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  1.  # 721

    Boas,

    Colocado por: luisvvVejamos: Nem este, nem nenhum. A natureza do Estado é tirar a uns para dar a outros, e impor as ideias e modos de vida de uns a outros....


    Ai reside a nossa "diferença".
    O luis não acredita que um estado não possa ser justo. Eu acredito que possa ser (utopia?).
    Eu não acredito que o "mercado" possa ser justo. O luis acredita (utopia?).

    Colocado por: luisvvQuanto ao acesso a determinados serviços por quem não tenha poder de compra, é bom recordar que o poder de compra actual não é propriamente um bom termo de comparação, visto que é resultante da aplicação continuada de políticas que distorcem os mecanismos de mercado.


    Completamente de acordo.
    Eu já por diversas vezes referi que o nosso poder de compra é artificial e que inevitavelmente nos iria trazer a este fim.

    Colocado por: luisvvDesde que resulte de contrato voluntário, e na ausência de um monopólio artificialmente criado, o preço é por natureza justo. A avaliação que cada um de nós faz, em cada momento, do preço dos bens é pessoal e intransmissível, na medida em que reflecte os nossos interesses e condicionalismos.


    Mais uma vez: até poderia concordar.
    Concordo, e não teria nada a opor, para tudo o que não fosse bens essenciais, para bens essenciais tenho (muitas) dúvidas.
    Quanto é que estaria disposto a pagar para ter água em casa?
    Quanto é que estaria disposto a pagar para ter comida à mesa?

    Colocado por: luisvvQuanto ao resto, não havendo barreiras à entrada num mercado, a prática de cartelização ou outras anti-concorrência não teria vantagens, por não poder ser assegurada de modo duradouro.


    Quanto a mim, para acreditar nisto será necessária a mesma "fé" que para acreditar que o estado pode ser "justo".

    Colocado por: luisvvConfesso que não conheço, à excepção de umas referências avulsas sobre liberdade sexual.


    É talvez a "faceta" mais conhecida dele.
    Mas Reich têm "trabalhos" nas áreas mais distintas como psicologia, sociologia, política, etc..

    Colocado por: luisvvMas aí voltamos ao mesmo erro: a existência de regras não pressupõe a existência de um monopolista que as imponha - nem supõe sequer a necessidade de igualdade entre partes.


    Mais ai como se poderá garantir que o sistema é "justo"?
    Como é que se garante a existência de regras?
    Como é que existindo regras, a liberdade individual é garantida?

    Colocado por: luisvvMas há mesmo assim tantos mercados não regulados? E tem exemplos palpáveis que queira trazer para aqui?


    O que eu disse é que existe mesmo em mercados regulados e que em minha opinião existiria muito mais num mercado não regulados.
    Não é difícil encontrar exemplos, mesmo no nosso dia a dia.
    Mais difícil (pelos vistos) é conseguir (segundo a nossa justiça) de os conseguir provar.

    Bruxelas multa Pacific Fruit por cartelização do preço da banana em Portugal, Grécia e Itália
    http://aeiou.expresso.pt/bruxelas-multa-pacific-fruit-por-cartelizacao-do-preco-da-banana-em-portugal-grecia-e-italia=f679946

    IGS vai investigar hospitais envolvidos em cartel
    Depois de a Autoridade da Concorrência ter concluído que houve combinação de preços por parte de cinco laboratórios, a IGS quer saber se os próprios hospitais vítimas desta fraude económica tiveram ou não culpa na forma como conduziram e adjudicaram os concursos públicos.
    http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=625989

    Bruxelas investiga suspeita de cartelização na banca
    http://www.agenciafinanceira.iol.pt/financas/bruxelas-banca-financas-comissao-europeia-precos/1290666-1729.html

    Empresas de moagem de farinha condenadas por cartel
    http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1302469

    (nem me dei ao trabalho de as seleccionar, foram as primeiras que apareceram)

    Colocado por: MRuiÉ verdade, o Wilhelm já naquela altura gostava de umas festas bunga-bunga. Por mim, nada a opor, apesar de achar que os psiquiatras e psicanalistas não jogam com o baralho todo.


    Sem querer estar a defender Reich (até porque eu próprio acho que algumas das suas "teorias" são assim um pouco para o loucas):
    Reich devido a alguns dos seus escritos foi considerado perigoso para a sociedade, e qual a melhor forma de descredibilizar alguém?
    Até admira não contarem a história de que ele violava as pacientes. Conheço algumas pessoas que fizeram o curso de psicologia e a todas elas foi contada a história de que ele violava as pacientes, curiosamente nada mais era referido. Mais curioso ainda é a utilização de algumas das suas "invenções", omitindo ou mentido sobre o verdadeiro autor.


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  2.  # 722

    Boas,

    Uma dúvida:
    Alguém seguiu a conferência da troika?
    Ouvi apenas partes pela rádio, e agora estou um pouco confuso.

    “A fim de melhorar a competitividade dos custos da mão-de-obra, os salários do sector privado deverão seguir o exemplo do sector público e aplicar reduções sustentadas”, afirmou.
    http://economia.publico.pt/Noticia/fmi-insiste-na-defesa-de-cortes-salariais-no-privado_1521438

    A minha confusão:
    Pelo que ouvi na rádio, foi afirmada a surpresa dos responsáveis com a disparidade de ordenados no sector privado.
    Isto associado ao afirmarem que os salários no privado deveria descer, eu fiquei com a ideia que estariam a afirmar que a disparidade de salários deveria ser diminuída, no entanto depois ao ler os jornais fico com a ideia completamente oposta, isto é, fico com a ideia que o pretendido com a diminuição dos salários é essencialmente para a mão de obra intensiva, logo os salários mais baixos.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  3.  # 723

    Boas,

    Por outras palavras, sem a mecânica do Estado de Direito, a natureza orgânica do mercado não funciona (quem pensar o contrário é um optimista antropológico sem emenda). E parece-nos que, nas últimas décadas, alguma euforia liberal (ex.: a ideia do mundo plano e sem fronteiras) negligenciou esta dimensão política e legal da economia.
    ...
    VII. Em resumo, este ensaio defende que a economia de uma sociedade justa deve assentar num liberalismo conservador. Sim, com certeza, o mercado é a melhor forma de criar riqueza, mas o dito mercado tem de actuar num cenário marcado pelo rigor institucional e pela pluralidade orgânica dos corpos intermédios. Sem um Estado de Direito forte e sem comunidades interligadas por capital social (e religioso), o mercado nunca será eficaz. Por outras palavras, não podemos esquecer que a tradição liberal nasceu em debates religiosos e políticos, e não em debates estritamente económicos.
    http://aeiou.expresso.pt/por-um-liberalismo-conservador=f688564

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
    •  
      FD
    • 18 novembro 2011

     # 724

    Valha-nos a conformação de que estamos a testemunhar algo de novo que poderemos vir a contar aos nossos netos.
  4.  # 725

    Se houver dinheiro para sustentar filhos que venham a sustentar os seus filhos dentro de um período de tempo suficiente para nós não irmos desta para melhor :)
    •  
      FD
    • 18 novembro 2011

     # 726

    Os meus pais não tinham dinheiro para comprar sapatos para ir para a escola.
    Estaremos cá com certeza.
    Concordam com este comentário: José Pedro Nunes
  5.  # 727

    Boas,

    Tinha um amigo, comunista de todos os costados, que justificava assim os maus resultados da experiência socialista na RDA: "o sistema era bom, o povo é que não prestava". É comum os fundamentalistas, mais guiados pela fé do que pela experiência e pelos factos, encontrarem estas desculpas para os seus falhanços. Acreditam que as suas convicções ideológicas estão no território da ciência. E, se no terreno alguma coisa falha, terá de ser por qualquer outro factor não ajudou. A coisa é perfeita, o problema são as pessoas, que não merecem a coisa.
    http://aeiou.expresso.pt/o-bom-povo-portugues=f688493


    PJ tem 25 carros novos fechados numa garagem há um ano
    http://www.ionline.pt/portugal/pj-tem-25-carros-novos-fechados-numa-garagem-ha-ano


    A recomendação da troika de baixar os salários nas empresas do sector privado em Portugal, à semelhança daquilo que o Governo vai fazer nos próximos dois anos aos seus assalariados, está a levantar uma justificada indignação em múltiplos sectores do País. No mundo sindical, que vê nessa medida um passo adicional na estratégia de embaratecimento do factor trabalho, com o fim de aumentar as margens de lucro das empresas, sem que isso se traduza automaticamente num salto em frente nos seus investimentos. No mundo académico, também, que não aceita unanimemente esta via como eficiente para promover a competitividade de uma economia confrontada com décadas de défices comerciais. Tanto do ponto de vista teórico como do da evidência empírica numa boa dúzia de países, conclui-se ser questionável, com resultados imitados, tal estratégia.
    http://www.dn.pt/inicio/opiniao/editorial.aspx?content_id=2131757

    Empresários ouvidos pelo Económico recusam intervenção da ‘troika’ nos salários dos trabalhadores, preferindo aumentar horários.
    http://economico.sapo.pt/noticias/gestores-recusam-interferencia-da-troika-nos-salarios_131706.html

    É preciso trabalhar mais e, sobretudo melhor, mas Portugal não pode cimentar a sua estratégia económica nos baixos salários. Até porque se esse fosse um factor determinante, Portugal já era um dos países mais competitivos da Europa porque já tem dos salários médios mais reduzidos.
    http://economico.sapo.pt/noticias/trabalhar-mais-sim-receber-menos-nao_131708.html

    "O FMI clarificou o destino de Portugal na quarta-feira com a sua última avaliação à economia. O país, repetindo a experiencia da Grécia, vai provavelmente necessitar de um segundo pacote de ajuda, que inclui um corte na divida soberana", defende hoje David Powell num artigo de opinião publicado esta manhã pela Bloomberg.
    http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-pode-precisar-de-um-segundo-programa-de-ajuda_131729.html



    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  6.  # 728

    Boas,

    A mim parece-me o primeiro passo para o corte dos subsídios ser para sempre:

    Governo vai fazer uma revisão completa de todos os salários da Administração Pública
    O Governo vai fazer uma revisão completa das tabelas salariais da Função Pública até ao final de 2012. A medida consta da actualização do memorando da troika, anunciou hoje o secretário de Estado da Administração Pública.
    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=520537

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  7.  # 729

    Boas,

    Isto faz-vos lembrar alguma coisa?


    Portugal poupa 3,5 mil milhões de euros com novas regras de Bruxelas
    “Estamos a atravessar um momento crucial”, reconheceu o comissário, sublinhando que, sobretudo nos países intervencionados que estão obrigados a seguir uma política de austeridade mais dura, é “fundamental acelerar projectos” que possam ajudar as pessoas a obterem qualificações que lhes permitam evitar ou sair do desemprego, e apoiar de forma “mais eficaz” as pequenas e médias empresas, na medida em que são estas as que podem gerar “crescimento e emprego sustentáveis”.
    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=520487

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  8.  # 730

    Boas,

    Depois de um qualquer secretário de estado ter aconselhado os jovens a saírem da "zona de conforto" e emigrarem, ouvi na rádio (não li ainda em nenhum jornal), que numa terra qualquer o centro de emprego chamou os desempregados para lhes dizer que cá não há emprego e que o melhor era emigrarem.


    Passos: Portugal "será mais competitivo" com "muita contenção" nos salários
    "Espero que os jovens portugueses não desesperem com a situação portuguesa"
    http://aeiou.expresso.pt/passos-portugal-sera-mais-competitivo-com-muita-contencao-nos-salarios=f688584

    Governo vai "reduzir número de funcionários públicos" e rever salários
    "Temos que assumir a necessidade de efetuar uma redução do número de funcionários públicos e terão de ser desenhados instrumentos que permitam avançar com este objetivo"
    http://aeiou.expresso.pt/governo-vai-reduzir-numero-de-funcionarios-publicos-e-rever-salarios=f688824

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  9.  # 731

    Obviamente porque uma estrada, principalmente quando livre de pagamento ao utilizador (e não em interessa se os custos estão diluídos nos impostos), é um serviço publico para uso da população em geral devendo ser elaborada/decidida em função da necessidade geral....assim obviamente que não deverá ser um privado a decidi-lo.


    Toda uma série de conceitos engraçados:
    1) "livre de pagamento ao utilizador" (e não em interessa se os custos estão diluídos nos impostos)"

    1º Problema: o utilizador não paga. Não há incentivo para a estrada ser de facto útil. A estrada é feita porque sim, porque não, porque talvez.

    é um serviço publico para uso da população em geral devendo ser elaborada/decidida em função da necessidade geral.

    Parte-se do princípio que todos os serviços devem ser assim: feitos com a preocupação de utilidade. Acontece que a "necessidade geral" é um conceito tão lato, que temos por exemplo 3 autoestradas Lisboa-Porto, e desconfio que não temos mais porque não conseguimos fazer tudo ao mesmo tempo.

    assim obviamente que não deverá ser um privado a decidi-lo.

    Claro que não - nem sequer é o privado que a vai pagar, pois não ? Já nem falo de utilizá-la...
  10.  # 732

    Ai reside a nossa "diferença".
    O luis não acredita que um estado não possa ser justo. Eu acredito que possa ser (utopia?).
    Eu não acredito que o "mercado" possa ser justo. O luis acredita (utopia?).

    Com a diferença de que o mercado se prova todos os dias...

    Mais uma vez: até poderia concordar. Concordo, e não teria nada a opor, para tudo o que não fosse bens essenciais, para bens essenciais tenho (muitas) dúvidas.Quanto é que estaria disposto a pagar para ter água em casa?
    Quanto é que estaria disposto a pagar para ter comida à mesa?

    Lá vamos nós: ter água a X, quando ela custa X+Y a produzir e distribuir é errado. Mesmo da perspectiva estatista, se há quem não pode ter, subsidie-se a pessoa, não o bem.
    Comida? O mercado alimentar não é diferente dos restantes.

    Quanto a mim, para acreditar nisto será necessária a mesma "fé" que para acreditar que o estado pode ser "justo".

    Não é fé - é prática.

    Mais ai como se poderá garantir que o sistema é "justo"? Como é que se garante a existência de regras?
    Como é que existindo regras, a liberdade individual é garantida?


    O que eu disse é que existe mesmo em mercados regulados e que em minha opinião existiria muito mais num mercado não regulados.

    Mas aí vamos voltar ao meu ponto: a regulação é apenas uma forma de barrar entrada, limitar concorrência e piorar efectivamente o funcionamento do mercado.
  11.  # 733

    Boas,

    Colocado por: luisvvLá vamos nós: ter água a X, quando ela custa X+Y a produzir e distribuir é errado. Mesmo da perspectiva estatista, se há quem não pode ter, subsidie-se a pessoa, não o bem.


    O subsidiar não é um desvirtuamento do mercado?
    Subsidiar não é uma regulação?
    Quem subsidia? Com que dinheiro?

    Colocado por: luisvv
    Comida? O mercado alimentar não é diferente dos restantes.


    Para si, para mim não.


    Colocado por: luisvvNão é fé - é prática.


    Então dê lá um exemplo dessa sua sociedade/país.


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  12.  # 734

    Então dê lá um exemplo dessa sua sociedade/país.

    Essa questão já foi aqui colocada (não é do seu tempo) e não me lembro de o luísvv ter respondido, mas alguém disse - e eu concordo - que assim de repente ... sociedade sem estado ... a Somália?
    Concordam com este comentário: becas, oxelfeR (RIP)
    Estas pessoas agradeceram este comentário: oxelfeR (RIP)
  13.  # 735

    Boas,

    Colocado por: j cardosoEssa questão já foi aqui colocada (não é do seu tempo) e não me lembro de oluísvvter respondido, mas alguém disse - e eu concordo - que assim de repente ... sociedade sem estado ... a Somália?


    Já não esperava dar uma valente gargalhada a estas horas ;)

    Mas têm razão, tenho uma leve ideia de ter lido isso.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  14.  # 736

    Boas,

    Governo vai avançar "rapidamente" com novos instrumentos para cortar pessoal

    Na mesma intervenção, Hélder Rosalino deixou claro que os cortes salariais não são suficientes para garantir o ajustamento exigido pelos credores internacionais.

    "A redução de efectivos, além de necessária, será a única forma possível de acomodar uma redução de custos com pessoal do Estado que não seja exclusivamente baseada na variável preço", afirmou.

    Hélder Rosalino afirmou ainda que pretende desenhar “rapidamente” “instrumentos de gestão” que permitam reduzir efectivos.

    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=520537

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  15.  # 737

    Boas,

    :)

    Os pobres são mais simpáticos, mais poupados e mais honestos do que os ricos.
    É ainda notório que o contexto socioeconómico explica muitas das diferenças nas percepções e nas práticas das crianças a respeito do dinheiro e do consumo. Os meninos mais favorecidos estão mais informados, mas tendem a ser mais autocentrados; têm talvez uma melhor noção de estratégia financeira, mas são menos propensos ao altruísmo e à solidariedade. Por outro lado, as crianças de estratos socioeconómicos mais baixos são um pouco mais “inconsequentes” e revelam menos capacidade de planeamento.
    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=520529

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  16.  # 738

    Colocado por: luisvvLá vamos nós: ter água a X, quando ela custa X+Y a produzir e distribuir é errado. Mesmo da perspectiva estatista, se há quem não pode ter, subsidie-se a pessoa, não o bem.
    Comida? O mercado alimentar não é diferente dos restantes.

    Hó Luís...mas temos ou não que privatizar a justiça?É que só dá despesa!
  17.  # 739

    Boas,

    Fantástico!!!


    Centros de emprego empurram mais jovens para a emigração
    Nesta reunião, para a qual foram convocados duas dezenas de desempregados jovens, os técnicos não apresentaram nenhuma proposta concreta de emprego, apostando, sobretudo, em incentivar os utentes a procurarem alternativas fora do país. E o i apurou, junto de técnicos de outros centros de emprego, que a estratégia de incentivar os jovens a emigrar estará mesmo a ser colocada em prática a nível nacional, já que é cada vez mais visível a falta de soluções no país.
    http://www.ionline.pt/portugal/centros-emprego-empurram-mais-jovens-emigracao

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  18.  # 740

    Boas,

    O verdadeiro primeiro-ministro português:

    Miguel Relvas colaborou com empresa do BPN antes da nacionalização
    http://economia.publico.pt/Noticia/miguel-relvas-colaborou-com-empresa-do-bpn-antes-da-nacionalizacao-1521649

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
 
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