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  1.  # 61

    Colocado por: marco1mas ainda o que mete mais impressão é a persistencia do "gabinete" lá da terra que continua produzir bonecos com algum melhoramento mas tipo com o registo o que se fazia de pior nos anos 80 do seculo passado.

    Enquanto houver quem pague por isso... esses técnicos existirão sempre.
    São "Solicitadores" que mexem no CAD...
    Arquitectura nem vê-la... muito menos optimização...

    Poderia a OA fazer algo em relação a isto?
    Quando comecei, a OA dizia que um projecto equivalia a +/- 10% do valor duma obra para fazer algo em condições... na realidade, nem a 1% chegava o que se cobrava na zona...
  2.  # 62

    Só para estabilidade esses 2k podem ser curtos…
    Se for uma arquitetura simples pode nao valer a pena e chegar os tais projetos chapa 5.
    • metRo_
    • 26 julho 2025 editado

     # 63

    Entretanto estive a falar sobre este assunto com um amigo que está a construir e contou-me que "quando chegou ao pedreiro para pedir orçamento o pedreiro disse lhe para pedir ao gabinete de engenharia para rever o ferro usado nas estruturas porque aquilo dava para uma casa de 5 andares. Poupou cerca de 2k€ com a alteração" segundo o empreiteiro aquilo eram os valores que saiem das calculadoras por padrão. Pode haver aqui alguns termos que não são os mais correctos mas foi algo deste género 😯
    Concordam com este comentário: rpmmsantos
    • DR1982
    • 26 julho 2025 editado

     # 64

    Colocado por: metRo_porque aquilo dava para uma casa de 5 andares.
    isso é tao comum ouvir dos empreiteiros como o “sempre fiz assim e zero problemas” 😆
    Eu tenho previsto isto e todos empreiteiros dizem tmbem isso, que dava para 3 andares, para uma barragem, etc etc
    E nao é desses projetos de 5 tostoes, por isso se marca é porque precisa.
    Os empreiteiros é que fazem com metade e nao cal e bl bla bka
      IMG_4395.jpeg
    • metRo_
    • 26 julho 2025 editado

     # 65

    Colocado por: DR1982isso é tao comum ouvir dos empreiteiros como o “sempre fiz assim e zero problemas” 😆
    Eu tenho previsto isto e todos empreiteiros dizem tmbem isso, que dava para 3 andares, para uma barragem, etc etc
    E nao é desses projetos de 5 tostoes, por isso se marca é porque precisa.
    Os empreiteiros é que fazem com metade e nao cal e bl bla bka
      IMG_4395.jpeg


    Não foi o empreiteiro, foi o pedreiro.

    Mas o gabinete depois mudou e concordou que sim, que estava exagerado, neste caso o pedreiro não ganhava mais em fazer como estava?
  3.  # 66

    não, pois se não fizesse o que estava no projeto á socapa estava a ser aldrabão " comer no ferro"
    ele apenas fez a sua parte e alertou, pois como já referi qualquer um dos intervenientes é passivel de mau projeto ou execução ou gestão da coisa (DO).
    não há inocentes seja qual for a parte, uns de uma maneira outros de outra...
    neste momento estamos em modo 8 ou 80, muito laxismo, incompetência, leviandade, aldrabice, novamente muita ignorância, chico espertíssimo, etc...salve-se quem puder/ conseguir.
  4.  # 67

    Colocado por: metRo_

    Não foi o empreiteiro, foi o pedreiro.

    Mas o gabinete depois mudou e concordou que sim, que estava exagerado, neste caso o pedreiro não ganhava mais em fazer como estava?
    houve alguma reducao no preço final?
    Essa reducao foi proporcional à reducao de ferro?
  5.  # 68

    Colocado por: DR1982houve alguma reducao no preço final?
    Essa reducao foi proporcional à reducao de ferro?
    foram cerca de 2.5k€ menos.
  6.  # 69

    por exemplo basta que o arquiteto desenhe bem os eixos estruturais e só ai se pode evitar ter 2 ou 3 pilares / sapatas a mais
  7.  # 70

    Só para deixar como " alerta" como é "possível" num projeto de arquitetura ( isto teria na minha opinião ser básico) fazer-se o " boneco" saber que vai levar x cm de isolamento e não se acautelar isso em projeto, parece algo simples mas em obra faz muita " diferença" ...
  8.  # 71

    Colocado por: nbastoslevar x cm


    Porque esse X tem que ser calculado.
    E infelizmente, muitas vezes isso só acontece depois da Arq. aprovada. Há quem prefira isso, para evitar erros... como o de desenhar com 8cm... mas no proj. térmico depois diz que são 12cm. Pode dar-se o caso de em obra, o empreiteiro usar os 8 que viu como justificação. Os projectos devem ser coordenados, e isso muitas vezes não acontece convenientemente por falta de €€€...

    Claro que se pode estimar minimamente e ir logo... sabendo de antemão que se calhar a espessura total da parede poderá variar um bocado. O problema aqui é que estámos a discutir isto no âmbito dum proj. de licenciamento, cujo propósito está ligado à escala do urbanismo, e não ao da técnica ou construção... e por vezes parece que não entendemos a direferença.
  9.  # 72

    A falta de euros não pode " servir" para justificar... A coordenação só não acontece por falta de isso mesmo " coordenação"
  10.  # 73

    Colocado por: nbastosA falta de euros não pode " servir" para justificar... A coordenação só não acontece por falta de isso mesmo " coordenação"


    Eu também acho que não.
    Acho que, como é provável que não haja mais desenhos além do obrigatório, faz sentido de dar mais detalhe aos projectos ainda em licenciamento.

    Mas... percebo perfeitamente quem faça o mínimo, de acordo com o mínimo que também cobrou. Há coisas que devem de ser feitas, mas se o cliente não quer pagar por isso, OK, é problema dele.

    Uma coordenação como deve de ser, custa mais que fazer o projecto de Arq em sí. Dá mais trabalho ajustá-lo multiplas vezes... que fazer o primeiro boneco de raíz. Aliás, essa é a essência do projecto como um todo. Infelizmente, vejo que para muitos, isso não passa dum Termo que se assina. Mas lá está, isso tem um preço também.
  11.  # 74

    Estou em crer, que na maior parte das vezes esses " mínimos" nem sequer são permissa do cliente, o mesmo quando se dirige ao técnico pura e simplesmente espera que seja o "profissional" a desenvolver o seu trabalho... Aceito que muitas vezes se tem aquilo que se paga... Mas na maioria o que se paga não reflete os " mínimos"...
  12.  # 75

    A mairoria das Descoordenações entre projetos, existe, não pelo preço dos projetos.. Mas por que nunca ninguém coordena ou olha para aos projetos uns dos outros (anos a fio - Sempre fizeram assim)... Isto é valido para estabilidade, Termica e acustica... Mas também é freuqente incompatibilidades nas redes de esgotos e mais raro nas de água.
    Cheguei a ver projetos de arquitetura, não foi há mais de 3 anos, ainda com 30mm!!? de espessura considerada no isolamento térmico das coberturas!? quando o mínimo expectável seria de 100mm.
  13.  # 76

    Colocado por: nbastosEstou em crer, que na maior parte das vezes esses " mínimos" nem sequer são permissa do cliente, o mesmo quando se dirige ao técnico pura e simplesmente espera que seja o "profissional" a desenvolver o seu trabalho... Aceito que muitas vezes se tem aquilo que se paga... Mas na maioria o que se paga não reflete os " mínimos"...


    Aí já discordo.
    Quando explicadas as vantagens de juntar tudo num único desenho coordenado, numa espécie de base dum P. Execução, mesmo não o sendo ainda... é raro o cliente que acha que isso vale a pena.
    Pelo que ficam-se pelos mínimos que foram apresentados na Câmara...
  14.  # 77

    Colocado por: N Miguel OliveiraQuando explicadas as vantagens de juntar tudo num único desenho coordenado, numa espécie de base dum P. Execução, mesmo não o sendo ainda... é raro o cliente que acha que isso vale a pena.
    Pelo que ficam-se pelos mínimos que foram apresentados na Câmara...

    Eu não pergunto ao cliente, nem tenho de perguntar.
    Para mim algo que é obrigatório. Sendo um desenho caracterizador da envolvente exterior e que detalha o processo construtivo ( pormenor construtivo). Deve fazer parte do projeto de arquitetura a nível de licenciamento/ Comunicação Prévia.
    Concordam com este comentário: nbastos, zedasilva, dmanteigas
  15.  # 78

    Colocado por: Pedro Barradasa nível de licenciamento/ Comunicação Prévia.


    Claro.
    A esse nível sim.
    Eu falo do outro (nível)...
  16.  # 79

    A questão aqui é que o que é mínimo de uns não é o mínimo de outros... e muitas vezes não é o custo o motivo dessas discrepâncias ( no sentido que na maioria das vezes até não há diferenças de custo)
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  17.  # 80

    Colocado por: Pedro BarradasA questão aqui é que o que é mínimo de uns não é o mínimo de outros... e muitas vezes não é o custo o motivo dessas discrepâncias ( no sentido que na maioria das vezes até não há diferenças de custo)


    Sim, mas não fosse o custo, os mínimos eram diferentes também, com o mesmíssimo profissional. Exemplo: eu quando desenho para mim, o mínimo fica muito acima do que considero para um cliente. Por uma simples razão: entendo a mais valia de desenvolver mais e mais o projecto. O cliente não o faz por uma razão simples, o preço.
    Se fizesse o que acho o "mínimo-mínimo" para um cliente (como o que faço para mim), os honorários passavam os 10-12 mil... para uma casa simples... porque lá está, o Licenciamento é apenas um etapa ali pelo meio. Já para os clientes, é quase o fim último no contacto com um Arq.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas
 
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