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  1.  # 61

    Colocado por: becasNessa não acredito muito (neste contexto), mas prefiro pensar que "não há mal que sempre dure" (já que, obviamente, "nem há bem que nunca acabe").


    A falar assim parece uma trintona que nunca passou por uma crise. Quantas já passámos nós? é apenas mais uma.

    E uma boa crise faz sempre falta, ajuda a separar o trigo do joio e a limpar muito lixo.
  2.  # 62

    Paulo

    cuidado, eheheh, que isto já parece é exterminio, não me parece que é só mais uma crisita, há algo no ar muito mais grave e não é só por aqui, infelizmente passa-se algo pelo mundo fora que parece que já está em redea solta sem controle.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: oxelfeR (RIP)
    • AnaT
    • 8 fevereiro 2012

     # 63

    O problema é que, à partida, o joio também deveria ter direito à vida...
  3.  # 64

    Boas,

    Colocado por: becasJá me tinha dado pela tua ausência


    A minha ausência é simplesmente justificada por excesso de trabalho, nada mais.

    Colocado por: becasisso é que é maré de azar (sendo que o despedimento é pior de tudo)...


    Não acredito nisso, explico mais baixo.

    Colocado por: becasJá sobre as depressões...infelizmente deixei de pensar assim como o seu amigo e passei a prezar muito a saúde que tenho!

    Colocado por: marco1cuidado, eheheh, que isto já parece é exterminio, não me parece que é só mais uma crisita, há algo no ar muito mais grave e não é só por aqui, infelizmente passa-se algo pelo mundo fora que parece que já está em redea solta sem controle.


    A minha única "filosofia" de vida é:
    Levantar bem disposto e conseguir deitar-me mais bem disposto do que me levantei.
    Felizmente que o tenho conseguido fazer sem "esforço", sai-me naturalmente independentemente do que me têm acontecido ao longo da vida.
    Se não for assim (como digo muitas vezes): não vale a pena andar por cá.
    Mas não confundir com o virar as costas aos problemas ou não pensar neles. Encaro todos os problemas de frente, mas por norma não me deixo afectar por eles.

    Colocado por: becasE o pé, como está?


    O pé já têm muitas histórias pelo meio, quando tiver um pouco de tempo escrevo algo sobre isso porque me está mesmo a apetecer.


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  4.  # 65

    Colocado por: marco1cuidado, eheheh, que isto já parece é exterminio, não me parece que é só mais uma crisita, há algo no ar muito mais grave e não é só por aqui, infelizmente passa-se algo pelo mundo fora que parece que já está em redea solta sem controle.

    Claro que não é mais crise, tou farto de escrever isso

    Uma crise é um mau período que quando termina, a situação regressa à normalidade
    Uma revolução é um período que quando termina, a situação fica completamente diferente, é um corte com o passado.

    Quando a tempestade tiver passado, mal te lembrarás de ter conseguido atravessá-la, de ter conseguido sobreviver. Nem sequer terás a certeza de a tormenta ter realmente chegado ao fim. Mas uma coisa é certa. Quando saíres da tempestade já não serás a mesma pessoa. Só assim as tempestades fazem sentido.

    Haruki Murakami, in 'Kafka à Beira-Mar'


    Não interessa se concordamos, se gostamos, se devia ser assim. O que interessa é a forma como nos vamos adaptar e como o conseguiremos. O resto são pieguices.
  5.  # 66

    só espero que não aconteca ao PPC o mesmo que a milhares de pessoas, ou seja ele diz que se formos cumpridores, trabalhadores, rigorosos etc, portugal vai ter a recompensa, mas essas milhares de pessoas que sempre trabalharam e fizeram sacrificios levaram com uma "crisezona" na cabeça, de nada lhes valeu terem sido sempre cumpridoras. a meu ver só não tem direito a ser piegas quem tem (teve) as costas folgadas. É certo que uma atitude positiva é necessário em cada um de nós mas quem nos governa tem que ter a clara noção de que a solução ( e a culpa disto tudo) em grande medida não está nas mãos do cidadão comum.
    Concordam com este comentário: becas, TROLHA...
  6.  # 67

    Uma revolução é um período que quando termina, a situação fica completamente diferente, é um corte com o passado.

    - Não creio que possamos chamar revolução a uma "mudança" que mantém a mesma estrutura de poder. O que se assiste é a uma mudança meramente formal: a tomada do poder político por parte dos agentes económicos - por outras palavras: o voto perdeu a soberania. No fundo tudo fica na mesma:

    "A não ser que nos salvemos, dando-nos as mãos agora, eles nos submeterão …. Para que as coisas permaneçam iguais, é preciso que tudo mude."
    (Príncipe de Falconeri)
    O Leopardo

    Tomasi di Lampedusa
    Concordam com este comentário: becas
  7.  # 68

    Hoje estou muito mas, mesmo muito piegas. Ora vejamos: desde que veio cá o sr. Wagner tem sido só catástrofes. Então: fiquei com a obra numa lástima (já está tudo arranjado), sem o dinheiro prometido, com aspirador avariado. Entretanto avariou-se a máquina de café encastrada (só o arranjo+deslocação ficou em 200 euros) e pior de tudo meu companheiro ficou desempregado. Se acreditasse até me ia benzer mas, acho que me fico pela minha pieguice. Serei só eu ou já não entendo nada disto? Ora bem, a Grécia tem uma divida grande mas, com o dinheiro que a Alemanha deve a ela (da guerra) não ficaria sem divida? Porque pedir dinheiro ao FMI se depois a divida aumenta e ainda fica-se mais na miséria? Eu digo que era melhor dissolver-se a Euro e voltar ao antigamente. As pessoas dizem que era pior. E eu pergunto-me: pior no quê, se isto está tão mal e vai estar mil vezes pior? E será que ninguém vê que todos estamos mal e a Alemanha alem de querer mandar nisto tudo está a aumentar as receitas. Portanto resumindo acho que sou burra e então piegas nem se fala...
  8.  # 69

    Boas,

    Escuta, Zé-ninguém: já há muito que andava para te dizer umas coisas. Mas tu só dás ouvidos aos grandes, gostas de te sentir submisso. Afinal, o que farias se te visses livre? És um pobre coitado, medroso, cobarde, ignorante e naturalmente deprimido. Desprezas-te a ti e aos outros, meu enfermo maldito.

    E se te interrogo, respondes-me: «mas que posso eu fazer?». És assim e não queres ser diferente. Aliás, a mudança arrepia-te e perturba-te a segurança medíocre que cuidadosamente alimentas dia após dia. Meu desgraçado, quem és tu para teres direito a opinião própria? Em casa dás pancada na mulher e nos filhos, na taberna embebedas-te como um porco e ainda te restam forças para conspirares contra mim! Que hei-de fazer, meu grande malandro? Não tens onde cair morto nem vivo. Cultivas a tacanhez, a cobiça e a inveja como um jardineiro planta as ervas daninhas no seu próprio jardim. És assim porque queres, meu grande cão. Enquanto queimas criaturas em fornalhas contínuas a responder-me: «mas que posso eu fazer?». Não percebes, meu aldrabãozeco, que todos os grandes pecados da humanidade começam nos pequenos actos tolos que cometes no teu dia-a-dia!? Sim, Zé Ninguém, tu mesmo, estou a falar contigo. Chamas-me utópico e intelectualzinho de **** enquanto tu vives na miséria, matas a própria esperança e a dos teus filhos e ainda berras «Vivas». Ao sábio chamas larápio e gritas: «Agarra que é judeu, agarra que é preto, agarra que é marroquino». Gritas porque tens medo, meu energúmeno narcísico. Pensas sempre na satisfação dos teus pequeninos prazeres e nunca no bem geral.

    És assim, Zé Ninguém. «Que posso eu fazer?». Preferes a tasca a uma biblioteca, a televisão a uma passeio com os teus filhos, a jogatina a uma noite de amor com a tua mulher. És incapaz de criar, de dar sem receber e vais sobrevivendo com a parcelazeca do teu quinhão de ouro. Sofres de peste mental, meu ladrãozeco de queixumes: «Ai que me dói uma perna, aí que me dói uma unha, aí que estou tão mal, aí que ninguém sofre tanto como eu, mas que hei-de eu fazer?». És assim, Zé Ninguém. Veneras os teus inimigos e matas os teus amigos. Mas afinal, porque desistes dos teus sonhos Zé Ninguém? Ah animal, soubesse eu calar a tua voz interior de uma vez por todas!

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
    Concordam com este comentário: Paulo Correia
    • meco
    • 8 fevereiro 2012

     # 70

    Colocado por: oxelferBoas,

    Escuta, Zé-ninguém: já há muito que andava para te dizer umas coisas.Mas tu só dás ouvidos aos grandes, gostas de te sentir submisso.Afinal, o que farias se te visses livre? És um pobre coitado, medroso, cobarde, ignorante e naturalmente deprimido. Desprezas-te a ti e aos outros, meu enfermo maldito.

    E se te interrogo, respondes-me: «mas que posso eu fazer?». És assim e não queres ser diferente. Aliás,a mudança arrepia-te e perturba-te a segurança medíocre que cuidadosamente alimentas dia após dia. Meu desgraçado, quem és tu para teres direito a opinião própria? Em casa dás pancada na mulher e nos filhos, na taberna embebedas-te como um porco e ainda te restam forças para conspirares contra mim! Que hei-de fazer, meu grande malandro? Não tens onde cair morto nem vivo. Cultivas a tacanhez, a cobiça e a inveja como um jardineiro planta as ervas daninhas no seu próprio jardim. És assim porque queres, meu grande cão. Enquanto queimas criaturas em fornalhas contínuas a responder-me: «mas que posso eu fazer?».Não percebes, meu aldrabãozeco, que todos os grandes pecados da humanidade começam nos pequenos actos tolos que cometes no teu dia-a-dia!?Sim, Zé Ninguém, tu mesmo, estou a falar contigo. Chamas-me utópico e intelectualzinho de **** enquanto tu vives na miséria, matas a própria esperança e a dos teus filhos e ainda berras «Vivas». Ao sábio chamas larápio e gritas: «Agarra que é judeu, agarra que é preto, agarra que é marroquino». Gritas porque tens medo, meu energúmeno narcísico.Pensas sempre na satisfação dos teus pequeninos prazeres e nunca no bem geral.

    És assim, Zé Ninguém. «Que posso eu fazer?». Preferes a tasca a uma biblioteca, a televisão a uma passeio com os teus filhos, a jogatina a uma noite de amor com a tua mulher. És incapaz de criar, de dar sem receber e vais sobrevivendo com a parcelazeca do teu quinhão de ouro. Sofres de peste mental, meu ladrãozeco de queixumes: «Ai que me dói uma perna, aí que me dói uma unha, aí que estou tão mal, aí que ninguém sofre tanto como eu, mas que hei-de eu fazer?». És assim, Zé Ninguém. Veneras os teus inimigos e matas os teus amigos. Mas afinal, porque desistes dos teus sonhos Zé Ninguém? Ah animal, soubesse eu calar a tua voz interior de uma vez por todas!

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista


    Isso é que foi aliviar o stress...
  9.  # 71

    És assim, Zé Ninguém. «Que posso eu fazer?

    "O burro apanha pancada
    Mas como é burro,
    Serviu-lhe a lição de nada"
  10.  # 72

    Boas,

    Colocado por: mecoIsso é que foi aliviar o stress...


    A autoria não é minha!
    É de um dos livros que mais prazer me deu ler, e isto pode ser paradoxal, pois ao ler o livro somos insultados de tudo e mais alguma coisa.

    Colocado por: j cardoso"O burro apanha pancada
    Mas como é burro,
    Serviu-lhe a lição de nada"


    Simplificando (algo um pouco mais complexo) poderia ser isso.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  11.  # 73

    Boas,

    Em países distantes, homens medíocres estudaram afincadamente atua ânsia de ser escravo e descobriram como tornar-se grandes homens medíocres com um mínimo de esforço intelectual. Esses homens vêm das tuas fileiras, nunca habitaram palácios. Passaram fome e sofreram como tu — mas aprenderam a encurtar o processo de mudança dos chefes. Aprenderam que cem anos de árduo trabalho intelectual em prol da tualiberdade, de grandes sacrifícios pessoais pelo teu bem-estar, de holocausto até da vida nos interesses da tua libertação, eram preço demasiado alto pela tua próxima nova escravatura. Tudo o que pudesse haver sido elaborado ou sofrido em 100 anos de vida de grandes pensadores podia ser destruído em menos de cinco anos. Os homúnculos da tua estirpe aprenderam, assim, a abreviar o processo: fazem-no mais aberta e brutalmente. E dizem-te sem rebuços que tu, a tua vida, os teus filhos e a tua família não contam, “que és estúpido e subserviente e que podem fazer de ti o que Ihes aprouver. E em vez de liberdade pessoal prometem-te liberdade nacional. Não te prometem dignidade pessoal mas respeito pelo Estado; grandeza nacional em vez de grandeza pessoal. E como «liberdade pessoal» e «grandeza» são para ti apenas conceitos estranhos e obscuros, enquanto «liberdade nacional» e «interesses doEstado» são palavras que te enchem a boca, como ossos que fazem nascera água na boca de um cão, não há ámen que não lhes dê. Nenhum desses homens medíocres paga pela liberdade autêntica o preço que pagaram Giordano Bruno, Cristo, Karl Marx ou Lincoln. Nem tu lhes interessas aponta de um chavelho. Desprezam-te como tu te desprezas, Zé Ninguém. E conhecem-te bem, muito melhor do que um Rockefeller ou osConservadores. Conhecem os teus podres como só tu próprio os devias conhecer. Sacrificam-te a um símbolo e és tu próprio quem lhes confere opoder que exercem sobre ti. Ergueste tu próprio os teus tiranos, e és tu quem os alimenta, apesar de terem arrancado as máscaras, ou talvez por isso mesmo. Eles mesmo te dizem clara e abertamente que és uma criatura inferior, incapaz de assumir responsabilidades, e que assim deverás permanecer. E tu nomeia-los novos «salvadores» e dás-lhes«vivas».
    É por isso que eu tenho medo de ti, Zé Ninguém, um medo sem limites. Porque é de ti que depende o futuro da humanidade. E tenho medo de ti porque não existe nada a que mais fujas do que a encarar-te ati próprio. Estás doente, Zé Ninguém, muito doente, embora a culpa não seja tua. Mas é a ti que cabe libertares-te da tua doença. Já há muito que terias derrubado os teus verdadeiros opressores se não tolerasses ao pressão e não a apoiasses tu próprio. Nenhuma força policial do mundo poderia prevalecer contra ti se tivesses ao menos uma sombra de respeito por ti próprio na tua vida quotidiana, se tivesses a profunda convicção de que, sem o teu esforço, a vida sobre a terra não seria possível por nem uma hora mais. Será que o teu «libertador» to disse? Qual quê! Chama-te «Proletário do Mundo», mas não te dizem que tu, e só tu, és responsável pela tua vida (em vez de seres responsável pela «honra da pátria»). Terás de entender que és tu quem transforma homens medíocres em opressores e torna mártires os verdadeiramente grandes; que os crucificas, os assassinas e os deixas morrer de fome»; que não te ralas absolutamente nada com os seus esforços e as lutas que travam em teu nome; que não fazes a menor ideia de quanto lhes deves do pouco de satisfação e plenitude de que gozas na vida.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  12.  # 74

    Estamos a pensar emigrar para São Paulo. Há aqui algum brasileiro (meu Karma, lolol) que me diga se é verdade que o custo de alimentação de 3 pessoas custa à volta de 2000 reais? Quem me deu essa informação é um pouco tia e vive numa zona nobre por isso, minha desconfiança. Outros indicadores que queria saber: custo creche, transportes públicos, luz, gas e água. Obrigada

    Teresa

    PS: desculpem colocar este tópico mas, é coisa tao pouca que não ía abrir outro!! Além disso estou a cumprir à regra o que nosso 1º ministro disse: emigrar é bom e não ser piegas (esta parte ainda está a ser educada)
  13.  # 75

    Colocado por: tortuliaEstamos a pensar emigrar para São Paulo. Há aqui algum brasileiro (meu Karma, lolol) que me diga se é verdade que o custo de alimentação de 3 pessoas custa à volta de 2000 reais? Quem me deu essa informação é um pouco tia e vive numa zona nobre por isso, minha desconfiança. Outros indicadores que queria saber: custo creche, transportes públicos, luz, gas e água. Obrigada

    Teresa

    PS: desculpem colocar este tópico mas, é coisa tao pouca que não ía abrir outro!! Além disso estou a cumprir à regra o que nosso 1º ministro disse: emigrar é bom e não ser piegas (esta parte ainda está a ser educada)


    Em relação a emigrar para São Paulo, só lhe posso dizer para pensar 2, 3, 4...muitas vezes. O dono do ginásio onde vou é paulista de gema e é o primeiro a dizer que não sabia se conseguia voltar a habituar-se àquela vida, embora tenha planos para voltar para o Brasil...só que não para lá. A insegurança pesa muitíssimo no estilo de vida, que não tem nada de comum com o que conhecemos.
    Em relação aos custos, não se esqueça de incluir colégios, saúde privada e apartamento em condomínio com segurança.
  14.  # 76

    Becas , dão-nos seguro de saude, de vida e ajuda para aluguer. Tenho ouvido que lá a criminalidade está a descer e muito. Só que ouvir é uma coisa, a realidade por vezes é diferente. Obrigada.
    • J.C
    • 8 fevereiro 2012

     # 77

    Colocado por: tortuliaBecas , dão-nos seguro de saude, de vida e ajuda para aluguer. Tenho ouvido que lá a criminalidade está a descer e muito. Só que ouvir é uma coisa, a realidade por vezes é diferente. Obrigada.


    Está a descer muito!...Pudera, vieram quase todos p'ra cá.
    Ainda há uma semana um "desses" matou um vizinho meu com um tiro, aqui na Amadora.
  15.  # 78

    Hehe, acredito mesmo, que se vá inverter a situação ou seja, lá a criminalidade diminua devido ao crescente emprego e aqui se torne uma selva devido à falta dele. A ver vamos :-)
    Concordam com este comentário: J.C
    • J.C
    • 8 fevereiro 2012

     # 79

    Colocado por: tortuliaHoje estou muito mas, mesmo muito piegas. Ora vejamos: desde que veio cá o sr. Wagner tem sido só catástrofes.


    Eheheheheh! Falou mal do tipo....Pimba, levou com uma Macumba! Loooooooooll
  16.  # 80

    Brinque, brinque pois já pensei isso uma dúzia de vezes:-)
 
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