Colocado por: oxelferQuem é que se mexe?
Quem é que paga?
Quem é que quer sair da crise?
Quem é que não está para sustentar chulos?
Colocado por: j cardosooutros há que parecem tudo perdoar ao anterior governo e apontam toda a artilharia ao actual. O Jorge Rocha é, neste aspecto, exemplar
Colocado por: oxelferQuem é que se mexe?
Colocado por: oxelferQuem é que paga?
Colocado por: oxelferQuem é que quer sair da crise?
Colocado por: oxelferQuem é que não está para sustentar chulos?
Colocado por: j cardosoNão percebo muito bem a ideia que ojorgferrtem do que é ser cidadão de um país. Suponho que, seguindo o seu raciocínio, deveria ser feita a relação deve/haver de cada cidadão e quem tiver saldo negativo que pague a conta; será isto? É uma ideia como qualquer outra mas não posso deixar de pensar no seguinte: que fazemos às crianças e aos velhos que não produzem para o que gastam?
Uma palavra ao Jorge Rocha:
Admiro o seu empenho e a firmeza das suas ideias. Se por um lado alguns há que tudo desculpam ao novo governo e que acham natural que este faça exactamente o oposto do que afirmou, outros há que parecem tudo perdoar ao anterior governo e apontam toda a artilharia ao actual. O Jorge Rocha é, neste aspecto, exemplar; um autêntico baluarte da resistência, um guia da classe operária, o farol da liberdade.
"Tu amor revolucionario
Te conduce a nueva empresa
Donde esperan la firmeza
De tu brazo libertario."
que fazemos às crianças e aos velhos que não produzem
Uma análise muito heterodoxa do economista João Ferreira do Amaral.
Sair do euro!
Ouvi ontem João Ferreira do Amaral defender um conjunto de posições muito diferentes da maioria das que se ouvem ou lêem. Têm a vantagem de pensar a economia-mundo e alargar as raízes da crise no tempo e no espaço. Descrevo aqui o essencial por palavras minhas em 4 pontos.
1. O Ocidente - a Europa e os Estados Unidos - enganou-se acerca dos efeitos da globalização. Tinha calculado manter a primazia industrial e acabou por ir perdendo essa posição estanto actualmente com economias estagnadas e desindustrializadas. Esperar que a solução da crise económica venha de países com a economia estagnada e em crise é um equívoco. A China não se contentou com a sua parte imaginada pelo Ocidente - fabricar produtos como roupa barata e outros do mesmo género - e desse modo alterou consideravelmente o funcionamento da economia-mundo.
2. A crise da Grécia - e depois dos outros - representa o fim do projecto político da zona euro. Mesmo com o "perdão" parcial da dívida a sua economia está destruída. A solução da União Europeia - austeridade sobre austeridade em cima as populações - não resolve nenhum problema e conduz à recessão e à pobreza. Este facto é confirmado pelo gradual aumento dos países aos quais se pede ou impõe medidas de austeridade. Depois da Grécia, da Irlanda, de Portugal, seguem-se Espanha, Itália e já se fala na França. Uma contradição norte/sul, centro/periferia no seio da Europa para a qual não se vê solução à vista.
3. Face a este conjunto de razões, Portugal não terá solução neste quadro, a sua economia continuará fraca como sempre foi e resta-lhe sair do euro, desvalorizar a moeda como antes era possível e estabelecer relações não olhando esclusivamente para a Europa - onde está a raiz do problema - mas antes com os paises de língua portuguesa como o Brasil e Angola. Esta será uma medida radical e difícil.
4. Para JFA nem a maior parte das análises nem os politicos colocam esta hipótese por "medo da ruptura".
Penso que talvez não seja de desprezar esta análise. Julgo que será preciso esperar bastante tempo antes de a podermos confontrar com a evolução futura. Os argumentos principais contra a saída são o de que a saída do Euro seria um desastre e o facto do projecto europeu "ter sido" fundamental.
Não duvido, mas creio que se o projecto europeu foi fundamental já não o parece ser neste momento. De facto, já não é. Por outro lado, um desastre é aquilo que já se vive e se vislumbra ainda pior no futuro próximo, dentro do Euro moribundo e obcecado com austeridade sobre austeridade. As manifestações globais das 900 cidades traduzem um mal-estar global, uma vontade de saída deste estado de coisas, não apenas europeu. Como, não sabemos ainda.
ver
Ferreira do Amaral defende uso do dinheiro da troika para preparação imediata da saída do euro
20.06.2011 - 12:49 Por PÚBLICO.
Mas afinal, para que serve este fundo? O que me parece é um fundo onde o dinheiro está parado à espera que um país precise de ajuda financeira. Mas se assim é, para quê falarem em aumentar o fundo para 2 biliões de euros (2 milhões de milhões), quando o montante que o fundo tem actualmente nem é utilizado na sua totalidade?
não percebo nada de economia mas parece-me que isso do fundo é uma treta, o que devia ser feito era uma reestruturação em bloco de toda a divida dos paises que pelo menos integrem o euro, uniformizando-a.
de resto acho é que persiste a ideia que pela austeridade vão conseguir transformar a mão de obra europeia em mão de obra chinesa mas claro está com os senhores alemães a continuarem os mais ricos dentro da chinesice.
acabam por ir ruindo com a magnificência que sempre foi a Europa em termos civilizacionais/ culturais.
Colocado por: bino_"Haircut" 50% Grécia
http://youtu.be/meaii8JPmYM
Colocado por: FDJá estou a ver os sindicalistas e os opinion makers a esfregar as mãos de contentes... a reforma está garantida!
Colocado por: oxelferSempre gostava de saber porque é que os sindicalistas vão esfregar as mãos de contentes...
Colocado por: FD
Não lhes faltará "trabalho".
Colocado por: FDJá estou a ver os sindicalistas e os opinion makers a esfregar as mãos de contentes... a reforma está garantida!
Colocado por: FDNão lhes faltará "trabalho".
Colocado por: FDNão lhes faltará "trabalho".
Colocado por: oxelferSou sindicalista, já tive muito trabalho como lhe chama, mas nunca ganhei 1€ com isso e já "perdi" muitas horas com esse "trabalho".