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  1.  # 1

    Olá,

    Estou a vender o meu apartamento, coloquei à venda a semana passada e tenho uma proposta de um comprador estrangeiro que paga aquilo que eu pretendo. Uma vez que o comprador chegou até mim por uma imobiliária que viu o anuncio e me contactou afim de vender o imóvel ao cliente deles (o tal estrangeiro), acedi desde que a comissão deles fosse refletida no valor final, de modo a garantir que eu receba o que pretendo. Eles aceitaram e o cliente estrangeiro também.

    A minha dúvida surge aqui: está a fazer-me confusão vender a um comprador que vem por imobiliária e é estrangeiro. A condição proposta para o CPCP é dar 5.000€ de sinal, com reforço de 30.000€ passadas 2 semanas. No prazo limite de 2 meses fazer escritura, com clausula de devolução do valor pago caso o banco não empreste o capital (acederam que ao fim de 2 meses se não houver negócio por recusa bancária, há penalização de 5.000€). De referir que o banco que vai financiar a compra é estrangeiro (Suécia). O comprador refere que o crédito é quase garantido e lá as coisas funcionam diferente e muito rápido, com "promessa" de aprovação do crédito em 2 ou 3 semanas.

    Isto faz-vos sentido ou poderá haver aqui vigarice escondida?
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  3.  # 2

    A mim parece-me tudo normal
    Concordam com este comentário: sognim
  4.  # 3

    Colocado por: ANdieselDe referir que o banco que vai financiar a compra é estrangeiro (Suécia).


    pode explicar melhor esta parte? é estrangeiro mas está a operar em portugal ou é estrangeiro e não opera em portugal?

  5.  # 4

    Colocado por: ANdieselOlá,

    Estou a vender o meu apartamento, coloquei à venda a semana passada e tenho uma proposta de um comprador estrangeiro que paga aquilo que eu pretendo. Uma vez que o comprador chegou até mim por uma imobiliária que viu o anuncio e me contactou afim de vender o imóvel ao cliente deles (o tal estrangeiro), acedi desde que a comissão deles fosse refletida no valor final, de modo a garantir que eu receba o que pretendo. Eles aceitaram e o cliente estrangeiro também.

    A minha dúvida surge aqui: está a fazer-me confusão vender a um comprador que vem por imobiliária e é estrangeiro. A condição proposta para o CPCP é dar 5.000€ de sinal, com reforço de 30.000€ passadas 2 semanas. No prazo limite de 2 meses fazer escritura, com clausula de devolução do valor pago caso o banco não empreste o capital (acederam que ao fim de 2 meses se não houver negócio por recusa bancária, há penalização de 5.000€). De referir que o banco que vai financiar a compra é estrangeiro (Suécia). O comprador refere que o crédito é quase garantido e lá as coisas funcionam diferente e muito rápido, com "promessa" de aprovação do crédito em 2 ou 3 semanas.

    Isto faz-vos sentido ou poderá haver aqui vigarice escondida?


    A única parte menos clara para mim, é o facto do banco ser estrangeiro. Como é que o banco Sueco vai avaliar o imóvel?

    Eu vendi o meu apartamento a um investidor de Hong Kong que teve que financiar a compra parcialmente na banca, e ele teve que o fazer através de um banco português.
  6.  # 5

    Eu vendi um imóvel meu a um comprador Francês e ele tratou do crédito habitação em França, num Banco Francês, e sem qualquer problema.
    No meu caso, não houve vistoria ao imóvel.
  7.  # 6

    Se for um crédito pessoal ou outra coisa qualquer, não é preciso nenhuma avaliação ao imóvel
    Concordam com este comentário: loverscout
  8.  # 7

    Ou se as garantias reais do empréstimo forem outros bens do comprador nesse país.
    Concordam com este comentário: ADROatelier
  9.  # 8

    Exija por escrito no CPCV que o dinheiro do sinal 5.000€ e o reforço 30.000€ lhe sejam pagos por transferência bancária obrigatoriamente da conta do comprador para a sua e que em caso de devolução do sinal e do reforço que seja pela mesma via para a conta original do dinheiro (veja a reacção do potencial comprador se possível cara a cara).
    OBS: se o banco dá a resposta em 2 a 3 semanas porque é que o comprador vai dar um reforço ao fim de 2 semanas? Tendo o sinal de 5.000€ reserve-lhe o imóvel pelo prazo de 1 mês.
  10.  # 9

    Parece tudo normal e, para si, a situação parece assegurada.
  11.  # 10

    Evolução do dia. Elaboração do contrato com os valores falados, incluindo as penalizações em caso de incumprimento. O negócio parou aqui: afinal o sr não concorda em perder 1€ sequer até final de Janeiro, sendo que se não fizesse a escritura até final de Janeiro eu teria que lhe devolver a totalidade. Não concordo, não vou ficar com a casa fechada até final de Janeiro sem alguma penalização (isto porque até já há mais compradores nacionais interessados).
    Outra questão que me levantou suspeita: pedi cheque bancário dos 5.000€ de sinal. Também isso foi problema, disse que afinal não tinha dinheiro em Portugal, mas que pagava com cartão de crédito.
    Aquilo que lhe propus foi ele ir buscar o dinheiro à Suécia, quando cá chegasse com o dinheiro fazíamos a escritura na hora sem necessidade de CPCV. Claro está que aí corre ele o risco de eu ter vendido a casa entretanto.

    Não corro tais riscos e passei à frente!
  12.  # 11

    tudo o que conta é que fica escrito.
  13.  # 12

    Fez bem.
    Neste momento o mercado é dos vendedores por isso ter um apartamento fechado por 3 meses e no fim não haver negócio, só se fosse um apartamento horrível que ninguém quisesse...
  14.  # 13

    Se o comprador quer mesmo comprar, por certo que vem munido de uma parcela tão "simples" como 5.000,00 euros.
    Concordam com este comentário: ANdiesel
  15.  # 14

    Colocado por: ADROatelierSe o comprador quer mesmo comprar, por certo que vem munido de uma parcela tão "simples" como 5.000,00 euros.
    Concordam com este comentário:ANdiesel


    Foi o aspeto que mais me fez soar os alarmes: quem vai comprar casa por 260k€ e nem sequer tem em conta 5000€ para sinal?
  16.  # 15

    Colocado por: ANdiesel

    Foi o aspeto que mais me fez soar os alarmes: quem vai comprar casa por 260k€ e nem sequer tem em conta 5000€ para sinal?


    99% dos portugueses não têm isso para dar de sinal. Normalmente pedem uma crédito pessoal para o sinal ou usam o cartão de crédito.
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    • ik
    • há 5 dias

     # 16

    Colocado por: marcoaraujo

    99% dos portugueses não têm isso para dar de sinal. Normalmente pedem uma crédito pessoal para o sinal ou usam o cartão de crédito.


    Estamos a falar de uma casa de 260mil e se não tem 5k na conta como esperam que o banco empreste alguma coisa?
    Concordam com este comentário: desofiapedro
  18.  # 17

    Colocado por: ik

    Estamos a falar de uma casa de 260mil e se não tem 5k na conta como esperam que o banco empreste alguma coisa?


    A conversa deste era outra: tem dinheiro no banco da Suécia, não cá. Diz que ia lá buscar o dinheiro, hipotecar a casa e quando viesse trazia o dinheiro.
    Até podia ser verdade, mas nestas coisas não me aventuro. Se a conversa não me soar bem, é excluído.
  19.  # 18

    Colocado por: marcoaraujo

    99% dos portugueses não têm isso para dar de sinal. Normalmente pedem uma crédito pessoal para o sinal ou usam o cartão de crédito.


    Nem quero acreditar que tal seja assim. Como se pode financiar 260k€ a 100%? Algo vai correr muito mal!!
  20.  # 19

    O mais estranho é ele querer comprar sem ter visto in loco.
  21.  # 20

    Colocado por: EntrecamposO mais estranho é ele querer comprar sem ter vistoin loco.


    Como assim, ver a casa? Isso ele viu, queria assinar CPCV no dia seguinte. Mas sem dinheiro, não!!
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