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  1. Colocado por: ematosPosso dar uns dados reais do meu... 33312kWH gastos, 5500 kWH de regeneração.

    É um valor mais realista... e mesmo assim depende muito daquilo que se sobe e desce.
  2. Colocado por: ematos

    Posso dar uns dados reais do meu... 33312kWH gastos, 5500 kWH de regeneração.

    E qual o carro?
    Também é um Leaf?
  3. Desculpem esqueci-me desse pormenor. xD
    tesla model S 100D de 2018
  4. Isso do acaba ali começa a acolá é irrelevante em estradas com bastante acumulado que tem sobe e desce de A a B

    Porque enquanto qualquer outro veículo vai a gastar como o VE a subir, só um vai regenerar bastante energia a descer (sem usar travões).

    As minha melhores médias são todas em nacional E com acumulado (apesar da física dizer que um percurso mais plano, ida e volta, tem de dar menos kWh/100 km) » SE, Freita, Caramulo, Montemuro e faço amiúde as duas últimas

    Agora se meter A24 e velocidades +120km/h, nem a descer na volta, ajuda
  5. eu tive uma "discussão" num gupo de facebook acerca da regeneração ser mais ou menos benéfica que deixar o carro ir "solto" como se faz a combustão.
    Um entendido em física quase me chamou nomes porque eu disse que na vida quotidiana (sem teorias) eu gastava menos se regenerasse do que deixar ir "solto". Ele disse que isso vai contras as leis da física etc e pos teoria toda em pratica, e que é falso o que eu digo. O que sei é que a sair do trabalho, tenho após 1 km uma grande descida que normalemnte o consumo chega perto de 0 lá abaixo.
    Quanto estou a 100% (sem regeneração) deixo o carro ir e chego lá abaixo com média muito mais alta.
    A tesla é dos carros mais eficientes e curiosamente é dos que obriga a usar mais regeneração....
  6. Colocado por: ematosQuanto estou a 100% (sem regeneração) deixo o carro ir e chego lá abaixo com média muito mais alta.


    Porque quando regenera tem valores negativos de consumo que subtraem da média, enquanto que na situação em que não é possível regenerar (bateria a 100%), o consumo é simplesmente zero: subtrai, mas menos.

    A combustão, o carro não vai "solto" se for engatado, mas isso atrasa o andamento. A vantagem é que os carros modernos cortam a injeção de combustível e o consumo é zero, enquanto se for desengatado tem o consumo necessário para manter o motor ligado. A diferença para os VE é que um ICE nunca recupera para lado nenhum a energia cinética em descidas ou desacelerações.

    No meu TM3 devem contar-se pelos dedos das mãos o número de vezes que usei o pedal do travão em mais de 14.000 km. Simplesmente largo o acelerador mais ou menos depressa, conforme necessário, e a energia cinética volta para a bateria abrandando o carro até parar. Não sei se o carro não aplica também um pouco os travões sozinho quando já vai muito devagar, mas a falta de desgaste visível nos discos sugere que não (ou essencialmente nada).
  7. Se estiver a querer controlar a velocidade numa descida ou a querer abrandar/travar, obviamente que faz todo o sentido em usar a regeneração em vez do travão (sem regeneração, somente o uso da travão permite abrandar/travar em segurança).

    Em condução numa cidade ou em nacionais com algum trânsito ou não podendo andar em velocidade constante, o uso do e-pedal/one-pedal faz todo o sentido porque, em qualquer necessidade de abrandamento, estamos a regenerar bastando levantar um pouco o acelerador.

    Em vias rápidas/auto-estradas, o uso do e-pedal/one-pedal poderá não fazer sentido já que a ideia é manter a velocidade elevada e qualquer movimento no acelerador para reduzir iremos regenerar é certo, mas depois iremos gasta mais energia para voltar à velocidade anterior.

    Em minha opinião, andar "solto" faz todo o sentido em vias rápidas/auto estradas ou mesmo nacionais com grandes retas, já que se pretende manter a velocidade.
    Em cidades/estradas sinuosas, o one-pedal/e-pedal faz todo o sentido.

    Do ponto de vista de ganhos, lembro-me do Bjorn ter feito um teste em AE com e sem o e-pedal/one-pedal e, posso estar enganado, não obteve evidências de grandes ganhos.
    Contudo, em vias rápidas/Auto estradas, é colocar o cruise control e siga :-)
    • ematos
    • 17 setembro 2025 editado
    Colocado por: mafgodEm minha opinião, andar "solto" faz todo o sentido em vias rápidas/auto estradas ou mesmo nacionais com grandes retas, já que se pretende manter a velocidade.


    SIm mas mesmo aqui cruise control(adaptativo de preferencia) e siga :)


    Mas a questao á na mesma descida, "solto" versus "pedal acelerador a manter velocidade/regenerar"
  8. Vai dar á mesma coisa. Basta olhar para a barra de consumo para perceber que nas AE em inclinação ligeira nem tem consumo nem regenera, logo vai "solto". Jogando com o e-pedal faz essa gestão
  9. Colocado por: ematosUm entendido em física quase me chamou nomes porque eu disse que na vida quotidiana (sem teorias) eu gastava menos se regenerasse do que deixar ir "solto". Ele disse que isso vai contras as leis da física etc e pos teoria toda em pratica, e que é falso o que eu digo

    E ele tem razão (em termos genéricos), claro que há casos pontuais diferentes, mas comparando "alhos com alhos" é mais eficiente não regenerar. Se se antecipar a desaceleração a chegar a uma rotunda, se numa descida se deixar embalar, a energia cinética usada diretamente é mais eficiente do que convertê-la em energia química para depois voltar a transformar em energia cinética.

    Se não se antecipar a chegada a uma rotunda, vai-se gastar energia a acelerar até chegar perto da rotunda, depois trava-se para a rotunda e essa energia da travagem é regenerada. Se se deixar de acelerar na distância correta, a energia cinética nesse instante é suficiente para fazer o carro chegar à rotunda sem acelerar mais e não há perdas de conversão na regeneração.
    Idem para uma descida: aproveitar a energia potencial para "ganhar embalo" que depois é usado na subida é mais eficiente do que regenerá-la e depois usar no motor na subida.

    Agora... Se isso é prático ou a diferença de ganho vale a pena? Provavelmente não 😁
    No caso da descida até pode nem fazer sentido legalmente ou em termos de segurança). Temporizar a chegada a uma rotunda é uma seca do caraças, vai-se ali abrandando aos bochechos e a empatar o trânsito ehehehe 😁
    Mas a verdade é que usar a energia diretamente em vez de a regenerar e voltar a usar é mais eficiente. A comparação bem feita não é fácil de fazer.
    Concordam com este comentário: eu, Participante, hangas
    • ematos
    • 17 setembro 2025 editado
    Certo, eu percebo a teoria.
    Mas então porque gasto mais quando:
    - desço sem acelerar (vou lhe chamar solto) e vou travando conforme necessário (quando estou sem regeneração)

    E gasto menos quando:
    - vou com o pé no acelerador e regenerar quando "travo" aka largar o pé do acelerador? basicamente nem preciso travar com travões
  10. Colocado por: ematos- desço sem acelerar (vou lhe chamar solto) e vou travando conforme necessário (quando estou sem regeneração)
    Se estás a usar os travões, sem regeneração não tens ganho de energia, perdes (no limite ficas igual) energia

    Colocado por: ematosvou com o pé no acelerador e regenerar quando "travo" aka largar o pé do acelerador?
    Quando "travas" estás a regenerar, logo tens ganho de energia, gastas menios.
  11. Porque isso é batota :-D Claro que a pensar apenas numa descida é mais eficiente regenerar do que queimar essa energia nos travões.
    Mas numa "volta completa", com a mesma subida e descida acumuladas, com os mesmos pressupostos de energia necessária, utilizar a energia cinética ou potencial diretamente em vez de a converter na regeneração é mais eficiente.

    Mais uma vez, se a diferença justifica a condução 200% cuidada para espremer toda a eficiência? Eu acho que não e não o faço.
    Concordam com este comentário: eu, ematos
  12. Sim sim claro. Também não o faço. São mais curiosidades ou arranjar tema para discutir :D ahah
  13. Colocado por: pcspinheiroA diferença para os VE é que um ICE nunca recupera para lado nenhum a energia cinética em descidas ou desacelerações.

    Nem todos... o meu ICE recupera a energia cinética em descidas ou desacelerações para carregar a bateria de 12v.
  14. A bateria de 12V está a ser carregada sempre que o motor estiver em funcionamento, não precisa de descidas para isso. Além de que deve ter um nível de carga sempre a rondar os 100% e não vai recuperar nada.
  15. Colocado por: justme
    Nem todos... o meu ICE recupera a energia cinética em descidas ou desacelerações para carregar a bateria de 12v.


    Nunca entendi essa, se o motor trabalha o alternador também para que raio é preciso isso?
    • justme
    • 18 setembro 2025 editado
    Colocado por: pcspinheiroA bateria de 12V está a ser carregada sempre que o motor estiver em funcionamento, não precisa de descidas para isso. Além de que deve ter um nível de carga sempre a rondar os 100% e não vai recuperar nada.

    Colocado por: paulosNunca entendi essa, se o motor trabalha o alternador também para que raio é preciso isso?

    Para carros com sistema start/stop a utilização da bateria por vezes é exaustiva e o alternador não consegue fornecer carga ao mesmo ritmo da descarga, então existe o auxilio da regeneração para manter a bateria sempre com carga. Não me parece tão complicado de entender o método, nem fazia sentido o construtor aplicar esse sistema se ele não fosse realmente justificado.
    É por esse motivo que há carros ICE com sistema de start/stop sem regeneração, em que é muito frequente problemas de bateria fraca. No entanto estes carros têm um mecanismo para se protegerem desse problema, que é desativar automaticamente o start/stop quando a bateria atinge um nível de carga baixo.
  16. Alguém sabe se podemos fazer revisões oficiais fora do concessionário da Marca e manter a garantia das baterias e motor?
    Caso seja possível conseguem indicar uma oficiana que faça isso na zona de lisboa?

    O carro em questão é um renault, e querem 260 euros para trocar o oleo de travoes, filtro de habitaculo e "olhar" para o carro!
  17. Pede um orçamento sem trocar o óleo dos travões.
 
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