Iniciar sessão ou registar-se
  1. Colocado por: Rui A. B.Segundo: Se perder um bocado de tempo a informar-se verá que houve um grande aumento de depósitos por parte do estado (de modo a possibilitar um aumento de capital na CGD se for necessário), se contabilizarem esses depósitos podemos até ter em 2016 uma diminuição da dívida pública.

    Se você tivesse lido o artigo que mandei, já não dizia disparates em relação à dívida pública líquida de depósitos, a certa altura dizem o seguinte:

    " Mas a dívida pública sem depósitos agravou-se na mesma, cerca de 5,5 mil milhões de euros em 2016, ficando em 223,8 mil milhões de euros no final do ano passado, um sinal de que o endividamento continua a ser um problema profundo e estrutural, embora menos agressivo do que no passado. "
  2. Colocado por: J.Fernandes
    Não é assim. A dívida tem um valor concreto em euros - o stock da dívida - que neste momento vai em cerca de 241 mil milhões de euros. Para se ter uma ideia do peso que a dívida tem no contexto da economia do país, usa-se o rácio dívida / PIB, e tanto num como noutro, as coisas estão bem pior do que em 2015.


    Bem, vamos lá ver se a gente se entende. Entre 2011 e 2015, durante governo da coligação, a dívida pública passou de 109,2% do PIB para 129,6% do PIB. Vamos ver qual será a dívida (em %do PIB) no fecho de 2016 e depois falamos.. Ok?! Provavelmente vou ficar a falar sozinho... Lolll
  3. É preciso levar igualmente em conta que um dos factores a contribuir para o aumento da dívida foi a acumulação pelo Estado de mais depósitos. De acordo com os dados do Banco de Portugal, a dívida líquida de depósitos ascendeu a 223,8 mil milhões de euros, um valor que representa um acréscimo de 5497 milhões de euros face ao ano passado (ou 2,5%).

    Tendo em conta que o crescimento nominal do PIB previsto é de 3,2%, isto significa que, se retirar da análise os depósitos acumulados, o peso da dívida no PIB até pode ter registado um decréscimo.
  4. Os seus amigos aumentaram a dívida pública 20,4% (em %PIB) enquanto me roubaram... Isso é que é estranho!
    Concordam com este comentário: maria rodrigues
  5. Colocado por: Rui A. B.Os seus amigos aumentaram a dívida pública 20,4% (em %PIB) enquanto me roubaram... Isso é que é estranho!


    Isto é um facto, não uma opinião!
    Concordam com este comentário: maria rodrigues
  6. Colocado por: Rui A. B.Tendo em conta que o crescimento nominal do PIB previsto é de 3,2%, isto significa que, se retirar da análise os depósitos acumulados, o peso da dívida no PIB até pode ter registado um decréscimo.

    Era bom não era, que o PIB que entra no rácio dívida /PIB fosse o que resulta do crescimento nominal do PIB?

    Caro amigo, o PIB com que se calcula o rácio dívida / PIB para 2016 é o que resulta de um crescimento de 1,4% (até eventual nova actualização) sobre o PIB de 2015.
  7. Colocado por: Rui A. B.Entre 2011 e 2015, durante governo da coligação, a dívida pública passou de 109,2% do PIB para 129,6% do PIB.

    Ai agora já não lhe interessa falar de 2016?!

    Colocado por: Rui A. B.Os seus amigos aumentaram a dívida pública 20,4% (em %PIB) enquanto me roubaram... Isso é que é estranho!

    Por acaso não são meus amigos.

    Mas se é assim, não me importo nada de mudar de período de análise e falar dos seus amigos, olhe por exemplo entre 2005 e 2011 , a dívida pública passou de 67% do PIB para 111% (onde foi buscar esses 109?), o que dá a módica subida de 44% (quarenta e quatro por cento)! Apenas o dobro daquele valor de que você se queixa.

    E isto não são factos?
  8. .
  9. Colocado por: Rui A. B.enquanto me roubaram...

    Ainda bem que agora temos de volta ao governo o gang socrático, para acabar com essas poucas vergonhas e injustiças, não é?
  10. Colocado por: Rui A. B.
    Eu a brincar?! Mas então um governo de geringonça, de esquerda, de gastadores e esbanjadores consegue gerir um país sem a austeridade de direita,

    É verdade. A austeridade de direita foi-se, e veio a bonança de esquerda: a carga fiscal em 2016, medida pela soma de impostos directos, indirectos e contribuições para a SS, vs PIB, atingiu o seu máximo histórico.


    com crescimento económico,

    com crescimento económico, vírgula, inferior ao do ano anterior, e cerca de metade do prometido pela geringonça...


    com redução do desemprego,

    com redução do desemprego, na sequência do que tem vindo a acontecer ininterruptamente desde 2013,


    com mais prestações sociais ao mesmo tempo que reduz o crescimento da dívida pública face ao governo anterior?! A maldita matemática às vezes tem destas coisas!


    É verdade: a dívida que ia diminuir aumentou. E o famoso défice mais baixo da democracia (que não foi, mas adiante) repetidamente ostentado como troféu resulta de uma diminuição pífia em relação ao ano anterior.
  11. Colocado por: J.Fernandes
    Ainda bem que agora temos de volta ao governo o gang socrático, para acabar com essas poucas vergonhas e injustiças, não é?


    Já me viu defender o desempenho do governo do Sócrates?

    O que eu acho é que fizeram uma tempestade num copo de água quando este governo tomou posse e a verdade é que as coisas têm corrido bem. O país está incomparávelmente melhor do que há 2 anos atrás!
    Concordam com este comentário: maria rodrigues
  12. Colocado por: Rui A. B.
    Primeiro: A dívida pública avalia-se em % do PIB e aí não me parece haver 90% de aumento.

    Pois não, mas você é que falou em abrandamento do crescimento.


    Segundo: Se perder um bocado de tempo a informar-se verá que houve um grande aumento de depósitos por parte do estado (de modo a possibilitar um aumento de capital na CGD se for necessário), se contabilizarem esses depósitos podemos até ter em 2016 uma diminuição da dívida pública.


    A dívida bruta aumentou e a dívida líquida de depósitos também.

    (acresce ainda a dívida escondida a fornecedores, que serve para baixar um pouco o défice).
  13. Colocado por: Rui A. B.a verdade é que as coisas têm corrido bem.

    Já isto não são factos, é uma opinião, completamente legítima. Eu sou de opinião contrária.

    Colocado por: Rui A. B.O país está incomparávelmente melhor do que há 2 anos atrás!

    Mais uma opinião, só que desta vez não baseada em nenhum facto: se a dívida aumenta mais que anteriormente, é que nem vale a pena falar de défices; o desemprego está a descer desde 2013 e como dizia Costa na altura, muito por culpa da emigração e estágios pagos; a carga fiscal, a maior de sempre; investimento público (tão defendido pelo Costa na oposição) o valor mais baixo em democracia, investimento privado uma enorme descida em relação a 2015.
  14. A falta de honestidade dos nossos políticos em geral, aliada à grande incompetência que sempre evidenciaram, tem-nos arrastado para esta situação lastimosa. Por isso as designações como geringonça, que já foi precedida por outra geringonça de direita (nunca ninguém se lembrou de lhe chamar isso).

    Agora está na moda. Até vêm cá políticos estrangeiros para ver como se faz.

    Penso até que vem nesta linha a vitória de trump, que infelizmente, até vai ser pior para nós (e para o resto do mundo) que a nossa geringonça caseira ...

    Há aqui malta no fórum que sabe mais disto que os próprios políticos!
  15. Nem de propósito, começam logo como presidentes da junta:

    "Antigos autarcas de Arroios, Lisboa, acusados de desviar mais de 316.000 euros da junta"
  16. Colocado por: Picareta
    E quem é que chamou a troika?

    Embora não tenha a certeza absoluta penso que foi o ministro das finanças, Fernando Teixeira dos Santos. O Picareta não sabia?-:)))
    E quais foram os governantes que levaram à prática - aliás, muito para além do exigível (aceitável) - as medidas draconianas que criaram uma «enormérrima» legião de desempregados e milhares de pobres, em Portugal? Segundo se consta a intervenção dos nossos credores, em datas anteriores à chamada desta troica, deveu-se depois de uma certa Direita estar, perdulariamente, no poder tempo a mais! Quando não são uns, são outros. Mr. Barroso, diz-lhe alguma coisa, por exemplo?
  17. Colocado por: maria rodriguesSegundo se consta a intervenção dos nossos credores, em datas anteriores à chamada desta troica, deveu-se depois de uma certa Direita estar, perdulariamente, no poder tempo a mais!

    A sua memória deve estar um pouco adormecida, já que os outros episódios de pedidos de empréstimos ao FMI na sequência de pré-bancarrotas, antes de 2011, foram em 1977 e 1983. De 1974 a essas datas, PSD e CDS ocuparam o governo por muito pouco tempo.

    No tempo de Cavaco e muito para além dele, não houve nenhuma dessas situações de emergência, a não ser que queira culpar Barroso que esteve lá entre 2002 e 2005 pela catástrofe que sofremos na sequência dos governos quase criminosos que lá estiveram entre 2005 e 2011.

    Colocado por: maria rodriguesE quais foram os governantes que levaram à prática - aliás, muito para além do exigível (aceitável) - as medidas draconianas que criaram uma «enormérrima» legião de desempregados e milhares de pobres, em Portugal?

    A resposta é fácil: foram os governantes que pela sua irresponsabilidade, incompetência e falta de sentido de dever, duplicaram a dívida pública entre 2005 e 2011, levando-nos a uma bancarrota.
  18. Colocado por: Rui A. B.

    O que eu acho é que fizeram uma tempestade num copo de água quando este governo tomou posse e a verdade é que as coisas têm corrido bem. O país está incomparávelmente melhor do que há 2 anos atrás!


    É fantástico: o PIB a crescer (menos que há dois anos e metade do que foi prometido ..), o desemprego a descer (como é uma constante dos últimos 4!!!! anos), a dívida a crescer (o que há dois anos era mau, hoje é óptimo), a carga fiscal a aumentar (adeus austeridade). Muda-se o governo, mudam-se as lentes...

    Não ligue ao aumento das taxas de juro, que isso não interessa nada. Não ligue aos truques do défice, porque a criatividade humana é inesgotável e para o ano haverá truques novos. Esqueça o aumento do salário mínimo à bruta, que daqui a uns tempos vamos pagar sem notar..
  19. Colocado por: luisvv

    É fantástico: o PIB a crescer (menos que há dois anos e metade do que foi prometido ..),


    Evolução do PIB
  20. Colocado por: luisvv

    o desemprego a descer (como é uma constante dos últimos 4!!!! anos), a dívida a crescer (o que há dois anos era mau, hoje é óptimo),


    Emprego.

    Como poderá ver, o importante não é baixar o desemprego, é subir o número de pessoas com emprego!
    Concordam com este comentário: 21papaleguas
 
0.0432 seg. NEW