Colocado por: luisvvEu já. Mas como foi ano de eleições, deu-se a coincidência de ate às eleições o defice estar controlado e dentro dos objectivos dos 2% e depois de reeleito o governo, descobre-se que afinal tinha derrapado para o triplo...
Colocado por: luisvvO Sócrates é que era fixe: ele e o guterres tinham isto controlado..
Colocado por: luisvvIsso são delírios: a cada emissão de divida publica os juros foram aumentando - com ou sem BCE, tal como agora com Espanha. O Paf foi inevitável a partir do momento em que em vez de reduzir despesa se aumentou - num ano com inflação negativa, aumentam-se os ordenados da fp em 2,9%, acelera-se a parque escolar, etc.
Colocado por: luisvvIsso é burrice !!! Claro que aumenta: pedimos 45% do Pib emprestados - nao havia guito para pagar despesas do estado, lembra-se?????
Colocado por: luisvvO defice de 2007 foi revisto para cima, perto dos 4%. Além do mais, já lhe mostrei antes que foi atingido a custa de truques e subidas de impostos.
Descobriram os politiqueiros...inteligentemente e afinal constactaram que défice público tinha aumentado com a crise internacional...apenas em Portugal a crise ou o défice de Portugal derivava de más políticas nacionais!
Défice de 2009 vai ficar em 2,2% do PIB
Governo "congelou" valor do défice de 2009 contra as previsões da DGCI
De Maio a Novembro de 2009, o Governo foi repetindo que a cobrança fiscal estava "em linha com o previsto" quando a DGCI ia, mês após mês, afirmando o contrário.
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A realidade continuou, todavia, a mudar. Em Junho, a previsão da DGCI já era de quebra de 3300 milhões "face ao orçamentado". Mas o ministro Teixeira dos Santos manteve os seus números. "Não há descontrolo nas contas públicas", afirmou a 22 de Julho. "A quebra significativa da receita" tinha a ver com as medidas fiscais adoptadas - aceleração dos reembolsos de IRS e IVA e redução do pagamento especial por conta (PEC). "Portugal bateu no fundo em Junho e agora é esperar a recuperação", afirmou.
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"Temos sinais de que a despesa está controlada (...), mas as receitas estão abaixo do esperado", referiram os responsáveis das Finanças a 10 de Novembro. Duas semanas depois, o Governo apresentou a segunda alteração ao OE de 2009. A receita esperada desceu quase 1500 milhões de euros (menos 13,3 por cento face a 2008). Mas Teixeira dos Santos não apresentou um valor para o défice. Em Dezembro, assumiu-se um número entre 8,4 e 8,5 por cento.
O valor final só apareceu no OE de 2010. Um défice de 9,3 por cento do PIB, longe dos 2,2 por cento previstos em 2008 ou dos 5,9 por cento de Maio de 2009.
mas que ainda por cima agora contava o valor da roubalheira dos amigos do PSD no BPN para as contas do défice...
Assim como o défice dos transportes...
Suas palavras...não minhas!
Há sim...quando o Passos subiu ao poleiro não houve aumentos de juros de emissões de dívida pública! Apenas aumentaram e bem todos os RECORDS!
Lembro-me que a UE estava de acordo com as medidas de Sócrates...e apoiavam com o BCE!
Esse filme foi o de Manuela Ferreira Leite...NÃO MISTURE!
Colocado por: luisvvA memória é uma coisa f*dida...:
Colocado por: luisvvNão é correcto. Isso reflectiu-se (parte do BPN - outra parte ainda nem sequer foi contabilizada..) em 2010. Os transportes sim, implicaram a revisão de anos anteriores - mas também isso reflecte alterações significativas na situação das empresas....
Colocado por: luisvvSócrates, é isto :
Assim, asnecessidades líquidas de financiamento da Administração Central passam a ser de 16.175,7 milhões de euros em 2010(em vez dos 15.304,7 milhões de euros anunciados a 31 de Março)
Colocado por: luisvvA estes valores, acrescente os 78 mil milhões pedidos à troika, ainda não recebidos na totalidade (parte dos quais serve para pagar dívida vencida) e pode ver o fardo que esse artista deixou.
Colocado por: luisvvParece que não percebeu as etapas que levaram atodosos pedidos de resgate:
1) Primeiros sinais de alarme. Governo diz que está tudo controlado. (Grécia, Portugal, Irlanda: confere !!)
2) Pacote de medidas de austeridade, elogiado pela UE e/ou pelos seus diversos membros (Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha : confere !!)
3) Novo pacote. Novos elogios (Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha : confere !!)
4) O FMI vem aí. Governo nega. UE garante que apoiará o Estado. (Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha : confere !!)
5) O FMI veio mesmo.
Colocado por: Jorge RochaCadê o Luís?...
Desapareceu?...
Então?O défice actual está óptimo né?Que tal se sente em estar perto talvez acima dos 10% no pròximo trimestre?Ou seja já amanhã!
A dívida pública está nos trinques né?
http://dividapublicaportuguesa.blogspot.pt/
Corre por aí uma lengalenga de embalar: o grande endividamento público português teria resultado da necessidade de responder à crise internacional. O "mau comportamento" dos agentes privados (banca incluída) provocou a crise à qual os poderes públicos acorreram, aumentando a despesa e dívida públicas para suportar os encargos sociais acrescidos pela crise e estimular a economia. Estaria aí a explicação para o crescimento desmesurado da dívida.
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Mas, observemos de perto: de onde veio o endividamento privado no período 2000-2008? Não ocorreu por geração espontânea, mas teve origem nos incentivos, nas garantias, nas políticas públicas de promoção de aquisição generalizada de propriedade imobiliária com forte e diversificado suporte público. (No limite a própria baixa dos juros que suportaram este endividamento privado foi ajudada pelo laxismo do BCE que aceitou, nas mesmas condições, colaterais para os créditos das mais diversas origens e qualidades.)
Mas o caso português deve ser destacado.
Em Portugal, houve um aumento autónomo da despesa pública que não foi provocado pela despesa privada e pela crise. O fenómeno verificado na Europa também se verificou aqui, mas ele sobrepõe-se, acumula com um anterior e enorme crescimento da dívida pública.
Entre 1995 e 2000, Portugal manteve uma dívida pública, em percentagem do PIB, substancialmente inferior à média da Europa. O grande salto para o endividamento faz-se no período 2000 a 2008, antes da crise internacional. Em 1995, só 4 países tinham dívidas mais baixas do que o nosso país. Em 2000, Portugal tinha das dívidas mais baixas; só 3 países (Irlanda, Reino Unido e Finlândia) tinham valores inferiores. Em 2008, só 3 países (Grécia, Itália e Bélgica) tinham valores superiores. Nenhum país conheceu neste período maior acréscimo do peso da dívida. Neste período, metade dos países conheceram decréscimos. Tivemos um acréscimo de 42,1% contra uma média de apenas 0,5% em média na Europa. Já no período pós-crise, embora Portugal esteja entre os países que mais viu crescer a dívida, a diferença é menos marcante; tivemos um acréscimo de 50,6% contra uma média de 39% e 3 países (Irlanda, Espanha e Reino Unido) conheceram um crescimento maior.
A narrativa que atribui à crise o insuportável endividamento publico português não é apenas uma atrevida e errónea interpretação do passado. Ela serve o desígnio de alimentar a insistência nos mesmos erros de política económica que nos trouxeram à desgraçada situação de falência: sempre mais dívida, agora trasvestida de euro-obrigações, obrigações de projecto, acréscimo de créditos e de massa monetária do BCE e o mais que por aí circula loucamente. Justifica-se, assim, duplamente a sua refutação.
Colocado por: luisvvTerá percebido bem o que leu?
Colocado por: luisvvreparou que a despesa corrente desceu efectivamente?
Colocado por: luisvvDe resto, é natural e previsível (embora negstivo) que nao se cumpra meta do defice
Colocado por: luisvvhttp://economico.sapo.pt/noticias/finlandia-vai-impedir-fundo-europeu-de-comprar-divida_147556.html
A Finlândia opõe-se a que o Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) compre títulos de dívida soberana no mercado secundário.
Esta posição coloca em risco o funcionamento do fundo de resgate da zona euro.
Fantástico Melga...baixar a despesa corrente para mim é começar a comer carcaças sem nada ao invés de almoçar um almoço decente!....por não ter dinheiro que consiga dos meus ganhos!........claro que me refiro à despesa corrente actual do estado português!..........que quer dizer que o estado por não ter receita,concerteza que tem que comer carcaças!
A evolução da despesa corrente, da despesa corrente primária - que exclui os juros da dívida pública, a componente da despesa que os responsáveis das finanças menos controlam porque depende dos valores das taxas de juro, cuja evolução se encontra ligada às condições da economia e ao stock de dívida pública existente (que, por sua vez, reflecte a evolução das finanças públicas até ao momento em questão) -, e da despesa corrente primária ciclicamente ajustada tem sido muito semelhante à da despesa total: em 1999, nestes três agregados a posição era a 17ª entre os 27, com valores de 37,5%, 34,5% e 34,5% do PIB, respectivamente (em média, entre 5 e 6 pontos percentuais abaixo da UE-27 e da Zona Euro); em 2009, a despesa corrente já é a 7ª mais elevada e as despesas corrente primária e corrente primária ciclicamente ajustada ocupam a 8ª posição com 47,1%, 43,9% e 43,8%, respectivamente. Em todos os casos, já cerca de 1 ponto percentual acima da média da UE-27 e da Zona Euro.
Custa a crer que o Luís ache afinal negativo que não se cumpra o défice!Estamos a falar de números irrisórios(quase o dobro para o lado negativo)do que se estava à espera pelo belo trabalho que este governo está a levar a cabo!
Sabendo nós que até um labrego sabe muito bem que fechar empresas...falir famílias umas atrás de outras ao invés de as aliciar para se manterem de forma a continuarem a pagar impostos nunca poderá dar receita!
Aqui na zona e penso que no resto do país estão a fechar cafés e restaurantes atrás uns dos outros mesmpo sem pagar rendas por causa do custo astronómico que a factura dita da electricidade acarreta mensalmente despropositadamente sobre as vendas... qualquer chafarica que precise de frigoríficos terá que pagar uma média mensal de mais de 600€
nem sequer quero falar mais no que está a acarretar o iva de 23% nos restaurantes que os proprietários têm que acarretar mas não por muito mais tempo!...senão ala que o freguês desaparece de todo e começará a andar de marmita!
Desta forma na base da marmita nunca em caso algum se conseguirá pagar seja o que fôr!
Colocado por: luisvvVejamos: baixar a despesa corrente é a obrigação de qualquer governo que quer equilibrar um orçamento. É a parte do orçamento que pode controlar.
Colocado por: luisvvPor outras palavras: embora forçados pelo exterior, está a descer.
Colocado por: luisvvEvidentemente que é negativo: tudo o que seja gastar mais dinheiro e acumular mais dívida é, veja lá, pior que gastar menos e diminuir a dívida.
Colocado por: luisvvPor outro lado, lá está: quando se vive de crédito, é estupidez achar que o crédito é riqueza nossa...
Colocado por: luisvvUm labrego sabe isso - mas a quantidade de labregos que imagina que o Estado pode "injectar dinheiro na economia" é extraordinária.
Colocado por: luisvvÉ natural. Com a diminuição do rendimento disponível das pessoas (lá está: com a transferência de dinheiro dos bolsos das pessoas para o Estado), os pequenos negócios vão sendo esmifrados. Para o nível de riqueza que temos, não podemos ter tantos cafés, papelarias, lojas de roupa, empresas de construção civil, etc.
Colocado por: luisvvPor mais irritante que pareça, os restaurantes continuarão a suportar o IVA da mesma forma que o "suportavam" antes: não facturando. Claro que as grandes cadeias, e os restaurantes com alguma dimensão não o podem fazer - e esses sim, suportam-no. Os outros continuarão com as suas caixas paralelas, e os Multibancos inoperacionais.
Colocado por: luisvvClaro que não. Os restaurantes são uma base importantíssima da nossa economia, e sem eles não conseguiremos sobreviver nem ser competitivos com outros países.
Concordaria com o que diz se o governo tivesse pano para mangas! Neste caso baixa a despesa corrente porque não tem outra hipótese!Não tem pano para mangas entende? Por inércia e falta de competência também se pode baixar a despesa corrente por não haver outro remédio e não por competência!
Diminuir a dívida onde???
Eu diria antes por outras palavras... Quando se pensa que se consegue estar inserido numa europa sem recurso à riqueza(Crédito)é uma estupidez achar que se consegue enriquecer sem crédito!
Já está a deixar de ser extraordinária! Provou-se anteriormente que afinal o estado podia injectar dinheiro na economia ao contrário do que se dizia! Esta é bastante actual...nem me quero referir às tantas outras anteriores!Muitas até pouco razoáveis como empréstimos ao tal Fino por exemplo!
Esta foi de economista comentador...dos tais que abundam por aí!
O problema agodíza-se cada vez mais quando cobram impostos cada vez mais altos não é?
Sendo esta sarcástica...foge um pouco para uma realidade momentânea! Aqui para si a receita do Iva vinda da restauração fez jeito afinal né?