Não me parece estranho, mas ... ... acho que tem tantas probabilidades de funcionar como o comunismo (poe ex.), isto é, depende muito da "boa vontade" dos intervenientes.
Por outro lado, restringir a segurança e justiça a quem pode pagar por eles, não é nada ridículo.
Colocado por: luisvvE lá está você com essa... não depende de boa vontade nenhuma -depende apenas da ponderação dos interesses de cada um.
Colocado por: luisvvMais: é curioso verificar que partimos do princípio que a alternativa é melhor...
Colocado por: luisvvNão a quem pode, mas a quem quer.
Colocado por: luisvvO seu "problema" é que supõe que a justiça e segurança sejam caras e inacessíveis - o que é altamente improvável, senão impossível, na medida em que exista concorrência no seu fornecimento.
Sim, pois, interesses de cada um. Normalmente interesses e justiça não ligam lá muito bem.
Mentira, não digo que um seja melhor, mas sim que outro seja pior.
Ah bom ... então eu posso não querer justiça e segurança ...
Ah bom ... existindo concorrência o produto fica baratinho ... (só por um mero acaso, existindo concorrência existirá quem queira fornecer abaixo do preço de custo?)
Colocado por: luisvvdepende apenas da ponderação dos interesses de cada um.
Colocado por: luisvve de sistemas legais e paralegais não impostos coercivamente.
This point can be made more philosophically: it is illegitimate to compare the merits of anarchism and statism by starting with the present system as the implicit given and then critically examining only the anarchist alternative. What we must do is to begin at the zero point and then critically examine both suggested alternatives. Suppose, for example, that we were all suddenly dropped down on the earth de novo and that we were all then confronted with the question of what societal arrangements to adopt. And suppose then that someone suggested: "We are all bound to suffer from those of us who wish to aggress against their fellow men. Let us then solve this problem of crime by handing all of our weapons to the Jones family, over there, by giving all of our ultimate power to settle disputes to that family. In that way, with their monopoly of coercion and of ultimate decision making, the Jones family will be able to protect each of us from each other." I submit that this proposal would get very short shrift, except perhaps from the Jones family themselves. And yet this is precisely the common argument for the existence of the state. When we start from zero point, as in the case of the Jones family, the question of "who will guard the guardians?" becomes not simply an abiding lacuna in the theory of the state but an overwhelming barrier to its existence.
Na nossa sociedade a entrega "das armas" ou do monopólio da força não se faz a indivíduos, mas sim ao estado. O estado somos todos nós
Colectivamente, através do sistema político escolhido, decidimos as regras que vão ser aplicadas pelos agentes aos quais reconhecemos autoridade. E qualquer um de nós tem a liberdade de se tornar um agente da tal autoridade.
A pergunta quem "guarda" os guardiões também é um falso paradoxo. Na sociedade em que vivemos é perfeitamente legitimo acusar um "guardião" de má conduta.
Mas pegando no que disse anteriormente, suponhamos que consegue contratualmente comprar o serviço de segurança a quem lhe apetece. Provavelmente iriam aparecer pessoas que se agrupariam e contratariam colectivamente o mesmo serviço. A tendência seria para evoluir para macro serviços, e não micro. Rapidamente evoluir-se-ia para uma espécie de estado. É apenas normal.
A: So government is really smart? They come up with wise rules for you to follow?
H: Well mostly, but some of its rules are really stupid.
A: Do you disregard those rules?
H: No, we have to follow the rules, even if they are stupid, or we disagree with them. Government punishes anyone who disobeys the rules.
A: So you are slaves to government?
H: No, no, no, it’s not like that at all. Government works for us, the people. It serves us. We’re the boss.
A: It tells you what to do, and it punishes you with violence if you disobey it, and yet you’re its boss?
H: Yeah.
Que estranho: a segurança e a justiça são bens tão essenciais que podemos ridicularizar a ideia de alguém ter opção de pagar por eles, e até de escolher quem os forneça. Mas ao mesmo tempo, ridicularizamos a ideia de que alguém não quereria pagar por eles.
(e eles até são "gratuitos", não são? )
Colocado por: Jorge RochaQue acham disto?
Colocado por: J.FernandesPremiar os bancos, que, com os depósitos dos clientes, distribuam por estes, parte dos lucros conseguidos com esse dinheiro."
Colocado por: Jorge RochaE então?Não é uma boa ideia?
Colocado por: luisvv
A: So government is really smart? They come up with wise rules for you to follow?
H: Well mostly, but some of its rules are really stupid.
A: Do you disregard those rules?
H: No, we have to follow the rules, even if they are stupid, or we disagree with them. Government punishes anyone who disobeys the rules.
A: So you are slaves to government?
H: No, no, no, it’s not like that at all. Government works for us, the people. It serves us. We’re the boss.
A: It tells you what to do, and it punishes you with violence if you disobey it, and yet you’re its boss?
H: Yeah.
Colocado por: dekerielCada um fazer as suas próprias leis ou privatizamos também a constituição?