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      GF
    • 2 abril 2012

     # 121

    Dizem que vão criar um Balcão dos Inquilinos, para os inquilinos poderem exigir dos senhorios as reparações dos problemas a tempo e horas e sem recurso aos morosos tribunais.
  1.  # 122

    Mas a Jacinta conhece-me de algum lado?!?!

    Que é isso? Que raio de conversa é essa? Como é que alguém pode conhecer alguém aqui?
    Como quase toda a gente que tem dificuldades em pagar a casa e que fica a dever ao senhorio, faz parte de quem foi à escola, eu também e a maior parte também.
    Esse facto não faz de si pessoa de confiança. Se não tiver dinheiro para comprar nem fiador para se responsabilizar, como é que o senhorio que provavelmente também foi à escola como a senhora, pode confiar em si.
    Valha-me Deus. Não tem fiadores e não os quer procurar, mas os seus argumentos não valem de nada.
    Pedem-lhe fiador e você, não tem capacidade de provar que pode pagar, nem ninguém que se responsabilize, não deve de haver discussão, procura quem não lhe exija isso ou não arrenda e fica em casa de quem a quiser albergar, mas o senhorio não tem que correr riscos desnecessários.
    Concordam com este comentário: treker666
  2.  # 123

    Se a família que a conhece não pode ou não quer ser seu fiador, como é o senhorio que não a conhece de lado nenhum pode confiar em si.
    Como diz a outra, conversa de quem não tem argumentos válidos.
    Falam de fiador para compra e eu falo de fiador para arrendamento. São fiadores que devem SEMPRE ser exigidos.
    Concordam com este comentário: treker666
    • Diane
    • 3 abril 2012 editado

     # 124

    Por favor não arrende as suas casas e nenhum jovem com curso superior

    Não. Nunca.
    Nem a jovens nem a velhos desempregados.
    A universidade não deu honestidade e poder de compra a toda a gente e a alguns até nem lhes deu capacidade de evitarem os erros de ortografia.
  3.  # 125

    Colocado por: fumador passivo
    Que é isso? Que raio de conversa é essa? Como é que alguém pode conhecer alguém aqui?
    Como quase toda a gente que tem dificuldades em pagar a casa e que fica a dever ao senhorio, faz parte de quem foi à escola, eu também e a maior parte também.
    Esse facto não faz de si pessoa de confiança. Se não tiver dinheiro para comprar nem fiador para se responsabilizar, como é que o senhorio que provavelmente também foi à escola como a senhora, pode confiar em si.
    Valha-me Deus. Não tem fiadores e não os quer procurar, mas os seus argumentos não valem de nada.
    Pedem-lhe fiador e você, não tem capacidade de provar que pode pagar, nem ninguém que se responsabilize, não deve de haver discussão, procura quem não lhe exija isso ou não arrenda e fica em casa de quem a quiser albergar, mas o senhorio não tem que correr riscos desnecessários.


    Por favor leia o tópico todo para não ser necessário estar a explicar o contexto em que disse essa frase e que foi mal interpretada por si porque pelos vistos não leu tudo.
  4.  # 126

    Colocado por: mar_juClaro que é imoral os bancos pedirem isso. Mas referiu bem, são os bancos que exigem, não as pessoas voluntariamente.

    Se os Bancos assim o exigem, que irão fazer pessoas honestas e trabalhadoras que precisam de comprar casa e de crédito habitação... SE TODA A GENTE PENSAR como estes post's destes tópicos? Felizmente ainda é uma minoria os casos de compradores que deixam de pagar e "entalam" os fiadores.
    Discordam deste comentário:eu


    Mas quem disse que as pessoas precisam de comprar casa?? olhe eu sou o exemplo de quem não compra, pago renda.
  5.  # 127

    Colocado por: fumador passivoSe a família que a conhece não pode ou não quer ser seu fiador, como é o senhorio que não a conhece de lado nenhum pode confiar em si.
    Como diz a outra, conversa de quem não tem argumentos válidos.
    Falam de fiador para compra e eu falo de fiador para arrendamento. São fiadores que devemSEMPREser exigidos.


    Mais uma vez não leu o tópico todo ou então não entendeu de todo.
    Eu apresentei fiador em todas as casas em que arrendei. Não se trata de a familia 'que me conhece' não querer ser fiador.. a familia já não existe, apenas o meu irmão que foi efectivamente meu fiador. E como eu, inúmeras pessoas existirão em Portugal na mesma situação familiar ou pior.
    Como é que pode argumentar que não tenho argumentos válidos se óbviamente nem se deu ao trabalho de ler todo o tópico? Tenho de estar aqui a referir coisas que já foram referidas em cima em várias ocasiões.. leia primeiro todas as respostas e depois dê a sua opinião..
  6.  # 128

    Colocado por: Diane
    Não. Nunca.
    Nem a jovens nem a velhos desempregados.
    A universidade não deu honestidade e poder de compra a toda a gente e a alguns até nem lhes deu capacidade de evitarem os erros de ortografia.


    Diane parabéns por ter encontrado um 'e' quando deveria ter encontrado um 'a'. Se existisse um prémio aqui do fórum da casa deveria ser seu com todo o mérito.
    Estou estupefacta com a inteligência que demonstra por nunca ter carregado na tecla errada ao usar um teclado de computador. Só mesmo uma pessoa com uma inteligência estonteante como a sua para apontar o dedo a outra por isto ter ocorrido. Fico muito contente por si! É definitivamente uma pessoa especial. ;)
  7.  # 129

    Colocado por: Diane
    A universidade não deu honestidade e poder de compra a toda a gente..


    E apesar dessa sua inteligência toda para detectar erros de ortografia não entendeu o que eu quiz dizer.
    Em parte alguma disse que o curso superior era sinónimo de honestidade. A Jacinta estava a argumentar que TODAS as pessoas que tinham cursos superiores eram desonestas. Eu como parte desse grupo senti-me ofendida e questionei-a se ela me conhecia de algum lado para poder afirmar que eu era desonesta.
    O facto de ter curso superior não é sinónimo de honestidade nem da falta dela.
    Deveria ter lido melhor este tópico em vez de andar à procura de erros de ortografia.. mas se a faz feliz.. ;)
  8.  # 130

    Respondendo a um comentário anterior, a mim não me pediram fiadores, porque como emigrante que sou tenho um vencimento razoavelmente alto e também porque optei por comprar uma retoma de banco. Se for esta ultima condição a que os bancos impõe para não pedir fiador, então acho que os seus amigos deveriam ponderar isso em vez de lhe pedir a si que seja fiadora. Eu não seria capaz de pedir a alguém que assinasse uma coisa dessas por mim. Porque nem eu mesma sou capaz de garantir como vai estar a minha vida em 15, ou mesmo 20 anos. As coisas mudam, e em Portugal então...e por mais que a pessoa tenha boa vontade(não acredito que alguém peca o credito a pensar em não pagar) e queira pagar nunca pode garantir que não vai ter um azar que lhe pode lixar a vida e consequentemente a vida do amigo fiador.
    Concordam com este comentário: GF, Ana Brás
  9.  # 131

    Eu por acaso conheço algumas pessoas que não sabem ler nem escrever e são uns caloteiros do melhor. Para concluir não se pode generalizar, há de tudo como na praça.
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      GF
    • 4 abril 2012

     # 132

    Eu também conhecia um perneta que por sinal tinha miopia e que era caloteiro também. Onde vamos parar....
  10.  # 133

    nunca pode garantir que não vai ter um azar que lhe pode lixar a vida e consequentemente a vida do amigo fiador

    ... nem da entidade que lhe emprestou dinheiro para comprar (Banco) ou do senhorio que lhe arrendou a casa.
    Qual é a diferença entre "lixar" a vida do amigo fiador, ou "lixar" a vida do senhorio, que também precisa do dinheiro para viver, ou ficar a "lixar" o Banco?
    Quem sabe que não tem certezas de manter o seu ordenado até ao fim do compromisso, não se deve comprometer, ou então terá que apresentar garantias suplementares a quem lhe empresta ou o dinheiro, ou a casa.
    No tempo dos meus pais, era assim que se fazia e muita gente ficava a morar em casa dos progenitores até resolverem a situação financeira.
  11.  # 134

    Quem sabe que não tem certezas de manter o seu ordenado até ao fim do compromisso..


    Mas conhece alguém que tenha a certeza que vai manter o seu ordenado até ao fim do compromisso a que se compromete?! Que eu saiba até agora ninguém inventou a máquina do tempo e a não ser que essa pessoa hipotética tenha uma bola de cristal não percebo como haverá alguém que é capaz de ter CERTEZA que manterá o seu ordenado até ao fim do compromisso.
    Acho que NINGUÉM é capaz de ter certezas sobre esse assunto.. a vida dá muita volta e as únicas certezas que se têm é sobre o passado e nunca o futuro.

    No tempo dos meus pais, era assim que se fazia e muita gente ficava a morar em casa dos progenitores até resolverem a situação financeira.


    Ora isto é um bocadinho subjectivo.. o que é que entende por resolver a situação financeira?! Ter CERTEZAS sobre o seu ordenado no futuro?! Como isso é IMPOSSíVEL assim nunca ninguém saia da casa dos pais.. jovens e não jovens..
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      GF
    • 4 abril 2012

     # 135

    Colocado por: sisuMas conhece alguém que tenha a certeza que vai manter o seu ordenado até ao fim do compromisso a que se compromete?! Que eu saiba até agora ninguém inventou a máquina do tempo e a não ser que essa pessoa hipotética tenha uma bola de cristal não percebo como haverá alguém que é capaz de ter CERTEZA que manterá o seu ordenado até ao fim do compromisso.
    Acho que NINGUÉM é capaz de ter certezas sobre esse assunto.. a vida dá muita volta e as únicas certezas que se têm é sobre o passado e nunca o futuro.


    Mais uma razão.... se não sabemos da nossa vida no futuro (pode ser semanas, meses ou anos) e é verdade que não sabemos, ninguém sabe, então mais uma razão para não entalarmos um fiador pelo meio. Embora se costume dizer, quem não deve não teme, se deixa de poder pagar a renda, vai embora com as contas acertadas com o senhorio, e assim o fiador não é prejudicado de forma alguma...
    O pior mesmo são os que deixam de pagar, continuam na casa, entalam-se a si próprios e os fiadores que os ajudaram.
    Conheci um senhor há uns anos que fazia modo de vida disto: Casado e com 3 filhas pequenas, passeava-se numa carrinha audi A6, pagava as primeiras duas rendas e depois estava anos na casa até ser despejado. Depois de ser despejado ía fazer o golpe com outro senhorio, e assim sucessivamente.
  12.  # 136

    Mais uma razão.... se não sabemos da nossa vida no futuro (pode ser semanas, meses ou anos)


    ou a vida toda.. (entenda-se estamos a falar da certeza de manter determinado ordenado)

    Embora se costume dizer, quem não deve não teme, se deixa de poder pagar a renda, vai embora com as contas acertadas com o senhorio, e assim o fiador não é prejudicado de forma alguma...


    E é assim que deve ser. Não deveria ser necessário meter fiador ao barulho. Se as pessoas não pagam deviam facilitar o seu despejo e arrumava-se logo estas conversas de fiadores e sem fiadores e etc.
  13.  # 137

    Mas conhece alguém que tenha a certeza que vai manter o seu ordenado até ao fim do compromisso a que se compromete?!

    Aí está. Voltamos sempre ao problema inicial.
    Para isso é preciso que quem conheça a pessoa se responsabilize.
    Se os pais ou os amigos não o querem ou não o podem fazer, porque têm medo de se "lixar", como é que os estranhos poderão confiar?
    Falamos todos e voltamos todos ao mesmo problema.
    Não há certezas nem ninguém que se responsabilize, não há compra e não há arrendamento.
  14.  # 138

    a mim não me pediram fiadores, porque como emigrante que sou tenho um vencimento razoavelmente alto

    mas ...
    nem eu mesma sou capaz de garantir como vai estar a minha vida em 15, ou mesmo 20 anos. As coisas mudam, e em Portugal então
  15.  # 139

    Se as pessoas não pagam deviam facilitar o seu despejo

    ... e mais nada!
    Dois meses de rendas em atraso, inquilino na rua no início do terceiro mês e obrigatoriedade de pagar os meses em dívida durante um certo prazo, sob pena de lhe vir a ser retirado do ordenado ou ver os seus bens penhorados.
    Há muitas casas para arrendar e no caso do arrendamento, o problema é menos complicado para o devedor.
  16.  # 140

    Embora injustas as generalizações da Jacinta de que inquilino é sinónimo de caloteiro, o seu caso pessoal de arrendamento de apartamentos é o retrato de muitos milhares de senhorios que têm de manter caloteiros nas suas casas, sujeitas a vandalismo e com a conivência duma lei claramente desiquilibrada, que destruiu o mercado de arrendamento e transformou em ruínas os centros do Porto e Lisboa.

    Esperemos que as coisas melhorem com a nova lei.

    Mas no que toca a garantias, eu não arrendaria a ninguém sem fiador e com menos de dois meses de renda à cabeça. Também tentaria manter os contadores de água, electricidade e gás no meu nome.
 
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