS? Quando? Antes do internato de especialidade? Após fazer o internato de especialidade? Fazer permanência no SNS sem especialidade, sem sequer ser interno de especialidade?...Mas o internato de especialidade já é uma permanência no SNS obrigatória. O ano comum também...
Colocado por: palmstroke
Acho que existem muitos países onde se pode pagar uma especialidade com anos de serviço. O país onde vivo, o Chile, é desses. O meu marido é médico e portanto conheço o sistema.
As vagas de especialidade são limitadas e o convite condicionado a um jurí que faz o filtro, através de critérios objectivos (avaliação, currículo, anos serviço) e alguns outros subjectivos silenciosos mas que todos sabem que existem (background social/familiar, má ou boa fama, networking, etc).
Os médicos depois ingressam na especialidade por três modalidades:
1) Auto-pago: como o nome indica, o médico paga a sua especialidade, com fundos própios ou com recurso a crédito bancário. Os médicos não têm nenhuma obrigação de fazer serviço público neste caso, excepto pelas práticas que fazem parte da mesma especialidade, enquanto dure.
2) Anos de serviço públicoantesde entrar na especialidade: contam como "pontos" na parte dos critérios objectivos e depois são descontados nos anos de serviço a devolver. Na práctica são poucos os médicos que terminam a universidade e entram directo na especialidade, pelo que por aqui passam quase a maioria de especialistas, mas por exemplo exercer medicina em zonas mais remotas dá mais pontos e é uma estrategia que pode ser usada por médicos com menos vantagem noutros critérios.
3) Anos de serviço públicodepoisde entrar na especialidade.
Todas os institutos que ensinam especialidade têm vagas para todas as modalidades, ao mesmo tempo, na mesma carreira. Normalmente 30% auto-pago e 70% com devolução de anos serviço.
Quem entra na especialidade em troca de trabalhar no serviço público, ganha um salário enquanto estuda, de mais ou menos 2000 usd.
Quantos são os anos de serviço? O estado exige 7 anos em 44h semanais, ou 14 anos em 22h semanais. As horas trabalhadas no público antes de entrar na especialidade contam sempre como horas de serviço desta devolução.
Um médico pode entrar na especialidade em troca de trabalhar no serviço público e, depois de sair, pode dizer ao estado que não quer trabalhar no público. Nesse caso tem de pagar uma indemnizacão que é entre 3x e 5x da modalidade de auto-pago.