E certamente existem muitos mais.
A questão não se coloca em existirem. Coloca-se no risco que correm:
1- porque actualmente o rabo fica sempre de fora por ser fácil rastrear;
2- porque as consequências são pesadíssimas e levam frequentemente à falência.
Colocado por: radikalVou tentar explicar o que se pode estar a passar nesse café, e o que suspeito que esteja a acontecer em alguns locais:
Todos os dias, ou a uma determinada hora, fazem backup da BD.
Vao-se registando as facturas. Quando um cliente pede uma fatura com nif, essa fatura, tem de ser registada, e todas as anteriores, não podem ser removidas ou modificadas.
Porque se esse cliente introduzir a fatura no site da AT, vai ficar registado esse documento, que depois a AT vai comparar com a entrega do saft do comerciante.
Entretanto todos os documentos do resto do dia, foram sem nif.
O que devem estar a fazer, é repor o backup da BD, que esteja mais próximo da fatura com NIF. Isto porque todos os documentos seguintes, não podem ser confirmados. (Existe a remota possibilidade, de algum cliente, ter ficado com o documento, mas quem iria saber da existência daquele documento, se aparentemente, está tudo bem para a AT?)
Todos os documentos feitos a partir do momento em que esse backup foi colocado, serão todos válidos. Porque seguem uma linha normal, e nunca foram modificados...
Um aparte:
Os inspetores da AT, querem que a aplicação controle que backups é que são feitos e que são repostos, para saberem se estão a fazer este esquema. Eles não são tolos.
É difícil, mas dá para fazer. Quem quiser mesmo, consegue.
Colocado por: CMPAIsso mesmo radikal. O que dizes é absolutamente certo.
E isso não implica que o programa esteja martelado.
Para além do controle dos backups, também está a exigência de verificar por meio de um "hash" as várias tabelas do banco de dados a verificar se houve alteração desde a última utilização do software. Isto já está a ser exigido nas certificações.Estas pessoas agradeceram este comentário:radikal
Colocado por: luisvvA estratégia é diferente, pelo que percebi. É algo um pouco mais complexo, na medida em que também tem que levar em conta os pagamentos por MB, que idealmente terão um documento correspondente, e envolve uma espécie de combinação de teclas que servem como "botão de pânico". Ao que percebi, o operador tem a possibilidade de escolher em qualquer momento colocar o sistema a registar "normalmente" e tem a tal sequência de teclas que "limpa" a marosca no momento.
Só se houver intenção do produtor de software de facultar uma maneira de fugir.
Se calhar existe é uma combinação de teclas, para não registar o documento no sistema mas que emite um "papel", que o empregado, tem de se certificar que não é entregue ao cliente.
Um Sr. fiscal vai a um restaurante, senta-se a almoçar. Conta o número de refeições, o seu valor médio, faz umas contas. O valor declarado pelo restaurante é escandalosamente abaixo do esperado. Confronta-se o dono, pergunta-se se quer chegar a acordo. A maior parte chega a acordo.
Outra história:
O Sr. restaurante declara que comprou 100.000 papeis de mesa, para reaver o IVA suponho. O Sr. fiscal vai ao restaurante e pede para ver os papeis. Sobram perto de uns 10.000, o que deveriam corresponder a pelo menos 90.000 refeições feitas, ou se contarmos 2 pessoas por mesa, 180.000. No entanto o restaurante declarou perto de 40.000 refeições, em vez de 90.000. Confronta-se o dono, pergunta-se se quer chegar a acordo. A maior parte chega a acordo.
Ou seja, parece que existe maneira de se apanhar os que fogem. Faltará o querer? Ou serão histórias da carochinha?
Colocado por: danobregaJá me contaram a seguinte história:
Um Sr. fiscal vai a um restaurante, senta-se a almoçar. Conta o número de refeições, o seu valor médio, faz umas contas. O valor declarado pelo restaurante é escandalosamente abaixo do esperado. Confronta-se o dono, pergunta-se se quer chegar a acordo. A maior parte chega a acordo.
Outra história:
O Sr. restaurante declara que comprou 100.000 papeis de mesa, para reaver o IVA suponho. O Sr. fiscal vai ao restaurante e pede para ver os papeis. Sobram perto de uns 10.000, o que deveria corresponder a pelo menos 90.000 refeições feitas, ou se contarmos 2 pessoas por mesa, 180.000. No entanto o restaurante declarou perto de 40.000 refeições, em vez de 90.000. Confronta-se o dono, pergunta-se se quer chegar a acordo. A maior parte chega a acordo.
Ou seja, parece que existe maneira de se apanhar os que fogem. Faltará o querer? Ou serão histórias da carochinha?
Colocado por: zedasilvaEntra e efatura e depois tem a opção Fatura da sorte.
Colocado por: mmgregProcure por factura da sorte, no google