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  1.  # 141

    Colocado por: luisvvEu já. Mas como foi ano de eleições, deu-se a coincidência de ate às eleições o defice estar controlado e dentro dos objectivos dos 2% e depois de reeleito o governo, descobre-se que afinal tinha derrapado para o triplo...

    Descobriram os politiqueiros...inteligentemente e afinal constactaram que défice público tinha aumentado com a crise internacional...apenas em Portugal a crise ou o défice de Portugal derivava de más políticas nacionais!
    http://www1.ionline.pt/conteudo/25158-portugal-mantem-previsao-defice-publico-2009-mas-preve-subida-da-divida
    mas que ainda por cima agora contava o valor da roubalheira dos amigos do PSD no BPN para as contas do défice...
    Assim como o défice dos transportes...
    http://www.agenciafinanceira.iol.pt/financas/bpn-defice-transportes-pec-teixeira-dos-santos-agencia-financeira/1241598-1729.html
    Porque...

    Colocado por: luisvvO Sócrates é que era fixe: ele e o guterres tinham isto controlado..

    Suas palavras...não minhas!

    Colocado por: luisvvIsso são delírios: a cada emissão de divida publica os juros foram aumentando - com ou sem BCE, tal como agora com Espanha. O Paf foi inevitável a partir do momento em que em vez de reduzir despesa se aumentou - num ano com inflação negativa, aumentam-se os ordenados da fp em 2,9%, acelera-se a parque escolar, etc.

    Há sim...quando o Passos subiu ao poleiro não houve aumentos de juros de emissões de dívida pública!
    Apenas aumentaram e bem todos os RECORDS!
    http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/01/despesa-com-juros-da-divida-publica-soma-r-236-bilhoes-em-2011-diz-bc.html

    Colocado por: luisvvIsso é burrice !!! Claro que aumenta: pedimos 45% do Pib emprestados - nao havia guito para pagar despesas do estado, lembra-se?????

    Lembro-me que a UE estava de acordo com as medidas de Sócrates...e apoiavam com o BCE!

    Colocado por: luisvvO defice de 2007 foi revisto para cima, perto dos 4%. Além do mais, já lhe mostrei antes que foi atingido a custa de truques e subidas de impostos.

    Esse filme foi o de Manuela Ferreira Leite...NÃO MISTURE!
    • luisvv
    • 27 junho 2012 editado

     # 142

    Descobriram os politiqueiros...inteligentemente e afinal constactaram que défice público tinha aumentado com a crise internacional...apenas em Portugal a crise ou o défice de Portugal derivava de más políticas nacionais!

    A memória é uma coisa f*dida...:

    Défice de 2009 vai ficar em 2,2% do PIB


    Governo "congelou" valor do défice de 2009 contra as previsões da DGCI
    De Maio a Novembro de 2009, o Governo foi repetindo que a cobrança fiscal estava "em linha com o previsto" quando a DGCI ia, mês após mês, afirmando o contrário.
    (..)
    A realidade continuou, todavia, a mudar. Em Junho, a previsão da DGCI já era de quebra de 3300 milhões "face ao orçamentado". Mas o ministro Teixeira dos Santos manteve os seus números. "Não há descontrolo nas contas públicas", afirmou a 22 de Julho. "A quebra significativa da receita" tinha a ver com as medidas fiscais adoptadas - aceleração dos reembolsos de IRS e IVA e redução do pagamento especial por conta (PEC). "Portugal bateu no fundo em Junho e agora é esperar a recuperação", afirmou.
    (..)
    "Temos sinais de que a despesa está controlada (...), mas as receitas estão abaixo do esperado", referiram os responsáveis das Finanças a 10 de Novembro. Duas semanas depois, o Governo apresentou a segunda alteração ao OE de 2009. A receita esperada desceu quase 1500 milhões de euros (menos 13,3 por cento face a 2008). Mas Teixeira dos Santos não apresentou um valor para o défice. Em Dezembro, assumiu-se um número entre 8,4 e 8,5 por cento.

    O valor final só apareceu no OE de 2010. Um défice de 9,3 por cento do PIB, longe dos 2,2 por cento previstos em 2008 ou dos 5,9 por cento de Maio de 2009.


    mas que ainda por cima agora contava o valor da roubalheira dos amigos do PSD no BPN para as contas do défice...
    Assim como o défice dos transportes...


    Não é correcto. Isso reflectiu-se (parte do BPN - outra parte ainda nem sequer foi contabilizada..) em 2010. Os transportes sim, implicaram a revisão de anos anteriores - mas também isso reflecte alterações significativas na situação das empresas....

    Suas palavras...não minhas!

    Sócrates, é isto :
    Assim, as necessidades líquidas de financiamento da Administração Central passam a ser de 16.175,7 milhões de euros em 2010 (em vez dos 15.304,7 milhões de euros anunciados a 31 de Março), com um agravamento de 871 milhões de euros (a formação bruta de capital fixo – investimento -- sobe para 5.652,8 milhões de euros, contra 4781,8 milhões de euros) e a dívida bruta consolidada é elevada para 160.470,1 milhões de euros (contra 159.469,1 milhões de euros), mais 1001 milhões.

    A estes valores, acrescente os 78 mil milhões pedidos à troika, ainda não recebidos na totalidade (parte dos quais serve para pagar dívida vencida) e pode ver o fardo que esse artista deixou.

    Há sim...quando o Passos subiu ao poleiro não houve aumentos de juros de emissões de dívida pública! Apenas aumentaram e bem todos os RECORDS!


    Está a confundir a Estrada da Beira com a beira da estrada: sob assistência da troika, o recurso ao mercado é uma necessidade pontual, em prazos curtos (inferiores a 1 ano) , para gerir tesouraria. Muito diferente é enfrentar juros de 7 e 8% a 10 anos...
    Outra coisa ainda é a evolução dos juros no mercado secundário (ou seja, no mercado em que os compradores originais da dívida a revendem a outros - e que não são os juros que os Estados pagam...), que mais não são do que uma medida do prejuízo que quem comprou dívida está disposto a suportar para se livrar dela.
    Agradeço os links sobre a dívida brasileira, mas não são relevantes para o caso..

    Lembro-me que a UE estava de acordo com as medidas de Sócrates...e apoiavam com o BCE!


    Parece que não percebeu as etapas que levaram a todos os pedidos de resgate:
    1) Primeiros sinais de alarme. Governo diz que está tudo controlado. (Grécia, Portugal, Irlanda: confere !!)
    2) Pacote de medidas de austeridade, elogiado pela UE e/ou pelos seus diversos membros (Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha : confere !!)
    3) Novo pacote. Novos elogios (Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha : confere !!)
    4) O FMI vem aí. Governo nega. UE garante que apoiará o Estado. (Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha : confere !!)
    5) O FMI veio mesmo.

    Esse filme foi o de Manuela Ferreira Leite...NÃO MISTURE!


    Fundo de pensões da PT paga submarinos e garante meta do défice 2.600 milhões entram nas contas deste ano
  2.  # 143

    Colocado por: luisvvA memória é uma coisa f*dida...:

    Pois é!

    ...f*dido mesmo!...sempre a mesma coisa!Só olham para o défice com a crise internacional!...diga-se de passagem a maior crise desde os anos 1929!
    http://www.jornalmudardevida.net/?p=1183
    Mas o culpado foi mesmo só o Sócrates!Culpado de tudo!

    Até culpado do maior défice europeu!(Irlanda)
    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=421113
    E também muito culpado da Islândia ter ido à vida...

    Culpado também da Grécia ter tido um buraco muito maior!

    Culpado da Inglaterra ter um buraco também muito maior!

    Culpadíssimo da Espanha ter um buraco também maior que Portugal!Aliás nem sequer devemos estar preocupados com as constipações dos países vizinhos!....O Sócrates é que foi culpado de TUDO!
    http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=53015
    O engraçado disto tudo é que só agora é que se podem apanhar pneumonias em Portugal de a Espanha apanhar uma constipação!..........Mas no tempo de Sócrates era tudo diferente!Só mesmo o Sócrates é que era CULPADO!


    Colocado por: luisvvNão é correcto. Isso reflectiu-se (parte do BPN - outra parte ainda nem sequer foi contabilizada..) em 2010. Os transportes sim, implicaram a revisão de anos anteriores - mas também isso reflecte alterações significativas na situação das empresas....

    Para si esses dados não foram correctos!Nem para a oposição que se agarrou com unhas e dentes sob o défice Nacional pra Inglês ver o culpado que era o Sócrates!Grande ajuda e serviço que a oposição deu a Portugal aos olhos internacionais querendo fazer ignorar a crise estrangeira e as roubalheira que cifram em vários mii milhões de euros que passaram a contar para o défice!...........Há Sócrates!Foi só mesmo ele o culpado desta **** TODA!
    http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=20636


    Colocado por: luisvvSócrates, é isto :
    Assim, asnecessidades líquidas de financiamento da Administração Central passam a ser de 16.175,7 milhões de euros em 2010(em vez dos 15.304,7 milhões de euros anunciados a 31 de Março)

    Passos é isto!
    http://www.igcp.pt/fotos/editor2/2011/Programa_Financiamento/PF2011.pdf

    Colocado por: luisvvA estes valores, acrescente os 78 mil milhões pedidos à troika, ainda não recebidos na totalidade (parte dos quais serve para pagar dívida vencida) e pode ver o fardo que esse artista deixou.

    O tal artista né?
    O tal que veio para cá sem qualquer alternativa para os portugueses e Portugal não conta prá história né?
    http://rr.sapo.pt/informacao_prog_detalhe.aspx?fid=78&did=8136
    Estes aqui em baixo é que são o garante da economia nacional né?
    http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=50874
    Isto agora é que está bom!Estes sabem mesmo o que andam a fazer!
    http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/manuela-moura-guedes/vagarosamente

    Colocado por: luisvvParece que não percebeu as etapas que levaram atodosos pedidos de resgate:
    1) Primeiros sinais de alarme. Governo diz que está tudo controlado. (Grécia, Portugal, Irlanda: confere !!)
    2) Pacote de medidas de austeridade, elogiado pela UE e/ou pelos seus diversos membros (Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha : confere !!)
    3) Novo pacote. Novos elogios (Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha : confere !!)
    4) O FMI vem aí. Governo nega. UE garante que apoiará o Estado. (Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha : confere !!)
    5) O FMI veio mesmo.

    Só treta Luís...porque não escreve confere por parte da Alemanha/França e restantes países?
    Veja lá a foto e deixe de lamber o bicho!
    http://jumento.blogspot.pt/
  3.  # 144

    Pois...pois...e nós continuamos a ver navios,importante é pagar juros altos para os outros,enquanto esses outros vão-se rindo de nós os LABREGOS!
    http://expresso.sapo.pt/cimeira-europeia-viragem-sismica-com-recuo-de-merkel=f736305
  4.  # 145

    Isto está mesmo bonito...temos um défice de quase 8% no 1º trimestre deste ano...no 2º trimestre cá pra mim pode estar em mais de 10%!

    Custa ainda a crer que haja ainda alguém com pingo de consciência que ainda pense que estes marmelos saibam o que andam a fazer ao nosso país!

    http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=53175

    http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/manuela-moura-guedes/vagarosamente
  5.  # 146

    Cadê o Luís?...

    Desapareceu?...

    Então?O défice actual está óptimo né?Que tal se sente em estar perto talvez acima dos 10% no pròximo trimestre?Ou seja já amanhã!

    A dívida pública está nos trinques né?
    http://dividapublicaportuguesa.blogspot.pt/
  6.  # 147

    Que tal estes números?


    Dívida total (fim de abril de 2012) : 185.768.557.053€

    A dívida teve a seguinte variação média diária nos períodos indicados:

    2012 : + 89.901.280€ (até final de abril)............................39.133.457€ PARA...............89.901.280€...?
    2011 : + 63.331.160€
    2010 : + 52.132.112€
    2009 : + 39.133.457€

    Hó Luís!Sente-se bem?....arrange lá um encosto!............Grandessíssimos...............PASSOS COELHO/Gasparzinho
  7.  # 148

    Jorge, nao é preciso mais do que a 4 classe para perceber isto:

    O Pedro deve 1000 euros ao José.
    Por razoes diversas, todos os anos ganha 1000 mas gasta 1100 ou 1200 e vai pedindo mais 100 ou 200 euros. Em determinada altura o José começou a achar aquilo um abuso e começou a pedir juros mais altos. Nessa altura, o Pedro indignou-se: como era possível o Jose nao confiar nele? Lá foi pedir emprestado ao Manuel, mas rapidamente descobriu que nao há muita gente disposta a emprestar dinheiro a quem gasta mais do que recebe. A solução mais fácil nem sequer ocorreu ao José gastar menos.
    De repente, o Pedro apercebeu-se que nao podia pagar as despesas que fazia e as que queria fazer... A alternativa foi pedir ao Joaquim, ao Fernando e ao António um empréstimo de emergência. Em contrapartida comprometeu-se com os 3 a fazer o seguinte: gastar um pouco menos todos os anos; ganhar um pouco mais todos os anos.

    Entretanto, aparecem as mas-línguas: há um Jorge, por exemplo, que estranha o facto de a divida do Pedro ter aumentado ( matemática de escola primaria: quando recebemos 4 e gastamos 6 temos que pedir 2emprestados)

    Há um outro Jorge que se queixa: Ah e tal, o Pedro comprometeu-se a receber mais e afinal esta a receber menos....além disso, parece que o nível de vida baixou e nao deixa os outros produzir, com esta mania de pagar dividas... (mais uma vez matematica de escola primaria: se o Pedro gastou mais do que tinha, chega a altura em que parte do rendimento vai para juros e tal - menos dinheiro disponível agora porque o gastou antecipadamente ...)

    Agora o Pedro está chateado: nunca imaginou que tivesse que abdicar da tv cabo e da casa de ferias na comporta - é injusto ter que empobrecer para pagar empréstimos ...
    ( na verdade, o Pedro nunca vai resolver problema nenhum enquanto nao perceber que as coisas que tinha nao eram riqueza, eram apenas bens comprados com empréstimos cujos custos implicam agora abdicar de outros bens.. )
  8.  # 149

    E especificamente sobre a divida: nao compreendo a insistência no aumento da divida, como se fosse algo de inesperado. Se deve 100, e todos os anos gasta mais do que recebe, evidentemente a divida aumenta.
    Se pede um empréstimo a Troika, a divida aumenta, obviamente.
    A única forma de a divida nao aumentar é gastar menos do que se recebe, e aplicar a diferença na amortização de divida. Qual a duvida?
  9.  # 150

    Alguém daqui emprestava dinheiro a uma pessoal falida?? Quais seriam as condições que aplicariam a essa pessoa para lhe emprestarem dinheiro??
    Isto só para criar um paralelismo com os países e investidores.
  10.  # 151

    Colocado por: Jorge RochaCadê o Luís?...

    Desapareceu?...

    Então?O défice actual está óptimo né?Que tal se sente em estar perto talvez acima dos 10% no pròximo trimestre?Ou seja já amanhã!

    A dívida pública está nos trinques né?
    http://dividapublicaportuguesa.blogspot.pt/


    Terá percebido bem o que leu? reparou que a despesa corrente desceu efectivamente? E que ainda nem sequer está incluído o efeito dos subsidios de ferias e de Natal dos fp (que representam 1800 milhoes de euros) ?

    De resto, é natural e previsível (embora negstivo) que nao se cumpra meta do defice
  11.  # 152

    A mim o que me entristece é todos os países falidos (Portugal, Itália, Espanha, Irlanda e Grécia ) não se terem unido em prol de um objectivo comum. Todos diziam que as suas finanças nada tinham a ver com as dos restantes, o que não é verdade. Todos têm os mesmos problemas estruturais (a Itália por culpa do sul), como incapacidade de desvalorizar a moeda para se tornarem competitivos, menor desenvolvimento tecnológico quando comparado com o norte e acima de tudo uma indústria de corócócó.
  12.  # 153

    http://economico.sapo.pt/noticias/finlandia-vai-impedir-fundo-europeu-de-comprar-divida_147556.html

    A Finlândia opõe-se a que o Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) compre títulos de dívida soberana no mercado secundário.
    Esta posição coloca em risco o funcionamento do fundo de resgate da zona euro.
  13.  # 154

    "A memória é curta e alguns anos de optimismo político fizeram--nos esquecer que havia contas a pagar. Portugueses de antanho interrogavam-se sobre tamanha fortuna gasta tão rapidamente e sobre quem iria pagar a factura de tão boas estradas a atravessar a Serra de Arga. Europeus de antigamente, obrigados a contar as moedas durante o período do pós-guerra, foram substituídos por europeus que nasceram com férias pagas e confiança absoluta no futuro.
    Há, claro, uma sensação de injustiça a pairar na atmosfera. Os humildes pagarão sempre a factura que os poderosos deixaram para a posteridade. Portugal viveu nesse regime durante mais de seiscentos anos (o leitor que imagine as excepções), entre austeridade e esbanjamento. O resultado é este, e não nos honra."

    António Sousa Homem.
  14.  # 155

    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=565539&pn=1

    Corre por aí uma lengalenga de embalar: o grande endividamento público português teria resultado da necessidade de responder à crise internacional. O "mau comportamento" dos agentes privados (banca incluída) provocou a crise à qual os poderes públicos acorreram, aumentando a despesa e dívida públicas para suportar os encargos sociais acrescidos pela crise e estimular a economia. Estaria aí a explicação para o crescimento desmesurado da dívida.
    (..)
    Mas, observemos de perto: de onde veio o endividamento privado no período 2000-2008? Não ocorreu por geração espontânea, mas teve origem nos incentivos, nas garantias, nas políticas públicas de promoção de aquisição generalizada de propriedade imobiliária com forte e diversificado suporte público. (No limite a própria baixa dos juros que suportaram este endividamento privado foi ajudada pelo laxismo do BCE que aceitou, nas mesmas condições, colaterais para os créditos das mais diversas origens e qualidades.)
    Mas o caso português deve ser destacado.
    Em Portugal, houve um aumento autónomo da despesa pública que não foi provocado pela despesa privada e pela crise. O fenómeno verificado na Europa também se verificou aqui, mas ele sobrepõe-se, acumula com um anterior e enorme crescimento da dívida pública.

    Entre 1995 e 2000, Portugal manteve uma dívida pública, em percentagem do PIB, substancialmente inferior à média da Europa. O grande salto para o endividamento faz-se no período 2000 a 2008, antes da crise internacional. Em 1995, só 4 países tinham dívidas mais baixas do que o nosso país. Em 2000, Portugal tinha das dívidas mais baixas; só 3 países (Irlanda, Reino Unido e Finlândia) tinham valores inferiores. Em 2008, só 3 países (Grécia, Itália e Bélgica) tinham valores superiores. Nenhum país conheceu neste período maior acréscimo do peso da dívida. Neste período, metade dos países conheceram decréscimos. Tivemos um acréscimo de 42,1% contra uma média de apenas 0,5% em média na Europa. Já no período pós-crise, embora Portugal esteja entre os países que mais viu crescer a dívida, a diferença é menos marcante; tivemos um acréscimo de 50,6% contra uma média de 39% e 3 países (Irlanda, Espanha e Reino Unido) conheceram um crescimento maior.
    A narrativa que atribui à crise o insuportável endividamento publico português não é apenas uma atrevida e errónea interpretação do passado. Ela serve o desígnio de alimentar a insistência nos mesmos erros de política económica que nos trouxeram à desgraçada situação de falência: sempre mais dívida, agora trasvestida de euro-obrigações, obrigações de projecto, acréscimo de créditos e de massa monetária do BCE e o mais que por aí circula loucamente. Justifica-se, assim, duplamente a sua refutação.
  15.  # 156

    Colocado por: luisvvTerá percebido bem o que leu?

    Penso que sim...e o Luís percebeu bem?

    Colocado por: luisvvreparou que a despesa corrente desceu efectivamente?

    Fantástico Melga...baixar a despesa corrente para mim é começar a comer carcaças sem nada ao invés de almoçar um almoço decente!....por não ter dinheiro que consiga dos meus ganhos!........claro que me refiro à despesa corrente actual do estado português!..........que quer dizer que o estado por não ter receita,concerteza que tem que comer carcaças!

    Quero dizer com isto que está a trabalhar ao contrário...vai havendo falta de meios de tal forma que não aguentarão mais com a sua actitude estúpida de impostos altíssimos e despedimentos da riqueza nacional(mão de obra)

    Colocado por: luisvvDe resto, é natural e previsível (embora negstivo) que nao se cumpra meta do defice

    Custa a crer que o Luís ache afinal negativo que não se cumpra o défice!Estamos a falar de números irrisórios(quase o dobro para o lado negativo)do que se estava à espera pelo belo trabalho que este governo está a levar a cabo!

    O que acho ainda mais frustrante é os economistas andarem todos caladinhos à espera que isto rebente para então depois só então formularem as suas belas opiniões de que foi por isto ou aquilo que assim aconteceu!

    Sabendo nós que até um labrego sabe muito bem que fechar empresas...falir famílias umas atrás de outras ao invés de as aliciar para se manterem de forma a continuarem a pagar impostos nunca poderá dar receita!

    Aqui na zona e penso que no resto do país estão a fechar cafés e restaurantes atrás uns dos outros mesmpo sem pagar rendas por causa do custo astronómico que a factura dita da electricidade acarreta mensalmente despropositadamente sobre as vendas... qualquer chafarica que precise de frigoríficos terá que pagar uma média mensal de mais de 600€

    nem sequer quero falar mais no que está a acarretar o iva de 23% nos restaurantes que os proprietários têm que acarretar mas não por muito mais tempo!...senão ala que o freguês desaparece de todo e começará a andar de marmita!

    Desta forma na base da marmita nunca em caso algum se conseguirá pagar seja o que fôr!
  16.  # 157

    Colocado por: luisvvhttp://economico.sapo.pt/noticias/finlandia-vai-impedir-fundo-europeu-de-comprar-divida_147556.html

    A Finlândia opõe-se a que o Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) compre títulos de dívida soberana no mercado secundário.
    Esta posição coloca em risco o funcionamento do fundo de resgate da zona euro.

    Aqui Passos Coelho estará nas 7 quintas?
    Consegue afinal destruir muito mais ràpidamente a economia portuguesa para as boas famílias estarem de bem com os seus como antigamente?
  17.  # 158

    Fantástico Melga...baixar a despesa corrente para mim é começar a comer carcaças sem nada ao invés de almoçar um almoço decente!....por não ter dinheiro que consiga dos meus ganhos!........claro que me refiro à despesa corrente actual do estado português!..........que quer dizer que o estado por não ter receita,concerteza que tem que comer carcaças!


    Vejamos: baixar a despesa corrente é a obrigação de qualquer governo que quer equilibrar um orçamento. É a parte do orçamento que pode controlar.
    A título de exemplo, em 2009, a situação era esta:
    A evolução da despesa corrente, da despesa corrente primária - que exclui os juros da dívida pública, a componente da despesa que os responsáveis das finanças menos controlam porque depende dos valores das taxas de juro, cuja evolução se encontra ligada às condições da economia e ao stock de dívida pública existente (que, por sua vez, reflecte a evolução das finanças públicas até ao momento em questão) -, e da despesa corrente primária ciclicamente ajustada tem sido muito semelhante à da despesa total: em 1999, nestes três agregados a posição era a 17ª entre os 27, com valores de 37,5%, 34,5% e 34,5% do PIB, respectivamente (em média, entre 5 e 6 pontos percentuais abaixo da UE-27 e da Zona Euro); em 2009, a despesa corrente já é a 7ª mais elevada e as despesas corrente primária e corrente primária ciclicamente ajustada ocupam a 8ª posição com 47,1%, 43,9% e 43,8%, respectivamente. Em todos os casos, já cerca de 1 ponto percentual acima da média da UE-27 e da Zona Euro.


    Por outras palavras: embora forçados pelo exterior, está a descer.

    Custa a crer que o Luís ache afinal negativo que não se cumpra o défice!Estamos a falar de números irrisórios(quase o dobro para o lado negativo)do que se estava à espera pelo belo trabalho que este governo está a levar a cabo!


    Evidentemente que é negativo: tudo o que seja gastar mais dinheiro e acumular mais dívida é, veja lá, pior que gastar menos e diminuir a dívida. Por outro lado, lá está: quando se vive de crédito, é estupidez achar que o crédito é riqueza nossa...

    Sabendo nós que até um labrego sabe muito bem que fechar empresas...falir famílias umas atrás de outras ao invés de as aliciar para se manterem de forma a continuarem a pagar impostos nunca poderá dar receita!

    Um labrego sabe isso - mas a quantidade de labregos que imagina que o Estado pode "injectar dinheiro na economia" é extraordinária.

    Aqui na zona e penso que no resto do país estão a fechar cafés e restaurantes atrás uns dos outros mesmpo sem pagar rendas por causa do custo astronómico que a factura dita da electricidade acarreta mensalmente despropositadamente sobre as vendas... qualquer chafarica que precise de frigoríficos terá que pagar uma média mensal de mais de 600€

    É natural. Com a diminuição do rendimento disponível das pessoas (lá está: com a transferência de dinheiro dos bolsos das pessoas para o Estado), os pequenos negócios vão sendo esmifrados. Para o nível de riqueza que temos, não podemos ter tantos cafés, papelarias, lojas de roupa, empresas de construção civil, etc.

    nem sequer quero falar mais no que está a acarretar o iva de 23% nos restaurantes que os proprietários têm que acarretar mas não por muito mais tempo!...senão ala que o freguês desaparece de todo e começará a andar de marmita!

    Por mais irritante que pareça, os restaurantes continuarão a suportar o IVA da mesma forma que o "suportavam" antes: não facturando. Claro que as grandes cadeias, e os restaurantes com alguma dimensão não o podem fazer - e esses sim, suportam-no. Os outros continuarão com as suas caixas paralelas, e os Multibancos inoperacionais.
    E sim, sofrem todos, mas com a redução do consumo - que aliás é inevitável, não sei se já lhe disse: quando o Estado gasta a crédito, cria uma sensação falsa de riqueza: temos serviços pelos quais não pagamos, e depois sobra-nos mais no bolso. Quando falha o crédito ao Estado, de repente descobrimos (os que descobrem, porque ainda anda muita gente enganada) que o que se gastou antecipadamente já não se pode gastar de novo.

    Desta forma na base da marmita nunca em caso algum se conseguirá pagar seja o que fôr!

    Claro que não. Os restaurantes são uma base importantíssima da nossa economia, e sem eles não conseguiremos sobreviver nem ser competitivos com outros países.
  18.  # 159

    Colocado por: luisvvVejamos: baixar a despesa corrente é a obrigação de qualquer governo que quer equilibrar um orçamento. É a parte do orçamento que pode controlar.

    Concordaria com o que diz se o governo tivesse pano para mangas!

    Neste caso baixa a despesa corrente porque não tem outra hipótese!Não tem pano para mangas entende?
    Por inércia e falta de competência também se pode baixar a despesa corrente por não haver outro remédio e não por competência!






    Colocado por: luisvvPor outras palavras: embora forçados pelo exterior, está a descer.

    A descer a despesa corrente de quem e do quê???
    http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1752349


    Colocado por: luisvvEvidentemente que é negativo: tudo o que seja gastar mais dinheiro e acumular mais dívida é, veja lá, pior que gastar menos e diminuir a dívida.

    Diminuir a dívida onde???

    Colocado por: luisvvPor outro lado, lá está: quando se vive de crédito, é estupidez achar que o crédito é riqueza nossa...

    Eu diria antes por outras palavras...
    Quando se pensa que se consegue estar inserido numa europa sem recurso à riqueza(Crédito)é uma estupidez achar que se consegue enriquecer sem crédito!

    Colocado por: luisvvUm labrego sabe isso - mas a quantidade de labregos que imagina que o Estado pode "injectar dinheiro na economia" é extraordinária.

    Já está a deixar de ser extraordinária!
    Provou-se anteriormente que afinal o estado podia injectar dinheiro na economia ao contrário do que se dizia!
    http://www.ionline.pt/dinheiro/estado-injecta-6150-milhoes-euros-no-bcp-bes-cgd-este-mes
    Esta é bastante actual...nem me quero referir às tantas outras anteriores!Muitas até pouco razoáveis como empréstimos ao tal Fino por exemplo!

    Colocado por: luisvvÉ natural. Com a diminuição do rendimento disponível das pessoas (lá está: com a transferência de dinheiro dos bolsos das pessoas para o Estado), os pequenos negócios vão sendo esmifrados. Para o nível de riqueza que temos, não podemos ter tantos cafés, papelarias, lojas de roupa, empresas de construção civil, etc.

    Esta foi de economista comentador...dos tais que abundam por aí!

    Colocado por: luisvvPor mais irritante que pareça, os restaurantes continuarão a suportar o IVA da mesma forma que o "suportavam" antes: não facturando. Claro que as grandes cadeias, e os restaurantes com alguma dimensão não o podem fazer - e esses sim, suportam-no. Os outros continuarão com as suas caixas paralelas, e os Multibancos inoperacionais.

    O problema agodíza-se cada vez mais quando cobram impostos cada vez mais altos não é?

    Colocado por: luisvvClaro que não. Os restaurantes são uma base importantíssima da nossa economia, e sem eles não conseguiremos sobreviver nem ser competitivos com outros países.

    Sendo esta sarcástica...foge um pouco para uma realidade momentânea!
    http://economia.publico.pt/Noticia/estado-esta-a-encaixar-o-dobro-da-receita-com-iva-da-restauracao-1552126
    Aqui para si a receita do Iva vinda da restauração fez jeito afinal né?
  19.  # 160

    Concordaria com o que diz se o governo tivesse pano para mangas! Neste caso baixa a despesa corrente porque não tem outra hipótese!Não tem pano para mangas entende? Por inércia e falta de competência também se pode baixar a despesa corrente por não haver outro remédio e não por competência!


    Nenhum governo reduz a despesa se não for obrigado a isso. Mesmo entre os que são obrigados, nem todos conseguem - veja o caso do Engº Sócrates..

    Diminuir a dívida onde???

    Leia. Leia de novo. E de novo. Só mais uma vez.

    Eu diria antes por outras palavras... Quando se pensa que se consegue estar inserido numa europa sem recurso à riqueza(Crédito)é uma estupidez achar que se consegue enriquecer sem crédito!

    Tenho a certeza que em tempos alguém já lhe explicou isto: Crédito gera juros >> juros reduzem o rendimento disponível no futuro >> menor rendimento disponível >> menor consumo.

    Já está a deixar de ser extraordinária! Provou-se anteriormente que afinal o estado podia injectar dinheiro na economia ao contrário do que se dizia! Esta é bastante actual...nem me quero referir às tantas outras anteriores!Muitas até pouco razoáveis como empréstimos ao tal Fino por exemplo!

    Não, o Estado não "injecta" nada. Tira para voltar a dar - e pelo meio, destroi a economia.

    Esta foi de economista comentador...dos tais que abundam por aí!


    O problema agodíza-se cada vez mais quando cobram impostos cada vez mais altos não é?

    Aí é que está: o problema não são os impostos, são as despesas. Os impostos só existem para cobrir despesas....

    Sendo esta sarcástica...foge um pouco para uma realidade momentânea! Aqui para si a receita do Iva vinda da restauração fez jeito afinal né?

    Não faz, nem deixa de fazer: é apenas um sinal de que as falências anunciadas e o decréscimo do IVA eram wishful thinking.
 
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