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  1.  # 1

    Colocado por: pedromdfAfinal o material "roubado" não prestava ...


    Claro que não, afinal não é usado pelo Exército Português? LOL
  2.  # 2

    Tancos"Não sei se não estaremos aqui perante uma invenção"
    Fonte: sic
  3.  # 3

    Colocado por: branco.valter

    Claro que não, afinal não é usado pelo Exército Português? LOL


    "General Pina Monteiro refere que os lança foguetes que foram roubados estavam selecionados para serem abatidos."
    Fonte:tvi
  4.  # 4

    Colocado por: CarvaiAcabamos de ver o Costa rodeado de "estrelados" com o habitual discurso da confiança nas Forças Armadas e da história gloriosa das mesmas. O texto acima também bate na mesma tecla. Só que para mim a questão é outra :
    - Qual o inimigo atual ou futuro que ameaça a nossa soberania ??


    Neste momento? Só estou a ver a Rússia e o terrorismo islâmico. Em relação ao primeiro vamos regularmente ao Báltico (FAP e Exército), em relação ao segundo fazemos umas quantas missões, está para breve mais uma no Afeganistão como QRF (parece que é o único tipo de missão que somos capazes de fazer é sermos uma espécie de Corpo de Intervenção da OTAN/ONU).

    - Se esse hipotético inimigo realmente nos atacasse as nossas FA's não se iriam render de imediato como aconteceu na India há cerca de 60 anos ??


    3300 militares Portugueses contra 45000... coisa pouca. Raios partam mais esses cobardes!...

    Na madrugada do dia 18 de dezembro de 1961, estando no porto do Mormugão, o navio recebe a comunicação de que tinha sido iniciada a invasão inimiga de Goa, entrando em postos de combate. Durante a manhã, o Afonso de Albuquerque assegura as comunicações entre as Forças Portuguesas na Índia e Lisboa, em virtude da destruição das infraestruturas de telecomunicações em terra, duramente bombardeadas pela Força Aérea Indiana.

    Às 09h00 o Afonso de Albuquerque detecta, ao largo do porto do Mormugão, um grupo de três fragatas, que constitue a ponta de lança da força naval da União Indiana, que inclui o porta-aviões Vikrant e mais de uma dezena de cruzadores, contratorpedeiros, fragatas e outros navios. Às 11h00 o porto do Mormugão e o vizinho aeroporto são bombardeados, a grande altitude, pela Força Aérea Indiana.

    Às 12h00, as fragatas da Marinha Indiana entram no porto e abrem fogo de artilharia. Ao mesmo tempo, o comandante do Afonso de Albquerque ordena que o navio levante âncora e se dirija aos navios inimigos para os enfrentar, não sem antes agarrar nos retratos de Oliveira Salazar e Américo Thomaz, que estavam no navio, e, atirando-os borda fora, diz: "Vamo-nos bater por Portugal, não por estes gajos", tendo este gesto custado-lhe as estrelas de Almirante[1]. Entretanto, para Lisboa, o navio transmite a sua última mensagem "Estamos a ser atacados. Respondemos.".

    A artilharia do Afonso de Albuquerque atinge uma das fragatas indianas, que se retira do combate. No entanto, a fragata indiana é logo rendida por um contratorpedeiro que entra também no combate. Entretanto, o Afonso de Albuquerque é também atingido pelo fogo inimigo.

    Às 12h20, quando tentava manobrar no espaço confinado do porto, de modo a poder utilizar toda a sua artilharia, o Afonso de Albquerque é, novamente, atingido, ocorrendo uma explosão em que fica gravemente ferido o seu comandante. Cunha Aragão manda o imediato assumir o comando do navio e ordena-lhe que não se renda.

    Às 12h35, já com as caldeiras e as máquinas atingidas, a guarnição do Afonso de Albuquerque encalha-o na praia de Bambolim para ser usado como bataria de artilharia fixa.

    Continuando o navio a ser duramente atingido, às 12h50 é dada ordem para o pessoal não essencial para o abandonar. O resto da guarnição continua em combate até cerca das 13h10.

    Durante o combate calcula-se que o Afonso de Albuquerque tenha disparado quase 400 tiros de artilharia, sofrendo, a sua guarnição, 5 mortos e 13 feridos. O navio enfrentou um inimigo que, face ao maior número de navios e à maior rapidez de tiro das suas armas, tinha uma vantagem de cerca de 90 para 1. A heroicidade da guarnição do Afonso de Albuquerque foi reconhecida pelo próprio inimigo, sendo Cunha Aragão visitado no hospital, pelos comandantes dos navios que enfrentou.


    - Será que devemos continuar a sustentar umas FA's que andam em missões por países que nada dizem a Portugal ?? Para cumprir compromissos internacionais quando não temos dinheiro para pagar os nossos compromissos internacionais ?? Não pagamos o que devemos mas vamos todos contentes (e com generosas ajudas de custo) defender os quarteis dos outros ??


    Carvai as "provincias" foram-se, aceite, continue e não olhe para trás. Hoje em dia a tropa continua a fazer o que sempre fez, quando está no quartel/base faz o dia-a-dia normal, quando há incêndios/cheias ajudam, quando há exercicios fazem-nos e quando há missões internacionais chegam-se à frente e fazem o melhor que puderem com o pouco que têm. Desde o 25 de Abril quantas e quantas evacuações já foram feitas, quantas e quantas missões internacionais de paz/manutenção da paz e de guerra já participamos... inúmeras. Isso não é fazer "nada". Portugal pertence à UE, à OTAN e à ONU, tem benesses mas também tem obrigações. Não nos negamos.

    - Apoiar nos incêndios, busca e salvamento, etc são atividades subsidiárias que podem ser feitas por outros a valores muito mais baixos.


    Por valores muito mais baixos? Onde? Não é isso que se vê.
  5.  # 5

    Armas: França investiu “várias centenas de milhões de euros” após roubo em 2015

    A França investiu "várias centenas de milhões de euros" num "plano de emergência" após um roubo num paiol em Miramas, no sul do país, em 2015, disse à Lusa fonte do ministério francês das Forças Armadas.


    http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/armas-franca-investiu-varias-centenas-de-milhoes-de-euros-apos-roubo-em-2015
  6.  # 6

    Colocado por: branco.valter3300 militares Portugueses contra 45000... coisa pouca. Raios partam mais esses cobardes!...

    Claro que tomaram a decisão mais racional, porque aquela treta do juramento de bandeira e morrer pela pátria é apenas uma força de expressão.
    Mas isso coloca outro problema, só se o hipotético inimigo for pequenininho porque se forem muitos a gente rende-se.
    Quanto á Russia acho que aumentaram muito a ameaça a Portugal. A Aeoroflot vai voar todos os dias direto para Lisboa pelo que a invasão está iminente. Ainda agora na Taça das Confederações vimos centenas de russos (e russas muito jeitosas) a agitar bandeiras portuguesas. Não tarda nada somos anexados.
    Quanto aos terroristas não é grave pois as nossas FA's passaram a fornecedores de equipamento.
  7.  # 7

    Então não há stress. Acaba-se com a tropa e siga para bingo.
  8.  # 8

    Colocado por: branco.valterEntão não há stress. Acaba-se com a tropa e siga para bingo.

    Essa é a minha opinião há mais de 40 anos, mas reconheço que não é viável.
    É o mesmo problema dos políticos. Também gostava de viver sem eles (acho que aqui já tenho mais apoiantes) mas não conheço nenhuma democracia que viva sem eles.
  9.  # 9

    Esta democracia!



    https://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia_direta
    Concordam com este comentário: Carvai
  10.  # 10

    Lá chegará o dia em que a democracia seja substituída pela tecnologia. A democracia é um péssimo método para governar um país.
  11.  # 11

    Colocado por: rjmsilvaLá chegará o dia em que a democracia seja substituída pela tecnologia. A democracia é um péssimo método para governar um país.


    Many forms of Government have been tried, and will be tried in this world of sin and woe. No one pretends that democracy is perfect or all-wise. Indeed it has been said that democracy is the worst form of Government except for all those other forms that have been tried from time to time.… - Winston Churchill
  12.  # 12

    "Militares sob suspeita de usarem roubo para justificar armas em falta"
    Fonte: dn
  13.  # 13

    Colocado por: branco.valter

    Many forms of Government have been tried, and will be tried in this world of sin and woe. No one pretends that democracy is perfect or all-wise. Indeed it has been said that democracy is the worst form of Government except for all those other forms that have been tried from time to time.…- Winston Churchill


    ´Há 50 anos atrás era verdade, daqui a 50 anos continuará a ser?
  14.  # 14

    Só estando lá para ver... a liberdade individual e colectiva não é um processo continuo, há muitos retrocessos e avanços. Um país que hoje é uma democracia forte pode virar rapidamente numa ditadura repressora e vice-versa.
  15.  # 15

    "Adensa-se a hipótese de farsa no roubo de Tancos"
    Fonte: tvi
    Pois, zangam-se as comadres descobrem-se as verdades ...
  16.  # 16

    Portugal envia mais um navio para o Mediterrâneo. Contributo "é decisivo"

    Portugal vai colocar mais um navio ao serviço da Guarda Costeira e de Fronteiras Europeia. O “NPR Tejo” vai participar pela primeira vez na operação Triton. Vai operar no Mediterrâneo Central, entre 22 de julho e 08 de setembro. No âmbito do Frontex, Portugal tem já uma equipa da Polícia Marítima na Grécia e outra do Grupo de Ações Táticas a operar no Sul de Itália

    video : http://rr.sapo.pt/video/143803/portugal_envia_mais_um_navio_para_o_mediterraneo_contributo_e_decisivo
  17.  # 17

    Novo material para a FOEsp.









    Fonte: Masac
  18.  # 18

  19.  # 19

    Colocado por: nielskyhttp://www.jn.pt/nacional/reportagens/interior/dae-a-secreta-tropa-de-elite-portuguesa-8650773.html

    Tive um desses senhores no meu curso... operacional como poucos!
    Concordam com este comentário: nielsky
  20.  # 20

    Curso de Comandos deste ano termina sábado com apenas 13 militares

    O 128.º curso de Comandos termina no próximo sábado com apenas 13 dos 57 formandos iniciais aptos a receber a boina e o crachá, verificando-se 44 saídas, a grande maioria das quais desistências a pedido.

    O 128.º curso começou em 07 de abril com 57 instruendos e tinha registado até meados de maio 40 desistências, todas a pedido.

    De maio até hoje, segundo dados solicitados pela agência Lusa ao Exército, saíram mais quatro instruendos, restando 13 formandos que receberão a boina e o crachá da tropa Comando numa cerimónia no próximo dia 25 de julho.

    Dos 13 formandos que deverão acabar o curso, dois são oficiais, dois sargentos e nove praças, indicou o ramo.

    Sobre os motivos do afastamento dos últimos quatro militares, o Exército não tinha ainda dados disponíveis até ao final do dia, remetendo para mais tarde a sua divulgação.

    O número de desistências no 128.º curso ultrapassa em grande medida as saídas registadas no anterior curso, que ficou marcado pela morte de dois instruendos, Hugo Abreu e Dylan Silva, que ainda estão a ser investigadas.

    No 127.º curso, em 2016, 27 dos 67 candidatos iniciais decidiram voluntariamente abandonar a formação.

    No primeiro curso realizado em 2016, tinham desistido três dos 58 militares, enquanto nos dois cursos de 2015 apenas houve uma desistência.

    No único curso realizado em 2014 não se verificou nenhuma.

    Em maio, o chefe do Estado-Maior do Exército, general Rovisco Duarte, afirmou que as desistências no 128.º curso de comandos no primeiro mês da formação estavam "ligeiramente acima da média", admitindo pressão familiar entre os motivos, que vão ser avaliados, numa fase posterior.

    Contactado pela Lusa, o porta-voz do Exército, tenente-coronel Vicente Pereira, sublinhou que o 128.º curso começou com 57 formandos porque a formação passou a incluir a "fase de adaptação" que nos anteriores cursos não fazia parte do programa.

    Nesta fase de adaptação, saíram dez militares, precisou.

    Lusa
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Anonimo06082021
 
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