Se o DO disse que ia falar com o autor do projecto pressupõe-se que seria no sentido de saber qual a consequência da alteração. Se não o fez ficou sem saber qual a consequência logo não deveria ter deixado prosseguir os trabalhos.
Neste caso qual o argumento imbatível que pode ilibar a fiscalização de responsabilidades?
Atenção que estou a partir do principio que a alteração não está registada no livro de obra
o argumento que o j cardoso dá para o DF pode ser mais ou menos valido para o DT
Em tribunal diria o seguinte:
Foi-me solicitado pela empresa x que assumisse a DT da obra Y, porque apenas faço parte do quadro técnico da empresa solicitei que fosse notificado do inicio dos trabalhos. Essa notificação nunca aconteceu pelo que não tinha conhecimento de que a obra estava já a ser executada.
Colocado por: zedasilvaComo acho que qualquer aluno tb deve saber filtrar e seleccionar a informação dada pelos professores em especial aqueles teóricos que nunca levantaram o rabinho da cadeira e não conhecem a realidade do mundo do trabalho.
Colocado por: rdbpPois eu concordo consigo, se estivermos perante pessoas sérias.
Colocado por: danobrega
Há aquela frase meio parva, mas engraçada: "Quem sabe faz, quem não sabe ensina!" :)
Pois eu discordo. O Dono da Obra não é técnico e os seus desejos nada têm a ver com o que pode ou deve ser feito. Os técnicos têm de proteger o Dono da Obra de si mesmo!
Se for à farmácia e pedir um medicamento X que precise de receita e disser que depois vai buscar a receita ao médico e morrer disso, de quem é a responsabilidade? O farmacêutico não pode dar o medicamento sem a receita por alguma razão.
Os técnicos intervenientes no processo não podem fazer as coisas só porque o Dono da Obra quer, visto que assumem resposabilidades. Nem o arquiteto, nem o engenheiro, nem o empreiteiro.
O mesmo contra exemplo se pode dar para a situação de cima. Um médico não lhe vai receitar um medicamento apenas porque o paciente quer.
Colocado por: rdbpa tal parede substituída deu problemas
... quais seriam os "problemas" da parede?
Colocado por: rdbp
Em relação ao exemplo da farmácia não acho que seja um bom exemplo porque existem várias situações em que os utentes vão a farmácia pedem os medicamentos e dizem que vão ao médico e depois levam a receita, os farmacêuticos dão o medicamento e acabam até por fazer mais tarde o desconto do mesmo.
Em relação ao dono de obra é ele é que tem o dinheiro em mão se quer fazer alteração( porque pode eventualmente sair mais barato) e diz que fala com o engenheiro e este diz que pode ser feita e depois mais tarde dá problemas e nunca alterou nada, porque até nem se iria dar conta. Ou seja o desejo do Dono de Obra foi cumprido viveu lá uns tempos e depois deu problemas e agora?
Eu também não concordo com isto mas infelizmente o caso dos farmacêuticos acontece porque conheço situações, em relação a esta ultima não vejo porque não possa acontecer..