Colocado por: luisvvVejamos: Nem este, nem nenhum. A natureza do Estado é tirar a uns para dar a outros, e impor as ideias e modos de vida de uns a outros....
Colocado por: luisvvQuanto ao acesso a determinados serviços por quem não tenha poder de compra, é bom recordar que o poder de compra actual não é propriamente um bom termo de comparação, visto que é resultante da aplicação continuada de políticas que distorcem os mecanismos de mercado.
Colocado por: luisvvDesde que resulte de contrato voluntário, e na ausência de um monopólio artificialmente criado, o preço é por natureza justo. A avaliação que cada um de nós faz, em cada momento, do preço dos bens é pessoal e intransmissível, na medida em que reflecte os nossos interesses e condicionalismos.
Colocado por: luisvvQuanto ao resto, não havendo barreiras à entrada num mercado, a prática de cartelização ou outras anti-concorrência não teria vantagens, por não poder ser assegurada de modo duradouro.
Colocado por: luisvvConfesso que não conheço, à excepção de umas referências avulsas sobre liberdade sexual.
Colocado por: luisvvMas aí voltamos ao mesmo erro: a existência de regras não pressupõe a existência de um monopolista que as imponha - nem supõe sequer a necessidade de igualdade entre partes.
Colocado por: luisvvMas há mesmo assim tantos mercados não regulados? E tem exemplos palpáveis que queira trazer para aqui?
Colocado por: MRuiÉ verdade, o Wilhelm já naquela altura gostava de umas festas bunga-bunga. Por mim, nada a opor, apesar de achar que os psiquiatras e psicanalistas não jogam com o baralho todo.
Obviamente porque uma estrada, principalmente quando livre de pagamento ao utilizador (e não em interessa se os custos estão diluídos nos impostos), é um serviço publico para uso da população em geral devendo ser elaborada/decidida em função da necessidade geral....assim obviamente que não deverá ser um privado a decidi-lo.
1) "livre de pagamento ao utilizador" (e não em interessa se os custos estão diluídos nos impostos)"
é um serviço publico para uso da população em geral devendo ser elaborada/decidida em função da necessidade geral.
assim obviamente que não deverá ser um privado a decidi-lo.
Ai reside a nossa "diferença".
O luis não acredita que um estado não possa ser justo. Eu acredito que possa ser (utopia?).
Eu não acredito que o "mercado" possa ser justo. O luis acredita (utopia?).
Mais uma vez: até poderia concordar. Concordo, e não teria nada a opor, para tudo o que não fosse bens essenciais, para bens essenciais tenho (muitas) dúvidas.Quanto é que estaria disposto a pagar para ter água em casa?
Quanto é que estaria disposto a pagar para ter comida à mesa?
Quanto a mim, para acreditar nisto será necessária a mesma "fé" que para acreditar que o estado pode ser "justo".
Mais ai como se poderá garantir que o sistema é "justo"? Como é que se garante a existência de regras?
Como é que existindo regras, a liberdade individual é garantida?
O que eu disse é que existe mesmo em mercados regulados e que em minha opinião existiria muito mais num mercado não regulados.
Colocado por: luisvvLá vamos nós: ter água a X, quando ela custa X+Y a produzir e distribuir é errado. Mesmo da perspectiva estatista, se há quem não pode ter, subsidie-se a pessoa, não o bem.
Colocado por: luisvv
Comida? O mercado alimentar não é diferente dos restantes.
Colocado por: luisvvNão é fé - é prática.
Então dê lá um exemplo dessa sua sociedade/país.
Colocado por: j cardosoEssa questão já foi aqui colocada (não é do seu tempo) e não me lembro de oluísvvter respondido, mas alguém disse - e eu concordo - que assim de repente ... sociedade sem estado ... a Somália?
Colocado por: luisvvLá vamos nós: ter água a X, quando ela custa X+Y a produzir e distribuir é errado. Mesmo da perspectiva estatista, se há quem não pode ter, subsidie-se a pessoa, não o bem.
Comida? O mercado alimentar não é diferente dos restantes.