Colocado por: luisvv15% dos contribuintes pagam 85% do IRS.
1 - Será que me é permitido a qualquer mero contribuinte, empresário ou trabalhador, fazer as malas e escolher outro domicílio fiscal?
2 - Tanta preocupação com o Louçã e o outro, eles que nunca foram e não se prevê que venham a ser poder, e nenhuma com o Portas e os seus sequazes?
E o "outro", ainda agora acabou de ser governo.
Luísvv, intervenção brilhante, mas… percentagens e as suas leituras são sempre muitos relativos não è?
Falta perceber ali algumas questões no seu graficozinho. Qual a percentagem de contribuintes que se encontram isentos de IRS? E também lhe ficaria bem dizer o porquê de se encontrarem isentos de IRS?
Ou colocando a pergunta de forma mais clara: Qual o valor abaixo do qual não há lugar a pagamento de IRS, e qual o numero demalandros/contribuintes que não aufere desse valor?
O Portas ainda agora acabou de ser governo? Amnésia súbita?
A família Soares dos Santos, que detém a maior participação na Jerónimo Martins (JM), vendeu os seus 56% do capital à subsidiária do grupo na Holanda. Na base da mudança está uma manobra de gestão que visa fugir a uma dupla tributação com a entrada na Colômbia - onde a dona do Pingo Doce quer investir 400 milhões de euros até 2014 - mas também a antecipação de eventuais mudanças na lei portuguesa que possam penalizar ainda mais as SGPS.
A principal razão para esta operação, segundo fonte próxima da empresa, é mesmo garantir que os 56% detidos pela Sociedade Francisco Manuel dos Santos,SGPS, controlada pela família Soares dos Santos, nunca venham a pagar imposto sobre as respetivas mais-valias. Por duas razões. Apesar de o atual Governo ter garantido que não vai alterar as regras de tributação das SGPS (que basicamente estão isentas de imposto), a mesma fonte repara que há uma "incerteza latente" face à evolução da situação do País e, por arrasto, ao que pode acontecer com impostos sobre as empresas.
Na Holanda, dos poucos países da zona euro que não está em crise, o ambiente fiscal é muito mais leve e expedito na aplicação do direito comercial. Com a transferência, os acionistas nucleares da JM garantem o prolongamento do regime da isenção da SGPS por tempo indeterminado.
A segunda razão, explicou o observador, estará relacionada com o investimento recente da Jerónimo Martins na Colômbia. A empresa estará a criar uma sociedade de direito holandês abaixo da casa-mãe (SGPS) para onde deverá canalizar os dividendos procedentes da operação colombiana. Esta decisão é relevante na medida em que o país latino-americano ainda não tem acordos de dupla tributação com Portugal - ao passo que a Holanda não terá esse problema.
Colocado por: luisvve outro:https://forumdacasa.com/extensions/InlineImages/image.jpg.php?AttachmentID=29126
Este gráfico, apesar de ser interessante, dá para tirarmos umas conclusões falaciosas. É que, objectivamente, apesar da distribuição da riqueza ser equivalente aos outros países, em Portugal 80% da população não tem rendimento suficiente para que sobre alguma coisa que se consiga cobrar como imposto.
Certo?
Colocado por: luisvvErrado. Se reparar, no quadro de distribuição de rendimento, a curva de Portugal acompanha grosso modo as dos restantes países (Dinamarca, França e Reino Unido). Aliás, as curvas são todas muito próximas.
Errado luivv. proporcionalmente pode ser equivalente, mas o resultado não é o mesmo. Repare, e criemos um exemplo extremo para verificar a falácia:
Portugal, 100 habitantes: 80 ganham 300€, 20 ganham 4000€.
Alemanha, 100 habitantes: 80 ganham 900€, 20 ganham 12000€.
Limite mínimo de sobrevivência: 300€.
Neste cenário apenas 20% portugueses conseguem gerar poupança colectável, mas 100% dos Alemães tem poupança colectável.No entanto a distribuição da riqueza é igual em percentagem.
se a regra para os dois países for exactamente igual, taxar rendimentos acima de 500€ por exemplo, o resultado é diferente.
Colocado por: luisvvNo entanto, se a distribuição de rendimento for aproximadamente igual
Colocado por: luisvviniciar a taxação em limites proporcionalmente mais baixos
Colocado por: luisvvEu ? Não. Só me dá vontade de rir, cada vez que ouço "aumentem os impostos dos ricos"....
Colocado por: luisvvPois fez mal. Apesar de terem sido puxadas pelo ângulo anedótico (e aparentemente com o propósito de achincalhar), se as despesas tiverem cabimento no âmbito da actividade da empresa, não há qualquer motivo para não serem apresentadas.
1) Como disse? Está a sugerir um nivelamento dos salários em POrtugalpor cima, como no caso da Dinamarca?
2)
De certeza que as famílias que ganham o ordenado mínimo não se importam nada de pagar impostos, se ganharem metade do salário médio dinamarquês...