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    • zca
    • 23 junho 2012

     # 141

    Colocado por: Isis
    Onde raio foi buscar a ideia de que eu faria alguma coisa ilegalmente??? Jamais! A sortear, que já percebi não compensar, seria sempre devidamente autorizado pelas entidades competentes.


    Ena, tanta indignação! Acalme-se lá que isto é só um fórum de discussão. Pelo seu post, e por a maioria deste tipo de rifa não ser feita de forma legal, escrevi "o que não parece ser a intenção". Se é a sua intenção, ainda bem (e definitivamente não só não compensa, nem é muito praticável). Se não é, conforme depreendi (talvez erradamente) pelo fio da discussão, então se o fizer tenha algum cuidado. É apenas uma advertência amigável.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Isis
  1.  # 142

    E pronto mais um post a mandar pedrinhas e que não ajuda em nada a questão Isis. O que não falta para ai são pessoas que se disponibilizam para apontar o dedo e criticar o outro agora ajudar e clarificar está quieto.. enfim...


    Por acaso, ate ajuda - nao no imediato, mas permite-lhe encarar as coisas de outra forma. Assim, quando daqui a 15 anos o fmi cá voltar, a isis já nao vai ter surpresas...
  2.  # 143

    E pronto mais um post a mandar pedrinhas e que não ajuda em nada a questão Isis. O que não falta para ai são pessoas que se disponibilizam para apontar o dedo e criticar o outro agora ajudar e clarificar está quieto.. enfim...


    Pedrinhas andaram as pessoas a mandar quando lhes disseram "força, vai em frente!", porque como já foi dito, a Isis foi aconselhada a não seguir em frente, e essas pessoas é que estavam a querer realmente ajudar.
    Não é uma questão de apontar o dedo, é uma questão de deixarmos de culpar os outros pelos nossos erros. E todos erramos na vida!
    E isso é o primeiro passo para ter noção do problema, conseguir resolver esse problema e principalmente para não voltar a repetí-lo. É ser realista.

    Não é estar à espera que a casa se venda, e não é a culpa da imobiliária que a casa não se está a vender, as coisas simplesmente não se estão a vender agora!!!

    Eu estou a acompanhar as coisas de há um ano e meio para cá e sei o que falo, num ano e meio, o número de imóveis disponíveis em Lisboa só no site da Remax subiu cerca de 20%... E os preços estão a descer. E se se vende uma coisa ou outra é porque: ou é muito mas muito apetecível em termos de localização/qualidade ou porque houve uma negociação de um grande desconto.

    Quem quiser continuar a viver na ilusão... Força... Aliás sinceramente eu acho que há pessoas que ainda não perceberam a gravidade desta crise, é mesmo à Socrates... "está tudo bem... vamos vendo o decorrer das coisas" e depois as coisas ficam fora do controle... "eh pá mas a culpa foi ali do outro e tal..."

    "Clarificar" é o quê? dizer "ah sim, fazes muito bem"? É continuar com essa mentalidade portuguesa de colocar sempre a ideia da casa à frente de tudo na vida? Eu já dei a minha opinião. Vender, não se está a vender, a menos que venda muito barato. E essa ideia do sorteio é meter-se em mais problemas.

    O melhor é alugar.
  3.  # 144

    Colocado por: catcatcatIsis, a realidade é que os funcionários públicos ganham em média 10% mais do que no privado.
    Concordam com este comentário:luisvv,Anonimo16062021


    Mas que curiosos dados, diria até surpreendentes...

    Mas só por curiosidade, estamos a falar para o mesmo tipo de trabalho?

    É que nem quero, (nem suponho que queira) falar aprofundadamente do resto...
    Concordam com este comentário: treker666
  4.  # 145

  5.  # 146

    Catcatcat,

    Eu achei por bem, e pelos vistos, em boa hora o fiz, meter a "negrito" "o mesmo tipo de trabalho", não me venha com médias...
    Concordam com este comentário: treker666
    • J.C
    • 23 junho 2012

     # 147

    E esta hem?
  6.  # 148

    "Um estudo do Banco de Portugal diz que, para as mesmas qualificações, os funcionários públicos têm um salário 15% acima dos privados"

    "O estudo ressalva, no entanto, que, em comparação, os funcionários com menos habilitações ganham mais no público do que no privado. Nos quadros superiores, a relação é inversa: no privado ganha-se mais."
  7.  # 149

    Eu não estou a falar em "qualificações", estou a falar "para o mesmo tipo de trabalho"., se quiser, tipo por tipo.
  8.  # 150

    Isso não sei, terá de perguntar ao Banco de Portugal e ver as listas infinitas de empregos e comparar por si.

    Mas ainda há um ano soube de um anúncio de uma câmara que abria um concurso para um emprego ligado ao marketing. Oferta: 2000 euros mensais. No privado pagariam-lhe 900 euros com muita sorte.
  9.  # 151

    Assinalo o seu recuo..., quando antes era tão taxativo.

    Poderia dar como exemplo também, salários de gestores privados bem acima do salário do Presidente da República, mas penso que não vale a pena...
  10.  # 152

    castela:
    "Nos quadros superiores, a relação é inversa: no privado ganha-se mais."

    além do mais está a comparar gestores privados com o presidente da republica quando deveria comparar com um gestor publico. ver ordenados de empresas como a Carris por exemplo...

    adiante...
  11.  # 153

    Acontece que o problema da fp nao é ganhar pouco ou muito: é nao se saber quanto dev ganhar. Os ordenados soa estabelecidos iguais para todos, e por todas as razoes menos a correcta: os cliente estarem dispostos a pagar determinado valor pelo servivo prestado.
    Qualquer salário que nao resulte do mercado esta inevitavelmente "errado"
    Concordam com este comentário: mmgreg
  12.  # 154

    Catcatcat,

    Não é por aí, uma empregada de limpeza, deve ganhar no público, qualquer coisa como 600 €, um administrativo "normal" ganha 700 €, quer comparar com o público?

    Luisvv,
    Não, o problema não é esse, o Estado não depende do mercado, (directamente), como tal, os salários terão que ser necessariamente "tabelados", para o bem e para o mal, ou seja, se há quem não valha o que ganha, outros valem muito mais do que ganham, mas se uns são "beneficiados" outros são, prejudicados. Não é por aí. A grande vantagem, claramente do "público" foi sempre "a estabilidade" e a CGA e ADSE, garantias essa que se vão "esvaziando", além de que um funcionário público, não pode exercer qualquer outra actividade remunerada, salvo autorização expressa, e nalguns casos, não pode de todo, como é o caso dos magistrados.
  13.  # 155

    Não, o problema não é esse, o Estado não depende do mercado, (directamente), como tal, os salários terão que ser necessariamente "tabelados", para o bem e para o mal, ou seja, se há quem não valha o que ganha, outros valem muito mais do que ganham, mas se uns são "beneficiados" outros são, prejudicados. Não é por aí. A grande vantagem, claramente do "público" foi sempre "a estabilidade" e a CGA e ADSE, garantias essa que se vão "esvaziando", além de que um funcionário público, não pode exercer qualquer outra actividade remunerada, salvo autorização expressa, e nalguns casos, não pode de todo, como é o caso dos magistrados.


    Esta errado. O facto de nao "depender" do mercado impede de saber o valor justo do serviço e os recursos que pue devem ser afectados. A partir dai, já nao há solução - as escolhas são feitas na ilusão de que o dinheiro aparece sempre e que os custos dos serviços nao são relevantes.
  14.  # 156

    Para mais, pagar por igual promove o desleixo e a mediocridade.
    Concordam com este comentário: hangas
  15.  # 157

    Chegamos então ao ponto de saber, se independentemente de ser no público ou no privado, qual é o valor justo que dado trabalhador aufere pelo seu efectivo e real trabalho.

    No público está-se (ou estáva-se) compartimentado entre um valor mínimo e um máximo, em função da progressão da carreira, o que poderia incluir uma prestação menos boa e uma prestação óptima. No entanto há mecanismos de controlo (rigorosos ou não).

    Mas indo a um caso prático e hipotético, um funcionário público, basta-lhe cumprir os mínimos para receber o seu salário, é verdade, mas se cumprir muito mais do que lhe é pedido, continua e continuará a receber o mesmo.

    Não há prémio de "produtividade". E no privado, agora pergunto eu, como é que se passa?
    •  
      GF
    • 23 junho 2012

     # 158

    Colocado por: CastelaNão é por aí, uma empregada de limpeza, deve ganhar no público, qualquer coisa como 600 €, um administrativo "normal" ganha 700 €, quer comparar com o público?


    Já que estamos a entrar off-topic, essa empregada de limpeza anda a perder dinheiro. A minha mulher a dias ganha 7 euros por hora, trabalha 10 horas por dia, 6 dias por semana, e não tem vaga para mais horas. Agora façam as contas quanto ela ganha....
  16.  # 159

    SImples: o valor justo é o que for acordado em condições de mercado.
  17.  # 160

    Colocado por: gf2011

    Já que estamos a entrar off-topic, essa empregada de limpeza anda a perder dinheiro. A minha mulher a dias ganha 7 euros por hora, trabalha 10 horas por dia, 6 dias por semana, e não tem vaga para mais horas. Agora façam as contas quanto ela ganha....


    Voilá...



    Colocado por: luisvvSImples: o valor justo é o que for acordado em condições de mercado.


    Meu caro, como ainda não privatizámos o estado, ao contrário do que pensa...
 
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