Colocado por: luisvvSe por "isto" nos referirmos àintervenção do Estado na economia e à distorção dos sinais que ela nos dá, lamento dizer, mas tenho que discordar.
Colocado por: luisvvSe por "isto" nos referirmos apenas a determinadas escolhas, propositadamente designadas pelos "críticos" de forma difusa, como o "modelo de desenvolvimento", muita gente.
Colocado por: luisvvAcontece que as alternativas sugeridas ou implícitas são variantes, em grau de intervenção do Estado e/ou no objecto dessa intervenção. No fundo, é gente que acha que as T-shirts vermelhas fazem muito calor e portanto o Estado deve promover o uso de T-shirts amarelas, em contraponto com gente que acha o amarelo feio, pelo que é evidente que o Estado tem o dever de proibir o amarelo e subsidiar o vermelho.
Colocado por: luisvvNo caso das obras públicas, era impensável um país europeu em pleno séc xx (e depois no xxi, que é muito mais chique e avançado) não ter ..... (escolha aqui o que quiser: uma AE para não sei onde, um pavilhão multiusos para não sei quê).
Colocado por: luisvvPorque todos sabemos que os países são ricos porque têm essas coisas (em vez de, como os liberais sugerem, terem essas coisas porque são ricos..).
Colocado por: luisvvOu não. Não creio que nas leituras que refere houvesse lugar para "austríacos".
Podes falar por ti ou pela sociedade que criamos, mas não quer dizer que seja uma fatalidade. Até porque existem excepções, e por acaso o exemplo em causa até reflecte algumas delas.
Não necessariamente. Mas isto reverte-nos para a questão anterior.
Fonix, ou eu estou mesmo lerdinho, ou com esta surpreendeste-me mesmo.
Acontece que o mundo não é a preto e branco, existe o cinzento.
Isso é tanga! Desculpar os "erros" com esse argumento não é mais que ignorar o "erro".Os "erros" não são "erros" de calculo, são "erros" que eram conhecidos à partida, todos sabiam no que ia dar, mas foram feitos, porque será?
Já sei que o vais considerar demagogia, mas não deixa de ser um facto (e que não pode ser esquecido):
" Porque tiveram as PPP's tantos entusiastas nos dois principais partidos? É olhar para o trânsito entre os principais ministérios e as administrações das principais beneficiárias das PPP's e logo se percebe porque não houve muitos ministros e secretários de Estado preocupados com os interesses do Estado e dos contribuintes. De António Vitorino a Valente de Oliveira, de Murteira Nabo a Luís Todo-Bom, de Luís Parreirão a Luís Filipe Pereira, de Jorge Coelho a Joaquim Ferreira do Amaral, de José Lopes Martins a Pedro Dias Alves, de Júlio Castro Caldas a António Nogueira Leite, os ex-titulares do ministérios fundamentais para estes negócios que estão ou estiveram nas principais empresas que deles beneficiaram (Mota-Engil, Soares da Costa, Grupo Mello ou Lusoponte) explicam as razões desta astronómica fatura."
Ok, os liberais são os únicos seres inteligentes à face da terra e são os únicos que conseguem um "modelo de desenvolvimento" sustentável.
Felizmente (infelizmente agora não) lia muito e não era (sou) selectivo, mesmo que houvesse uma "ideologia" (que não há) da qual me sentisse mais "perto", a minha leitura não se cingiria a masturbação intelectual sobre essa "ideologia".
Colocado por: luisvvE no entanto, fossem os austríacos mais lidos por cá...
Só por acaso um dos autores que mais li era ... Austríaco.
Colocado por: luisvv"Austríaco" daescola austríaca,ou de nacionalidade?
Nacionalidade.
Mas foi um dos gajos mais importantes do séc. XX
Colocado por: luisvvAustríaco, importante no século XX, para além do Adolfo, só háeste:
Colocado por: luisvvAustríaco, importante no século XX, para além do Adolfo, só háeste:
Colocado por: luisvvUmmonopólio criado e mantido por leisé por natureza ineficiente e consumidor de recursos.
1) Eu não estava a por em questão se deve/pode ou não existir uma segunda rede de águas, mas sim se achas que seria mais eficiente existirem duas a uma.
Então estamos de acordo que acordo que a inexistência de uma entidade que possa impor a sua vontade, possa fazer diminuir a eficiência.
Consequências de uma diminuição da despesa pública acompanhada de redução no mesmo volume de impostos:
O que diminuía a despesa pública (procura estatal) aumentava o consumo e o investimento (procura privada).
Se consumo e investimento preferissem produtos e serviços importados, aumentariam as importações e não a produção.
Se os gastos públicos terminados fossem importação de produtos e serviços, diminuiriam as importações e aumentaria a produção.
Se as famílias e empresas pagassem dívidas ao estrangeiro, isso diminuiria a procura.
Se pagassem dívidas a empresas portuguesas, continuaria a aumentar consumo+investimento.
Se as famílias poupassem em vez de consumir, as empresas investiriam mais.
Com diminuição de IRC, ISP, TSU e mais umas taxinhas, as empresas portuguesas seriam internacionalmente mais competitivas e aumentariam a produção e a exportação independentemente do que sucedesse à procura interna que, de seguida e por este efeito, aumentaria também.
Com aumento do consumo e investimento, as empresas portuguesas conseguiriam economias de escala e racionalização dos custos, tornando-se mais competitivas internacionalmente e aumentariam a produção e exportação e, de seguida, aumentaria novamente o consumo e o investimento.
Como não há melhor incentivo à produção do que ficar com maior quinhão do que se produz, qualquer diminuição de impostos provoca aumento da produção.
Se os bancos constituíssem reservas com o dinheiro que as pessoas lhes entregaram como pagamento de dívidas ou fossem emprestar ao estrangeiro, o investimento não aumentaria tanto como diminuiria o consumo, logo a procura diminuiria.
As empresas fornecedoras do estado que deixassem de o ser iriam despedir pessoas, o que diminuiria a produção, o consumo e os ordenados.
As empresas fornecedoras de famílias e empresas iriam contratar pessoas, o que aumentaria a produção, o consumo e os ordenados.
Despedir leva tempo (tem que se esperar que terminem contratos a prazo, o despedimento colectivo também tem o seu tempo, antes de se despedir tenta-se encontrar novos clientes para manter o volume de vendas,…). Contratar também, e sucederia simultaneamente com o processo de despedimento noutras empresas.
Todo o efeito de aumento de produção pressionará os ordenados a subirem e todo o efeito de diminuição da produção pressionará os ordenados a diminuírem.
Etc., etc., etc..
No médio e longo prazo penso não haver qualquer dúvida de que a diminuição de impostos e de despesa pública terá efeitos positivos no crescimento económico.
No curtíssimo prazo, há inúmeros efeitos de sentido contrário a agirem simultaneamente. O mais provável, neste período, é que os efeitos se compensem e a produção fique na mesma ou com variações negligenciáveis num ou noutro sentido. Aos que presumem poder prever que efeito imediato este corte de imposto teria na procura e nos ordenados, deseja-se boa sorte. Também lêem as folhas de chá?
Colocado por: luisvvE eu perguntei-lhe:é mais eficiente ter apenas um estabelecimento de restauração para servir uma determinada zona, ou vários?
Colocado por: luisvve é da arbitragem entre utilidades que resultam as nossas escolhas.