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  1.  # 81

    Colocado por: Dos Santos

    Porra é o que eu digo , os malandros é que têm sorte.

    Só eu não tenho direito a nada...


    lol...Ó Dos Santos, estava-me a referir ao pobre do trator, também tem direito a ser lavado ou não?eheh
    Concordam com este comentário: Dos Santos
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  3.  # 82

    Colocado por: zedasilva
    E porque não?


    A ver vamos, se vier no CE ainda acredito que possa ser verdade.

    Colocado por: zedasilva
    Por exemplo evitar os condensados.


    A ideia com que fiquei das suas afirmações é que (dependendo dos casos, um caso não são casos) na generalidade quando se tem que escavar muito para encontrar o terreno firme (fixe) compensará optar pelo desvão (este deverá ter altura sempre superior a 60cm's), já quando o "fixe" é superficial ou pouco profundo aí optar pelo piso térreo. Estará correta está minha linha de pensamento?
  4.  # 83

    Colocado por: agosto07Estará correta está minha linha de pensamento?

    Está!
    O problema das fundações começa na fase de projeto.
    Eu diria que em 95% dos casos, o eng da estrutura não tem conhecimento, nem se preocupa em saber qual o tipo de terreno onde vai ser implantada a obra.
    Adota-se uma tensão de segurança padrão, com um coeficiente de ca ga ço alto e “bota a moer”
    Os projetos são chapa 5, quer se trate de um terreno brando quer se trate de um terreno duro.
    Cuidados com impermeabilizações, condensados e outras mariquices, não existem.
    Aquilo fica tudo enterrado, ninguém mais vê.
    Concordam com este comentário: two-rok, Snuffles
  5.  # 84

    Para quê gastar dinheiro em Filipe Couto, numa estrutura construída desta forma?
    Concordam com este comentário: two-rok
      152.JPG
  6.  # 85

    Para quê gastar dinheiro em telas pitonadas se não há coerência na sua utilização?
    Concordam com este comentário: two-rok
      162.JPG
  7.  # 86

    Colocado por: zedasilvaEstá!
    O problema das fundações começa na fase de projeto.
    Eu diria que em 95% dos casos, o eng da estrutura não tem conhecimento, nem se preocupa em saber qual o tipo de terreno onde vai ser implantada a obra.
    Adota-se uma tensão de segurança padrão, com um coeficiente de ca ga ço alto e “bota a moer”
    Os projetos são chapa 5, quer se trate de um terreno brando quer se trate de um terreno duro.
    Cuidados com impermeabilizações, condensados e outras mariquices, não existem.
    Aquilo fica tudo enterrado, ninguém mais vê.


    Ora, nem mais. Ainda estou para ver o que é que vai dar qd chegar a minha vez.
  8.  # 87

    Colocado por: zedasilvaEu diria que em 95% dos casos, o eng da estrutura não tem conhecimento, nem se preocupa em saber qual o tipo de terreno onde vai ser implantada a obra.

    Na maior parte dos casos, em obras correntes como moradias e prédios de apartamentos, o engenheiro projetista assume uma capacidade resistente do terreno média, e faz a ressalva de que esta capacidade deverá ser verificada em obra. Posteriormente, o diretor da obra é que terá a responsabilidade de a verificar e no caso de dúvida pedir um estudo geotécnico.

    Não vejo nada de censurável nisto.
    Concordam com este comentário: Keepper
  9.  # 88

    Colocado por: J.FernandesNão vejo nada de censurável nisto.

    Eu tb não se nas nossas obras houvessem Diretores técnicos e fiscalização.
    O problema é na realidade isso não existe. O empreiteiro abre um buraco com 1m a 1,5m e toca a encher aquilo de betão.
    Concordam com este comentário: david_C
  10.  # 89

    Ensaio SPT (Standard Penetration Test) depois de alguma irresponsabilidade do autor do projeto, do diretor técnico e do empreiteiro.
    Uma derrapagem de alguns milhares que poderia ter sido evitada
      173.jpg
    • emad
    • 29 Janeiro 2018

     # 90

    Colocado por: zedasilvaEnsaio SPT (Standard Penetration Test) depois de alguma irresponsabilidade do autor do projeto, do diretor técnico e do empreiteiro.
    Uma derrapagem de alguns milhares que poderia ter sido evitada
      173.jpg

    No meu caso foram cerca de 6k.
    Bateu firme aos 5 metros.
    Se fosse hoje fazia uma cave e aproveitava esse dinheiro.
    Concordam com este comentário: Joao Dias
  11.  # 91

    Colocado por: emad
    No meu caso foram cerca de 6k.
    Bateu firme aos 5 metros.
    Se fosse hoje fazia uma cave e aproveitava esse dinheiro.
    Mas uma cave não ia custar 6K.Mesmo que fosse a 400 paus/m2 é só fazer as contas :) seria mais um "E já agora"
    • emad
    • 29 Janeiro 2018 editado

     # 92

    Se soubesse deixava aquilo mais fundo e regularizava o chão. Ficava para arrumar tralha. Não era para fazer daquilo mais nada.
    O arquitecto ainda me disse. Não queres. Eu disse, fds já gastei mais 6k, não quero gastar mais nada.
    Mas podia ter feito doutra forma. Hoje podia andar no desvão de cabeça erguida. E tinha feito a pré instalação de AC com o multisplit inverter no desvão.
    Mas isso é hoje. Ontem até nem queria nada.
  12.  # 93

    Colocado por: emadfds


    fds = fim de semana?
  13.  # 94

    Colocado por: emadUma derrapagem de alguns milhares que poderia ter sido evitada


    Como é que teria sido evitada se os testes deveriam ser feitos na mesma?

    O dinheiro seria gasto na mesma quer o teste de penetração fosse feito à priori ou à posteriori, não é verdade?
    • emad
    • 29 Janeiro 2018

     # 95

    Colocado por: sousa tavares

    Como é que teria sido evitada se os testes deveriam ser feitos na mesma?

    O dinheiro seria gasto na mesma quer o teste de penetração fosse feito à priori ou à posteriori, não é verdade?

    Tinha negociado o valor do terreno por menos 5k. Ou comprava outro lote sem este problema.
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    • emad
    • 29 Janeiro 2018 editado

     # 96

    Colocado por: sousa tavares

    fds = fim de semana?

    F o d****-se
    Concordam com este comentário: sousa tavares
  15.  # 97

    Espera eu sei o resto da equação...

    **** = a
    • VXMC
    • 29 Janeiro 2018 editado

     # 98

    Colocado por: sousa tavares

    Como é que teria sido evitada se os testes deveriam ser feitos na mesma?

    O dinheiro seria gasto na mesma quer o teste de penetração fosse feito à priori ou à posteriori, não é verdade?


    O problema não é o custo do teste. O problema é o que se gasta a mais pela falta dele.
    Com os caboucos todos abertos já inviabiliza uma solução que poderia ser um ensoileiramento geral.

    Se o autor do projeto de estabilidade chegar a ter conhecimento dessa situação, irá obrigar a novos cálculos e revisão do projeto, que naturalmente irá originar mais custos. Tudo poderia ser evitado se antes de comprar o terreno fosse lá com uma enchada, ou retro cavar um buraco a procura de "barro".

    Como normalmente o pedreiro tapa tudo antes de alguém chegar a saber está resolvido o problema. Tenho até a certeza que vai poupar muitas horas de sono ao DO assim como cabelos brancos e tudo o resto associado.
    Concordam com este comentário: zedasilva
    Estas pessoas agradeceram este comentário: sousa tavares
  16.  # 99

    Colocado por: sousa tavares

    Neste caso especifico, se o empreiteiro tivesse acatado a sugestão de suspender os trabalhos, se houvesse um Diretor técnico, se o autor do projeto tivesse uma atitude mais profissional, muito provavelmente nem serial necessário o SPT. Ter-se-ia partido logo para um ensoleiramento geral com significativas poupanças para o DO.
    Este é um caso particular, alguém sugerir que se calhar aquele terreno não teria a resistência suficiente para aquilo que estava projetado.
    O Dono de obra assustou-se e isso acabou por lhe sair do bolso.
    Se tivesse feito ouvidos de mercador, a casa estava lá na mesma. E muito provavelmente não caia ...
    Concordam com este comentário: riscos
    Estas pessoas agradeceram este comentário: sousa tavares
  17.  # 100

    Colocado por: emadTinha negociado o valor do terreno por menos 5k. Ou comprava outro lote sem este problema.


    Ok, já percebi! O teste deverá ser feito sempre ANTES da compra do terreno/lote.

    Pensei que isso (o teste de penetração) tinha a ver com a elaboração, antes ou depois, do projeto de especialidades, designadamente a estrutura.
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