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  1.  # 781

    Colocado por: Casa da HortaPortugal a ser pioneiro e com o SNS na linha da frente da cirurgia robótica. Acho que nos podemos orgulhar.
    https://cnnportugal.iol.pt/transplante-de-figado/marco-na-medicina-europeia/a-filha-disse-a-mae-o-meu-figado-e-teu-o-que-se-passou-a-seguir-e-historico-em-portugal-e-mais-alem/20250804/689121b4d34ef72ee4491790

    Tinha interesse na opinião da nossa cirurgiã Sandra sobre o tema. Gostava de saber se a cirurgia se faz apenas com o cirurgião principal ou se implica também ter um ajudante?
    Estas pessoas agradeceram este comentário:HAL_9000


    Este tipo de notícias (cirurgias robóticas) já saiu mais de uma dúzia de vezes. Não é novidade.

    Estás cirurgias também se fazem com ajudante.

    Para já, estas cirurgias acabam por requerer o contrário daquilo a que se propõem, ou seja precisam de mais recursos do que uma cirurgia inteiramente presencial com o mesmo robot.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Casa da Horta
  2.  # 782

    Colocado por: Sandra_ccNão creio que ninguém tenha mais filhos por amamentar mais tempo.
    Essa redução do tempo laboral por amamentação, na verdade é mais tempo para a mãe estar com o filho. O único erro desse direito é chamar-se licença de amamentação, quando na verdade deveria ser tempo para a família que poderia ser usufruído pelo pai ou pela mãe.

    Agora toda esta discussão é feita em cima de nada. Obvio que há abusos, todos nós conhecemos mães a usufruir de horário de amamentação quando o bebé não mama desde os 6 meses. Mas será esse o problema do país? Num país em que a taxa de natalidade é baixíssima? Se há abusos, fiscalize-se. Tão simples quanto isso

    Este governo devia sim era concentrar-se em resolver o problema dos serviços de obstetrícia fechados. Agora num país de velhos por-se a cortar direitos a quem ainda tem bebés, como refere hoje uma crónica no expresso, vai dar um resultadão.
    Concordam com este comentário: Casa da Horta
  3.  # 783

    Colocado por: Sandra_ccEste tipo de notícias (cirurgias robóticas) já saiu mais de uma dúzia de vezes. Não é novidade.

    Pela primeira vez, um transplante de fígado com dador vivo foi realizado em simultâneo com dois robôs cirúrgicos.

    A novidade reside aqui e é bom que se continue neste caminho de constante evolução. Ninguém perde e todos ficam a ganhar. Já a "velhinha" laparoscopia representou uma melhoria muito significativa para os utentes, a robótica só pode incrementar essa melhoria.
  4.  # 784

    Colocado por: HAL_9000Se há abusos, fiscalize-se. Tão simples quanto isso

    Fiscalização como esta ?
    https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/ja-houve-mulheres-obrigadas-a-espremer-****-_68945d40c84f65753dd428e7

    Não é preferível haver regras claras?
    Mais uma vez falamos em percepções. Não existem dados sobre abusos, logo não existem.
    O mesmo discurso sobre a segurança e a imigração, eram só percepções mas os resultados estão á vista.
  5.  # 785

    Colocado por: CarvaiNão é preferível haver regras claras?
    Era precisamente isso que eu dizia. Mai vale assumir de vez que se trata de uma redução do horário laboral como tempo para a família, do que imputar essa redução a uma suposta amamentação.
    A Manter a lei, a fiscalização, passa por avaliar por exemplo como é que são emitidos relatórios médicos que a atestam. Se basta a mãe afirmar que amamenta, ou se pode haver outro tipo de verificação.

    Colocado por: CarvaiMais uma vez falamos em percepções. Não existem dados sobre abusos, logo não existem.
    Óbvio que haverá abusos. A questão é: é esse o grande problema do país? Quantas mães é que amamentam, e beneficiam do horário reduzido, até aos 6 anos? Ou após os 2 anos

    Olhe a minha esposa ainda amamenta, e prescindiu do horário de amamentação (que em abono da verdade nunca usou realmente) quando o bebé fez 12 meses. Umas situações compensarão as outras.
    Agora fazes um ataque a alguns dos poucos direitos pró-família, cheira mais a agendas ideológicas do que a real preocupação com o futuro do país.
  6.  # 786

    Essas medidas 'pro família,' são inconsequentes.

    Á medida que foram sendo legisladas e estendidas, a natalidade foi caindo paulatinamente.

    Não é por estes direitos que as pessoas têm filhos.

    O que leva a um incremento de natalidade são outros factores. Factores mais sócio económicos que político-legais.
  7.  # 787

    Colocado por: Sandra_ccNão é por estes direitos que as pessoas têm filhos.

    Tal como a redução das folgas por aborto voluntário não vai aumentar a natalidade.
    Até porque o aborto por razões de saúde está quase sempre associado a baixas médicas.
  8.  # 788

    Colocado por: Carvai
    Tal como a redução das folgas por aborto voluntário não vai aumentar a natalidade.
    Até porque o aborto por razões de saúde está quase sempre associado a baixas médicas.


    Mamoplastia, rinoplastias, abdominoplastia e outras cirurgias estéticas também dão baixas...

    Enfim...
  9.  # 789

    Colocado por: Sandra_ccNão é por estes direitos que as pessoas têm filhos.
    Certo. Mas imagino que a ausência deles é que não ajude mesmo nada. Para quem tem trabalhos com horários de m***, ou quem mora longe do local e trabalho porque o preço da habitação está pela hora da morte, essas duas horas diárias, podem não contribuir para convencer alguém a ter filhos, mas de certeza que contribuem para a qualidade de vida da Criança.


    Colocado por: CarvaiTal como a redução das folgas por aborto voluntário não vai aumentar a natalidade.
    Esta é e facto um bocado estúpida. Se ao criar uma criança, se está a criar um contribuinte em potencial, e poranto entendem-se as medidas pró-familia. Licenças pagas em abortos voluntário é algo para o qual não haverá justificação.



    Colocado por: Sandra_ccMamoplastia, rinoplastias, abdominoplastia e outras cirurgias estéticas também dão baixas...
    Uma vez que não se tratam de condições clinicas, mas sim procedimentos estéticos não faz efetivamente grande sentido serem baixas pagas.
  10.  # 790

    Colocado por: Sandra_ccO que leva a um incremento de natalidade são outros factores. Factores mais sócio económicos que político-legais.
    Que trabalhadores é que no seu entender têm mais poder para negociar melhores condições salriais tendo em vista a sua melhoria socioeconómica? Os trabalhadores com mais direitos, ou com menos direitos?

    Basta ver o efeito troica, que cortou a torto e a direito em termos de direitos (uns justificados, outros nem por isso), e não me parece que o poder de compra tenha aumentado, muito pelo contrário.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: cmcosta
  11.  # 791

    Colocado por: HAL_9000Que trabalhadores é que no seu entender têm mais poder para negociar melhores condições salriais tendo em vista a sua melhoria socioeconómica? Os trabalhadores com mais direitos, ou com menos direitos?

    Basta ver o efeito troica, que cortou a torto e a direito em termos de direitos (uns justificados, outros nem por isso), e não me parece que o poder de compra tenha aumentado, muito pelo contrário.


    Creio que não é por 'direitos' que se incentiva a natalidade.

    É uma conversa extensa que não vou alongar, mas basta ver que as sociedades que atingem determinados níveis de desenvolvimento acabam por começar a deixar de ter filhos. O exemplo da China é interessante porque deu-se isso exatamente. Há, como dizem, demasiadas distrações/diversões, em sociedades desenvolvidas, para não se ter filhos. E o divórcio também se tornou muito fácil.

    Tudo somado: é mais fácil, mais pratico e mais barato não ter filhos. Mesmo com muitos direitos.
  12.  # 792

    Colocado por: HAL_9000Certo. Mas imagino que a ausência deles é que não ajude mesmo nada. Para quem tem trabalhos com horários de m***, ou quem mora longe do local e trabalho porque o preço da habitação está pela hora da morte, essas duas horas diárias, podem não contribuir para convencer alguém a ter filhos, mas de certeza que contribuem para a qualidade de vida da Criança.


    Esta é e facto um bocado estúpida. Se ao criar uma criança, se está a criar um contribuinte em potencial, e poranto entendem-se as medidas pró-familia. Licenças pagas em abortos voluntário é algo para o qual não haverá justificação.



    Uma vez que não se tratam de condições clinicas, mas sim procedimentos estéticos não faz efetivamente grande sentido serem baixas pagas.


    Os procedimentos cirúrgicos estéticos não estão isentos de baixa.
  13.  # 793

    Colocado por: Sandra_ccOs procedimentos cirúrgicos estéticos não estão isentos de baixa.
    Bem sei. É evidente que existe direito a baixa. A questão que levantei é se essa baixa deveria ser paga, ou se o mais correto era uma baixa não remunerada.



    Colocado por: Sandra_ccCreio que não é por 'direitos' que se incentiva a natalidade.

    É um conversa extensa que não vou alongar, mas basta ver que as sociedades que atingem determinados níveis de desenvolvimento acabam por começar a deixar de ter filhos.
    Concordo que o desenvolvimento influencia as taxas de natalidade, mas há nuances. Os direitos, não diria que incentivam, mas permitem.
    Muitas pessoas optam por ter menos filhos por escolha, o que é legítimo. O problema São aquelas que não têm filhos porque lhes falta tempo ou dinheiro para os criar com dignidade num contexto de um país Supostamente desenvolvido.

    A sociedade deveria garantir que quem deseja ter filhos tenha condições para isso. Não pressionar, mas permitir. Caso contrário, parece que estamos a sugerir que a solução para a baixa natalidade é a pobreza, já que, em média, é nas faixas mais pobres que nascem mais crianças.
  14.  # 794

    Colocado por: HAL_9000Bem sei. É evidente que existe direito a baixa. A questão que levantei é se essa baixa deveria ser paga, ou se o mais correto era uma baixa não remunerada.



    Concordo que o desenvolvimento influencia as taxas de natalidade, mas há nuances.
    Muitas pessoas optam por ter menos filhos por escolha, o que é legítimo. O problema São aquelas que não têm filhos porque lhes falta tempo ou dinheiro para os criar com dignidade num contexto de um país Supostamente desenvolvido.

    A sociedade deveria garantir que quem deseja ter filhos tenha condições para isso. Não pressionar, mas permitir. Caso contrário, parece que estamos a sugerir que a solução para a baixa natalidade é a pobreza, já que, em média, é nas faixas mais pobres que nascem mais crianças.


    Depende. Uma mamoplastia pós carcinoma da mama, sou da opinião que justifica baixa paga.

    Uma mamoplastia de aumento sem precedente clínico...acho que não.
  15.  # 795

    Colocado por: HAL_9000Bem sei. É evidente que existe direito a baixa. A questão que levantei é se essa baixa deveria ser paga, ou se o mais correto era uma baixa não remunerada.



    Concordo que o desenvolvimento influencia as taxas de natalidade, mas há nuances. Os direitos, não diria que incentivam, mas permitem.
    Muitas pessoas optam por ter menos filhos por escolha, o que é legítimo. O problema São aquelas que não têm filhos porque lhes falta tempo ou dinheiro para os criar com dignidade num contexto de um país Supostamente desenvolvido.

    A sociedade deveria garantir que quem deseja ter filhos tenha condições para isso. Não pressionar, mas permitir. Caso contrário, parece que estamos a sugerir que a solução para a baixa natalidade é a pobreza, já que, em média, é nas faixas mais pobres que nascem mais crianças.


    Sou da opinião que esmagadoramente quem quer ter filhos (e não tem condição clínica limitativa), tem.

    Quem não tem é porque esmagadoramente não sente a motivação total necessária para tal. Até pode ter alguma, mas não a suficiente (bem aquelas ponderações: até gostava, mas...passar noites acordada...)

    Claro que com filhos se pode fazer quase tudo o que se faz sem filhos, mas custa mais dinheiro, custa muito mais energia e ainda mais tempo. É mais fácil sem filhos, ponto.

    Por outro lado a taxa de divórcios alta, a duração média dos casamentos baixa e o número dos casamentos baixo, são uma equação com resultado parco de natalidade.
  16.  # 796

    A baixa natalidade é muito mais cultural do que económica, tal como a falta de habitação para os jovens tem mais a ver com a duplicação da procura - menos casamentos, mais divórcios.
    Aliás é evidente que se gasta mais em animais domésticos do que em crianças, daí existir um Partido cujo objetivo é o Estado participar mais nas despesas com esses animais. E lá vamos pagar mais impostos para pagar a comidinha e o veterinário do bobi.
    Concordam com este comentário: Sandra_cc
  17.  # 797

    Colocado por: Carvai E lá vamos pagar mais impostos para pagar a comidinha e o veterinário do bobi.
    Concordam com este comentário:Sandra_cc


    Isso nunca vai acontecer. Quem concorda com coisas como "sns para animais" é "meia dúzia" de bem instalados alienados da realidade. "Meia dúzia" mas chegam para eleger uma deputada ;)

    Para a esmagadora maioria, canalizar dinheiros para um sns animal quando o dinheiro do sns "humano" nunca chega é simplesmente uma ideia disparatada. Não consguem tratar devidamente dos animais não os tenham.
    Concordam com este comentário: HAL_9000
  18.  # 798

    Colocado por: Sandra_ccUma mamoplastia de aumento sem precedente clínico...acho que não.
    Para ficar claro, era a isto que me referia com procedimentos meramente estéticos.



    Colocado por: Sandra_cc
    Quem não tem é porque esmagadoramente não sente a motivação total necessária para tal. Até pode ter alguma, mas não a suficiente
    EU não tenho a certeza que isto seja exatamente assim. As pessoas vão adiando o ter filhops por diversos motivos, sendo alguns efetivamente monetários, até porque: "Claro que com filhos se pode fazer quase tudo o que se faz sem filhos, mas custa mais dinheiro, custa muito mais energia e ainda mais tempo"

    E a questão monetária não é de somenos, o acréscimo de gastos é eftivamente elevado, até tendo em conta que grande parte dos serviços públicos pura e simplesmente não funciona.
  19.  # 799

    Colocado por: CarvaiA baixa natalidade é muito mais cultural do que económica,
    Sim, mas o Carvai teria filhos se não tivesse nem tempo nem dinheiro para os criar?
  20.  # 800

    Colocado por: HAL_9000Sim, mas o Carvai teria filhos se não tivesse nem tempo nem dinheiro para os criar?

    Não faço ideia, só tive um filho e nunca me faltou tempo nem dinheiro para ter mais. Foi uma opção. Agora tenho 2 netos a quem também não me falta tempo nem dinheiro para os ajudar, pois neste momento são a minha 1ª prioridade.
    Há uns dias atrás assistimos aos episódios de demolição de barracas e quem aparecia sempre a reclamar eram mães de com várias crianças. Pobres, sem pai, sem documentos, trabalhos precários mas sem problemas de procriação.
 
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