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  1.  # 101

    Boas,

    FONIX!!!
    Tenho de arranjar um patrão ...


    Trabalhadores por conta de outrem ganham sete vezes mais que os por conta própria
    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=563555


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  2.  # 102

    Boas,

    Mário Soares. “O que a troika faz é ganhar o seu dinheirinho”
    O antigo Presidente da República Mário Soares disse hoje, no Porto, que "o que a 'troika' faz é ganhar o seu dinheirinho" e acrescentou que "os mercados continuam a mandar nos Estados", transformando-nos numa "espécie de protetorados".
    ...
    "É preciso salvarmos a União Europeia" e, para tal, "bastaria que a senhora Merkel abdicasse de um artigozinho que há no chamado Tratado de Lisboa, que diz que o Banco Central Europeu não pode fabricar moeda", realçou.
    "Mas por que carga de água (o BCE) não pode fabricar moeda?", questionou.
    http://www.ionline.pt/portugal/mario-soares-troika-faz-ganhar-seu-dinheirinho

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  3.  # 103

    Colocado por: luisvvPorque haveriam de sair do lixo? Enquanto Portugal está sob assistência financeira, o rating é pouco menos que irrelevante.

    Há sim?

    E os juros que se pagam se o rating fôr desfavorável?...como o foi e com os juros a aumentar mesmo com a assistência financeira?

    Porque é que se chumbou o pec 4 se estávamos na mesma situação da Espanha/Itália com juros a 7%?

    porque é que tivemos que ter ajuda do FMI se podíamos ter ajuda apenas da UE com compra de dívida em grande escala como o estão a fazer à Espanha/Itália?
  4.  # 104

    E os juros que se pagam se o rating fôr desfavorável?...como o foi e com os juros a aumentar mesmo com a assistência financeira?

    Já reparou que quem nos empresta é a Troika, certo? Ate Setembro de 2013, pelo menos, Portugal só vai pedir dinheiro em situações pontuais, curto prazo, a juros mais baixos que os da Troika - porque esta garantido por esse empréstimo maior...

    I
    porque é que tivemos que ter ajuda do FMI se podíamos ter ajuda apenas da UE com compra de dívida em grande escala como o estão a fazer à Espanha/Itália?

    Por enquanto ainda nao estão a fazer nada disso. E para seu descanso, se o fizerem, haverá contrapartidas - a Troika com outro nome...
  5.  # 105

    Vamos ver essas contrapartidas...para já nem a Espanha nem a Itália choraram muito.
  6.  # 106

    Eu acho que se voltarmos ao "normal" até será bom, porque me parece que vamos cair numa situação bem pior ...


    Atenção que o "normal" aqui refere-se ao costume: o Estado gastar mais do que tem, e gastar para "desenvolver", "promover" ou "dinamizar" seja o que for.

    Claro que nessa altura partiremos de um ponto mais baixo que o que estávamos habituados - mas isso é apenas uma consequência lógica de termos pedido demasiado crédito.

    Irrita-me um bom bocado esta tendência infantil de confundir as causas com as consequências - porque agora o Estado está a ser apenas obrigado a pedir menos crédito, compensando essa quebra com aumento de impostos e redução de algumas despesas, o que por sua vez provoca o aperto e empobrecimento dos cidadãos.

    A causa do empobrecimento (cuja admissão pelo 1º-ministro levantou tantos protestos) é pois o excessivo consumo de recursos pelo Estado, só possível por ter sido mascarado com o recurso ao crédito. O corte do crédito e a necessidade de recurso à troika, e são consequências, e não causas.
  7.  # 107

    Irrita-me ainda mais quando se tenta promover ou resolver os problemas que a economia tem,sem primeiro resolver o problema da justiça!...essa passa sempre ao lado por quem pretende empobrecer apenas quem não tem culpa!
    http://www.youtube.com/watch?v=ANtzoCadnOY&feature=relmfu
  8.  # 108

    "É preciso salvarmos a União Europeia" e, para tal, "bastaria que a senhora Merkel abdicasse de um artigozinho que há no chamado Tratado de Lisboa, que diz que o Banco Central Europeu não pode fabricar moeda", realçou.
    "Mas por que carga de água (o BCE) não pode fabricar moeda?", questionou.


    Pois, porquê? Afinal, a moeda é apenas papel....
  9.  # 109

    Colocado por: luisvvA causa do empobrecimento (cuja admissão pelo 1º-ministro levantou tantos protestos)é pois o excessivo consumo de recursos pelo Estado, só possível por ter sido mascarado com o recurso ao crédito.O corte do crédito e a necessidade de recurso à troika, e são consequências, e não causas.

    http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=52436
  10.  # 110

    Colocado por: Jorge Rocha
    http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=52436


    Divirta-se:

    Today, the Estonian government can claim victory. Last year, Estonia’s GDP grew by 7.6 percent, the highest growth rate in Europe and high growth continues. All the three Baltic countries have pursued similar economic policies and the results are similarly spectacular. Christine Lagarde, the Managing Director of the International Monetary Fund just presided at a conference in Riga with the title “Against the Odds: lessons from the Recovery in the Baltics.”

    Professor Paul Krugman, Nobel Laureate in economics, however, denigrates the Estonian achievement with reference to the big output fall of a total of 18 percent in 2008-9. President Toomas Ilves has rightly taken Krugman to task. A Nobel Prize does not mean that you are always right or that you do not need to check the facts.

    Krugman’s problem is personal. In December 2008, he claimed, “Latvia is the new Argentina.” He envisaged that all the three Baltic countries would not recover until they devalued, and now he has been proven wrong, which he refuses to acknowledge. Now he complains that “Estonia has suddenly become the poster child for austerity defenders.”

    Estonia did not devalue. Instead it carried out a vigorous “internal devaluation,” with large cuts in public expenditures and wages as well as structural reforms. Many argue that Estonia is special, but Latvia and Lithuania pursued the same policies and achieved equally good results. These three governments did exactly what they were supposed to do and the Baltic peoples understand that, as evident from the reelection of the Estonian and Latvian governments after the crisis.

    Krugman just looked upon one single graph, without considering causality. His first mistake is that he takes a short period, disregarding the prior high growth rate. His old argument that Argentina shows the benefits of devaluation because of the long and rapid growth afterwards ignores what happened before the crisis. While Argentina enjoyed decent growth, the Baltic countries thrived on an astounding boom. In figure 1, I have compared Latvia in 2000–2011 with Argentina in the corresponding period around its crisis 1992–2003. Latvia had a cumulative growth of 51 percent and Argentina only 15 percent (figure 1).

    Second, Krugman ignores the very cause of the Baltic crises, seemingly presuming that it was their austerity programs, but the actual cause was the absence of international credit. On September 15, 2008, when Lehman Brothers went bankrupt, panic grasped global financial markets and the three Baltic countries were cut off from international liquidity, which caused output to plummet. This is the all-dominant cause of the output fall in the Baltics. When output fell, state revenues plunged even more. As a consequence, large budget cuts were necessary to maintain any financial balance.

    Thus, the liquidity squeeze caused the output fall that led to falling state revenues and rising budget deficit. Austerity was the consequence of the output fall and not its cause. This is Krugman’s crucial mistake. Since Estonia has now joined the euro zone, its banks have access to liquidity from the European Central Bank, so the country will not face such a liquidity freeze again.

    Third, in late 2008, the Baltic countries had little choice. Suddenly, they faced large budget deficits that they could not finance. They had to restore confidence in their currencies by doing enough early enough, and they all did. The Baltic countries had no fiscal space and no independent monetary policy, so they could not “stimulate”, as Spain and Cyprus bitterly have experienced that they could not either, although then managing director of the IMF Dominique Strauss-Kahn strongly recommended them to do so…

    Fourth, Estonia’s crisis resolution is also a political economy success story. The Estonian government used the grave sense of crisis in the fall of 2008 to take action. When a country is in a serious crisis, any delay of crisis resolution is harmful. The government composed swiftly a comprehensive anti-crisis program, which was heavily front-loaded, and it explained to the population why this was necessary. Thus the government restored popular confidence early on.

    Fifth, one of Krugman’s old arguments was that the Baltic states needed to devalue to be able to expand exports, but the Baltic countries, on the contrary, have seen a stunning expansion of exports and manufacturing after the crisis that not even the greatest optimists predicted. Estonia and Lithuania experienced a peak annualized export growth of 45 percent in the first quarter of 2011 (figure 2). Greater expansion would hardly have been possible and certainly not healthy.

    A major conclusion is that nominal devaluation has neither been necessary nor beneficial for the regaining of competitiveness. On the contrary, if a country maintains a fixed exchange rate, it is forced to undertake more structural reform, and is more likely to do so. Fixed exchange rates prompted the greatest fiscal and structural adjustments in Central and Eastern Europe.

    The crisis resolution of Estonia has proven that internal devaluation is a viable option and probably advantageous. The fixed exchange rates did not impede adjustment but on the contrary facilitated radical adjustment and Estonia’s successful adoption of the euro in January 2011.

    Indeed, the role of exchange rate regimes seems to be overemphasized. The prominent American macroeconomists Maurice Obstfeld and Kenneth Rogoff have pointed out “the exceedingly weak relationship between the exchange rate and virtually any macroeconomic aggregates.” Other policies are simply more important. Therefore, the need even for major cost adjustment is not a reason to leave the euro area.

    The governments in Southern Europe could have followed in Estonia’s footsteps, but they chose not to. Instead, they pursued the Krugman policy of maximum fiscal stimulus. Today we can see the results of Krugman’s policy advice, even if he fails to do so himself. The question is no longer whether the Baltic lessons are relevant to Southern Europe, but when the Southern European governments will face up to reality.
  11.  # 111

    Estou divertidíssimo...não entendo niente!
  12.  # 112

    Colocado por: Jorge RochaEstou divertidíssimo...não entendo niente!


    Em resumo: confrontada com a dificuldade de acesso a financiamento, a Estónia (tal como a Letónia e a Lituânia) fez, em 2008, o contrário daquilo que nós fizemos, e do que o Santo Paul Krugman sugeria. Cortou despesas do Estado, fez as chamadas reformas estruturais, e voilá: em 2011 o PIB cresceu quase 8% e este ano continuam em bom ritmo. Não usou o Estado para "estimular" a economia...
  13.  # 113

    Colocado por: luisvve voilá: em 2011 o PIB cresceu quase 8% e este ano continuam em bom ritmo.


    Por um lado se falarmos de países como o Brasil e o seu crescimento fabuloso desde que Lula subiu ao pódium...gente como o Luísvv diz que o crescimento deve-se ao atraso que era na realidade muito...por isso crescer do nada torna-se mais evidente!

    Mas aqui na Estónia,Lituânie etc...isso não se põe em causa,vá-se lá perceber porquê!
  14.  # 114

    Por um lado se falarmos de países como o Brasil e o seu crescimento fabuloso desde que Lula subiu ao pódium...gente como o Luísvv diz que o crescimento deve-se ao atraso que era na realidade muito...por isso crescer do nada torna-se mais evidente!


    Mas aqui na Estónia,Lituânie etc...isso não se põe em causa,vá-se lá perceber porquê!


    Para seu governo: a Letónia, por exemplo, entre 2000 e 2011 acumulou um crescimento do PIB de 51%...
  15.  # 115

    Do DN de hoje, ainda sem link:
    "Governo diz que há menos 2100 chefias no aparelho do Estado - Dados mais recentes do PREMAC dizem que há menos dirigentes na administração pública do que há um ano, quando o Governo tomou posse. POLÍTICA PÁG. 8"
  16.  # 116

    Almunia diz que reformas estruturais são condição para ajuda à banca espanhola
    21-06-2012 16:09:00
    O comissário europeu da Concorrência, Joaquín Almunia, disse hoje que “a condição política para a ajuda [à banca espanhola] vai centrar-se nas reformas estruturais do sector financeiro, assim como em planos individuais de reestruturação”.

    Almunia assegurou, na sua intervenção numa conferência em Frankfurt dedicada à banca, que estes planos individuais de reestruturação para bancos resgatados deverão respeitar as normas da União Europeia relativas às ajudas, avança o “Expansión”.

    O comissário recordou que o Eurogrupo acordou emprestar até 100.000 milhões de euros ao sector financeiro espanhol, ajuda essa que cobre as necessidades de capital com margem de segurança suficiente.

    “Espanha é sede de alguns dos maiores e mais fortes bancos da Europa, bem como de inúmeros bancos de pequena e média dimensão, alguns dos quais são antigas ‘cajas de ahorro’, que requerem apoio público para recuperarem do legado da bolha imobiliária”, declarou Almunia, citado pelo mesmo jornal.

    Almunia recordou que, até agora, o resgate bancário mais caro da Europa foi o do Royal Bank of Scotland (RBS), com 53.000 milhões de libras (65.680 milhões de euros) esterlinas em injecções de capital e uma ajuda adicional estimada entre 12.000 e 16.000 milhões de libras para cobrir o malparado do banco.
  17.  # 117

    Colocado por: luisvv



    Para seu governo: a Letónia, por exemplo, entre 2000 e 2011 acumulou um crescimento do PIB de 51%...

    Vindos de um sistema comunista estavam mesmo atrasados.

    Facílimo crescer mais que os outros já mais crescidos né?
  18.  # 118

    Colocado por: luisvvDo DN de hoje, ainda sem link:
    "Governo diz que há menos 2100 chefias no aparelho do Estado - Dados mais recentes do PREMAC dizem que há menos dirigentes na administração pública do que há um ano, quando o Governo tomou posse. POLÍTICA PÁG. 8"

    Há menos de tudo...dinheiro...saúde...cultura...desenvolvimento económico...

    Em contrapartida há mais pobreza...dívida pública...dependência externa...miséria...criminalidade...

    Hó Luís...eu gostava que mostrasse louros deste governo com despedimentos ou falácias do tipo cortar na despesa pública se esta baixasse...mas verifica-se o contrário!verifica um resultado contrário!
  19.  # 119

    Colocado por: luisvvDo DN de hoje, ainda sem link:
    "Governo diz que há menos 2100 chefias no aparelho do Estado - Dados mais recentes do PREMAC dizem que há menos dirigentes na administração pública do que há um ano, quando o Governo tomou posse. POLÍTICA PÁG. 8"

    http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/derrapagem-nas-receitas-ameaca-defice-de-45

    Só para este governo imcompetente é que é admiração o défice agravar com carga de impostos altíssimos...desemprego...e austeridade...

    Portugal tem menos receitas de impostos por dia cerca de 2,5 milhões de euros!

    É obra!E este governo fica na história com a imcompetência absoluta para estar à frente dos destinos de Portugal!
    Só vieram para cá piorar a vida e a economia de Portugal em muito!
  20.  # 120

    Facílimo crescer mais que os outros já mais crescidos né?


    De facto, é. Vejamos então a evolução do PIB per capita, para 2 destes países, por exemplo, e comparemos com o do Brasil, tão querido do Jorge:
    PIB PER CAPITA:
    Country 1999 2000 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010
    Letónia 4.200 7.200 8.300 10.200 11.500 13.700 16.000 17.700 17.30 14.500 14.700
    Estónia 5.600 10.000 10.900 12.300 14.300 17.500 20.300 21.800 21.000 18.300 19.100
    Brasil 6.150 7.400 7.600 7.600 8.100 8.300 8.800 9.500 10.200 10.100 10.800

    Para lhe facilitar a vida: a Letónia e a Estónia multiplicaram o seu PIB per capita por 3,5 vezes, o Brasil não chegou a duplicar. Curiosamente, partindo ambas de pontos mais baixos, ambos os países apresentam agora valores muito superiores aos do Brasil - a Estónia quase pelo dobro, a Letónia por uns meros quase 40%.

    Como vê...
 
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