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    •  
      FD
    • 18 novembro 2011

     # 381

    Colocado por: oxelferPara mim isso são: chavões.

    Sei que tem problemas mas, não deixa de ser um "documento": http://www.sabado.pt/Multimedia/Videos/Vox-Pop/VoxPop--A-ignorancia-dos-nossos-universitarios.aspx
  1.  # 382

    Boas,

    Colocado por: GibaSe aquilo que você considera de chavão, fosse um modelo a ser seguido de exemplo por todos “nós”, muito provavelmente Portugal estaria hoje numa situação inversa daquele que se encontra. Excelente seria se em nosso léxico esta palavra representasse nosso paradigma. Seria formidável não é verdade?


    Para mim quando muito poderiam ser objectivos a alcançar e não o início do caminho.
    Não acredito que seja quem for (fora os trapaceiros) se metam em algum projecto sem ter como lema o que considerei de "chavões".
    O grande problema é o caminho que se toma para lá chegar.
    O que eu "procuro" é o caminho, porque onde quero chegar sei eu bem.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  2.  # 383

    Boas,

    Colocado por: FDSei que tem problemas mas, não deixa de ser um "documento":http://www.sabado.pt/Multimedia/Videos/Vox-Pop/VoxPop--A-ignorancia-dos-nossos-universitarios.aspx


    http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=34082

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  3.  # 384

    Também me preocupam algumas perguntas tipo o padrinho como se fossem muito importantes saber-se quem foi o artista de cinema que fez esse papel...aliás também faz parte da ignorância quem faz este tipo de perguntas que não interessam em muito para o futuro de quem quer que seja,aliás tenho visto grandes profissionais nas obras que não sabem dessas coisas,e desempenham muito bem o seu papel profissional!
    Concordam com este comentário: José Pedro Nunes
  4.  # 385

    Mais grave do que termos exemplos de alunos universitários com ignorância em algumas áreas que consideramos de cultura geral, é o sentimento de bem-estar que a maioria sente ao pensar que há pessoas mais ignorantes que elas mesmas. Este sentimento mesquinho, alimentado por parte da nossa comunicação social é mais triste do que a ignorância demonstrada por parte dos entrevistados.
  5.  # 386

    Jorge:

    Estamos a falar de universitários! Não saber quem escreveu "Os Maias"? Dizer que Leonardo Di Caprio pintou a Mona Lisa? Ando a pagar impostos para dar educação a esta gente? Digo-lhe mais, se fosse o meu filho a dizer:

    - Política não é comigo.
    - Literatura não é comigo.
    - ... não é comigo.

    e assim que me viesse pedir o dinheiro das propinas iria ouvir com toda a certeza:

    Dinheiro para manter a ignorância? Não é comigo. Nas próximas férias tens lugar marcado a trabalhar como servente de pedreiro! (e faria questão que lhe fossem atribuidos os trabalhos mais pesados).
    Concordam com este comentário: Tavares Miguel
  6.  # 387

    Boas,

    Colocado por: José Pedro NunesMais grave do que termos exemplos de alunos universitários com ignorância em algumas áreas que consideramos de cultura geral, é o sentimento de bem-estar que a maioria sente ao pensar que há pessoas mais ignorantes que elas mesmas. Este sentimento mesquinho, alimentado por parte da nossa comunicação social é mais triste do que a ignorância demonstrada por parte dos entrevistados.


    Pode começar por perguntar a essas pessoas o que é cultura.
    Uns responderão que é saber tudo e mais alguma coisa, outros que é fumar um charuto, etc., etc..
    Mas no fundo nenhum deles sabe o verdadeiro significado de cultura.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
    •  
      FD
    • 18 novembro 2011

     # 388

    Colocado por: José Pedro Nunesé o sentimento de bem-estar que a maioria sente ao pensar que há pessoas mais ignorantes que elas mesmas

    Eu não me senti bem. Aliás, senti-me bem mal. Preocupa-me a falta de preocupação.
    Concordam com este comentário: Tavares Miguel
  7.  # 389

    Colocado por: FDEu não me senti bem. Aliás, senti-me bem mal. Preocupa-me a falta de preocupação.


    Não estava a falar do FD, estava a falar do ambiente em geral que se vê qd se mostra uma notícia dessas, por ex. no meu local de trabalho. Não quero menosprezar a ignorância que existe no nosso ensino superior, que é preocupante, mas que não deve ser generalizada.
  8.  # 390

    Boas,

    Colocado por: FDEu não me senti bem. Aliás, senti-me bem mal. Preocupa-me a falta de preocupação.


    Não sei porquê:
    Qual é objectivo da maior parte de nós?
    Ganhar muito dinheiro certo?
    Olhem para a maior parte dos que ganham muito e vejam se são propriamente "cultos".
    Logo, se queremos seguir os exemplos de quem alcançou o que desejamos ...

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  9.  # 391

    Colocado por: j cardosoJorge:

    Estamos a falar de universitários! Não saber quem escreveu "Os Maias"? Dizer que Leonardo Di Caprio pintou a Mona Lisa? Ando a pagar impostos para dar educação a esta gente? Digo-lhe mais, se fosse o meu filho a dizer:

    - Política não é comigo.
    - Literatura não é comigo.
    - ... não é comigo.

    e assim que me viesse pedir o dinheiro das propinas iria ouvir com toda a certeza:

    Dinheiro para manter a ignorância? Não é comigo. Nas próximas férias tens lugar marcado a trabalhar como servente de pedreiro! (e faria questão que lhe fossem atribuidos os trabalhos mais pesados).

    Percebo a sua observação...mas temos um problema político grave,andamos a colocar mentes em lugares errados...estudar até longa data não é pra todos,e cada macaco no seu lugar e isto de se dizer que temos que estudar muito para termos um futuro melhor já é cacete que não se adapta às circunstâncias actuais,e o que me preocupa é que os responsáveis deste país continuam a fazer com que todos estudem até tarde mesmo sabendo que muitos nunca irão lá fazer quase nada,e seriam muito bem aproveitados em outros lugares que os estrangeiros estão cada vez mais a ocupar.
    • Giba
    • 18 novembro 2011

     # 392

    Há minha pouca lucidez, estou sendo franco começo a não perceber nada, diz-me que sê o aparelho de Estado, sê a classe política, sê o tecido produtivo, sê o investimento em ID, sê, sê, sê, fossem conduzidos com Rigor, Qualidade e Eficiência o País estaria objectivamente numa situação no mínimo melhor daquela à que se encontra neste momento. Mas como os “sês” valem o que valem, para alguns não passam de intenções fora do prazo. Não seria altura de exigirmos que o tal “chavão” tornasse-se uma regra. Poderá não resolver o problema, mas irá dificultar a vida de muitos indivíduos perniciosos de nossa sociedade. Há começar pelos sectários.

    Giba
  10.  # 393

    ... andamos a colocar mentes em lugares errados..

    Estou de acordo se ao dizer "andamos" se referir aos pais dos alunos. Por um lado querem os filhos "a doutor", por outro não são exigentes para com os filhos. Fico espantado (isto é, ficava, agora já nada me admira) quando vejo a naturalidade com que aceitam os maus resultados escolares dos filhos. Ainda mais espantado fico quando vejo como alguns aceitam o mau comportamento dos filhos na escola. Fico com a ideia que há pais que pensam que a educação é dada na escola pelos professores; não é, a educação é dada principalmente em casa e qualquer o pai devia ser o primeiro a exigir dos filhos respeito pelos professores e pela escola. Por outro lado desenganem-se aqueles que pensam que a cultura é "fornecida" pela escola, a cultura começa também em casa. Por muitas desculpas que inventem, por muito que os estudantes que as imagens que o FD disponibilizou mostram não constituam uma amostra representativa, há ali respostas que mais não são que uma grande vergonha para quem as dá. Será, na minha opinião, o factor mais preocupante: não têm sequer vergonha da sua ignorância.
    Concordam com este comentário: FD, Jorge Rocha
    • eu
    • 18 novembro 2011

     # 394

    Colocado por: j cardosoNão saber quem escreveu "Os Maias"?

    Isso nem é muito grave, pois este livro é demasiadamente sobrevalorizado. ;)
  11.  # 395

    Boas,

    Colocado por: j cardosoPor muitas desculpas que inventem, por muito que os estudantes que as imagens que o FD disponibilizou mostram não constituam uma amostra representativa, há ali respostas que mais não são que uma grande vergonha para quem as dá. Será, na minha opinião, o factor mais preocupante: não têm sequer vergonha da sua ignorância.


    Perspectivas...
    A mim já me disseram muitas vezes que devia ter vergonha por não saber quem canta determinada música, por não saber que é a mulher de não sei quem ...

    Ainda no outro dia:
    No meio de um grupo de amigo todos se estavam a rir porque pelos vistos na casa dos segredos pediram a alguém para dizer países da América do sul, e a única resposta foi África. Até aqui tudo bem, mas, eu como desmancha prazeres que sou pedi logo que me dissessem (quem se estava a rir) países da América do Sul. Conclusão: disseram 2 ou 3 a muito custo.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  12.  # 396

    Isso nem é muito grave, pois este livro é demasiadamente sobrevalorizado. ;)

    Opinião sua, que respeito embora não seja a minha. De qualquer forma a questão não é essa, as respostas são graves orque Os Mais são objecto de estudo no ensino secundário - ou seja, quem deu aquelas respostas tem obrigação de saber a resposta correcta.

    Perspectivas...

    Quando se fala de assuntos que foram matéria de estudo pouco tempo antes não me parece que seja uma questão de perspectiva, antes me parece uma resposta de "calaceiros".
    • eu
    • 18 novembro 2011

     # 397

    Colocado por: oxelfermas, eu como desmancha prazeres que sou pedi logo que me dissessem (quem se estava a rir) países da América do Sul. Conclusão: disseram 2 ou 3 a muito custo.

    Ora aí está uma boa ideia! Pararam logo de rir, não?
  13.  # 398

    Boas,

    Colocado por: j cardosoQuando se fala de assuntos que foram matéria de estudo pouco tempo antes não me parece que seja uma questão de perspectiva, antes me parece uma resposta de "calaceiros".


    Mas ai então teríamos de ir um pouco mais longe:
    (não o gosto de fazer mas vou utilizar o meu caso em concreto)
    O estudo hoje em dia é mais baseado em "decorar" que "entender". Eu sempre tive dificuldade com este método de estudo, tenho a memória muito fraquinha e por norma dou pouca importância a coisas que todos acham muito importantes, e vice-versa.
    Para mim o importante é o conteúdo e não a capa, de outra forma, eu sou capaz de lhe explicar teorias (por exemplo) ao pormenor e depois não lhe conseguir dizer quem foi o autor. Outros dizem-me quem foi o autor, mas depois não me conseguem sequer dizer por alto o conteúdo.
    Há três ou quatro autores que me marcaram e provavelmente a estes conseguiria identificar, mas por norma não consigo.
    No meu caso não têm somente a ver com o estudo, o mesmo se passa com o cinema por exemplo.

    Depois há aqueles que (ouvindo o Bolero de Ravel) lhes é perguntado de quem é a música que estão a ouvir, ao que respondem que não sabem, mas que podem dizer o nome da música. Quando lhes é então perguntado o nome de música, respondem: Bolero de Ravel.
    (não resisti, isto passou-se nos "jogos sem fronteiras" e ficou-me, vá-se lá saber porquê, para sempre na memória)

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  14.  # 399

    Boas,

    Colocado por: euOra aí está uma boa ideia! Pararam logo de rir, não?


    Na verdade não ficaram lá muito "contentes", porque para todos os efeitos eu acabei por os "igualar" aos que eles estavam a apelidar estúpidos, parvos, básicos, etc..

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
    • eu
    • 18 novembro 2011

     # 400

    Colocado por: oxelferO estudo hoje em dia é mais baseado em "decorar" que "entender"

    Olhe que não, antigamente era bem pior...

    Eu tenho acompanhado a educação dos meus filhos e estou agradavelmente surpreendido pelos métodos de ensino actuais na escola primária e secundária.

    O que de facto está errado é todo o sistema de avaliação dos alunos, nomeadamente o nível baixo de exigência das provas.
 
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