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  1. Colocado por: dmanteigasDa o bom exemplo da California... a ultima vez que verifiquei, o estado da California nao subsidia o turismo em detrimento do setor tecnologico.


    No exemplo dos Parques Nacionais que o AMG1 deu, e outros, quem paga e os mantem é não só o Estado Californiano, como o Governo Federal (Central)...

    Desengane-se da ideia de que "há poucos impostos" por ali. Há bastantes, são é diferentes. Imagine que constrói a sua casita, e entre as muitas taxas que vêm na licença... por vezes incluem uma "park fee". E não são 1000 nem 2000 paus. Chegam facilmente aos 6 digitos dependendo do municipio. E depois pergunta, para que raio vou pagar 100k$? É para que a cidade crie novos ou mantenha pequenos parques urbanos, para que você possa ir passear o cão ou apanhar sol. Não tem escolha, pode não gostar de parques que paga na mesma.

    Ou seja, para os Parques Nacionais, os grandes, há $$$ público. Para os canteiros nas cidades, paga quem constrói na prática, mas quem dá a cara é o municipio na mesma.

    O público só existe porque há população a mexer-se, a construir, a mover a economia, a consumir...

    Mas sim, tem razão. O sector tecnológico também tem boas ajudas... quando não paga isso tudo no momento de construir por exemplo. A cidade quer mais empregos, porque daí chegam muitos impostos.
  2. Colocado por: ferreiraj125Se emigrasse e estivesse rodeado de portugueses, emigraria para outro país 🤣


    É de longe a melhor maneira para integrar-se. Tanto para sí, como para os seus filhos, etc...
  3. Colocado por: N Miguel OliveiraNo exemplo dos Parques Nacionais que o AMG1 deu, e outros, quem paga e os mantem é não só o Estado Californiano, como o Governo Federal (Central)...


    Isso e diferente de dizer que prestacao de servicos de turismo vai pagar apenas 1/4 do imposto sobre o consumo vs servicos tecnologicos.
    O que acontece em Portugal.
  4. Colocado por: dmanteigasIsso e diferente de dizer que prestacao de servicos de turismo vai pagar apenas 1/4 do imposto sobre o consumo vs servicos tecnologicos.
    O que acontece em Portugal.


    Sim, eu sei. Mas no caso que o AMG1 deu, era precisamente sobre os Parques Nacionais. Porque lá, é sobretudo isso que atraí turistas. Não é o centro de San Jose, Palo Alto ou Sunnyvale.

    Convém não esquecer, que no caso da restauração e hotelaria em Portugal, muitas vezes se confunde Turismo com o dia a dia duma cidade. Vivendo em Matosinhos, ia ao restaurante "em trabalho"... e ainda bem que me cobrava o mesmo que ao turista. Idem para as viagens e estadias em trabalho. Isto para dizer que não é fácil na Europa distinguir as duas coisas. Claro que poderia subir os preços da restauranção toda em Matosinhos, mas muito mais que turistas, isso iria afectar quem ali vive ou trabalha. Afinal, queremos mais ou menos impostos? Que fazer? Distinguir o turista no momento de pagar? Quer fazer como em Cuba, em que até a moeda é diferente em função se é residente ou turista?

    Já nos USA, isso só acontece pontualmente, eventualmente em cidades tipo NYC, Miami, SF. Agora, no Silicon Valley, toda a gente sabe que quem fica hospedado num Sonesta em Milpitas ou Cupertino ou qualquer outra terra por ali, não está ali de passeio...

    Agora, não é por não haver tanto turismo nessas zonas, que não faltam restaurantes e hoteis, rent-a-car, etc... e que não faltam estrangeiros. Estão é ali por outros motivos, em viagens de negócio, etc... em que a malta vai à Apple, mas não sabe nada sobre Cupertino por exemplo.

    Em parte, a explosão do turismo lusitano, ajudou-nos a conhecer outras partes do nosso próprio país também. Quem sabe se sem isso, certas populações não estariam sepultadas no esquecimento por esta altura... convém nunca esquecer que à priori, o maior consumidor de determinado sector, é português. Se um IVA menor me incentiva a sair de casa e passear mais em Portugal, porque não? Vou quere-lo mais caro, só para que o estrangeiro pague mais por isso também? Posso querer que volte para os 23% por outros motivos, por justiça para com outros sectores, etc... eh pá, mas que não seja por causa do estrangeiro.
    Concordam com este comentário: AMG1
    • AMG1
    • 28 outubro 2025
    Colocado por: dmanteigas

    Nem ninguem aqui propõe acabar com o turismo. Apenas e so deixar de o subsidiar em detrimento de outros setores economicos. Da o bom exemplo da California... a ultima vez que verifiquei, o estado da California nao subsidia o turismo em detrimento do setor tecnologico.
    Concordam com este comentário:kuatro


    Também não vi aqui ninguem a defender a subsidiacao do turismo seja por via fiscal ou qualquer outra.
    Quanto a subsidiacao do turismo na Califórnia, acho que tem de verificar melhor. Nesta zona, grande parte do turismo gira em torno dos parques naturais, cuja manutenção é pública (maioritariamente federal). É facto que não há borlas fiscais para os hoteleiros, mas sem os parques infraestruturados e a funcionar como funcionam o negocio também não existia, ou pelo menos não teria a dimensão que tem. O estado não dá subsidios, mas garante e suporta a principal fonte de atracção dos clientes.
    Quanto às tecnológicas, perca um bocadinho de tempo para perceber de que forma é que foi criado o eco-sistema que favoreceu o exito de muitas, ou até mesmo as ajudas directas do estado a outras tantas. Ou então veja a concorrencia entre estados para a relocalização de algumas dessas actividades e a quantidade de beneficios fiscais e outros que estão disponíveis para conceder.
    Quanto à agricultura, nem precisa de ir muito longe, procure perceber de que forma é que está a ocorrer a substituição da produção de nozes sobeetudo por cerejas nas enormes extensões do Central Valley e o papel da FDA nesse processo.
    A ideia de que nos USA o estado não tem um papel relevante na economia, não têm qualquer adesão a realidade. Óbviamente que esse papel não é para manter artificialmente empresas moribundas mas, como deve ser, para apoiar quem tem bons projectos com futuro.

    Agora quanto ao turismo em Portugal, já todos percebemos o óbvio. Sem ele as tx de desemprego dos últimos anos não seriam as mesmas e isso seria nefasto para a vida de qualquer governo. A manutenção da situação, que no início até fez algum sentido, acabou por criar um monstro que já ninguém controla e que só o mercado pode debelar. O problema é que quando isso acontecer, os impactos vão sentir-se por todo o lado.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
    • AMG1
    • 28 outubro 2025
    Colocado por: Vítor Magalhães

    Acabou por responder e dar razão ao que tinham escrito acima. A fraca capacidade negocial também é suportada pela elevada concorrência por quem aceita trabalhar pelo salário minimo, e não falta quem o aceite.
    Em todo o caso, essas mesmas atividades que geram pouco valor são muito mais bem remuneradas lá fora, razão pela qual o grosso dos portugueses que emigram são essas atividades que acabam por ir desempenhar, mas com outro... "mindset".


    Como em qualquer outro mercado, no trabalho, se a oferta de mão de obra supera a procura, os salários naturalmente não sobem. A questão é que os trabalhadores portugueses não precisaram para concorrência dos trabalhadores imigrantes para que os seus salarios fossem baixos, porque simplesmente sempre o foram.
    Mesmo agora, em actividades onde se diz haver falta de mão de obra, os salários teimam em manter-se baixos, o que indicia a existencia outros factores a arrastar os salários para baixo, que não a simples existencia de imigrantes.
    Apontar aos imigrantes mais essa "culpa", a meu ver, não faz qualquer sentido e desvia as atenções do que é relevante que é a valorização do trabalho através duma remuneração mais condizente com o seu peso nas cadeias de valor.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
    • AMG1
    • 28 outubro 2025
    Colocado por: Vítor Magalhães

    As pessoas tem que compreender e fazer mostrar que fazem mais falta às empresas e patrões portugueses que o contrário, independentemente de serem portugueses, brasileiros, indostânicos, etc...
    Concordam com este comentário:dmanteigas


    Nisto estamos completamente de acordo.
    Os trabalhadores portugueses tem de se valorizar mais junto dos patrões, mas também na forma como muitos desempenham as suas funções.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
    • AMG1
    • 28 outubro 2025
    Colocado por: ferreiraj125

    Se emigrasse e estivesse rodeado de portugueses, emigraria para outro país 🤣


    Eu também aconselho o mesmo, mas não é essa a realidade nos locais que indiquei.
    Provavelmente os Portuguesas são mais parecidos com os bengalis do que julgam 🤣
  5. Colocado por: N Miguel Oliveira

    É de longe a melhor maneira para integrar-se. Tanto para sí, como para os seus filhos, etc...

    Não concordo…
    Mas aceito opiniões.
    Digo sabendo do que falo, que o Miguel provavelmente sub-entederá que estive/estou, como ele, por muitas realidades.
  6. Colocado por: AMG1Quanto às tecnológicas, perca um bocadinho de tempo para perceber de que forma é que foi criado o eco-sistema que favoreceu o exito de muitas


    Ora... esta a ver como o AMG1 chega la :)
    Da mesma forma que em Portugal criamos um ecossistem que previligia o turismo, podiamos e podemos faze-lo para outros setores mais produtivos. Portanto nao vamos dizer que sao os empresarios ou os bancos que escolhem quando o Estado em Portugal claramente beneficia um setor em detrimento de todos os outros, que por acaso tem dezenas de externalidades negativas e funciona a base de baixo valor acrescentado.



    Colocado por: N Miguel OliveiraSim, eu sei. Mas no caso que o AMG1 deu, era precisamente sobre os Parques Nacionais. Porque lá, é sobretudo isso que atraí turistas. Não é o centro de San Jose, Palo Alto ou Sunnyvale.


    Mas isso e falar de alhos e voce responder com bugalhos. Isso e o mesmo que dizer que o estado que constroi estradas ou ferrovia para os camioes e comboios poderem circular com os produtos que as fabricas produzem. Nao vamos desviar do que e essencial. Em Portugal o que existe e bem mais do que criar condicoes para os negocios prosperarem. E o estado a 'dar' dinheiro a um setor em especifico em detrimento dos outros para o tornar mais competitivo internacionalmente.


    Colocado por: N Miguel OliveiraClaro que poderia subir os preços da restauranção toda em Matosinhos, mas muito mais que turistas, isso iria afectar quem ali vive ou trabalha. Afinal, queremos mais ou menos impostos?


    O N Miguel Oliveira que eu conheco diria que as pessoas de matosinhos podem perfeitamente levar comida de casa.
    E mais uma vez... a restauracao nao e essencial, nao faz sentido ter taxa de IVA reduzido seja para turistas ou nacionais.

    Colocado por: AMG1A ideia de que nos USA o estado não tem um papel relevante na economia, não têm qualquer adesão a realidade. Óbviamente que esse papel não é para manter artificialmente empresas moribundas mas, como deve ser, para apoiar quem tem bons projectos com futuro.


    Obviamente. O AMG1 nao percebeu a minha questao. O Estado e sempre o maior agente economico de cada pais. Os US sao um estado com uma intervencao economica muita forte, por varias vias, sejam subsidios, legislacao, etc. Aqui a questao e que la nao se decidiu prioritizar o turismo como o setor onde o estado intervem positivamente. Nao existe nenhum operador turistico americano estilo Tesla, que cresceu a custa da intervencao estatal que colocou os concorrentes da tesla a subsidia-la por via das taxas de CO2.

    Isto para concluir o seguinte. Que Portugal nao esta 'refem' do turismo por fruto do acaso. Esta 'refem' do turismo por intervencao do estado. Citando:

    Colocado por: AMG1Os baixos salarios são, antes de mais, porque muito desse trabalho é consumido em actividades que geram pouco valor, independentemente de serem portugueses ou chineses a fazê-lo.


    O AMG1 nao acha que e o proprio estado que cria estas condicoes ao subsidiar por via direta (impostos) e indireta (imigracao abundante para manter o preco da MO baixo)? O meu ponto e apenas este. Que nao existe transformacao milagrosa da economia que nao comece pelo estado, pelo menos, deixar de subsidiar as atividades que geram pouco valor para as tornar menos atrativas enquanto investimento.


    Colocado por: AMG1Os trabalhadores portugueses tem de se valorizar mais junto dos patrões, mas também na forma como muitos desempenham as suas funções.


    Os trabalhadores portugueses tem de abandonar esta ideia de emprego para a vida. E o maior cancro que existe. A melhor progressao que se pode fazer quer para o proprio, quer para as empresas e a horizontal. Manter-se 40 anos no mesmo posto de trabalho e um absurdo e o principal motivo pela falta de poder negocial.
  7. Colocado por: gil.alvesNão concordo…
    Mas aceito opiniões.
    Digo sabendo do que falo, que o Miguel provavelmente sub-entederá que estive/estou, como ele, por muitas realidades.


    No meu caso, gosto que haja uma comunidade, um tasco, onde possa ir ver a Champions ou Europa League do FCPorto ou do SCBraga (estes ultimos anos nem Champions), ou a Seleção. É bom ter gente com quem falar em português de vez enquando, partilhar piadas locais, e isso é importante para as crianças também que sabem português mas só falam muito pontualmente com alguém que não seja o pai ou a mãe. A comunidade lusa local serve também para ajudar a entender o novo país ao nível das leis, cultura, modos de ser, etc... através de analogias com PT por exemplo.

    Mas depois, o dia só tem 24h como para toda a gente. Cada minuto passado com um português, é minuto que não é usado com outras gentes. Quando não tem essa comunidade, ou se integra à força ou regressa a casa. Com a comunidade, pode viver 20 anos num país sem sequer falar o idioma local. É a isso que me refiro. Há dificuldade de integração quando toda a envolvente continua a ser lusitana.
  8. Colocado por: dmanteigasMas isso e falar de alhos e voce responder com bugalhos. Isso e o mesmo que dizer que o estado que constroi estradas ou ferrovia para os camioes e comboios poderem circular com os produtos que as fabricas produzem. Nao vamos desviar do que e essencial. Em Portugal o que existe e bem mais do que criar condicoes para os negocios prosperarem. E o estado a 'dar' dinheiro a um setor em especifico em detrimento dos outros para o tornar mais competitivo internacionalmente.


    Mas isso é precisamente o que acontece no Turismo. Torná-lo mais competitivo com um IVA menor.

    Sim, são alhos e bugalhos, porque na California e nos Parques Nacionais que o AMG1 mencionou têm um caracter que não encontra em Portugal ou na Europa. O que lhe estou a dizer é precisamente isso, que lá há mais alhos e menos bugalhos. Existem incentivos também em outros sectores, são é diferentes.
  9. Colocado por: dmanteigasO N Miguel Oliveira que eu conheco diria que as pessoas de matosinhos podem perfeitamente levar comida de casa.
    E mais uma vez... a restauracao nao e essencial, nao faz sentido ter taxa de IVA reduzido seja para turistas ou nacionais.

    Mas eu aí até posso concordar. Que não haja IVA menor. A diferença é que eu entendo donde é que isso veio. E foi bastante importante para ocupar muita gente que perdeu emprego há 15 anos. Como malta das obras por exemplo.

    Do mesmo modo que entendo que baixar o IVA para 6% na construção é importante nesta altura, dada a crise na habitação.

    O que não entendo é relacionar isso com os estrangeiros... ou como que se o turismo e a restauração só tivessem clientes estrangeiros.
    • eu
    • 28 outubro 2025
    Colocado por: dmanteigaso Estado em Portugal claramente beneficia um setor


    Mas que grandes benefícios são esses para o turismo ?
  10. Colocado por: eu

    Mas que grandes benefícios são esses para o turismo ?


    Taxa de IVA reduzida.
    • AMG1
    • 28 outubro 2025
    Colocado por: dmanteigas

    Ora... esta a ver como o AMG1 chega la :)
    Da mesma forma que em Portugal criamos um ecossistem que previligia o turismo, podiamos e podemos faze-lo para outros setores mais produtivos. Portanto nao vamos dizer que sao os empresarios ou os bancos que escolhem quando o Estado em Portugal claramente beneficia um setor em detrimento de todos os outros, que por acaso tem dezenas de externalidades negativas e funciona a base de baixo valor acrescentado.



    Isto parece uma conversa de surdos. Mas onde é que alguém já defendeu qualquer tipo de beneficio específico para o turismo?
    Se tiver oportunidade leia o que eu tenho escrito sobre a necessidade de criarmos as condições para que negócios de maior valor possam crescer e prosperar e verá que eu sempre estive onde estou, mesmo que você não tenha dado por isso.
    Agora desengane-se se imagina que esses negocios se fazem sem projectos e sem empreendedores capazes de aproveitar as vantagens que possam ser criadas, ou quer que o estado também se encarregue disso?
    A Tesla foi muito ajudada, sem dúvida, mas não faltou mérito (empresarial) a quem a idealizou e soube transformar em realidade. Assim tivessemos nós muitos empreendedores do mesmo tipo ou parecido e as pressões sobre o estado para se "mexer" também seriam outras.
    Nas economias de mercado livre, os estados têm um papel fundamental na criação das condições favoráveis aos bons projectos, mas quem tem de os criar e desenvolver são os empresários. Sem esses empreendedores, o estado até pode estar disponível para fazer o necessário, porque ninguém lho vai pedir e menos ainda exigir.
  11. Colocado por: AMG1mas não faltou mérito (empresarial) a quem a idealizou e soube transformar em realidade.

    Que só por mera coincidência tem uma tremenda porção de estrangeiros nos seus quadros...
    Concordam com este comentário: AMG1
    • AMG1
    • 28 outubro 2025
    Colocado por: dmanteigas
    ...

    Os trabalhadores portugueses tem de abandonar esta ideia de emprego para a vida. E o maior cancro que existe. A melhor progressao que se pode fazer quer para o proprio, quer para as empresas e a horizontal. Manter-se 40 anos no mesmo posto de trabalho e um absurdo e o principal motivo pela falta de poder negocial.


    Eu até acho que os trabalhadores não precisam de se preocupar com essa ideia do emprego para a vida, porque simplesmente a maioria dos empregos já não vão sequer durar esses 40 anos. Talvez essa ideia ainda sobreviva na cabeça dos mais velhos, mas já deixou de ser uma realidade, salvo raras excepções ou então na função pública, onde também haveria muita vantagem em haver maior mobilidade e, sobretudo, transição entre publico e privado. Mas também não é um tema fácil, dada a especificidade de muitas profissões na função publica.
    O proprio perfil do emprego e da formação também é relevante para a manutenção dessa ideia, os profissionais mais competentes e/ou qualificados, também são em regra os que tem maior capacidade negocial e mais facilmente arriscam na mudança.
    Um português que, em Portugal, vê num imigrante um concorrente ao seu emprego, seguramente que se deve agarrar a ele com todas as duas forças e se calhar até faz bem, quem sabe se o imigrante ao fim de algum tempo não monstra ao patrão que é mais competente do que o português e nesse caso...o pragmatismo vai acabar por se impor.
    • AMG1
    • 28 outubro 2025
    Colocado por: N Miguel Oliveira
    Que só por mera coincidência tem uma tremenda porção de estrangeiros nos seus quadros...


    Ele próprio é um imigrante naturalizado!
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  12. Colocado por: AMG1Ele próprio é um imigrante naturalizado!

    Ele e 90% da população ou é imigrante ou é descendente de um.
    Concordam com este comentário: AMG1
 
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