Colocado por: antonio almeidasó porque o resto da sociedade não funciona condena-se à partida uma criança.
Colocado por: imbsFoi um bocado dura sim... mas nem tanto pelos custos para os pais e para a sociedade, mas pelo sofrimento da pessoa deficiente em si.
Colocado por: system32Sofrimento é o tempo que sobreviver, quase sempre com problemas de saúde, e depois de crescer , ver as outras crianças normais e não poder fazer o que eles fazem, isso sim é sofrimento. Acho que o problemas é com os pais e não com a criança!
Colocado por: system32Ser for (e é) morte rápida , qual o sofrimento???
Colocado por: Princesa_"Artigo científico defende como moralmente aceitável a morte de um recém-nascido"
http://publico.pt/Sociedade/artigo-cientifico-defende-como-moralmente-aceitavel-a-morte-de-um-recemnascido-1536079
Sou só eu que acho que a comunicação social e a liberdade de expressão deveria estar sujeita a mais limites mesmo quando à partida um artigo como este nos possa parecer de mera opinião, ou ainda, coberto pelo argumento do "cientifico"?
Colocado por: PBarataO titulo da noticia é que é sensacionalista. O artigo NÃO diz que é moralmente aceitável, diz que é igualmente aceitável.
O que o artigo defende é que moralmente é tão legitimo o aborto antes do nascimento como imediatamente depois... Isto é o simples facto de ter ocorrido um parto não releva em nada para a moral.
Dito de outra forma, se num determinado país o aborto é permitido durante a gravidez, porque é que apenas pelo facto de ter nascido já passa a ser crime?
Porque é que 10 minutos antes podia e 10 minutos depois é crime?
São opiniões.Concordam com este comentário:rjmsilva
Colocado por: Princesa_Acho que excesso de "democracia" fez mal. E faz mal. E cada vez mais as pessoas se acham no direito de fazer o que querem, de dizer o que querem. O que não é correcto, no meu entender. Há limites para tudo. É muito bom eu poder dizer o que me dá na real gana (mesmo deliberadamente e sabendo que é mentira) e os outros que se lixem porque estamos num país democrático e a liberdade de expressão é uma conquista de há muito.
Acho que estamos mal, estamos a piorar. Se não colocarem limites a tudo o que foi dado como adquirido, o que foi conquistado desaparecerá de maneira violenta. É a minha opinião.
Colocado por: Princesa_
Se médicos e cientistas (que é quem considero que esteja em posição de o fazer) me garantirem que o feto não sofre, até ao momento X (e isto quer significar que o sistema nervoso central não está ainda nessa fase evolutiva), então eu acho que deve ser permitido abortar até esse momento. Isto porque estou em crer que quem não quer ter filhos poderá, até certo momento e sem que o feto sofra, reparar o dano de ter uma criança que não quer ter (evitando que a mesma venha a ser infeliz ou maltratada a vida toda).
Não curaremos aqui de determinar o início da vida humana no sentido em que é entendida, actualmente, pela bioética, porquanto, tais critérios são inservíveis para determinarmos a partir de que momento deixa de existir o feto, objecto da acção do crime de aborto, e passa a existir uma pessoa humana, objecto da acção dos crimes de homicídio e de ofensas corporais.
É certo que, no âmbito da bioética, se discute também a questão de saber a partir de que momento existe uma pessoa humana. Mas é unânime a ideia de que o feto é uma pessoa humana. Onde há divergência de opiniões no campo da bioética é quanto à questão de saber que desenvolvimento deve o feto possuir para ser considerado uma pessoa humana. Sobre esta questão foi frequentemente defendida, no passado, a ideia de que o feto só se afirma como ser humano completo no momento em que se torna capaz de sobreviver fora do ventre materno. Contudo, este critério tem actualmente escassos adeptos, centrando-se hoje a discussão, fundamentalmente, em torno de três posições: uma que atribui a qualificação de pessoa a toda a vida humana que existe desde o momento da fecundação; outra que só atribui o estatuto de pessoa ao embrião (que se encontra formado a partir do aparecimento da linha primitiva, cerca do 14º dia depois da fecundação); outra que entende que o córtex cerebral é o substracto indispensável da pessoa humana, pelo que, só a partir da sua formação, por volta da 12ª semana, se pode falar de uma pessoa.
Colocado por: gf2011Esta é boa, e porque é que matar uma pessoa antes dela morrer é homícídio e depois dela morrer já não é homícidio ?
Colocado por: gf2011A propósito, já que falaram na eutanásia, deixo aqui o que penso sobre isso:
Binding, um penalista alemão, foi um dos autores que negou à vida o mesmo valor em todos os casos. Ele defendeu a teoria de que há vidas sem valor vital, com o objectivo de encontrar uma solução humanitária para a eutanásia. O mesmo objectivo tinham a teoria das vidas em estado vegetativo e a teoria das vidas sem valor próprio. Estas ideias, trabalhadas dogmaticamente pela Doutrina mais antiga, com intuitos humanitários, vieram, posteriormente, a ser aproveitadas pelo regime nazi, através do decreto de Setembro de 1939, para proceder ao extermínio dos doentes mentais.
Tenho ainda aqui uns apontamentos antigos de aulas do mestrado de direito criminal que dão umas luzes (à luz da ciência médica) sobre as várias teses para o "início da vida humana":
Colocado por: system32
Não acredito que um recém nascido sequer se aperceba do que se está a passar quanto mais a sofrer!!
Colocado por: gf2011Que barbaridade....
Colocado por: gf2011Claro que em casos sem salvação
Colocado por: system32as pessoas suicidam-se e pronto!! Acho que tem o direito de o fazer!!
Colocado por: Princesa_Esta, para além de todos os demais argumentos que acreditoq ue existam, não era eficáz naqueles termos.
Colocado por: oxelferBoas,
Concordo com o teu post até este ponto.
Depois discordo:
1 - Não acredito que o aborto seja utilizado como contraceptivo.