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  1.  # 161

    Colocado por: tostexMuitas vezes o problema da 'qualidade' também tem a ver com o utilizador.

    Coisas iguais duram muito mais tempo (e em melhor estado) nas minhas mãos que em outras pessoas. Estou neste momento a usar um telefone de 2004. Tive um portátil na empresa desde 2006 (que substituí há poucos meses). Tenho um carro de 2009 que com um banho parece novo.

    Depende se temos mais ou menos gordura nas mãos, se somos brutos, se somos desastrados, se somos cuidadosos, etc. Tudo isso ajuda a encurtar ou esticar a vida dos produtos.


    Agora a qualidade depende do uso? Neste tópico debate-se qualidade dos produtos e não mau uso ou uso indevido.
  2.  # 162

    debate-se qualidade dos produtos e não mau uso ou uso indevido.


    Mas o uso indevido não vai influenciar na qualidade que damos a um produto? E o seu cuidado também. O cumprir com as instruções de utilização. Um exemplo é o vestuário. Uma peça de roupa tem uma durabilidade muito diferente de pessoa para pessoa. E se calhar uma diz que tem qualidade e a outra não concorda.
    A qualidade é melhor observada quando os mesmos produtos mas de proviniência (marcas) diferente são sujeitos unicamente ao desgaste pelos elementos (calor, frio, vento, humidade, etc). Aí pode-se quantificar melhor a qualidade e durabilidade do produto.
  3.  # 163

    Colocado por: Bricoleiro

    Agora a qualidade depende do uso? Neste tópico debate-se qualidade dos produtos e não mau uso ou uso indevido.


    A percepção de qualidade sim. E se calhar eu digo que determinado equipamento é óptimo e tem uma qualidade excelente e a pessoa ao lado diz o contrário.

    Colocado por: eu
    Provavelmente as lâmpadas que referi fundiram-se em dois meses, porque eu não tenho cuidado nenhum... devo ser bruto a ligar os interruptores...


    Peço desculpa, mas isso é só desconversar. Já respondi a isso no tópico adequado.
  4.  # 164

    Colocado por: napenergiaMas o uso indevido não vai influenciar na qualidade que damos a um produto?


    Na minha perspectiva não. Vai influenciar a durabilidade do mesmo, qualidade tem a ver com o fabrico do produto e não com o uso.
    Concordam com este comentário: dutilleul
  5.  # 165

    Colocado por: tostex

    A percepção de qualidade sim. E se calhar eu digo que determinado equipamento é óptimo e tem uma qualidade excelente e a pessoa ao lado diz o contrário.


    Certo, mas nas mãos do tostex e com igual tratamento, um produto com qualidade vai supostamente ter maior eficácia que outro sem qualidade. São coisas diferentes.
    •  
      FD
    • 15 abril 2015 editado

     # 166

    Colocado por: tostexTudo isso ajuda a encurtar ou esticar a vida dos produtos.

    Claro.
    Mas, não façamos disso uma regra. Isso é a excepção - utilizadores brutos ou descuidados.

    Senão, qualquer treta de avaria tem como desculpa o mau uso ou uso descuidado.

    Os exemplos dados aqui não têm nada de mau uso.
    O secador de roupa de que coloquei fotos: há uma forma de abrir a porta sem que aquilo aconteça? Claro que não, a porta só se abre de uma forma, a força é sempre a mesma - mais tarde ou mais cedo vai acontecer.
    O fabricante é que devia ter tido o cuidado de prevenir aquela reacção do material.
    Concordam com este comentário: dutilleul
  6.  # 167

    qualidade tem a ver com o fabrico do produto e não com o uso

    Sim. Mas referia ao se atribuir má qualidade de determinado produto quando é usado indevidamente, quando existem variáveis que o fabricante não pode controlar. Isso vê-se também nos automóveis e no tipo de condução de determinados condutores e depois podem afirmar que automóvel x não tem qualidade de motor ou travão ou embraiagem, etc. E as pessoas o afirmam sem a consciência do facto.
  7.  # 168

    Colocado por: FDO fabricante é que devia ter tido o cuidado de prevenir aquela reacção do material.


    Mas o fabricante teve o cuidado: o cuidado de garantir que vai ter chamadas de assistência técnica, de fornecimento de peças sobresselentes e de venda de mais secadores no futuro.
  8.  # 169

    Outra situação a considerar é a manutenção.
    O fabricante dá uma garantia de 2 anos, qualquer reparação ou manutenção fica assim assegurada (quando fica). O resto da vida útil do equipamento cabe ao utilizador fazer ou não essa manutenção e assim assegurar uma vida útil mais ou menos prolongada.
    Quem verifica alguma anomalia e simplesmente não actua esperando assim que se prolongue até à ruína ...
    Ainda hoje há equipamentos para os quais os fabricantes anunciam garantias vitalícias desde que o utilizador cumpra o programa de manutenção que fica acordado na aquisição, mas nem todos têm capacidade para os adquirir.
    Por outro lado, não é moralmente correcto, exigência de qualidade de fabrico em equipamentos chamados de marcas brancas ou cinzentas, cuja filosofia de produção é mesmo usar e deitar fora ...

    Daí a noção de qualidade ser algo que tem muito a ver com muitos considerandos.
    •  
      FD
    • 15 abril 2015

     # 170

    A propósito do uso (e do mau uso), surgiu há pouco tempo um serviço interessante na internet.

    Uma das maiores dificuldades dos "desenhadores" de programas de informática, nomeadamente da interface do utilizador, isto é, daquilo com que as pessoas interajem num site, numa aplicação, num software, seja lá onde for (os botões, os formulários, os textos, as posições, as acções, etc.), é perceber como é que os utilizadores o vão usar.
    Todas as pessoas têm reacções diferentes e por vezes torna-se difícil perceber se estão ou não a fazer bem os interfaces.

    Um tipo teve uma ideia brilhante: testa os sites/apps/whatever mediante um pagamento.
    Ok, essa ideia não tem nada de brilhante.
    Brilhante é a forma como ele decidiu que o ia fazer de forma a prever todas as utilizações possíveis: bêbado. :D

    http://theuserisdrunk.com/
  9.  # 171

    Colocado por: FDA propósito do uso (e do mau uso), surgiu há pouco tempo um serviço interessante na internet.

    Uma das maiores dificuldades dos "desenhadores" de programas de informática, nomeadamente da interface do utilizador, isto é, daquilo com que as pessoas interajem num site, numa aplicação, num software, seja lá onde for (os botões, os formulários, os textos, as posições, as acções, etc.), é perceber como é que os utilizadores o vão usar.
    Todas as pessoas têm reacções diferentes e por vezes torna-se difícil perceber se estão ou não a fazer bem os interfaces.

    Um tipo teve uma ideia brilhante: testa os sites/apps/whatever mediante um pagamento.
    Ok, essa ideia não tem nada de brilhante.
    Brilhante é a forma como ele decidiu que o ia fazer de forma a prever todas as utilizações possíveis: bêbado. :D

    http://theuserisdrunk.com/


    Pronto... Já posso dizer que já vi de tudo...
  10.  # 172

    Qualidade qualidade e sair de casa as 7:50 e chegar ao trabalho as 8 menos 5 sem passar dos 50km/h.
  11.  # 173

    Colocado por: ultrahipermegaQualidade qualidade e sair de casa as 7:50 e chegar ao trabalho as 8 menos 5 sem passar dos 50km/h.


    vai a pé?
    •  
      FD
    • 15 abril 2015

     # 174

    Colocado por: sergyiovai a pé?

    A não ser que seja gazela ou chita, não deve ir... (Velocidade máxima de um ser humano - média de 37,58 km/h (pico de 44,72 km/h))
  12.  # 175

    pois... mas ir a pé é que seria qualidade de vida!!!
  13.  # 176

    É como a minha mulher. Tenho-a desde 2002 e com um banho fica como nova. Mas também sou muito cuidadoso com ela.


    ahahahahhaha..........

    O facto de ser feito na China não significa nada. Quase tudo, hoje em dia, é feito na China.


    Todas as LED são "Made in RPC" (em tempos ainda vi algumas "Made in Belgica"; deixei de ver). As LED necessitam de componentes fabricados com terras raras, coisa de que a China neste momento tem quase o monopólio.
    Pessoalmente, independentemente do custo e por uma questão de princípio, acho que se devem devolver e exigir o retorno da quantia paga por bens com manifesta e inaceitável má qualidade (a pá que acima menciono entrou uma única vez em terra húmida e vergou a 45º com um único movimento. Custava apenas menos 2€ que um produto de qualidade fabricado em Portugal e só há um termo para a adjectivar: pura e simples vigarice - custarão 2, 3 €, coisa que nem valem - e dão uma magnífica margem de lucro a quem as vende no conhecimento de que está a vender lixo). É uma concorrência desleal para com produtores nacionais - que têm legislação laboral, ambiental, etc., a respeitar - ao contrário do que sucede com produtos Made in China, onde vale tudo mesmo tirar olhos - e que nos levará à fome se não ganharmos juízo.
    Todos os produtos devem ter uma garantia de dois anos independentemente do seu custo; os chineses também! Se fizermos valer os direitos do consumidor, essas cadeias de lojas embeiçadas pelo made in china ganharão juízo e todos ganharemos com isso. No "Aki" não me queriam devolver a massa mas não tiveram outro remédio!
  14.  # 177

    Colocado por: Bricoleiro

    Certo, mas nas mãos do tostex e com igual tratamento, um produto com qualidade vai supostamente ter maior eficácia que outro sem qualidade. São coisas diferentes.


    Tens de me citar onde é que eu falei em eficácia. Senão sugiro que não inventes coisas.

    Colocado por: FD
    Claro.
    Mas, não façamos disso uma regra. Isso é a excepção - utilizadores brutos ou descuidados.

    Senão, qualquer treta de avaria tem como desculpa o mau uso ou uso descuidado.

    Os exemplos dados aqui não tem nada de mau uso.
    O secador de roupa de que coloquei fotos: há uma forma de abrir a porta sem que aquilo aconteça? Claro que não, a porta só se abre de uma forma, a força é sempre a mesma - mais tarde ou mais cedo vai acontecer.
    O fabricante é que devia ter tido o cuidado de prevenir aquela reacção do material.


    Vou dar um exemplo concreto. Uma manete das mudanças. Podes conduzir o mesmo que eu, pôr mudanças as mesmas vezes, etc. Não há muito para inventar.

    Mas se transpirares mais das mãos, tiveres um PH da pele mais ácido, etc, acredita que a tua manete vai descascar-se toda logo. E tu dizes que o fabrico alemão é uma treta e eu digo que é excelente. Entendes?

    Não vi a foto do secador de roupa, ou se vi, não reparei pois já eram muitas. Conforme já disse, a questão de qualidade também é uma questão de percepção e de uso. Não estamos propriamente a diferenciar uma casa de palha e outra de tijolos, tipo três porquinhos.
  15.  # 178

    O exemplo que dei da pá “verdugo” é muito bom; a pá é boa, tão boa que, confiado na sua qualidade, exerci sobre ela uma força completamente estúpida (ainda estou para perceber como é que o cabo não partiu…).
    Não posso “culpar” a pá por ter partido (aliás, partiu precisamente porque é de boa qualidade; se fosse de má qualidade teria dobrado como a chinesa).
    Razão porque fiz questão de comprar outra da mesma marca.
  16.  # 179

    Colocado por: tostex

    Tens de me citar onde é que eu falei em eficácia. Senão sugiro que não inventes coisas.


    Falei eu. Tanto a palavra como o significado já foram inventados pelo menos desde que nasci.
  17.  # 180

    Colocado por: sergyio

    vai a pé?


    a pé não, vou de bike. lololo

    mas no anterior trabalho andava 30 metros desde a porta do prédio e estava no trabalho, mas como vivia no apartamento não era qualidade.
 
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