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  1.  # 121

    Boas,

    Colocado por: Ferraz Oliveira@oxelfer: existe diferença entre professor e professor? uahuahuah


    Existe o professor título e o professor profissão.
    A grande maioria dos professores de profissão não o são de título.
    E aqui digo infelizmente!

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
    Concordam com este comentário: two-rok
  2.  # 122

    @two-rok:
    No worries!

    @oxelfer:
    pergunta de retórica!
  3.  # 123

    Boas,

    Colocado por: AikenSe for um telefonema Srº Oxelfer


    Para mim isso é um insulto.
    Tratarem-me por sr. é um insulto:
    - Para já faz-me parecer velho quando sou um puto.
    - Depois sou um gajo completamente "descomplexado" e quem chega à minha beira com frescuras, bem que pode dar meia volta e ir embora.

    Colocado por: AikenBoa tarde, daqui fala X... estou a falar com o Srº Y.... pronto....


    Mas pelos vistos só "ensinam" a parte do Sr. Engenheiro.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  4.  # 124

    Colocado por: oxelferBoas



    Sim, todos nós sabemos.



    Você indica uma maior proximidade que um título (ou será profissão).
    Além que tratar alguém por sr. (professor) é neste caso uma demonstração de submissão, de admissão de inferioridade (há quem goste, como aqui já alguém disse, de se sentir no alto ou ter e pelo menos o seu ego inchado).

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista


    Ao lado, completamente ao lado, pela parte que me toca. Não preciso de um título para me afirmar, mas também não preciso de o rejeitar para dizer que sou humilde e valho pelo que sou, etc. Não faz sentido o que diz - um aluno deve tratar o prof. por tu porquê? Trata por tu o porteiro, a senhora da limpeza, o funcionário das finanças, o motorista do autocarro? Porque é que o João não trata por tu os outros foristas?
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Aiken
  5.  # 125

    Boas,

    Colocado por: becasPorque é que o João não trata por tu os outros foristas?


    Respondo a esta primeiro!
    Por estupidez!
    Quando aqui cheguei reparei que todos se tratavam na 3ª pessoa e qual carneirinho fui atrás!

    Colocado por: becasNão preciso de um título para me afirmar

    Colocado por: becaspela parte que me toca


    Não estou a falar no teu caso e não é essa opinião que tenho de ti, mas é a opinião que tenho da maior parte dos "professores".

    Colocado por: becasNão preciso de um título para me afirmar, mas também não preciso de o rejeitar para dizer que sou humilde e valho pelo que sou, etc.


    Verdade.
    Só tenho pena que a maior parte das pessoas só use mesmo o título para se afirmar e para nada mais.

    Colocado por: becasTrata por tu o porteiro, a senhora da limpeza, o funcionário das finanças, o motorista do autocarro?


    Por norma sim!

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  6.  # 126

    Colocado por: Capela86Por amor deus é só ressabiados com a malta que tem canudo :-)

    Típico de um país mesquinho, tacanho, enfim.... Portugal no seu explendor!!!

    Deve ser por Portugal ter maus licenciados que países como a Alemanha, UK, etc... vêm cá recrutar engenheiros, enfermeiros, psicologos.

    Temos é o azar de viver no país em que vivemos.
    Concordam com este comentário:raulschone
    Estas pessoas agradeceram este comentário:SAMBINO

    Este seu comentário fez lembrar-me de uma conversa que tive em meados de 2002 num projecto em que estive envolvido em Bruxelas, para fazermos um trabalho para as comissões europeias. Era um projecto bastante grande e eu fazia parte de uma grande equipa multinacional com cerca de umas 150 pessoas, todas altamente qualificadas para aquelas funções. Desses recursos, pelo menos 100 eram Indianos, cerca de 20 portugueses e o restante um misto de outras nacionalidades da Europa.
    Em conversa com um director residente das comissões europeias, ele pergunta-me qual a razão de haver tantos portugueses não só neste projecto, mas como em vários outros pela Europa fora onde existe presença da comissão, ao que lhe respondi que era de devido a não haver saídas profissionais suficientes em Portugal. A esta resposta ele faz este comentário; "por mais que me esforce, não entendo o vosso país; fazem um esforço enorme na educação universitária para formar jovens e quando estes acabam a sua formação, oferecem-nos "por troca de nada" a outros países que até têm mais recursos. Será que não percebem que estão a DAR o vosso único potencial de criação de riqueza!" Senhores, isto passou-se em 2002...
    Concordam com este comentário: danobrega
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Aiken, Capela86
  7.  # 127

    Colocado por: FD
    Faça de conta que sou um aluno seu. Não devo usar essa coisa do "você" porquê?


    "Você" é uma forma de tratamento ambígua na língua portuguesa. Tradicionalmente, era uma forma "de menor respeito", por oposição ao "senhor/a"...a patroa tratava as criadas por você (que tb se tratariam assim entre si, e aos pais, por ex.), as criadas tratavam a patroa por senhora. Senhora era uma pessoa de condição social superior.
    No presente, generalizou-se o uso do você entre a população urbana, assim como, por ex., na publicidade. Mas as reminiscências desse uso antigo (que não desapareceu completamente) continuam, daí que seja prudente evitar o você nas relações profissionais, quando se dirigem a superiores hierárquicos e clientes.
    Já agora, conto uma história que se passou há uns anos. Já não sei a que propósito, a fisioterapeuta contou-me que uma vez recebeu uma senhora idosa, de uma aldeia, uma pessoa muito humilde, e tratou-a por senhora, como fazia com todas as pessoas. A senhora começou a chorar. A fisioterapeuta ficou muito atrapalhada e perguntou-lhe o que se passava, ao que ela respondeu que nunca na vida a tinham tratado por senhora. Eu sei que para os jovens urbanos desempoeirados esta história é estranha, mas no Portugal salazaristas senhoras eram só algumas. E ainda hoje (algo que me irrita solonemente), por ex., muitos médicos tratam as pessoas mais velhas por tu. O respeito não se resume à forma de tratamento, mas inclui a forma como me dirijo às pessoas.
    E encerro aqui a minha argumentação.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Aiken
  8.  # 128

    @Trolha:
    Agora você ofendeu-me! :-)
    Não escrevi em inglês para me armar. É uma expressão que uso regularmente. E saiu naturalmente!
  9.  # 129

    dos 100 indianos quantos eram licenciados? so por curiosidade....
  10.  # 130

    Tá no sangue como? Deverei interpretar que o que o Trolha está a dizer é que eu ter escrito aquilo em inglês é sinal de que me estou a "armar em espertalhão" e que está no meu "sangue armar-me aos cucos"?
  11.  # 131

    Colocado por: oxelferNão estou a falar no teu caso e não é essa opinião que tenho de ti

    hehehehehe...ai não posso mais...heheheheheh
  12.  # 132

    Colocado por: Picareta
    hehehehehe...ai não posso mais...heheheheheh


    ????????????????????????????
  13.  # 133

    Boas,

    Colocado por: Picaretahehehehehe...ai não posso mais...heheheheheh


    Assumo a minha estupidez, não tenho problemas com isso.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  14.  # 134

    Colocado por: Ferraz Oliveira
    Mas usei hexa à "unha".
    "Vantagens" de ser "intelectualóide". Lê-se e escreve-se "hexa" quase tão facilmente como se lê e escreve em qualquer outra língua que eu fale! eheheheheheh

    Se fosse o sr Rena Rudolf(Cro / Rom), tería percebido mais rápidamente sem precisar de converter do Hexa!!!
  15.  # 135

    Colocado por: oxelferAssumo a minha estupidez,

    Não sei o que é que estás a pensar,...eu só achei piada à tua frase. Acho que és um gajo com sentido de humor, isso não é estupidez nenhuma.
  16.  # 136

    Boas,

    Colocado por: becasO respeitonão se resumeà forma de tratamento, masincluia forma como me dirijo às pessoas.


    Concordo!
    Só acho piada porque não imaginas o número de vezes em que agradeceram por as minhas primeiras palavras para alguém serem sempre de saudação.
    É muito frequente "desabafarem" comigo num qualquer sitio por as pessoas não darem uma saudação antes de interpelar alguém.
    E eu faço-o independentemente de quem está à minha frente (de ser TROLHA ou não ... vou já arranjar uma frase do nosso amigo) ou da situação.

    Ao chegar ao pé de um engenheiro para pedir lume:
    1)
    Sr. engenheiro, dá-me lume?
    2)
    Bom dia.
    Não te importas de me dar lume?

    O (ego) do engenheiro prefere o 1), eu prefiro o 2) (independentemente de estar a pedir ou a cravar lume).

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  17.  # 137

    Colocado por: SAMBINO
    Se fosse o sr Rena Rudolf(Cro / Rom), tería percebido mais rápidamente sem precisar de converter do Hexa!!!

    Não percebi o seu comentário. Pode explicar por favor?? Obrigado
  18.  # 138

    Boas,

    "Separei-me de minha esposa porque ela era terrívelmente infantil. Uma vez, eu estava a tomar banho na banheira, e ela afundou todos os meus barquinhos sem nenhum motivo aparente."

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  19.  # 139

    Boas,

    Colocado por: PicaretaNão sei o que é que estás a pensar


    Nem eu.
    Eu pouco penso :(

    Colocado por: Picaretaeu só achei piada à tua frase.


    Fixe;)
    É sempre bom sermos os bobos da corte;)

    Colocado por: PicaretaAcho que és um gajo com sentido de humor, isso não é estupidez nenhuma.


    Há quem diga que sim e há quem diga que não.

    Colocado por: TROLHA...colar textos do homem dos óculos...até eu!!


    "Estas" são sempre com dedicatória ;)


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  20.  # 140

    Colocado por: TROLHA...devia ser bonitos os TROLHAS usarem inglês no meio do português.....


    TROLHA, usar inglês é uma muleta, um defeito, consequente da profissão. No meu caso toda a informação que consulto está em inglês, passo a vida a escrever em inglês, tenho de falar com as pessoas em inglês, mesmo os livros que leio são em inglês... Assim vai-se ganhando uma ou outra expressão inglesa, é natural.

    Isto dos vícios de profissão faz-me lembrar uma engraçada. Fui a uma conferência e numa determinada sessão o orador era um professor de uma Universidade de Coimbra. Não é que ele começa a apresentação com a frase:

    "Ora muito bem, o que é que vamos dar hoje nesta aula?"

    Foi a risota geral. :D
 
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