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  1.  # 81

    ... se calhar ao preço, juntava-lhe a "pressa". Projectos pessoais, para mim próprio, demoram muito mais tempo, por um lado porque não são nada urgentes, por outro, porque vai muito ao detalhe. Porque claro, não me cobro a mim próprio, estão dá para mastigar, pensar em multiplas fases da vida duma obra, como eventuais futuras obras para criar mais uma divisão, ou anexar outra, etc etc...
    Tudo isto leva tempo, para a coisinha mais mínima... porque lá está, serei o utilizador, e o que vai pagar a brincadeira, bricolagem, obra, renovação, etc...

    Ou seja, um proj. de licenciamento, na verdade é apenas uma síntese de muito do trabalho já feito, de orçamentos definidos, marcas, referências, etc... já estava tudo acertado antes. Entretanto passaram-se muitos meses... e muitas vezes nem implica aprovações municipais.

    Nada tem que ver com o casal que hoje compra terreno e pede que o projecto esteja aprovado daí a 4 ou 5 meses... (quando isso nem sequer inteiramente do Arquitecto).

    Outro exemplo numa pequena escala para que se perceba, eu posso perder horas e horas a desenhar um móvel que depois faço eu mesmo. Se fosse a cobrar honorários do planeamento disso, se calhar fica mais caro que o móvel em sí...
  2.  # 82

    Colocado por: N Miguel Oliveiraestão dá para mastigar, pensar em multiplas fases da vida duma obra, como eventuais futuras obras para criar mais uma divisão, ou anexar outra, etc etc...
    se um dia der uso a essa “pré-preparação” facilmente dá como bem empregue o tempo perdido a antecipar a coisa… e isso é valido de igual forma para quando é o DO a pagar por esse trabalho.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  3.  # 83

    Basicamente é "pensar" antes de fazer.
  4.  # 84

    Colocado por: zedasilvaNão esquecer doProjeto de sistemas de gestão técnica centralizada


    Decorrente do DL 101-D/ 2020
    Projeto de Sistema de Gestão Técnica Centralizada (GTC) é exigível, segundo a legislação europeia, para edifícios de comércio e serviços com área superior a 1000 m² (ou 500 m² em alguns casos), com a entrada em vigor de requisitos de eficiência energética (Classe A) a partir de 1 de janeiro de 2025.

    Vide igualmente a NT 03 da ADENE
    https://www.sce.pt/wp-content/uploads/2022/08/NT_SCE_03_SACE_V1.pdf
 
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